Polo de resseguro no Brasil esbarra em regulamentação e impostos elevados 76

Projeto depende de flexibilização de regras de investimento

O projeto para criar um polo regional de resseguros no Brasil, com foco na atração de prêmios do mercado internacional, depende da flexibilização das regras de investimento e ainda redução da alíquota de impostos para que então comece a fazer sentido.

Ainda assim, especialistas ouvidos pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, durante o 5º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), questionam a atratividade da iniciativa, já cogitada no passado e que volta ao radar do setor, principalmente, após o Brasil deixar de ser grau de investimento e enfrentar incertezas no campo político e econômico.

As medidas concretas ainda estão em estudo e devem ser entregues ao Ministério da Fazenda até o fim do primeiro semestre deste ano. O projeto reúne, além da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), a Superintendência de Seguros Privados (Susep), seguradoras e advogados.

No foco, conta Rodrigo Botti, da Terra Brasis e integrante do grupo de estudos, estão isonomia tributária para resseguradoras locais e as baseadas fora do Brasil, transferência de riscos para o mercado de capitais, que ainda não acontece no País, e adequação das regras de investimento das companhias instaladas aqui. “Não queremos substituir, mas adicionar prêmios offshore no Brasil. Para isso, teremos de convencer países como México, Colômbia, a trazer prêmios para cá. O objetivo é transformar o Brasil em um exportador de resseguro, trazendo reservas e capital que ajudem a financiar os projetos de infraestrutura”, explica Botti.

De acordo com ele, no âmbito dos investimentos, embora as regras para as resseguradoras locais já tenham evoluído e passado a agregar não só títulos públicos, mas, também, fundos cambiais, é necessário evoluir mais para atrair as resseguradoras. Permitir, por exemplo, o investimento direto em ativos no exterior como títulos de dívida americana.

Já na parte tributária, são exemplos para o Brasil, conforme Botti, países como a Inglaterra e Suíça, cuja alíquota de impostos não passa dos 20%. No País, atualmente é de 45%. Não foi definida ainda, porém, segundo ele, qual proposta será feita ao governo. Uma fonte cita a necessidade de zerar o imposto assim como acontece no mercado de Bermuda. Na prática, o objetivo do grupo é condicionar o imposto ao volume de negócios trazidos para o Brasil. “Se conseguirmos 60% do que estamos pleiteando, já conseguiremos um bom avanço”, acrescenta.

Paulo Pereira, presidente da Fenaber, afirmou que, embora o projeto sugira incentivos tributários para participantes, não deve ocorrer renúncia fiscal para o governo, já que terá como base o volume novo de resseguro a ser gerado por conta do polo no Brasil. Desta vez, porém, o foco não são prêmios locais, mas os offshore. “O mercado brasileiro movimenta US$ 2,5 bilhões, enquanto na América Latina a cifra é de US$ 21 bilhões. Se atrairmos 10% desses recursos, poderemos dobrar o mercado de resseguros brasileiro”, afirmou Pereira.

Para o presidente do Lloyd’s no Brasil, Marco Antonio de Simas Castro, não há atratividade para os resseguradores trazerem os prêmios offshore para o País uma vez que essas companhias já atuam direto em outros países. “É um projeto questionável. Não é atrativo”, avaliou ele, em entrevista ao Broadcast.

A possibilidade de mudança nas regras tanto do lado de investimento como do tributário, de acordo com Angelo Colombo, presidente da resseguradora da Allianz (AGCS), pode gerar alguma atratividade por parte das resseguradoras. Lembra, porém, que o Brasil concorre, neste momento, com Miami, que tem atraído diversos players, além de Panamá e Lima.

Botti, da Terra Brasis, lembrou ainda a necessidade de o País ter estabilidade econômica e política para deslanchar. Ou seja, o projeto de hub de resseguros no Brasil visa o médio e longo prazo já que o País enfrenta incertezas em ambos os lados. João Marcelo dos Santos, do escritório Santos Bevilaqua Advogados, admitiu que o momento atual é “complexo”, mas que o mercado brasileiro precisa estar pronto para quando a janela de oportunidade abrir.

Um corretor de resseguros lembra, sob a condição de anonimato, que o Brasil teve uma janela entre os anos de 2011 e 2012 para se tornar um hub de resseguros, mas acabou perdendo a oportunidade. “O sistema tributário pune quem traz receita para o Brasil e agora não temos mais rating. Só a falta de rating já nos tira do Chile, que é o maior mercado de riscos facultativos de patrimônio”, avaliou ele.

*Informações de IstoÉ Dinheiro.

Grupo MBM fecha parceria com Fetter Bueno Corretora de Seguros no RS 793

Operação visa atender públicos específicos, como associações e sindicatos de classe

Jaqueline Pacheco e Júlia Fetter
Jaqueline Pacheco, gerente comercial de filial do Grupo MBM, e a corretora Júlia Fetter / Divulgação

O Grupo MBM acaba de fechar parceria com a Fetter Bueno Corretora de Seguros. Júlia Fetter, representante da corretora, foi recebida na filial do MBM em Porto Alegre (RS), no último dia 17 de abril.

“A corretora será parceira na comercialização de seguros individuais para públicos específicos, como associações e sindicatos de classe”, comenta Jaqueline Goulart Pacheco, gerente comercial da filial.

A filial do Grupo MBM na capital gaúcha fica na Rua dos Andradas, 772 – Centro de Porto Alegre (RS). Ainda existem mais duas lojas no interior do Estado, em Santa Maria e Passo Fundo.

Coparticipação e franquias em planos de saúde 588

Prontuário médico

Novas opções representam avanço para o setor e consumidores

“Novas e mais acessíveis formas de contratação”, assim define José Cechin, diretor-executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), sobre a opção de franquias ou coparticipação nos planos de saúde. Na opinião da Federação, a proposta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) representa um avanço não apenas para o setor, como para os consumidores.

Normativo da agência reguladora visa atualizar questões relevantes sobre o tema, como limites e parâmetros para aplicação dos produtos. A estimativa é que 50% dos contratos possuam algum desses mecanismos.

“Isso é opcional. O consumidor pode ou não optar pelo plano com essas características, que funcionam como um moderador do uso e, portanto, combate os desperdícios. Isso não quer dizer que o paciente deve descuidar da saúde”, reforça Cechin.

A diferença entre estes sistemas nos planos de saúde

Ainda segundo o diretor da FenaSaúde, o plano com franquia é direcionado ao consumidor que se planeja e dispõe dos recursos para arcar com estes valores. “Cabe a cada um analisar suas necessidades médicas e possibilidades financeiras. O importante é que o consumidor ganha mais escolhas, algo sempre positivo”, explica. Para José Cechin a competição entre as operadoras evitará o risco de planos excessivamente caros. “O plano com franquia terá uma mensalidade menor e sem a perda de qualidade assistencial”, reforça.

Como o modelo é baseado no mutualismo, quando há desperdício todos acabam pagando. Isso ainda ocasiona em reajustes maiores na mensalidade dos planos. Visando essa situação, a coparticipação funciona como um fator moderador importante, uma vez que evita o uso desnecessário de recursos e gera uma relação de mais responsabilidade com o sistema de saúde, na visão da FenaSaúde.

Portais do Grupo BB e Mapfre adotam tradução digital em Libras 631

Mãos

Ferramenta facilita acesso e entendimento de conteúdos

O Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre ampliou a acessibilidade dos portais das marcas e passa a contar com tradução simultânea da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Para isso, os sites contarão com a presença do Hugo, um simpático avatar que realizará todas as traduções de forma dinâmica e interativa.

“O objetivo da iniciativa é aprimorar, ainda mais, a comunicação e o relacionamento com os diversos públicos que acessam esse canal de atendimento. Temos o compromisso de fortalecer a cultura de seguros no país e essa ação é um passo fundamental para isso”, conta Leonardo Mattedi, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing do Grupo Segurador.

A implantação de ferramentas como essa facilitam o acesso e o entendimento de todo o conteúdo dos portais. O acesso à tradução é simples e intuitivo. Basta o usuário clicar no ícone de cores branco e azul, que simboliza duas mãos, localizado no canto direito da página, e o Hugo surgirá em uma janela exclusiva. Ao clicar no link desejado, automaticamente o personagem realiza a tradução em Libras do site.

Chegou a hora de fazer a manutenção do ar condicionado do carro 958

Carro Manutenção

Especialista dos Centros Automotivos Porto Seguro explica tudo sobre o assunto

O ar condicionado virou um item indispensável para os carros. No entanto, a falta de manutenção pode prejudicar o veículo e a saúde dos motoristas. Com o objetivo de auxiliar na prevenção de problemas, o gerente dos Centros Automotivos Porto Seguro, Marcos Iombriller, responde perguntas sobre como avaliar o estado do ar e realizar sua manutenção.

Quando é necessário realizar a manutenção do ar condicionado do veículo?

A manutenção deve ser realizada a cada 6 meses ou 30 mil quilômetros. O motorista também deve ficar atento e observar se, ao ligar, há mau cheiro e também se os passageiros começam a espirrar e respirar com dificuldade. Outro ponto de alerta do veículo é o vazamento do gás, utilizado no sistema do ar condicionado, que pode ser percebido pela demora do esfriamento. Esses são alguns indícios que mostram que o ar condicionado do carro precisa de manutenção.

Como é feita a manutenção do ar condicionado?

A manutenção do ar condicionado é, geralmente, realizada em duas partes: higienização e limpeza da tubulação. A primeira envolve a troca do filtro de partículas. Já a segunda é feita por meio de um spray próprio, sendo homologado pelas montadoras. Ao levar o automóvel para manutenção, é necessário que o motorista fique atento as condições das mangueiras e da pressão do gás.

Usar o ar condicionado constantemente realmente gasta mais combustível?

Sim. No entanto, o motorista pode ter alguns cuidados para diminuir o consumo de combustível, como manter o filtro do ar condicionado em boas condições, fazendo que o equipamento não precise exercer um esforço maior que o necessário.

Uma curiosidade é que, principalmente nas estradas, os motoristas abrem os vidros e desligam o ar, acreditando na economia, mas o efeito é totalmente o contrário. Isso ocorre porque o fenômeno afeta a aerodinâmica do veículo, em especial em velocidades acima de 70km/h, impactando no consumo de combustível, podendo tornar-se ainda maior que com o uso do ar.

E se o motorista nunca liga o ar? Há algum problema?

O ar condicionado possui lubrificação em seus componentes e a inatividade do equipamento pode acabar comprometendo sua eficiência, além de danificar componentes, como: compressor, pistões, condensador, evaporador e também cilindros. Por isso, é recomendável a utilização do ar condicionado de vez em quando.

É realmente necessário desligar o ar condicionado quando tiver perto do destino?

Sim. Isso porque o desligamento do ar antes de chegar ao destino, pode ajudar a desumidificar o sistema e diminuir a probabilidade do surgimento de fungos.

Centros Automotivos Porto Seguro

Os Centros Automotivos Porto Seguro oferecem serviços especializados para automóveis a preços competitivos – como manutenções preventivas e corretivas, instalação de acessórios e diagnósticos. Clientes e não clientes da empresa podem contar com uma estrutura que proporciona conforto e confiança em mais de 300 unidades de fácil acesso em todo o Brasil, que atendem cerca de 60 mil veículos ao mês e estão em constante expansão.

Qual a visão do consumidor sobre seguro de pessoas? 2473

ÉderOliveira

2º Fórum do CVG/RS aborda visão de mercado pela ótica do cliente

Oferecer soluções customizadas e elaboradas com foco na visão do consumidor é fundamental para o desenvolvimento do mercado de seguros. Pensando nisso, o Clube de Seguros de Vida e Benefícios (CVG/RS), reúne especialistas de distintas áreas na 2ª edição do Fórum de Debates. O evento acontece no dia 26 de abril, no auditório do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS).

O especialista em Marketing e editor do portal Consumidor-RS, Alexandre Appel, será um dos painelistas. A médica e presidente do Instituto da Mulher Mais Saudável, Carlen Luz, complementa os debates ao lado de Paulo Alaniz, presidente do Instituto Brasileiro dos Auditores Independentes (Ibracon). O sócio da Atuária Brasil e presidente do CVG/RS, Éder Oliveira, será o mediador deste encontro exclusivo para associados a entidade.

Inscrições para o 2º Fórum do CVG/RS – Visão do consumidor sobre o mercado de seguros de pessoas

As inscrições acontecem até o dia 20 de abril e contam com menos de 50 lugares disponíveis. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: secretaria@cvgrs.com.br.

Agenda Eventos CVG/RS 2018
Agenda completa de eventos promovidos pelo CVG/RS em 2018
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