Susep autoriza novos aportes em capital social 130

Confira as principais notícias desta terça-feira, 19 de abril, no #GirodoMercado

Susep autoriza novos aportes em capital social 

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Portaria publicada pela Susep aprova o pedido de aumento de capital dos acionistas da Bradesco Seguros S.A.. Com isso, a seguradora receberá aporte de R$ 175.000.000,00 em seu capital social, elevando- o para R$ 7.225.000.000,00, dividido em 724.802 ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal. Já Allianz Seguros S.A está autorizada a elevar seu capital social em R$ 95.000.000,00, para R$ 1.228.035.479,00, dividido em 1.105.066.478 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, segundo outra portaria da autarquia. Na Austral Seguradora S.A., além de aumento no capital social, a autarquia ratificou, na mesma portaria, a mudança do endereço da sede para Avenida Bartolomeu Mitre, 336, 3º andar, parte, Leblon, Rio de Janeiro – RJ. Em relação ao capital, a seguradora fará aporte de R$ 2.811.811,28, elevando o capital social para R$ 44.359.680,84, dividido em 44.104.964 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. Os acionistas de HDI Global Seguros também receberam sinal verde da autarquia para ampliar o capital social em R$ 1.999.999,98, para R$ 47.004.499,98, dividido em 51.248.313 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.

Prorrogado o prazo para inscrição na Certificação Profissional CNseg

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Atendendo a pedidos, o prazo para inscrição na edição 2016 da Certificação Profissional CNseg (CPC) foi estendido até 20 de maio. Considerada estratégica pelas lideranças do mercado segurador por contribuir para o aumento da qualificação de todo o setor, a CPC também contribui para a melhoria da empregabilidade de seus profissionais, pois certifica que estão preparados para atuar com eficiência em um ambiente cada vez mais competitivo. Assim, trata-se de um processo em que, aqueles que desejarem acelerar o seu progresso profissional , diferenciando-se no mercado, devem estar envolvidos. Para se inscrever na Certificação Profissional CNseg, os interessados devem acessar o site cpc.cnseg.org.br onde, além da inscrição, podem acessar o regulamento, conferir os locais de prova – que será realizada em 13 cidades brasileiras, no dia 22 de junho. Uma importante novidade desta edição é o curso online oferecido pela Escola Nacional de Seguros, que contará com vídeo aulas, tutoria online e exercícios simulados. Inscreva-se aqui.

Brasileiro já pagou R$ 600 bilhões em impostos este ano

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O brasileiro pagou R$ 600 bilhões em impostos do início do ano até este sábado (16), segundo o “Impostômetro”, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). No ano passado, esse mesmo montante foi alcançado um dia depois, em 17 de abril. Com essa quantia destinada aos cofres públicos pelos brasileiros, seria possível construir mais de 17 milhões de casas populares de 40 metros quadrados cada, de acordo com a ACSP. Também daria para criar mais de 2 milhões de postos de saúde equipados. Os R$ 600 bilhões pagos até agora também seriam suficientes para adquirir mais de 7.525.568 ambulâncias equipadas e comprar mais de 22.437.342 carros populares. Segundo a ACSP, seria possível, ainda, construir mais de 6.584.872 km de redes de esgoto e adquirir 550.734.761 geladeiras simples.

Essor reforça o time de Auto/Transportes

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A Essor Seguros tem um novo diretor técnico na área de Auto/Transportes. Com mais de 20 anos de experiência no mercado de seguros, o executivo Marcio Feital assume o cargo após atuar, durante três anos, como gerente na seguradora. Ele abraça a função com a tarefa de impulsionar ainda mais a área, em franca expansão na companhia, marcada pelo desenvolvimento de produtos diferenciados e inovadores.

Brasilcap comemora um ano do projeto de Escolinha de Vôlei em Deodoro

Luis EFigénio/nFACTOS - 12 de Fevereiro de 2009 - Guimaraes - Jogo para a liga dos campeoes de voleibol, entre Vitoria de guimaraes e Iraklis Thessaloniki
(Foto: Luis Efigénio)

A Brasilcap, empresa líder do mercado de capitalização, comemora um ano da Escolinha de Vôlei de Praia da medalhista olímpica Adriana Samuel, na região olímpica de Deodoro, no Rio de Janeiro, patrocinada pela Companhia. O projeto promove a inclusão social e o desenvolvimento humano por meio do esporte, atendendo cerca de 100 alunos por mês. Ao apoiar o projeto, a Brasilcap fortalece assim seu papel de agente transformador da sociedade, atendendo a princípios de responsabilidade, ética, valorização da vida e educação. No último ano, os recursos investidos em iniciativas socioambientais ultrapassaram os R$ 13 milhões. “A Brasilcap segue contribuindo para o futuro de muitos brasileiros. Seja pelo estímulo à disciplina financeira proporcionada por nossos produtos, seja pelo apoio a projetos socioambientais que valorizem a educação como ferramenta de transformação na vida de crianças e jovens”, declara Marcio Lobão, presidente da Companhia. Uma pesquisa realizada com os alunos da Escolinha mostrou que 93% disseram gostar muito das aulas de vôlei, mesmo índice dos que acham que o comportamento na sala de aula melhorou. “É perceptível a interação social e vínculos de amizade entre eles, bem como toda parte cognitiva e disciplinar. Minha filha é privilegiada por essa oportunidade e nós da família somos agradecidos a todos os profissionais e patrocinadores”, conta Ana Lúcia, mãe da aluna Mariana, de 9 anos.

*Informações de CNseg, G1 e assessorias de imprensa das empresas citadas.

Bradesco Seguros anuncia novo presidente 3092

Bradesco

Vinicius Almeida Albernaz comanda a empresa líder em seguros no Brasil

Vinicius Albernaz
Vinicius Albernaz é o novo presidente da Bradesco Seguros / Divulgação

Com a promoção de Octavio de Lazari ao posto de presidente executiva do Bradesco foi anunciado nesta terça-feira que Vinicius Almeida Albernaz será o novo comandante da operação de seguros do Grupo Bradesco. Aos 47 anos, Albernaz é diretor superintendente da Bradesco Asset Management (Bram) – uma das maiores gestoras de fundos de investimento do Brasil, com mais de R$ 600 bilhões em ativos.

“Entendemos que ele criará valor para o Grupo Bradesco Seguros, dado o perfil profissional qualificado, combinado ao cenário desafiador, que apresenta grande potencial de expansão do ramo segurador”, comentou Octavio de Lazari. “A seguradora tem DNA de liderança e vocação comercial inata – são R$ 280 bilhões em ativos”, completou ao comentar que a baixa histórica dos juros e a inflação sob controle irão propiciar o ambiente ideal para o crescimento da participação do setor no Produto Interno Bruto brasileiro (PIB).

O Bram agora será comandado por Ricardo Almeida, atual diretor de investimentos (CIO).

 

Susep autoriza operação digital da Youse 6170

Decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira

Os rumores sobre a autorização da Youse para atuar como seguradora digital foram confirmados nesta sexta-feira. A decisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep) foi publicada nesta segunda-feira, no Diário Oficial da União.

A novidade deve marcar uma nova fase para o setor de seguros no Brasil. Diversas companhias aguardavam o desenrolar da operação da Caixa Seguradora para apostar de vez na distribuição de seguros nos canais digitais.

Veja também: Outra visão sobre a Youse e demais players.

Procurada, a Susep limitou-se a comentar que a companhia seguiu o mesmo processo de exigências de operação que qualquer outra seguradora.

“A nova frota velha de automóveis é o desafio”, afirma presidente da HDI 8256

Diminuição das vendas de veículos zero km implica na redução de carros segurados

O mercado de seguros de automóveis no Brasil está atento às modificações de consumo, de acordo com o presidente da HDI Seguros. “A nova frota velha de automóveis é o desafio”, afirmou Murilo Setti Riedel durante a 1º edição do ano do Almoço do Mercado Segurador Gaúcho nesta quinta-feira (15).

No país, 65% da massa segurada é de carros com até cinco anos. A diminuição das vendas de veículos zero quilômetros registrada nos últimos três anos, implica na redução dos automóveis segurados. “A partir do momento que você se depara com três anos consecutivos de diminuição de vendas de veículos zero quilômetros, a massa de novos e seminovos reduz. E isso se transforma na redução da massa segurável para nós seguradores e os corretores”, detalhou no encontro promovido pelo Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul.

Riedel ainda destacou que houve um aumento de 15% no prêmio médio, ou seja, no preço final e que isso não é fácil de explicar ao consumidor. “Não é fácil conseguir vender seguro auto na crise”, disse. “Mas o mercado de seguros e corretores brasileiros conseguiram e vão conseguir superar desafios inacreditáveis”, confiou, ao ressaltar que soluções para a proteção desta ‘nova frota velha’ estão na pauta das principais companhias e entidades do ramo.

Todas as fotos – Almoço do Mercado Segurador Gaúcho

RS forma novos corretores de seguros 11037

60 alunos comemoraram conclusão do curso de habilitação da Escola Nacional de Seguros

A noite desta quinta-feira (22) foi mais do que especial para os 60 alunos do curso de habilitação em corretagem de seguros da Escola Nacional de Seguros. A cerimônia de formatura contou com o apoio de Liberty Seguros, representada pela gerente Marina Mello; Icatu Seguros, representada pelo executivo Raul Lopardo; e Bradesco Seguros, representada pelo superintendente rede Lourenço Lorini.

Os três alunos com maiores notas das três turmas de formandos

“Resolvi vir para a corretagem após acompanhar a expertise do meu pai, que está há 30 anos no mercado. Atuamos em diversos ramos como empresariais, condomínio, automóvel”, contou o formando Felipe Dalpiaz, da Criseg Corretora.

“Foi muito tempo de estudo, premiado agora com a Formatura. A área do seguro é apaixonante e o mercado é muito amplo, possui espaço para todos. Especialização e investimento em cursos, muitos oferecidos pelas companhias seguradoras, é fundamental”, disse a formanda Aline Gomes, da Diretiva Corretora.

A corretora Aline Gomes em entrevista ao programa Seguro Sem Mistério

Diversos integrantes do Clube de Seguros de Vida em Seguros do Rio Grande do Sul (CVG-RS), os presidentes do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg-RS), Guacir de Llano Bueno, e do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), Ricardo Pansera e demais autoridades do setor na região marcaram presença na cerimônia, realizada no auditório da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS).

“Oportunidades inúmeras lhes aguardam. Desejo que alcancem pleno êxito na carreira de corretores de seguros”, desejou Guacir Bueno, presidente do SindSeg-RS. Bueno destacou o êxito da Escola Nacional de Seguros, que formou mais de 4.300 novos profissionais em 2017.

Jane Manssur é coordenadora da Escola Nacional de Seguros no Rio Grande do Sul

Este trabalho no Rio Grande do Sul é coordenado por Jane Manssur. “Amizades, negócios e parcerias foram feitas. Na vida é preciso agradecer sempre, ainda mais àqueles que foram fundamentais para nossa chegada até aqui”, afirmou Jane no discurso realizado ao público presente.

Marina Mello, gerente da Liberty Seguros no Rio Grande do Sul

Os seguradores também deram o recado. “Buscamos sempre qualidade, entrega e procuramos oferecer tranquilidade aos corretores na operação conosco, é com muito orgulho que parabenizo vocês”, explicou a gerente Marina Mello, da Liberty Seguros.

Lourenço Lorini, superintendente rede Bradesco Seguros

“Nada melhor que preparação. Trabalho de especialista ninguém irá substituir. Com esta qualificação vocês passam a ser fundamentais para outras pessoas, empresas. Nosso mercado é muito promissor e é muito bom ver que existem novas pessoas acreditando e ingressando nele”, estimou o superintendente rede da Bradesco Seguros, Lourenço Lorini.

Raul Lopardo, executivo da Icatu Seguros

“Busquem sempre o caminho da especialização e do conhecimento. Nunca esqueçam o papel social do seguro, desempenhem esta atividade com paixão, pois estarão ajudando não apenas seus clientes, como a sociedade como um todo. Contem sempre com a Icatu Seguros para este objetivo”, disse o executivo Raul Lopardo.

Ricardo Pansera, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul

O Sincor-RS também marcou presença. O presidente Ricardo Pansera deu as boas vindas aos novos corretores. “Estes profissionais, tenho plena convicção, muito acrescentarão ao mercado segurador. Parabéns por escolherem esta atividade nobre. Nossa profissão protege pessoas, garante patrimônios e garante conquistas. Além da responsabilidade social, ressalto a nossa responsabilidade ética”, concluiu Pansera.

Confira todas as imagens – Formatura dos Corretores de Seguros do RS:

Trajetórias de sucesso 87199

Seguro alavanca carreiras e vira referência para novas lideranças

Superação pessoal é marca em comum para os executivos do ramo de seguros

“Eu gosto demais desta companhia e de fazer o que faço”, foi uma das primeiras frases que o diretor territorial Rio Grande do Sul da MAPFRE, Sandro Pinto de Moraes, disse à nossa reportagem. O executivo, que sorridente nos recebeu entre uma ligação e outra em meio a sua ocupada rotina profissional, é engrenagem fundamental de uma das mais de um milhão e meio de empresas existentes no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e do maior grupo segurador do país nas áreas em que atua, o Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE.
Natural de Santo André, cidade paulistana localizada a 17 quilômetros da capital São Paulo, Sandro tem 42 anos, é advogado, com MBA em Gestão empresarial e técnico em contabilidade e soma diversos outros cursos de especialização na área empresarial. Vindo de família humilde, antes de somar tantas profissionalizações, percorreu caminhos que só foram possíveis através de uma trajetória de quem procurou ocupações desde os 12 anos de idade. Ainda adolescente, trabalhou com funilaria e pintura de carros, marcenaria, como ajudante em feiras de bairros, engraxou sapatos e até vendeu picolés. “Na minha família somos três irmãos e, apesar de ser o caçula, eu sempre quis ajudar em casa de alguma forma”, conta.

O executivo Sandro Pinto de Moraes / William Anthony

O primeiro sonho de Sandro era fazer faculdade. “Eu queria ver meus pais dizerem que seu filho era advogado, mas eu não tinha condições financeiras e nem meus pais, e foi então que comecei a trabalhar numa empresa metalúrgica como office boy e fui promovido”, recorda. Mesmo sem dinheiro para pagar a mensalidade, seu plano foi fazer a prova do vestibular e sair do atual emprego, fazendo contas para conseguir pagar algumas das parcelas. “Eu me lembro até hoje que a faculdade custava R$ 535 e o que eu tinha era R$ 575. Era apertado, mas consegui me formar com uma boa experiência e consegui chegar até aqui”, diz.

E foi no contato com as pessoas através dos trabalhos que arrumava para alcançar o que desejava, que Sandro também percebeu a sua aptidão para se relacionar comercialmente. Ele iniciou no mercado de seguros aos 18 anos de idade, com a função de protocolar a recepção de propostas numa seguradora congênere. Nesta mesma empresa e em outras do segmento, o executivo subiu degraus, passando a trabalhar com emissão de apólices, em sucursais, projetos relacionados a corretores de seguros até chegar à área comercial e à gerência. Foi então que ele foi convidado pela MAPFRE para ser gerente de uma sucursal, junto a uma equipe enxuta. “Conseguimos fazer um trabalho com os corretores para desenvolver negócios, fazendo consultoria para que eles pudessem ter a companhia como uma das principais seguradoras dentro de suas carteiras”, narra.

Com isso, Sandro montou uma estrutura maior em uma sucursal no centro de São Paulo. “Conseguimos ter muito sucesso, sendo campeã durante três anos entre as 120 melhores sucursais do país da MAPFRE”, destaca. “Ganhei campanhas e todos os méritos que um gerente sempre quer ter para o desenvolvimento da região, como resultados, parcerias com os corretores, clubes, Sindicatos, etc”, complementa ao lembrar que após isso, ele também assumiu a terceira maior sucursal do país e participou de alguns processos internos para uma possível nomeação em cargos de chefia.
O maior desafio profissional do executivo da MAPFRE até então chegou há dez meses, quando ele foi convidado a ser diretor territorial do estado do Rio Grande do Sul e as regiões Oeste e Sul de Santa Catarina. Está sob a sua responsabilidade a estrutura da Territorial com gerentes especialistas de Seguros Gerais, Seguros de Pessoas e Previdência, mais dez sucursais, cada uma com um gerente de sucursal, em média três assessores comerciais e três assistentes comerciais. “Cada sucursal tem uma estrutura muito parecida e a nossa atuação na companhia é com pessoas, pois é por meio delas que nós obtemos os resultados”, garante, destacando que a MAPFRE está entre uma das melhores empresas para se trabalhar segundo o ranking da Great Place To Work. “O nosso slogan é ‘Pessoas Cuidando de Pessoas’ e é papel fundamental dos nossos gestores cuidar dos colaboradores, para que também possam cuidar dos nossos corretores de seguros e dos nossos segurados”, acrescenta entusiasmado.

Em relação a sua adaptação em Porto Alegre, capital dos gaúchos que possui sensíveis diferenças quando comparada a outras cidades, Sandro garante que não teve problemas. “Estou muito adaptado à região e às culturas, pois eu estudei muito antes de assumir a posição e as pessoas me receberam muito bem”, revela o admirador de carros antigos e motocicletas esportivas nas suas horas vagas fora da rotina profissional.

Leitor assíduo de jornais e livros, o diretor da MAPFRE diz que dedica 70% da sua vida ao lado profissional. “Está no meu DNA e não tem jeito. O seguro está no sangue”, expõe. Além disso, um dos possíveis segredos de Sandro Moraes para obter bons resultados está no fato de que ele chama a responsabilidade para si: “Eu sempre penso que posso fazer mais ou posso melhorar a forma que venho trabalhando, me reinventar, para estar mais próximos dos corretores e dos colaboradores”.

Diariamente, a sua rotina começa às 6h da manhã e ele faz questão de enviar mensagens de incentivo para sua equipe, exprimindo um espírito traçado por humildade e motivação. “A MAPFRE é muito boa para se trabalhar, as pessoas têm a mesma simplicidade, desde o nosso presidente até o estagiário ou aprendiz”, explica ele. “Mantenho a porta aberta da minha sala e atendo a todos, não gosto de estrelismos. Eu sou o Sandro, hoje estou como diretor e amanhã eu posso estar de uma outra forma”, afirma.

Mas isso não quer dizer que seu lado competitivo fique escondido. “Desafios me movem. Eu tenho que ser o primeiro e eu tenho a consciência de todo o caminho a se perseguir”, comenta. “É importante para mim ser o primeiro com sustentabilidade, não desmotivando as pessoas. O negócio sustentável é estar com as pessoas e movê-las para que, juntos, consigamos naturalmente ser os primeiros”, ressalta.

Daqui dez anos, o executivo diz que se enxerga trabalhando na MAPFRE e, se for pertinente para a companhia, muito feliz em atuar no Rio Grande do Sul. “Claro que, se a MAPFRE me der a oportunidade, logicamente eu subirei degraus. Eu me preparo e busco isso”, revela.

Questionado sobre quem é o verdadeiro Sandro, ele é categórico: “É um cara que está aí para atender bem o corretor e os colaboradores, fazer o impossível para que todos estejam satisfeitos”. Ele complementa que, para ele, o sorriso é muito importante: “Se não tiver felicidade e brilho nos olhos, do que vale a vida? Quando você gosta muito do que você faz, é algo que está no sangue, algo natural. Você não vê as horas passarem”.

A executiva Andreia Araújo veste a camisa da Previsul Seguradora há mais de 18 anos / William Anthony

Representante feminina em cargos de decisão em um mercado onde apenas 28% de mulheres ocupam estas posições, segundo o 2º Estudo Mulheres no Mercado de Seguros da Escola Nacional de Seguros, Andreia Araujo, de 41 anos, é diretora de negócios da Previsul Seguradora desde agosto de 2016. Formada em direito e com MBA em Gestão de Pessoas e Gestão Comercial, ela trabalha há quase 18 anos na companhia.

À procura de liberdade, a executiva, natural de Porto Alegre (RS), começou a trabalhar ainda com 14 anos como jovem aprendiz. “Não se tratava muito de uma questão de necessidade financeira, era muito mais uma vontade de independência”, conta. Outro motivo para começar a procurar ocupações desde cedo era que sempre se via em posições de destaque. “Eu sempre me identifiquei com papéis de liderança desde a escola, dentro de tudo que participei”, detalha.

Seu envolvimento com o mercado de seguros começou pela própria Previsul. Seu primeiro desafio foi o de comandar um escritório da companhia na cidade de Passo Fundo, região norte do Rio Grande do Sul. “Meu início me marcou muito, pois foi muito importante pra mim, uma menina nascida e criada em Porto Alegre, que não conhecia absolutamente nada e não tinha nenhuma referência do interior do Estado”, revela. Contudo, a experiência no município foi positiva e marcante para ela. “Passo Fundo é, para mim, muito especial, pois lá eu me casei, tive meu filho, tenho grandes amigos, entre corretores e outros não, construí laços afetivos muito fortes e profissionais. Eu diria que foi lá que tudo começou para mim no seguro”, relembra ao destacar que passou quatro anos na cidade até ser convidada a assumir em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, por dois anos e meio.

Convidada para então atuar na capital dos Gaúchos, onde ficou pouco tempo na função de gerente de contas e logo assumiu a gerência da sucursal, demorou pouco de três anos para assumir a gerência regional dos três estados do Sul. Após isso, atuou na superintendência de metade do Brasil, do país inteiro e então na diretoria de negócios, que engloba a área comercial, de marketing e toda a parte de cotação da seguradora. “Com o comercial eu já estava acostumada, o marketing é algo que me despertou paixão e a parte mais técnica, que me exige um olhar diferente, é a de cotações, mas tudo isso torna a experiência fantástica”, afirma a sempre cheia de energia executiva.

Dos quase 18 anos que Andreia veste a camisa da Previsul, ela já viu a companhia passar por algumas transformações e mudanças de gestão, o que fez com que a profissional sempre procurasse se reinventar. “Passei por quatro gestões totalmente diferentes, agora vivenciamos essa gestão linkada ao grande grupo que é a Caixa Seguradora”, expõe. Apesar de muitos anos no mesmo lugar, ela diz que viver experiências, emoções e momentos muito diferentes dentro da seguradora pode ser “uma das coisas que fazem estar sempre motivada, por não conseguir não procurar por novidades, devido ao perfil comercial que busca constantemente por bons níveis de produção, clientes novos e manter os clientes sempre satisfeitos”.

Emoção pura e racional quando necessário, como ela mesma se descreve, a diretora tem duas grandes paixões: o seu filho Gustavo e o trabalho na Previsul Seguradora. “Eu realmente sinto muito prazer de desempenhar o meu trabalho e me dedicar a essa empresa que sempre me tratou muito bem e me reconheceu enquanto profissional”, expõe. “E também, em primeiro lugar, sou mãe do Gustavo de Araujo Fornari, meu grande amor e grande razão de tudo”, manifesta ressaltando o lado da profissional que também dedica atenção necessária à família.

A batalhadora Andreia descobriu recentemente um lado feminista, algo que já estava nas suas premissas pessoais há bastante tempo. “Eu acredito em ótimos profissionais, sejam eles homens ou mulheres. Nós, mulheres, somos iguais, somos tão profissionais quanto qualquer homem e vice-versa”, salienta. “Eu sou muito agradecida à Previsul por sempre me reconhecer, mesmo num mercado que nós sabemos que é muito difícil as mulheres alcançarem cargos de decisão”, manifesta.

A mãe do Gustavo não acredita em personagens, mas em pessoas reais com diferentes posturas em variadas situações. “O lado pessoal da Andreia não só se confunde com o profissional, como praticamente é a mesma coisa. Eu acredito que, em alguns momentos, assumo papéis diferentes, mas a essência é sempre a mesma”, defende. Daqui há alguns anos, ela não se vê longe da companhia onde já atua por quase 18 anos: “Quero subir degraus na Previsul ou em alguma empresa do Grupo Caixa e, com toda certeza, defender as causas em que eu acredito, como o crescimento da mulher no mercado segurador”.

Quando foi convidado para assumir a diretoria regional da HDI Seguros, Rubens Oliboni, 53 anos, tinha o desafio de suceder Julio Rosa, reconhecido executivo do mercado de seguros gaúcho que se afastava da função para fins de aposentadoria e nova oportunidade na Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Acontece que o bacharel em Ciências Contábeis com MBA em Gestão de Pessoas, que soma 32 anos de mercado de seguros, não decepcionou, sendo lembrado pelos colegas e corretores de seguros como um profissional sempre solícito, companheiro e carinhosamente conhecido pelo apelido de Rubão.

Nascido em Vacaria, município localizado no nordeste do Rio Grande do Sul, ele veio à Capital dos gaúchos aos 22 anos para começar os estudos na Universidade Federal do Estado e, no dia 17 de outubro de 1985, já atuava em uma seguradora local. “Meu primeiro endereço foi na Rua da República, na Cidade Baixa”, recorda ao ressaltar que, logo após terminar sua graduação, casou de imediato.

Com a compra da empresa em que trabalhava por uma corporação ainda maior, Oliboni teve sob sua responsabilidade diversos escritórios pelo Brasil a fora: se mudou para Goiânia, Salvador, Belo Horizonte e então Curitiba. Foi na capital paranaense, no ano de 2006, que recebeu convite para integrar o elenco da HDI Seguros. Em Curitiba foram 10 anos até receber a missão de retornar a seu Estado natal, à frente da diretoria regional do RS.

Rubens Oliboni é diretor regional da HDI Seguros no Rio Grande do Sul / Júlia Senna

O que mais marcou o diretor da HDI nesta volta a solo gaúcho foi o reencontro de velhos amigos e parceiros de negócios. “Como eu tenho anos de mercado de seguros, reencontrei amigos que estavam começando como corretores de seguros na época em que atuei por aqui e hoje vejo muitos deles sendo grandes corretores, tanto aqui na Capital quanto no interior do Estado”, relata. “Cada vez que nos encontramos é uma alegria, afinal de contas tenho saudades dessa turma, pois fiquei 18 anos fora do Rio Grande do Sul”, continua.

O pai do Victor e do Pedro reforça que muito se fala nas seguradoras e empresas corretoras de seguros, mas que estes entes jurídicos não existem materialmente, o que exalta a importância das pessoas e profissionais que estão dentro de cada uma delas. “Aqui na HDI procuramos levar esse princípio muito a sério com os nossos gerentes, pois temos cinco filiais aqui em território gaúcho e cada um dos gerentes são nossos representantes para levar essa mensagem aos nossos colaboradores”, evidencia.

Ele considera que, sem ajuda dos colaboradores, que fazem 100% dos negócios acontecerem, nada ocorreria no dia a dia das empresas. “Isso acontece com os corretores e os parceiros de mercado também, sem essas pessoas efetivamente não há nada. Devemos cuidar deles diariamente, além de formá-los profissionais, devemos ter uma atenção especial”, valoriza. Além disso, tratar bem as pessoas de seu convívio e cultivar amizades e boas relações é algo de importância para o diretor: “Que profissional eu seria se não tratasse bem as pessoas? Pode ser que depois elas sejam concorrentes ou parceiros e o tratamento adequado e com respeito é sempre bem vindo”.

Leitor voraz e um estudioso incansável, seu companheiro de viagens é sempre um livro diferente. Sua coleção de leituras vai desde às filosofias mais antigas, às quais dedica boa parte do seu tempo, até as mais modernas. “Estou sempre lendo sobre práticas de gestão de empresas, pois é algo que sempre tem novidades, especialmente na era de muita tecnologia em que vivemos e é preciso estar muito antenado quanto à esses pontos”, esclarece. Ele lembra que o filósofo Osho e os clássicos Platão e Sócrates são obras obrigatórias para quem quer agregar em sabedoria. “O conhecimento é a única coisa que ninguém pode tirar de você, então, toda vez que se consegue adquirir conhecimento, se melhora como pessoa”, analisa.

Diariamente, em sua rotina profissional, Oliboni diz se dedicar 110% a todos os momentos e ser agradecido pelo caminho de sucesso que tem trilhado em sua vida. “Eu confesso que nem nos meus melhores sonhos de quando era jovem, nunca imaginei que a minha vida seria tão boa de lá pra cá. A vida é assim, você deve sonhar e se esforçar pelo que você quer para o futuro”, finaliza.

Confira muito mais na edição 203 da Revista JRS:

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