“Solvência forte e taxa de sinistralidade estável são pontos positivos do mercado brasileiro”, diz Coriolano 126

Afirmação do presidente da CNseg aconteceu durante congresso da COPAPROSE, no Rio

O presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Coriolano, disse, durante a abertura do XXVI Congresso Pan-americano de Produtores de Seguros da COPAPROSE Brasil 2016, que o evento chega a sua 26ª edição com um duplo significado especial. Segundo ele, o primeiro, pela oportunidade de fortalecer a região constituída pelo bloco “latino-americano estendido”, que agrega Espanha e Portugal, em face de um mundo no qual se reposicionam novos blocos econômicos, baseados em identidades culturais e geográficas. E o segundo, por ter ocorrido em um momento de contração econômica da região, particularmente no Brasil.

Em sua fala, Coriolano frisou que, historicamente, o mercado segurador tem demonstrado resiliência a crises. “O setor de seguros pode contribuir decisivamente para viabilizar políticas contracíclicas no continente”, observou, levando em consideração a capacidade do setor de seguros de proteger patrimônios e rendas. “Por se constituir como um grande investidor institucional, o mercado é capaz de carrear poupanças que podem se transformar em investimentos de infraestrutura e outros negócios”, sinalizou ao lado da presidente da Federação Interamericana das Empresas de Seguros (Fides), Pilar González de Frutos, do presidente da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (Assal), Carlos Pavez, do titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Roberto Westenberger, e do presidente do Comitê Executivo da Confederação Pan-americana de Produtores de Seguros (COPAPROSE) e da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Armando Vergílio.

Durante o painel ‘Possíveis Cenários Econômicos: uma visão pan-americana’, Coriolano destacou que, em relação aos prêmios de seguro, o Brasil vem crescendo mais do que a América Latina, mas ressaltou que o País passa por um cenário conjuntural delicado, com projeção de redução do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,7%, podendo alcançar 4%, e uma taxa de desemprego que pode chegar a 11% até o fim do ano. “Sem dúvidas, o crescimento da renda dos brasileiros na última década ajudou a alavancar o setor de seguros, mas agora vivemos uma grade reversão de expectativas”, salientou, pontuando que o mercado segurador responde de forma desajustada aos ciclos econômicos. “Apesar da crise, o mercado cresceu mais de 11% em 2015. Foram dois os ramos que contribuíram para este incremento: a Saúde Suplementar e os planos de acumulação (PGBL e VGBL), que oferecem incentivos fiscais muito bons”, enumerou.

Em relação ao perfil do mercado segurador brasileiro, Coriolano afirmou que o País mantém uma taxa de sinistralidade estável e tem um padrão de solvência muito forte, o que é uma segurança adicional para o mercado. “Se não houvesse esse provisionamento, o Brasil estaria sofrendo muito mais. Somos dependentes das políticas governamentais ativas e é nosso dever cobrar do governo políticas anticíclicas, que ajudem a minimizar os efeitos dos ciclos econômicos”, observou, considerando que o setor de seguros ainda está em situação bem melhor que outros, como o da indústria de transformação, de produtos e bens duráveis e da automobilística.

Coriolano finalizou a sua apresentação com uma reflexão sobre como o setor pode alavancar a economia. “Quanto mais proteção requerida, mais ativos protegidos. Como o seguro é o maior investidor institucional da economia internacional, as atividades protegidas pelo seguro precisam reter menos capital”, concluiu, citando ainda cinco requisitos que ele considera fundamentais para uma nova jornada de crescimento: 1) Estabilidade regulatória; 2) Regulação contracíclica; 3) Redução de custos de observância; 4) Ampliação de canais de acesso; e 5) Comunicação e educação em seguro. Coriolano pediu ao público presente para que o evento fosse registrado e lembrado como ‘Congresso Marco Antonio Rossi’, pela contribuição que ele deu para o mercado segurador brasileiro e para Fides, onde estendeu os seus “tentáculos” de administrador talentoso, aguerrido e comprometido com a causa da integração latino-americana do mercado de seguros.

O XXVI Congresso Pan-americano de Produtores de Seguros, promovido pela COPAPROSE e pela Fenacor, reuniu, entre os dias 20 e 22 de abril, em Copacabana, no Rio de Janeiro, representantes do mercado segurador da América Latina, Espanha e Portugal. O evento teve como tema central ‘Para onde caminha o Seguro na América Latina?’ e propôs uma reflexão sobre as perspectivas do setor de seguros para os próximos anos, diante de um cenário econômico instável e de profundas mudanças na sociedade.

*Com informações de Assessoria de Comunicação Externa – CNseg.

Procura por seguros para riscos relacionados a fusões e aquisições cresce 35%, diz Marsh 1215

Hands

Empresas de private equity são as que mais utilizam o seguro para riscos transacionais

O ambiente competitivo dos últimos anos levou muitos investidores institucionais a olharem com mais atenção para o mercado de produtos de risco transacional. De acordo com a corretora e consultora de riscos Marsh, no Brasil, a procura por este tipo de seguro no primeiro semestre de 2018 já é 35% maior do que o índice de prospecção do ano passado inteiro.

O seguro contra riscos transacionais inclui, por exemplo, apólices que cobrem riscos relacionados a fusões e aquisições, seguro de indenização fiscal e o seguro de representações e garantias (R&W), sendo este último o único disponível no Brasil. Para a líder da prática de fusões e aquisições da Marsh Brasil, Bruna Reis, a retomada do aquecimento do mercado de M&A é um dos principais motivos pelo aumento da procura por este tipo de proteção no país.

“Além disso, o seguro R&W, presente no Brasil há apenas quatro anos, tem se tornado cada vez mais conhecido por investidores nacionais, uma vez que antes a procura era predominantemente de Fundos de Private Equity Internacionais que já estavam familiarizados com a utilização deste tipo de seguro em outros países”, explica Bruna.

Segundo Relatório Anual de Risco Transacional 2017 da Marsh, no mundo, foram contratadas 38% mais apólices de seguro de risco transacional em comparação a 2016, somando cerca de US$ 20,1 bilhões. No mundo, a Marsh colocou mais de 700 seguros contra riscos transacionais no mercado, um aumento de quase 28% a partir de 2016.

Empresas de private equity são as que mais utilizam o seguro para riscos transacionais, mas, diversas corporações os têm procurado também. “Do total das prospecções, 60% são de private equity e 40% são de investidores institucionais. As empresas e fundos que investem no segmento de infraestrutura são os que mais têm buscado este tipo de proteção, afirma Bruna.

Taxas

Em resposta a esse aumento na demanda, a capacidade no mercado de seguros aumentou significativamente, com mais de 25 seguradoras oferecendo seguro de risco transacional globalmente. Globalmente, os preços para produtos de risco transacionais continuaram a cair como resultado de um aumento significativo da concorrência no mercado segurador. Em 2017, os preços médios caíram quase 13%, comparado a uma queda de cerca de 2% em 2016. O seguro de riscos transacionais está em comercialização no Brasil há quatro anos. A apólice é elaborada conforme as necessidades da operação e se baseia na cláusula de declarações e garantias do contrato de compra e venda.

Mercado aguarda nova obra de Alberto Júnior 2766

Alberto Júnior recebe reconhecimento no 15º Troféu JRS

Especialista em vendas no mercado de seguros anuncia novo livro

Um dos maiores operadores da corretagem brasileira de seguros, Alberto Júnior anunciou o lançamento de sua nova obra. “O vendedor mais cobiçado”, disse o empresário em uma publicação que repercutiu nas redes sociais.

Reprodução
Reprodução

Alberto é autor de “A Lógica”, obra que foi destaque em recente reunião do Million Dollar Round Table (MDRT), nos Estados Unidos. O destaque foi feito por Tiago Melo, membro da Court of The Table da entidade. “É o primeiro brasileiro com literatura no MDRT”, completou.

Melo destacou a honra em representar o Brasil no maior evento do mercado Internacional de Seguros e Finanças. “É sem dúvida uma grande emoção. Como membro Court of The Table na MDRT, encontro-me em um seleto grupo de 2.500 profissionais de todo mundo, pertencentes a esta categoria, são 9 anos consecutivos na MDRT. Ter esta certificação em meu currículo, deve-se a minha exacerbada preocupação em oferecer o meu melhor aos meus clientes, sou grato a todos eles por delegarem a mim a honra de cuidar e proteger seus sonhos, família e projetos de vida”, agradeceu o executivo.

Travelers Seguros oferece seguro para salões de beleza 1696

Salão de Beleza

Apólices específicas para este mercado cobrem vários imprevistos que os donos de salões podem enfrentar

O Brasil é o maior mercado de negócios de beleza do mundo e movimenta cerca de R$ 12 bilhões por ano, segundo o Instituto Euromonitor. Para atender às necessidades desse segmento promissor, a Travelers Seguros oferece uma linha completa de produtos personalizados para segurar os riscos específicos enfrentados pelos salões de beleza, como acidentes com funcionários, roubos, incêndios e ações judiciais.

“Embora o negócio de salões de beleza ofereça grandes oportunidades para empreendedores como eu, também apresenta muitos desafios”, afirmou Alessandra Fernando, sócia do salão Fama, em São Paulo. “No início, achávamos que o seguro era uma despesa desnecessária, e acabamos comprando apenas para ter tranquilidade. Ainda bem que fizemos essa escolha, porque depois fomos roubados e alguns computadores e equipamentos foram levados. Felizmente, nossa perda foi mínima porque todos os itens roubados estavam segurados. Depois dessa experiência, adicionamos mais coberturas”, diz.

“Os salões de beleza, de todos os portes, estão expostos a muitos riscos e assim como outros negócios necessitam de proteção correta”, explica Leonardo Semenovitch, diretor geral da Travelers no Brasil. “Garantir proteção adequada é um primeiro passo muito importante para qualquer proprietário de salão de beleza, para mitigar potenciais perdas”, continua.

Para ajudar os salões a minimizar riscos, a Travelers recomenda as seguintes precauções:

  • Armazene toalhas sujas e lixo em recipientes fechados para evitar a contaminação dos clientes e manter a limpeza e organização do salão;
  • Sempre pergunte ao cliente sobre alergias e sensibilidade;
  • Siga cuidadosamente as instruções de uso dos produtos;
  • Mantenha o registro de compras de todos os produtos utilizados no salão;
  • Inspecione periodicamente as cadeiras elevatórias para prevenir algum tipo de defeito e evitar que o cliente se machuque;
  • Proteja os secadores com um disjuntor automático para evitar o superaquecimento;
  • Dimensione devidamente os sistemas elétricos para evitar sobrecarga na rede e consequentemente curtos e incêndios;
  • Posicione os extintores de incêndio de forma estratégica e treine todos os funcionários para utilizá-los e garantir uma rápida resposta em casos de incêndio;
  • Inspecione com frequência os aparelhos elétricos para evitar que hajam fios desencapados que possam eletrocutar clientes e funcionários;
  • Garanta acesso livre às saídas de emergência para que as pessoas possam sair sem dificuldade.

Congresso Sul Brasileiro reserva espaço para debates 1898

Arquivo JRS

Brasesul fortifica relacionamento entre profissionais do setor

A proximidade entre corretores de seguros e seguradores é um dos principais atrativos do Congresso Sul Brasileiro de Corretores de Seguros (Brasesul), que acontece a partir desta quinta, em Florianópolis (SC).

Saiba mais: Seguradoras participam em peso do Brasesul.

Para enfatizar esse relacionamento, os Sincor-SC, Sincor-PR e Sincor-RS, entidades idealizadoras do congresso, prepararam um painel especial para o segundo dia do evento. Intitulado “Painel das Seguradoras e Corretores de Seguros”, terá como mediador convidado o presidente em exercício da Fenacor, Robert Bittar, e contará com as apresentações dos dirigentes de grandes companhias, falando sobre os planos de suas empresas para aprimorar a parceria com os profissionais da corretagem nos próximos anos.

Confira a programação completa do Congresso Sul Brasileiro

Sob o tema “O que podemos esperar do futuro – caminhos, alternativas e soluções”, as apresentações serão focadas em como a relação com o corretor, peça-chave para o desenvolvimento do mercado, é vista pelas principais seguradoras. O painel terá espaço para perguntas do público, que serão feitas via WhatsApp.

Sindicatos das seguradoras promovem encontro no RS 6905

Presidentes e grandes nomes do setor participaram de importantes discussões

Os Sindicatos das Seguradoras estão sempre atentos às transformações e discussões que dominam o mercado brasileiro de seguros. Neste sentido, na última sexta-feira (06), teve início mais um encontro dos presidentes dessas entidades.

Nomes como Mauro César Batista, presidente da entidade em São Paulo; João Possiede, presidente da entidade no Paraná e Mato Grosso; Rogerio Spezia, presidente do sindicato em Santa Catarina; Mucio Novaes, presidente nas regiões Norte e Nordeste; além de demais executivos e presidentes de Sindsegs nas demais partes do Brasil, marcaram presença nas terras frias do Rio Grande do Sul.

“Tivemos um grande dia de trabalhos. Nossas pautas normalmente visam integração e interação das ações com trocas de experiências e decisões de medidas futuras entre os presidentes dos Sindicatos das Seguradoras do Brasil”, comentou Guacir de Llano Bueno, presidente do Sindseg/RS.

Encontro de presidentes e executivos dos Sindsegs – Todas as imagens: