Mercado de seguro tem crescimento digital fraco por desafios regulatórios 221

Contratações on-line de seguros tiveram um aumento de 1,4% de janeiro a maio deste ano

Apesar da constante migração tecnológica de todos os setores da indústria, segmento segurador tem dificuldades de adaptação e, segundo especialista, até mesmo “corre risco de desaparecer”. As contratações on-line de seguros tiveram um aumento de 1,4% de janeiro a maio deste ano.

Apesar do “amplo espaço” de crescimento no País, a necessidade de um corretor nas transações pode impedir produtos mais complexos de irem para o plano digital.

De acordo com Manuel Matos, coordenador do comitê de seguros on-line da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, apesar do mercado segurador já “caminhar a passos largos” para o meio digital, há ainda alguns obstáculos em sua validação. “Apenas há pouco tempo, nós conseguimos superar o desafio da validade jurídica. Mas ainda estamos tentando marcos regulatórios para a questão da fraude, por exemplo”, identifica. A expectativa da câmara é relativamente fraca, com um aumento de 1% nas vendas de seguros por meios digitais em junho, indo das 49 mil contratações vistas em maio para um total de 52 mil. “Os meses mais fortes tendem a ser em junho, quando o imposto de renda já está feito e o consumidor tem mais liberdade para contratar um seguro. E em dezembro, por conta do décimo terceiro salário”, conta Matos.

Segundo um estudo da Capgemini, os clientes entre 15 e 34 anos (geração Y) estão mais exigentes em relação aos meios digitais e, por isso, apresentam uma maior probabilidade de passarem por experiências negativas com suas seguradoras. O levantamento ressalta que, comparado às demais faixas etárias, a geração Y interage 2,5 vezes mais nas mídias sociais e até o dobro quando visto em dispositivos móveis. Além disso, aponta também que, 93,9% dos clientes brasileiros, considerando todas as idades, estariam dispostos a trocar de seguradora caso empresas de tecnologia orientadas à inovação (Fintechs) entrassem nessa indústria. “O mercado de seguros está subestimando, e muito, a dimensão da adoção das tecnologias conectadas. Apenas 16% das empresas acreditam que os clientes aceitarão carros sem motoristas, por exemplo, enquanto 23% dos clientes demonstram esse interesse. É importante que as seguradoras se adaptem às mudanças e aos avanços tecnológicos que atingem seus segmentos ou correm o risco de desaparecerem”, avalia Paulo Marcelo, CEO da própria Capgemini.

*Com informações de DCI.

Chubb Brasil nomeia novo Vice Presidente de P&C 1015

Chubb

Companhia foca em serviços superiores aos clientes

Leandro Martinez é o novo vice-presidente de Subscrição de P&C da Chubb Brasil
Leandro Martinez é o novo vice-presidente de Subscrição de P&C da Chubb Brasil

A partir de julho, Leandro Martinez assume a Vice-Presidência de Subscrição de P&C da Chubb Brasil, reportando-se diretamente ao Presidente Executivo da Chubb Brasil, Antonio Trindade e funcionalmente a Pablo Korze, Vice Presidente Sênior de P&C Commercial.

Leandro será responsável pelo P&L de Global, Middle Market/SME e Resseguros. O executivo está na companhia desde janeiro de 2011, e em agosto de 2014, passou a desempenhar o papel de Vice Presidente Regional de Linhas Financeiras, onde contribuiu com desenvolvimento das carteiras de D&O, PI, FI e Cyber na América Latina.

Leandro é advogado, pós-graduado em Direito Civil e de Empresas, com MBA pela FGV e extensões em mercado de capitais pela Escola Superior de Advocacia da OAB de São Paulo.

Toda mudança realizada na Chubb tem como objetivo garantir uma subscrição e execução superiores, bem como a entrega de um serviço superior para os seus clientes.

Dicas para investir e ir às Olimpíadas no Japão, em 2020 1637

Tokyo

Quem não foi à Rússia, pode aportar em fundos cambiais para realizar sonho de fazer parte da torcida brasileira

Quem gosta de grandes eventos esportivos, mas não conseguiu ir para a Rússia, pode se preparar para as Olimpíadas do Japão, em 2020. De acordo com a Mapfre Investimentos, existem boas alternativas para fazer o dinheiro render e fazer parte da torcida brasileira do outro lado do mundo.

Antes de realizar uma aplicação, é necessário definir o montante necessário para o passeio, considerando o valor em moeda estrangeria – já que a viagem é para o exterior– e o tempo disponível até o embarque, neste caso, dois anos. “O fundo deve ter pouco risco para não comprometer o volume de dinheiro essencial para viajar. A recomendação é seguir o planejamento de investir parte em fundo cambial e parte em fundos de renda fixa”, explica Carlos Eduardo Eichhorn, diretor de gestão de recursos da Mapfre Investimentos.

“Os fundos cambiais são uma opção segura e rentável, porque garantem o poder de compra em dólares e liquidez para a data estimada da viagem. Além disso, também não há a cobrança do spread exigido pelas casas de câmbio”, completa.

Já os fundos de renda fixa são os mais populares entre os brasileiros. São veículos de investimento com menos risco e que podem ser compostos por títulos públicos e de crédito, com o objetivo de rentabilidade associado ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Sustentare alcança marca de 100 Unidades de Negócios 1650

Empresa expandiu também em Santa Catarina

Marcos Stock Trevisan é CEO da Sustentare Seguros
Marcos Stock Trevisan é CEO da Sustentare Seguros.

A Sustentare Seguros atingiu a marca de 100 Unidades de Negócios no fechamento do primeiro semestre do ano. Os escritórios estão concentrados no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. “Batalhamos bastante para chegar a esta marca porque entendemos que ainda há muito potencial para crescer. Estas Unidades estão somando forças junto conosco e nos ajudando a cada vez mais entregar um serviço de qualidade”, destaca o CEO da Sustentare Seguros, Marcos Stock Trevisan.

Alcançar este número foi possível graças à meta traçada pela empresa no final do ano passado, com uma operação de expansão planejada no estado vizinho, que hoje já conta com vinte corretores. “Tudo isso aconteceu depois termos ficado 2016 sem colocar nenhum parceiro, modificando nosso regime fiscal e contratos. Já em 2017 houve um aumento considerável do número de Unidades e agora em 2018 foi momento de colocar cada vez mais parceiros, com frentes de expansão nos dois estados da região Sul”, comenta.

AIG conclui a aquisição da Validus 955

Aquisição

Transação foi anunciada em janeiro

A AIG anunciou na quarta-feira a finalização do processo de aquisição da Validus Holdings Ltd. (“Validus”), após aprovações regulatórias e dos acionistas da Validus. A transação foi anunciada pela primeira vez em 22 de janeiro de 2018.

Como parte da AIG, a Validus acrescenta franquias atraentes e diversificadas ao portfólio da companhia, incluindo a Validus Re, plataforma líder de resseguro; AlphaCat, gestor de ativos de títulos ligados a seguros; Talbot, consórcio do banco Lloyd; Western World, especialista nos Estados Unidos em riscos comerciais para pequenas e médias empresas; e Serviços de Riscos Agrícolas, que fornecem acesso ao mercado norte-americano de seguros agrícolas.

“Estamos muito felizes em receber a Validus. A experiente equipe e seus negócios complementares nos ajudarão a gerar um crescimento sustentável e lucrativo, à medida que continuamos a gerar valor aos nossos acionistas”, disse Brian Duperreault, CEO e Presidente da AIG.

De acordo com Peter Zaffino, CEO da área de Seguros Gerais da AIG, “o trabalho com o time da Validus deve expandir as capacidades e valores entregues aos clientes e corretores parceiros. Os negócios da Validus serão imediatamente acrescentados à atuação de Seguros Gerais da AIG, já que eles já fazem parte da AIG oficialmente.”