Copaprose debate perspectivas do setor em meio à instabilidade econômica e mudanças sociais 74

Evento realizado no Rio de Janeiro contou com a participação do presidente da CNseg e prestou homenagem a Marco Rossi

Com a proposta de promover uma reflexão sobre as perspectivas do mercado de seguros nos próximos anos, diante de um cenário econômico instável e de profundas mudanças na sociedade, o XXVI Congresso Panamericano de Produtores de Seguros da Confederação Panamericana de Produtores de Seguros (Copaprose) se encerra hoje, dia 22, após três dias de intensos debates entre representantes do setor na América Latina, Portugal e Espanha, no Windsor Hotel Atlântica, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Ainda na abertura do evento, que teve como tema “Para onde caminha o Seguro na América Latina?”, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, afirmou que esta edição tem duplo significado especial. O primeiro, pela oportunidade de fortalecer a Região constituída pelo bloco (América Latina + Espanha e Portugal), face a um mundo que se reposiciona em novos blocos econômicos, baseados em identidades culturais e geográficas. E o segundo, por acontecer em um momento de contração econômica na Região e, particularmente, no Brasil. Contração, esta, cujo setor segurador, com sua tradicional resiliência em face a crises, tem muito a contribuir para mitigar, devido à sua capacidade de proteger patrimônio e rendas, que podem se transformar em investimentos de infra-estrutura e outros negócios, sendo, portanto, um grande investidor institucional.

Coriolano propôs, ainda, que essa edição da Copaprose seja registrada e lembrada como “Conferência Marco Antonio Rossi”, que foi um “administrador talentoso, aguerrido e comprometido com a causa da integração latino-americana do mercado de seguros”. Marco Rossi, presidente da CNseg que antecedeu Marcio Coriolano, faleceu em acidente aéreo em novembro de 2015.

Por fim, aproveitou a oportunidade para saudar as lideranças dos corretores de seguros de todos os países presentes, considerados a força produtiva da distribuição e da representaçåo dos consumidores.

A abertura contou ainda com a participação do presidente da Fenacor, Armando Vergílio; da presidente da Fides, Pilar González; do presidente da Assal, Carlos Pavez, e do superintendente da Susep, Roberto Westenberger.

Possíveis Cenários Econômicos: uma visão Pan americana

E entre os diversos painéis realizados ao longo dos três dias, um dos mais importantes, propôs-se, na tarde do no dia 21, a debater e projetar os possíveis cenários econômicos sob uma visão pan americana, contando novamente com a participação do presidente da CNseg, além da do diretor da Escola Nacional de Seguros, Claudio Contador; do CEO Américas da Generali, Antonio Cassio dos Santos, do presidente da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), Mauro Batista, e do economista-chefe da Icatu Vanguarda, Rodrigo Alves Melo.

Como consenso, a convicção que, ao menos no curto e médio prazo, a situação macro-econômica não está nada favorável para atividade econômica na região e, particularmente, para Brasil, México e Argentina, apesar de Colômbia e México estarem um pouco melhores, devido às reformas estruturais realizadas. Reformas, estas, que o Brasil precisa fazer com urgência, de acordo com Rodrigo Alves Melo da Icatu, para quem, em 2015, o risco Brasil passou a ser muito maior que o do resto da América Latina. De acordo com suas previsões, só o PIB brasileiro só voltará ao do nível de 2014 em 2022, o que reforça a necessidade de um “esforço herculínio de ajuste fiscal”.

Marcio Coriolano também não é muito otimista em relação à situação brasileira a curto prazo, afirmando que já se fala em queda do PIB de mais de 4% e que a taxa de desemprego pode chegar a 11% até o fim do ano, o que, em suas palavras “é uma de nossas maiores tragédias”. Ainda assim, ele entende que a situação do mercado segurador é bem melhor que a de outros setores da economia, como a da indústria de transformação, de produtos e bens duráveis e da automobilística, tendo crescido mais de 11% em 2015. “O Brasil tem um padrão de solvência muito forte, o que é uma segurança adicional para o mercado. Se se não tivéssemos esse provisionamento, essa responsabilidade, estaríamos sofrendo muito mais”, afirmou.

Se, como bem lembrou o presidente da CNseg, o mercado segurador brasileiro “surfou na onda do aumento da renda na última década”, tendo a saúde suplementar e os planos de acumulação (PGBL e VGBL) como carros chefe, agora, para superarmos esse momento de crise, é preciso cobrar do governo a implementação de políticas anticíclicas. E detalhando um pouco mais as ações necessárias para empreendermos uma “nova jornada de crescimento”, listou cinco pontos fundamentais: estabilidade regulatória, regulação contracíclica, redução de custos de observância, ampliação dos canais de comercialização de seguro , além de reforço da comunicação e da educação em seguro.

Mas, apesar de tudo o que foi colocado, os debatedores ainda encontraram espaço para otimismo, como é o caso de Mauro Batista, da ANSP, e Antonio Cassio dos Santos, da Generali. Este último lembrou que as seguradoras brasileiras com ações na bolsa ainda apresentam melhores resultados que as cinco maiores seguradoras globais e o mercado segurador latino-americano, com seus 97 milhões de veículos, 127 milhões de residências e uma população de 509 milhões de pessoas, ainda tem muito espaço para crescer até atingir os mesmo níveis de penetração do seguro dos países desenvolvidos. Mas, para isso, afirmou Mauro, precisamos estar atentos a algumas tendências para os próximos anos, como aumento do impacto das novas tecnologias na vida das pessoas, o aumento da longevidade e o crescimento chinês.

A homenagem a Marco Antonio Rossi

Ao final do Congresso, foi prestada mais uma homenagem a Marco Antonio Rossi, falecido em novembro de 2015 em um acidente de avião, lembrado como uma das maiores lideranças do mercado de seguros do Brasil e da América Latina. Sua esposa, Maria Isabel Rossi, e seu filho, Marcelo Rossi, receberam das mãos do presidente da Fenacor e do Comitê Executivo da Copaprose, Armando Vergílio, uma placa e um buquê de flores. Na ocasião, muito emocionado, Vergílio disse que, mais do que um dos maiores líderes que o País já teve, Rossi era um homem digno, honesto, correto, trabalhador, empreendedor, dinâmico, visionário e construtor de pontes para o futuro, e que sentia um grande orgulho e satisfação por ter podido conviver e aprender com ele.

*Informações de CNseg.

Grupo MBM fecha parceria com Fetter Bueno Corretora de Seguros no RS 607

Operação visa atender públicos específicos, como associações e sindicatos de classe

Jaqueline Pacheco e Júlia Fetter
Jaqueline Pacheco, gerente comercial de filial do Grupo MBM, e a corretora Júlia Fetter / Divulgação

O Grupo MBM acaba de fechar parceria com a Fetter Bueno Corretora de Seguros. Júlia Fetter, representante da corretora, foi recebida na filial do MBM em Porto Alegre (RS), no último dia 17 de abril.

“A corretora será parceira na comercialização de seguros individuais para públicos específicos, como associações e sindicatos de classe”, comenta Jaqueline Goulart Pacheco, gerente comercial da filial.

A filial do Grupo MBM na capital gaúcha fica na Rua dos Andradas, 772 – Centro de Porto Alegre (RS). Ainda existem mais duas lojas no interior do Estado, em Santa Maria e Passo Fundo.

Coparticipação e franquias em planos de saúde 413

Prontuário médico

Novas opções representam avanço para o setor e consumidores

“Novas e mais acessíveis formas de contratação”, assim define José Cechin, diretor-executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), sobre a opção de franquias ou coparticipação nos planos de saúde. Na opinião da Federação, a proposta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) representa um avanço não apenas para o setor, como para os consumidores.

Normativo da agência reguladora visa atualizar questões relevantes sobre o tema, como limites e parâmetros para aplicação dos produtos. A estimativa é que 50% dos contratos possuam algum desses mecanismos.

“Isso é opcional. O consumidor pode ou não optar pelo plano com essas características, que funcionam como um moderador do uso e, portanto, combate os desperdícios. Isso não quer dizer que o paciente deve descuidar da saúde”, reforça Cechin.

A diferença entre estes sistemas nos planos de saúde

Ainda segundo o diretor da FenaSaúde, o plano com franquia é direcionado ao consumidor que se planeja e dispõe dos recursos para arcar com estes valores. “Cabe a cada um analisar suas necessidades médicas e possibilidades financeiras. O importante é que o consumidor ganha mais escolhas, algo sempre positivo”, explica. Para José Cechin a competição entre as operadoras evitará o risco de planos excessivamente caros. “O plano com franquia terá uma mensalidade menor e sem a perda de qualidade assistencial”, reforça.

Como o modelo é baseado no mutualismo, quando há desperdício todos acabam pagando. Isso ainda ocasiona em reajustes maiores na mensalidade dos planos. Visando essa situação, a coparticipação funciona como um fator moderador importante, uma vez que evita o uso desnecessário de recursos e gera uma relação de mais responsabilidade com o sistema de saúde, na visão da FenaSaúde.

Portais do Grupo BB e Mapfre adotam tradução digital em Libras 480

Mãos

Ferramenta facilita acesso e entendimento de conteúdos

O Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre ampliou a acessibilidade dos portais das marcas e passa a contar com tradução simultânea da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Para isso, os sites contarão com a presença do Hugo, um simpático avatar que realizará todas as traduções de forma dinâmica e interativa.

“O objetivo da iniciativa é aprimorar, ainda mais, a comunicação e o relacionamento com os diversos públicos que acessam esse canal de atendimento. Temos o compromisso de fortalecer a cultura de seguros no país e essa ação é um passo fundamental para isso”, conta Leonardo Mattedi, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing do Grupo Segurador.

A implantação de ferramentas como essa facilitam o acesso e o entendimento de todo o conteúdo dos portais. O acesso à tradução é simples e intuitivo. Basta o usuário clicar no ícone de cores branco e azul, que simboliza duas mãos, localizado no canto direito da página, e o Hugo surgirá em uma janela exclusiva. Ao clicar no link desejado, automaticamente o personagem realiza a tradução em Libras do site.

Chegou a hora de fazer a manutenção do ar condicionado do carro 845

Carro Manutenção

Especialista dos Centros Automotivos Porto Seguro explica tudo sobre o assunto

O ar condicionado virou um item indispensável para os carros. No entanto, a falta de manutenção pode prejudicar o veículo e a saúde dos motoristas. Com o objetivo de auxiliar na prevenção de problemas, o gerente dos Centros Automotivos Porto Seguro, Marcos Iombriller, responde perguntas sobre como avaliar o estado do ar e realizar sua manutenção.

Quando é necessário realizar a manutenção do ar condicionado do veículo?

A manutenção deve ser realizada a cada 6 meses ou 30 mil quilômetros. O motorista também deve ficar atento e observar se, ao ligar, há mau cheiro e também se os passageiros começam a espirrar e respirar com dificuldade. Outro ponto de alerta do veículo é o vazamento do gás, utilizado no sistema do ar condicionado, que pode ser percebido pela demora do esfriamento. Esses são alguns indícios que mostram que o ar condicionado do carro precisa de manutenção.

Como é feita a manutenção do ar condicionado?

A manutenção do ar condicionado é, geralmente, realizada em duas partes: higienização e limpeza da tubulação. A primeira envolve a troca do filtro de partículas. Já a segunda é feita por meio de um spray próprio, sendo homologado pelas montadoras. Ao levar o automóvel para manutenção, é necessário que o motorista fique atento as condições das mangueiras e da pressão do gás.

Usar o ar condicionado constantemente realmente gasta mais combustível?

Sim. No entanto, o motorista pode ter alguns cuidados para diminuir o consumo de combustível, como manter o filtro do ar condicionado em boas condições, fazendo que o equipamento não precise exercer um esforço maior que o necessário.

Uma curiosidade é que, principalmente nas estradas, os motoristas abrem os vidros e desligam o ar, acreditando na economia, mas o efeito é totalmente o contrário. Isso ocorre porque o fenômeno afeta a aerodinâmica do veículo, em especial em velocidades acima de 70km/h, impactando no consumo de combustível, podendo tornar-se ainda maior que com o uso do ar.

E se o motorista nunca liga o ar? Há algum problema?

O ar condicionado possui lubrificação em seus componentes e a inatividade do equipamento pode acabar comprometendo sua eficiência, além de danificar componentes, como: compressor, pistões, condensador, evaporador e também cilindros. Por isso, é recomendável a utilização do ar condicionado de vez em quando.

É realmente necessário desligar o ar condicionado quando tiver perto do destino?

Sim. Isso porque o desligamento do ar antes de chegar ao destino, pode ajudar a desumidificar o sistema e diminuir a probabilidade do surgimento de fungos.

Centros Automotivos Porto Seguro

Os Centros Automotivos Porto Seguro oferecem serviços especializados para automóveis a preços competitivos – como manutenções preventivas e corretivas, instalação de acessórios e diagnósticos. Clientes e não clientes da empresa podem contar com uma estrutura que proporciona conforto e confiança em mais de 300 unidades de fácil acesso em todo o Brasil, que atendem cerca de 60 mil veículos ao mês e estão em constante expansão.

Qual a visão do consumidor sobre seguro de pessoas? 2370

ÉderOliveira

2º Fórum do CVG/RS aborda visão de mercado pela ótica do cliente

Oferecer soluções customizadas e elaboradas com foco na visão do consumidor é fundamental para o desenvolvimento do mercado de seguros. Pensando nisso, o Clube de Seguros de Vida e Benefícios (CVG/RS), reúne especialistas de distintas áreas na 2ª edição do Fórum de Debates. O evento acontece no dia 26 de abril, no auditório do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS).

O especialista em Marketing e editor do portal Consumidor-RS, Alexandre Appel, será um dos painelistas. A médica e presidente do Instituto da Mulher Mais Saudável, Carlen Luz, complementa os debates ao lado de Paulo Alaniz, presidente do Instituto Brasileiro dos Auditores Independentes (Ibracon). O sócio da Atuária Brasil e presidente do CVG/RS, Éder Oliveira, será o mediador deste encontro exclusivo para associados a entidade.

Inscrições para o 2º Fórum do CVG/RS – Visão do consumidor sobre o mercado de seguros de pessoas

As inscrições acontecem até o dia 20 de abril e contam com menos de 50 lugares disponíveis. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: secretaria@cvgrs.com.br.

Agenda Eventos CVG/RS 2018
Agenda completa de eventos promovidos pelo CVG/RS em 2018
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