Qualidade do atendimento gera negócios 160

É possível afirmar que políticas corretas de comunicação vencem crises

O êxito na busca de clientes para atingir as metas necessárias para o sucesso de um negócio depende da qualidade do atendimento que as empresas prestam ao mercado. O atendimento está ligado a uma correta política de comunicação, que deve ser pilotada por equipes competentes, uma vez que envolve deste o presidente, passando pelos diretores, níveis gerenciais e colaboradores.

Todos os integrantes de uma organização devem ter a convicção de que somente através de um correto atendimento ao público em geral e em especial aos clientes fará com que a empresa adquira visibilidade suficiente para colocar seus produtos e serviços no mercado.

É possível afirmar que políticas corretas de comunicação vencem crises e tornam as empresas aceitas e recomendadas, porque formam imagem positiva na mente dos consumidores.

Tanto isto é verdade que é comum se ouvir, com freqüência, pessoas descrevendo situações desagradáveis que tiveram ao buscar informações que precisavam, sem encontrar o atendimento que esperavam. O resultado é um sentimento negativo em relação a empresa e a seus produtos e serviços.

Diante disso o contágio é repassado de pessoa a pessoa, que fazem questão de contar o que lhes aconteceu, criando uma rede de comentários negativos, que será prejudicial a equipe de vendas na hora de abordar estes clientes.

Por isso é preciso que, antes de cobrar resultados das equipes comerciais, as empresas implantem políticas internas de atendimento eficazes, atingindo todos os níveis da organização, pois isto acontecendo o caminho para atingir metas se torna fácil.

Com as alterações ocorridas no mercado, principalmente em função da tecnologia é comum as empresas não divulgarem seus telefones, exigindo o contato através de emails, que nem sempre são respondidos, deixando os potenciais clientes insatisfeitos.

As dificuldades são enormes em muitas organizações para contatos com profissionais de comando. Muitos gerentes se tornaram inacessíveis para os clientes. Sempre estão em reunião, delegando a importante tarefa de falar com os clientes a um funcionário, que raramente está preparado para o atendimento. Fatalmente este cliente não esquecerá este momento. Estará ele receptivo a um contato feito pela empresa? É certo que não.

O resultado é que vai se formando um batalhão de pessoas que não foram bem atendidas e que jamais demonstrarão interesse pelos produtos e serviços que estas empresas oferecem.

E como vender e atingir metas principalmente em momentos de crise econômica, onde a concorrência continua forte e disposta a enfrentar qualquer situação para não sucumbir?

A resposta é simples. O caminho para vender mais e melhor é preparar seus colaboradores, para que entendam a importância do atendimento com qualidade, que gera simpatia, cria relacionamentos e potenciais clientes. Existem no mercado profissionais especializados que fazem consultoria nesta área, preparando os colaborados para esta missão que deve ser de todos, pois qualquer um dos colaboradores em qualquer nível pode ajudar ou destruir a imagem da empresa perante o mercado.

Como cidades inteligentes podem melhorar a vida nos centros urbanos 7631

Hong Kong

Avanços já têm sido usados para atender às necessidades reais das pessoas em diversos aspectos

Há duas palavras que, quase sempre quando são ditas, provocam o efeito de trazer um ponto de interrogação na cabeça de grande parte das pessoas: “Cidades inteligentes”. Para grande parte das pessoas, essa expressão pode incluir um imaginário futurista com muitos robôs e a inevitável reflexão sobre a quantidade de controle que a tecnologia exerce na sociedade atual. Dentro desse contexto, é difícil encontrar uma explicação clara sobre o que são esses locais conectados e como podem ser usados para trazer benefícios aos cidadãos, promovendo avanços significativos para a vida em sociedade.

A boa notícia é que as cidades inteligentes representam um esforço real para promover a qualidade de vida nos centros urbanos e sua utilidade prática vai além de cenas futuristas. Os avanços já têm sido usados para atender às necessidades reais das pessoas em diversos aspectos, como mobilidade urbana, saúde pública, iluminação da cidade, na prevenção de acidentes, entre outros. Para entender a importância desse tipo de tecnologia, basta lembrar que, segundo a ONU, 70% da população mundial vai viver em grandes centros urbanos em 2020 – ou seja, se o trânsito nas metrópoles hoje já está ruim, pode piorar muito em dois anos sem um gerenciamento inteligente de informações.

Diante desse cenário, alguns países já perceberam que é necessário buscar reforços. Na Espanha, o projeto Ciudad 2020 reúne institutos de pesquisa e inovação, universidades e empresas de tecnologia, entre elas a Indra, para discutir como conscientizar os cidadãos desse novo cenário e proporcionar a eles alternativas válidas de melhorar o trânsito e reduzir o consumo de energia. Para isso, são usadas ferramentas como Internet das Coisas, Big Data Analytics, Machine Learning e Internet do Futuro (pesquisas sobre novas arquiteturas para a web), além da realização de estudos sobre comportamento humano. A meta principal é atingir os chamados “Objetivos 20-20-20”, definidos pelo Conselho Europeu em 2007: reduzir 20% das emissões de gases de efeito estufa, produzir 20% de energia renovável e melhorar em 20% a eficiência energética.

Também na Espanha, é de grande notoriedade o projeto de Logroño, capaz de permitir que o governo municipal desenvolva serviços avançados e reduza os custos de manutenção, economizando energia e gerando um ambiente mais sustentável. Pode-se dizer que essa iniciativa já representa uma evolução em relação ao Coruña Smart City, desenvolvido anteriormente e referência mundial na solução de problemas em diversas áreas como segurança, mobilidade, energia. O êxito destes projetos só foi possível graças à tecnologia inovadora empregada, a Minsait IoT SOFIA2, uma plataforma avançada capaz de integrar dados e recursos.

Entre as mais recentes e inovadoras tecnologias disponíveis atualmente para gerenciar em tempo real e de forma centralizada os diversos serviços e soluções das cidades está o City Landscape Manager (CLM), um centro virtual inteligente capaz de gerenciar tanto os eventos planejados como os que não estão, para que a tomada de decisões sejam imediatas. São enormes as possibilidades de ganhos com o uso deste tipo de tecnologia, como por exemplo a economia de mais de 35% do consumo de água para irrigação graças ao cruzamento de dados com o serviço meteorológico, ou 45% na conta energética de edifícios públicos.

Todos esses projetos são exemplos de soluções seguras e com alto grau de integração, dada a necessidade de resposta imediata exigida pelos cidadãos com foco em resultados e capazes de melhorar a qualidade de vida nesses locais. A tendência é a de que esse pensamento se consolide e seja disseminado em outras regiões, já que cidades inteligentes precisam da participação ativa dos cidadãos e dos órgãos de governo. É necessário que eles conheçam os serviços disponibilizados e sejam verdadeiros agentes de mudança. Na prática, isso acontece pelo acesso a alguns serviços úteis (como, por exemplo, o consumo de energia da própria residência) via smartphones ou tablets, com interações via notificações, recomendações e avisos personalizados.

É verdade que o caminho até atingir esses resultados ainda está sendo trilhado e, no mundo real, ainda existem muitos desafios para serem superados. Ainda assim, um caminho possível envolve uma visão integrada das cidades tendo a tecnologia presente em diversos aspectos da cadeia, atendendo aos cidadãos sob um modelo eficaz. Sem dúvida, esta não é uma mudança que acontece do dia para a noite, mas é totalmente possível a partir de planejamento e com pleno envolvimento dos gestores das cidades. A partir do momento que serviços conectados estiverem disponíveis de maneira eficiente e homogênea, a custo mais baixo, será possível construir um futuro mais sustentável, inteligente e saudável.

*Por Antonio de Farias Leite Neto, diretor de Administração Pública e Saúde da Indra no Brasil.

Planejamento, dedicação e suporte 1234

Unidade de Negócios de Sapiranga da Sustentare completa três anos de funcionamento

Oriundo do mercado financeiro, foi no mercado de seguros que Jeferson Pinheiro vislumbrou grandes oportunidades de negócios. “Vi grandes possibilidades, pois se trata de um mercado que cresce acima de dois dígitos, e isso era o que eu estava procurando”, relembra.

Após dois anos pesquisando, ele já tinha escolhido em qual franquia de corretoras de seguros iria investir. Decidido, resolveu conversar com executivos do segmento para saber mais sobre a empresa que pretendia se dedicar. “Para minha surpresa, no primeiro contato que fiz, o retorno já foi negativo. Me disseram que não tinha suporte e que a rentabilidade era muito baixa”, conta.

Dando continuidade a sua busca e após ótimas indicações sobre o modelo de negócio, ele chegou à Sustentare Seguros. Hoje, está a frente da Unidade de Negócios de Sapiranga, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS). “Estou entrando para o terceiro ano junto à Sustentare, acompanhando o crescimento de uma empresa que pensa grande, que pensa nos seus parceiros e nas suas Unidades de Negócios através de material institucional, ferramentas e treinamentos”, comenta. “Isso são coisas que me fazem acreditar cada vez mais neste negócio”, acrescenta.

Rogério Oliveira, Jeferson Pinheiro, Marcos Stock Trevisan e Elisandra Da Costa.

Pertencer a um empreendimento que oferece todo o auxílio necessário é uma das principais características que Pinheiro destaca. “Isso se evidencia quando precisamos de suporte ou quando surge alguma dúvida e nós temos todas as oportunidades para procurar sobre, até mesmo entrando em contato com um colega que já tem vinte ou trinta anos de mercado e ele prontamente nos ajuda”, narra. “Isso é o que me marca no dia-a-dia na Sustentare Seguros”, complementa.

Aos clientes e profissionais que estão pensando em procurar a empresa, ele garante que se trata de uma equipe capacitada e preparada para atender todos os públicos. “Eu digo que acreditem, pois o mercado é bom, competitivo e está em constante transformação, assim como a Sustentare que está sempre atenta às oportunidades e num mix de negócios cada vez maior”, finaliza.

Mapfre apresenta novo formato de relato integrado 1303

Relatório

Material ainda conta com tradução simultânea para a linguagem de sinais

A Mapfre acaba de publicar Relato Integrado referente às suas atividades e ao seu desempenho em 2017. O documento contempla dados contábeis, financeiros e socioambientais com uma abordagem mais coesa, transparente e eficiente.

Elaborado em linha com as diretrizes internacionais da Global Reporting Initiative (GRI) e as recomendações do International Integrate Reporting Council/Conselho Internacional para Relato Integrado (IIRC), aliança internacional de reguladores, investidores, empresas, organismos de normalização, profissionais de contabilidade e ONGs, o material apresenta informações de qualidade para todos os públicos ao mesmo tempo em que demonstra a acionistas e investidores como a empresa cria e compartilha valor de forma sustentável. Outra novidade desta edição é a tradução simultânea dos textos para a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras).

“Esse é o 12º ano em que publicamos o nosso relatório, sempre com a preocupação de demonstrar o valor gerado ao longo do tempo e atentos às expectativas dos nossos públicos de relacionamento quanto à transparência, concisão e conectividade das informações apresentadas”, explica Wilson Toneto, CEO da Mapfre no Brasil.

O material apresenta os resultados operacionais, financeiros e de sustentabilidade de todas as empresas que compõem a Mapfre no Brasil: Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre (com os resultados nos segmentos de Automóvel, Massificados, Grandes Riscos, Risco de Pessoas, Rural e Habitacional) e Mapfre (com os resultados em Investimentos, Previdência, Consórcios, Saúde, Capitalização, Assistência e Cesvi Brasil).

O Relato Integrado 2017 da Mapfre pode ser acessado neste endereço.

UCS promove curso de Comunicação Criativa 1204

Comunicação

Aulas acontecem nos dias 30 de junho e 7 de julho

A Universidade de Caxias do Sul (UCS) promove nos dias 30 de junho e 7 de julho curso sobre Comunicação Criativa. As aulas são aos sábados, das 9h ás 13h, com carga horária de 8h válidas como atividades complementares.

O objetivo das aulas é orientar os participantes sobre as ferramentas da comunicação que podem auxiliar na divulgação de produtos, empresas e projetos, bem como consolidar a imagem pessoal ou empresarial, abordando diversos conteúdos relacionados à mídia, ao mercado e à geração de boas notícias.

As inscrições acontecem até o dia 28 de junho. Alunos e egressos de graduação e pós-graduação da UCS investem seis parcelas de R$ 34,66; quatro parcelas de R$ 50,98; duas parcelas de R$ 99,98 ou à vista por R$ 198,00. Público em geral: seis parcelas de R$ 43,76; quatro parcelas de R$ 64,37; duas parcelas de R$ 126,24 ou à vista por R$ 250,00.

O pagamento pode ser feito por meio de boleto bancário ou via cartão de crédito, de acordo com os valores e parcelas indicadas acima. O pagamento por meio de cartão crédito fica condicionado às regras estipuladas pela empresa operadora.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 3218-2145 ou pelo e-mail extensaocursos@ucs.br. Saiba mais no site institucional.

Mongeral Aegon apresenta diretor de cooperativismo ao mercado 371

Negócios

Executivo também é professor da Escola Nacional de Seguros

A Mongeral Aegon criou a diretoria de Cooperativismo e convidou Ricardo Balbinot para assumir a posição. Balbinot é graduado em Administração, com pós-graduação em Cooperativismo e MBA em Gestão de Negócios. O executivo, que também é professor da Escola Nacional de Seguros, tem quase 20 anos de experiência no segmento de cooperativas.

Com a chegada de Ricardo Balbinot, a Mongeral Aegon para a ser uma das poucas seguradoras a contar com uma diretoria voltada para este mercado, que cresce anualmente acima de dois dígitos no país.