Sicredi registrou 29% mais contratações de seguros em 2015 100

Confira as principais notícias do dia no #GirodoMercado desta quarta-feira, 13 de abril

Sicredi registrou 29% mais contratações de seguros em 2015

Em 2015, o Sicredi recebeu mais de 41 mil avisos de sinistro, somou R$ 400 milhões em indenizações e registrou aumento de 29% em contratações e 10% em faturamento, considerando todos os seguros. Este resultado também foi impulsionado pelas ações de melhoria em processos para ganho de eficiência e qualidade destes serviços, que incluíram várias frentes, como a automação dos processos de sinistro, novas ferramentas para a gestão de sinistros, simplificação de reembolso de assistência residencial e redução do prazo médio de pagamento de benefícios de vida. Para 2016, é previsto o crescimento na carteira de seguros de vida e também entre os produtos de previdência, dentro de patamares semelhantes aos de 2015, considerando a expectativa de mercado.

Marcelo Blay faz declaração sobre reportagem da revista Época

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Em reportagem da edição de fevereiro da revista Época Negócios, Marcelo Blay concedeu entrevista falando sobre sua trajetória profissional e de sua empresa, a Minuto Seguros. Na matéria, o jornalista Pedro Carvalho faz um comentário negativo sobre os corretores de seguros, o que gerou a reação de Blay. O empresário comenta que em nenhum momento se referiu a categoria do modo retratado na matéria, evidenciando que o jornalista tirou suas conclusões baseado em sua experiência pessoal. “Defendo e trabalho pela categoria em diversas situações, o que me enche de orgulho e responsabilidades para com os profissionais da corretagem de seguros. Em momento algum me referi de maneira pejorativa: como pode ser visto, toda vez que aparece um comentário meu, o referido texto está entre aspas, bem como o de outros entrevistados na matéria. Me solidarizo com a categoria e como corretor de seguros me senti desprestigiado. São reportagens como esta que prestam um desserviço ao mercado de seguros. Lamentável”, comenta Marcelo Blay.

Azul Seguros faz projeto SOA com Prill

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A Prill Tecnologia, empresa carioca há 14 anos no mercado de integração de sistemas, elaborou junto à Azul Seguros uma tecnologia para que a companhia possa aceitar variados cartões de crédito como forma de pagamento de apólices. Com o projeto, a companhia, que até então só aceitava cartões Porto Seguro viabilizou a aceitação de pagamentos com variados emissores através da integração de sistemas. A Prill foi responsável por desenvolver a camada de abstração que integra o legado aos sistemas externos. Essa integração foi desenvolvida sob medida para a Azul Seguros utilizando C++ e Java em uma arquitetura orientada a serviços (SOA). “As mudanças tecnológicas são tão rápidas que inviabilizam a substituição dos sistemas legados (antigos), pois quando eles ficam prontos, já há algo mais novo a ser feito. Por isso, adaptamos o sistema presente à inovação do futuro, para que tudo funcione perfeitamente, sem precisar de um investimento estrondoso”, explica Eduardo Prillwitz, sócio fundador da empresa. A Azul Seguros faz parte do grupo Porto Seguro e oferece seguros para automóveis e residências.

Seminário da Escola Nacional de Seguros debate taxas dos fundos de previdência

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O Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros, promove, no próximo 28 de abril, quinta-feira, o seminário gratuito “Fundos de Previdência Privada: Passividade a Preço de Fundos Ativos”, a partir das 19h, no hotel Meliã Paulista Business & Convention, em São Paulo (SP). Durante a apresentação, que ficará a cargo do professor de Finanças do Instituto COPPEAD de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Carlos Heitor Campani, serão apresentados os resultados da dissertação de mestrado “Análise dinâmica de estilos de fundos brasileiros de previdência privada”. De autoria de Leonardo Mesquita, que teve Campani como orientador, o trabalho foi um dos três projetos de mestrado premiados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) em 2015, por ter sido considerado tema relevante para o desenvolvimento do mercado de capitais e da intermediação financeira no Brasil. Para participar do seminário é preciso se inscrever no site da Escola, onde estão disponíveis mais informações. As vagas são limitadas. Outros detalhes podem ser obtidos pelo telefone (21) 3094-1090 ou e-mail nataliaoliveira@funenseg.org.br.

BB e Mapfre e USP promovem encontro sobre mudanças climáticas

Reprodução

A integração da complexidade das mudanças climáticas aos processos de gestão é o mote do workshop “Tomada de decisão sobre mudanças climáticas, riscos e gestão – Vulnerabilidade hídrica”, realizado entre ontem (12) e hoje (13), em São Paulo (SP). Com o apoio do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, o encontro de especialistas é promovido pelo Grupo de Pesquisa Brasil/IEE/USP do Centro Regional de Mudanças Climáticas e Tomada de Decisões UNESCO. “O gerenciamento de riscos é a base para a perenidade das organizações e o gestor tem papel fundamental nesse processo. Por meio de uma proposta diferenciada de diálogo, o encontro tem por objetivo ampliar o conhecimento sobre o tema, sob a ótica do líder, auxiliando no fortalecimento da gestão de risco e resiliência das empresas e instituições”, afirma Fátima Lima, executiva de Sustentabilidade do Grupo BB e Mapfre. Durante dois dias, especialistas do segmento apresentarão dados sobre as alterações no meio ambiente, soluções implantadas por outros países e estudos de caso desenvolvidos especificamente para a cidade de São Paulo. O workshop integra a parceria entre o Grupo BB e Mapfre e o Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE/USP) para viabilizar encontros técnicos que permitem aprofundar o entendimento do contexto ambiental e climático, reforçando o nosso compromisso com a construção de conhecimento para a melhor gestão dos riscos e oportunidades ambientais, sociais e de governança (ASG) emergentes.

*Informações de Investimentos e Notícias, Sincor-SP, Baguete, Escola Nacional de Seguros e CDN.

Mais de 27 opções de extensão 2147

Programas começam entre março e abril

O mercado de seguros tem dinâmica própria e evolui constantemente. Essas características exigem dos profissionais do setor a permanente atualização de conhecimentos.

Os cursos de extensão da Escola Nacional de Seguros são ideais para atender a essa exigência. Além de promover a reciclagem de conhecimentos, eles permitem uma capacitação rápida para quem pretende entrar no mercado de trabalho.

Os interessados já podem se inscrever para os programas que serão iniciados em março e abril. No momento há 27 opções de extensões presenciais, que serão ministradas em quatro cidades: Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Goiânia (GO) e Porto Alegre (RS).

Os cursos abordarão os mais diversos temas, como Governança Corporativa, Direito Ressecuritário, Gestão, Riscos Cibernéticos, Gerenciamento de Riscos, Contabilidade, Saúde Suplementar, Marketing, Seguros de Automóveis, Riscos de Engenharia, Previdência Complementar, Resseguros e Seguros do Agronegócio.

Algumas extensões também estão disponíveis na modalidade a distância, como os cursos de Gerência de Riscos, Gestão de Operações de Seguros, Gestão de Pessoas e Equipe, entre outros.

As extensões fazem parte da grade curricular dos Programas de MBAs da Escola Nacional de Seguros e possuem o objetivo adicional de possibilitar a interação dos alunos com os participantes dos MBAs para troca de experiências profissionais e ampliação do network. Sendo aprovado no curso de extensão, e se almejar uma formação mais completa, o aluno poderá solicitar o aproveitamento dos créditos nos cursos regulares de MBA, de acordo com os respectivos programas.

Para cursá-las é necessário nível superior completo. As inscrições devem ser feitas neste link, onde mais detalhes estão disponíveis.

Reuniões discutem mudanças na formação de corretores 2292

Encontros abordaram, ainda, a equivalência para cumprimento de créditos e o passo a passo de acesso ao ambiente virtual de aprendizagem

No início de fevereiro, a Escola Nacional de Seguros organizou reuniões pedagógicas com docentes que lecionam em cursos técnicos, em todo o País. Realizados anualmente, os encontros têm cunho pedagógico-administrativo e, neste ano, tiveram como tema central as novidades no Curso para Habilitação de Corretores de Seguros.

Os eventos aconteceram nas Unidades da Escola na Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Na Unidade São Paulo (SP), foram quatro encontros. A primeira reunião aconteceu no dia 5, com a coordenação da capital paulista, e contou com a presença de 88 professores e do diretor geral da Escola, Renato Campos. As outras três reuniram as coordenações Oeste e Nordeste Paulista, Grande São Paulo e Sul Paulista, e Centro Leste Paulista, alcançando um total de 54 docentes.

O foco dos debates foi a mudança no conteúdo programático e no material didático do Curso para Habilitação de Corretores de Seguros. Para este ano, o curso ganhou duas novas disciplinas – Gerenciamento de Riscos e Operações de Seguros –, e teve o material didático totalmente digitalizado.

O professor Luiz Carlos de Souza participou da primeira reunião e elogiou bastante a iniciativa. “Parabenizo a Escola pela maneira como planejou e conduziu as atividades, saí do encontro com todas as dúvidas sanadas”, afirmou.

Os encontros abordaram, ainda, a equivalência para cumprimento de créditos, o passo a passo de acesso ao ambiente virtual de aprendizagem, as disciplinas presenciais e on-line, os desafios em sala de aula frente às novas tecnologias, e avaliações e questões logísticas das operações.

Profissionais que atuam com gerenciamento de riscos ganham curso no exterior 1895

Interessados em participar podem se inscrever no processo seletivo, que é baseado na análise de currículos

Nos últimos seis anos, a Escola Nacional de Seguros promoveu, em Londres, o treinamento “Os Processos Técnicos do Resseguro”, em parceria com The Chartered Insurance Institute (CII). Para 2018, as entidades trazem como novidade o inédito curso “Gerenciamento de Riscos e Seguros”.

As aulas também acontecerão na capital inglesa, entre 3 e 7 de setembro, nas instalações do CII. A gerente de Parcerias Internacionais da Escola, Maria Luiza Martins, ressalta a importância do novo programa. “Essa será uma oportunidade única para os profissionais que atuam nesse segmento obterem uma qualificação de nível internacional”, revela.

Alguns dos temas que serão abordados são norma ISO 31000, métodos de mensuração e monitoramento de riscos, controle e tratamento de riscos, e análise e ranking de riscos.

Já o tradicional curso “Os Processos Técnicos do Resseguro” terá sua sétima edição entre os dias 10 e 14 de setembro. O programa trata dos princípios e produtos de resseguro, e conta com visita ao Lloyd’s, mercado de resseguro londrino.

Inscrições

Os interessados em participar dos cursos podem se inscrever nos processos seletivos, que são baseados na análise de currículos. O e-mail para envio é parcerias@funenseg.org.br, até 2 de abril. A divulgação dos selecionados acontecerá no dia 4 de abril.

Para participar é necessário domínio do idioma inglês e conhecimento básico ou experiência prévia nas áreas de resseguro ou gerenciamento de riscos, dependendo do programa escolhido.

Mais informações sobre conteúdo didático, investimento e descontos estão disponíveis no site da Escola Nacional de Seguros.

Grupo BB e Mapfre sediou encontro de ouvidores 1880

Evento reúne periodicamente profissionais do setor bancário, seguros, telecomunicações e varejo

O Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre sediou nesta quinta-feira (22), o 145ª encontro do Comitê de Ouvidoria da Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente (ABRAREC).

O evento, realizado na sede do Grupo, em São Paulo (SP), reuniu executivos ligados à área de Ouvidoria, de companhias de diversos segmentos, com o objetivo de debater ações que fortaleçam e aprimorem a atuação do setor em instituições públicas e privadas. “Os consumidores atualmente esperam que as empresas estejam preparadas para dar soluções rápidas e práticas para as suas demandas, pois isso os processos das Ouvidorias precisam ser cada vez mais transparentes. E é por meio da troca de experiência que conseguimos atingir esse grau de excelência. Por este motivo, estamos muitos felizes em receber o evento”, comenta Claudia Pires, diretora de Ouvidoria do Grupo Segurador.

A abertura do evento foi realizada por Luis Gutiérrez, presidente do Grupo BB e Mapfre nas áreas de Automóvel, Seguros Gerais e Affinities, e contou ainda com a participação de diversos executivos da seguradora debatendo temas como “Hospitalidade e Empatia, “A cultura como elemento do desenvolvimento e da proteção ao consumidor” e “A nova Lei do SAC”.

Criado em 2005, o Comitê da ABRAREC reúne periodicamente Ouvidores de companhias do segmento de bancos, seguros, telecomunicações, varejo entre outros.

Especialista diz que é o momento de aproveitar o mercado aquecido 8695

Derrota da reforma da previdência não deve afetar trabalho dos corretores de seguros

Arley Boullosa é professor da Funenseg, Corretor de Seguros e diretor de ensino do Sincor-RJ
Arley Boullosa é professor da Funenseg, Corretor de Seguros e diretor de ensino do Sincor-RJ / Divulgação

O corretor de seguros Arley Boullosa tem a convicção de que o trabalho dos profissionais da corretagem de seguros deve ser feito independente ou não da aprovação da reforma previdenciária. Boullosa é professor da Escola Nacional de Seguros (Funenseg) há 22 anos e diretor de ensino do Sindicato dos Corretores do Rio de Janeiro (Sincor-RJ).

Veja também: Procura por previdência perdeu força em novembro.

“[A reforma] não sai mais e foi retirada da pauta por ser impopular demais para um ano de eleição. O governo não colocaria em votação havendo o risco de perder e isso aconteceria, mesmo tendo cedido em diversos pontos e mantendo apenas dois pontos principais: idade mínima e equiparação entre trabalhadores públicos e privados”, analisou Arley Boullosa.

O especialista lembra que as buscas pelo termo previdência privada cresceram 30% no Google. “O mercado não deve deixar a discussão ‘esfriar’. Temos a grande possibilidade de manter o assunto ativo, mas, todos os agentes precisam trabalhar juntos para que isso aconteça”, explica.

Foco dos profissionais ainda é o automóvel

O professor ainda lembra a expansão da participação do mercado de seguros no Produto Interno Bruto (PIB) para os atuais 6%. Desde o Plano Real e a estabilização da moeda, em 1994, o setor sustentou um crescimento contínuo mesmo durante crises econômicas. “Os corretores continuam acorrentados ao seguro de automóvel por tratar-se de produto que possui forte procura e exige pouca consultoria. Acredito que a previdência é um produto que estreita o relacionamento com o cliente porque há frequência de contato, diferente de outros produtos, mas, a margem de remuneração para o corretor não é atrativa. Em previdência complementar não tem segredo: se a comissão é boa para o corretor o produto tem baixa rentabilidade para o cliente. Algumas seguradoras vem reduzindo o comissionamento e isso tem desmotivado os profissionais”, explicou.

Veja também: Governo joga toalha em relação a previdência e apresenta plano B para economia.

Mercado precisa amadurecer

O fator rentabilidade é um dos pontos mais questionados quando se fala em previdência, mas Arley Boullosa lembra que existe um vínculo direto com o risco de vida. “O investimento é uma parte do negócio. Uma consultoria bem feita de previdência está diretamente ligada a ‘viver mais’ ou ‘viver menos'”.

O diretor de ensino do Sincor-RJ pensa que os profissionais precisam de qualificação para falarem sobre o assunto. “Nosso setor precisa amadurecer e não estou vendo os agentes do sistema trabalharem juntos para que isso aconteça. Temos um mercado concentrado onde as cinco principais seguradoras possui 80% do mercado. Fica difícil oferecer um leque de possibilidades. Estamos limitados de conhecimento e de opções”, completa.

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