Depressão: quando a luz dos olhos teus resolve se apagar 112

O que é, afinal, este sentimento que atinge tanta gente, que deixa as pessoas sem sonhos, sem saída?

“A paisagem não tem cor, meu prato favorito não tem sabor. Nada importa. Me dá desânimo pensar em enfrentar certas coisas, pois sei que minha energia é pouca. Para que batalhar tanto se nada tem graça? Às vezes, eu só me obrigo a sair da cama porque tenho que ir trabalhar. Vou porque tenho que ir, porque é um lugar “seguro”, que já conheço, mas qualquer ambiente novo incomoda. A minha família não me compreende totalmente, por isso me isolo e sei que sou visto por muitos como preguiçoso, sem força de vontade”.  Este depoimento é de alguém que tem depressão. Esta pessoa está no mundo corporativo e pode estar bem aí do seu lado, sem parecer que está sofrendo da forma silenciosa que está. Ela pode, inclusive, ser você.

Mas o que é, afinal, este sentimento que atinge tanta gente, que deixa as pessoas sem sonhos, sem saída? De onde ele vem?

A primeira coisa que devemos prestar atenção é que a depressão não é apenas uma sensação de tristeza, é um transtorno que atinge o humor, os pensamentos, a saúde e o comportamento de formas diferentes. É uma condição complexa que envolve aspectos biológicos, psicológicos, existenciais, sociais, e ela pode ter forte base hereditária e biológica, inclusive com alterações neuroquímicas específicas. Doenças clínicas também podem levar à depressão, como, por exemplo, o hipotireoidismo, carência de vitamina B12. Outros casos são decorrentes de condições psicológicas graves, como lutos complicados ou transtornos de personalidade. Não devemos esquecer ainda a associação da depressão com questões existenciais centrais da vida humana, como o tédio, vazio, solidão e desamparo, ou com questões sociais, como vulnerabilidade social, abusos, entre outros.

Ou seja, ela pode ter diferentes origens e intensidades. O fato é que hoje, representa uma das principais causas de sofrimento psíquico e de incapacitação no mundo. Esta afirmação pode ser reforçada por dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em abril. Segundo a OMS, entre 1990 e 2013, o número de pessoas que sofrem de depressão e ansiedades aumentou em quase 50% (de 416 milhões para 615 milhões). Aproximadamente 10% da população mundial é afetada, e os transtornos mentais são responsáveis por 30% da carga global de doenças não fatais. A OMS estima ainda que cerca de 1 em cada 5 pessoas sofra com a depressão e ansiedade.

Para os médicos, ela é caracterizada por sintomas como: humor triste, perda de prazer e interesse na vida, alterações do sono, alterações de apetite e peso, agitação ou lentidão, culpa e baixa autoestima. Pode ser grave, moderada ou leve. Algumas vezes quadros depressivos demoram a ser identificados, daí dizer que podem se apresentar de maneira silenciosa.

Depressão já existia na Grécia Antiga

A vida moderna não é nada fácil e acabamos de observar que o número de pessoas com depressão só está aumentando. No entanto, o curioso é que a depressão sempre existiu. Já na Grécia Clássica, Hipócrates (uma das figuras mais importantes da história da Medicina) descreveu a melancolia e atribuía a ela um acúmulo de “bílis negra” no organismo. Muito tempo depois, o quadro chamou a atenção de Sigmund Freud que escreveu um ensaio genial sobre o tema, Luto e Melancolia, publicado em 1917. Atualmente a depressão tem ganhado cada vez mais espaço no debate público, trazendo grandes questões sobre vários aspectos: quais seriam os determinantes da depressão? Hoje a grande questão é: fatores psicológicos da vida contemporânea estariam favorecendo um “estar no mundo depressivo”? E os aspectos sociais, como violência e vulnerabilidade social: como afetariam essa questão?

Ajudar muitas vezes é não atrapalhar

É difícil fazer com que as pessoas entendam como conviver com amigos e parentes deprimidos. Mesmo com boa intenção, elas sugerem atividades e distrações, entretenimento, achando que tudo pode voltar ao normal de uma hora para outra e se sentem frustradas quando isso não acontece. A melhor forma de ajudar é através de apoio, escutando, quando a pessoa quiser ser escutada, e não sendo invasivo.

Sugerir um tratamento médico é muito importante, oferecer acompanhá-lo em seu tratamento, se ele desejar. Estas são algumas boas maneiras de ajudar.

O tratamento depende antes de tudo de um diagnóstico preciso. Do ponto de vista medicamentoso, as drogas antidepressivas são eficazes e seguras, devendo ser usada somente com receita médica. A outra abordagem é a psicoterapia, fundamental, sobretudo, nos casos com preponderância de fatores psicológicos. Sabe-se que a combinação medicamentos e psicoterapia é sempre mais efetiva do que qualquer uma das duas formas isoladamente.

Como os outros vão me olhar?

Já falamos sobre a depressão, suas possíveis causas, sintomas e vimos que a pessoa que sofre deste transtorno pode se isolar, por falta de interesse, por vergonha e outros motivos. A ausência em festas e reuniões de amigos ficam cada vez mais frequentes e o medo em relação a contar sobre a difícil fase para as pessoas também. Na cabeça, a dúvida: “o que pensarão de mim? Ficarão com pena? ”.

A questão levantada é gerada porque há muita desinformação sobre os quadros depressivos, com preconceitos como: “depressão é frescura, ou preguiça, ou sem-vergonhice”. Esses conceitos são interpretados erroneamente muitas vezes e é por isso que muitos só entendem verdadeiramente o transtorno quando passam por ele, ou vivenciam por proximidade com algum ente querido.

A depressão afeta as capacidades cognitivas (atenção, raciocínio, memória), sua energia, ânimo e interesse. Tudo isso aliado a noites mal dormidas e outros sintomas secundários ocasionais, como uso de álcool ou sedativos – em alguns casos. Tudo isso atrapalha a vida cotidiana.

Depressão não é como uma epidemia que pode ser “erradicada”

Estamos falando sobre algo subjetivo. Esqueça a ideia de que a depressão é uma doença pura, como a Aids ou a Diabetes. Quando pensamos em solução para este transtorno, muitos aspectos estão envolvidos, não dá simplesmente para “erradicar esta epidemia”. O que se pode dizer é que hoje, com o desenvolvimento das neurociências, ganhamos algumas armas nesta batalha para o alívio sintomático, com as novas medicações.

Nós, organizações, podemos ajudar neste quadro informando, observando e direcionando nossos colegas para um especialista.

A depressão pode receber ajuda médica, na maioria das vezes, mas ela não é apenas uma condição médica. Diz respeito à vida emocional das pessoas. Por isso merece ser vista e pensada amplamente. Médico, medicamentos, psicoterapia, interesse dos amigos e familiares – tudo isso é um grande ganho. Muitas pessoas venceram esta luta! Agora, voltando ao início desta reflexão sobre o assunto, se o transtorno é abstrato, como conviver com ele? A resposta é: “como se conviver com a VIDA, uma vez que ela também é abstrata? ”.

Dentro dos nossos olhos existe a luz e a escuridão. O que determina o que vamos enxergar são nossas escolhas. Escolha o brilho da vida.

*Artigo escrito pelo Dr. Venceslau Antonio Coelho, especialista em Geriatria e Clínica Médica, e médico-consultor da Willis Towers Watson Brasil, e pelo Dr. Rodrigo Lage Leite, médico psiquiatra pelo Instituto de Psiquiatria da USP e Membro Filiado ao Instituto de Psicanálise, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.

**Divulgado por Virta Comunicação.

Conhecimento e entusiasmo atingem objetivos 5168

Confiança

Confira o artigo de Adelino Cruz para a edição 211 da Revista JRS

O Brasil vive momentos de grandes dificuldades. A população sofre as consequências de uma crise que traz sofrimento para a população. Os noticiários provocam tristeza noticiando, a cada dia, a morte de inocentes que infelicitam toda a Nação.

Um povo que tem muito amor pelo Brasil pode acreditar que vai melhorar. Isto tem um grande significado, pois quem possui esperança cultivada dentro de seu ser, sempre encontra forças para ir adiante, apostando no futuro e na sua capacidade pessoal de vencer dificuldades.

Este mesmo povo mantém o entusiasmo, que nada mais é do que o prazer de desenvolver alguma atividade com paixão e dedicação, mantendo o espírito ativo, no sentido de atingir metas e objetivos vencendo qualquer dificuldade. Pode se ter entusiasmo por muitas coisas, desde as mais simples que nos desafiam no dia a dia até mesmo as grandes conquistas que todos desejam. Ter entusiasmo é sentir que tudo é possível, porque é um estado de espírito que muitos tem e cultivam pois entendem que é um instrumento eficaz para atingir objetivos.

Trabalhar, estudar, praticar esportes ou qualquer outra atividade que se faz com entusiasmo e dedicação sempre leva ao sucesso pessoal e profissional. Ao abordar este tema queremos alertar aos profissionais de todas as áreas, que busquem dentro de si o entusiasmo que gera motivação para enfrentar os desafios da vida. Não há crise que vença um profissional motivado, pois ele sabe que cultivar momentos de dificuldade só serve para impedir que se atinja os objetivos fixados.

O entusiasmo gera alegria de viver, de sonhar, de conquistar, de vencer. É uma característica essencial para todos os profissionais mas em especial para quem atua em atendimento e vendas, pois ninguém consegue vender nada com desanimo ou pessimismo. Vender ou atender bem, com qualidade, significa passar ao cliente entusiasmo que contagia e torna o cliente um aliado feliz.

O conhecimento está ao alcance de todos que possuem a chama do vencedor, mesmo nas classes menos favorecidas onde existem belos exemplos de vencedores. O entusiasmo é uma manifestação íntima que revela uma saúde emocional capaz de vencer qualquer dificuldade.

A união dessas duas características leva o profissional a trabalhar motivado sabendo que atingirá qualquer objetivo na vida.

Revista 211
Este e muitos outros conteúdos relevantes estão na edição 211 da Revista JRS, agora com nova linha editorial e nova identidade visual

Outra visão sobre a Youse e demais players 8291

“Quem ficar preso ao passado vai desaparecer”, afirma especialista

Conforme antecipado por JRS na última sexta-feira, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou a operação da Youse como seguradora digital. A plataforma permite a contratação de seguros sem o intermédio do corretor de seguros, através de plataforma online, o que gerou bastante polêmica nos últimos meses.

Segundo a publicação da autarquia que regula o mercado brasileiro de seguros, a decisão em relação a Youse é baseada no disposto na alínea a do artigo 36 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, além do que consta no processo Susep 15414.630784/2017-67. A seguradora digital agora será uma sociedade anônima e deverá alterar o objeto social, para contemplar a exploração das operações de seguros de danos e pessoas.

O estatuto social da Youse deverá sofrer alterações, após assembleia geral, para adaptação ao que está disposto no artigo 94 do Decreto-Lei nº 73, de 1966, que regula as operações de seguros e resseguros no Brasil. O capital social foi elevado para R$ 40 milhões, divididos em 40 milhões de ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.

Para o professor da Escola Nacional de Seguros e diretor de ensino do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro, Arley Boullosa, “o cliente não é de ninguém”. “Não adianta acharmos que o mercado será apenas dos corretores tradicionais, cada vez mais teremos outros agentes entrando, e isso é ótimo”, explica.

Segundo Boullosa, a penetração do ramo segurador ainda é muito pequena. “Demos e damos muito espaço para a concorrência pela ineficiência. Se não abordamos, não vendemos. Se não fazemos, alguém vai fazer, e não adianta ficarmos reclamando”, conta. Para o professor, os corretores precisam investir em qualificação, profissionalismo e “partirem para o ataque e fazer diferente”.

“Quem ficar preso ao passado vai desaparecer. Precisamos ser menos amadores porque não vai parar apenas na Youse. O Brasil tem um potencial enorme, todos querem dinheiro novo e o setor de seguros tem muito”, diz Arley Boullosa.

Para o diretor de ensino do Sincor-RJ é a hora de utilizar a tecnologia a favor dos profissionais da corretagem. “Quem não tiver planejamento, estratégia, metas, gestão de pessoas e foco, vai ficar para trás. Não é hora de reclamarmos, é hora de mudar, reinventar e trabalhar muito mais”, completa.

Para finalizar, o especialista lembra que a operação da Youse não incomoda o corretor que se qualifica. “Podemos aprender muito com a Youse, com seus erros e acertos. Ficar se lamentando é perda de tempo. Sempre vai ter espaço para quem é bom no que faz. Quem não se garante precisa de ‘proteção’. Vamos enfrentar que o mercado mudou e somente os melhores irão seguir em frente”, finaliza.

Procurada, a Susep limitou-se a comentar que a companhia seguiu o mesmo processo de exigências de operação que qualquer outra seguradora.

Encontro virtual sobre inovação acontece nesta segunda 1598

talk

Diretor da SulAmérica participa do próximo Video Talks, promovido pela NetGlobe

O Diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri, apresentará o case de sucesso da companhia na edição de hoje do Video Tales. Barbieri será um dos palestrantes do evento promovido pela NetGlobe, que será transmitido ao vivo nesta segunda, a partir das 16h. O tema será “Prontos para o Mundo Digital“, onde o executivo apresentará a estratégia de inovação da empresa, além de iniciativas tecnológicas que podem contribuir para desenvolver o setor de seguros.

“As plataformas digitais têm proporcionado experiências únicas aos nossos clientes. Somos pioneiros em muitas das ferramentas, neste mercado a inovação tecnológica já é realidade. Compartilhar essas ideias é promover o crescimento do mercado como um todo”, disse o executivo.

Durante o debate virtual, de 60 minutos, o público poderá interagir com os palestrantes. Para assistir basta acessar este link.

Inflação da saúde: natural ou artificial? 12751

Leia o artigo do médico Edmond Barras

O professor Raymond Roy-Camille, um dos maiores expoentes da cirurgia de coluna vertebral na 2ª metade do século XX, com frequência citava uma frase que até hoje ficou gravada em meu espírito: “é importante ver o que se olha e acreditar naquilo que se vê”. (il faut voir ce qu’on regarde et il faut croire ce qu’on voie). É um princípio básico de objetividade na vida antes de tomar qualquer decisão. Ao me deparar com a entrevista dada pelo diretor-presidente em exercício da ANS à jornalista Claudia Colucci da Folha de São Paulo tenho a impressão que é exatamente a antítese das sábias palavras do meu antigo mestre. Se trata do problema de sempre: o embate entre a ANS, as operadoras de planos de saúde, os prestadores de serviços e os seus clientes. Parece um velho disco de vinil que toca repetidamente a mesma faixa…

Discussões sem fim sobre o aumento de mensalidades, doentes insatisfeitos com demoras e negativas de operadoras para certos procedimentos, principalmente os de alto custo, queda do número de usuários como consequência do alto índice de desemprego e a inflação do custo da assistência médica muito acima dos índices da inflação geral. A afirmativa que mais me surpreendeu foi que pela lei do mercado, com a redução do número de clientes, os preços de mensalidades deveriam baixar. Mas como dizia um famoso treinador de futebol “esqueceram-se de combinar com os russos”. Nenhum mortal escolhe o momento de ficar doente em função da situação econômica do país; até pelo contrário, o “stress” provocado pelas incertezas econômicas podem até ser geradoras de doenças. O custo do tratamento de uma doença ou de uma cirurgia não depende do índice de inflação do IBGE nem do PIB nacional. Seria muito fácil reduzir custos por decreto, mas já vimos que em passado não tão distante essa política foi um fracasso estrondoso.

Por que não se enxergam (ou não se quer enxergar) as reais causas da inflação médica? A desculpa de praxe é o envelhecimento da população (já que o ser humano não tem prazo de validade) e o progresso da tecnologia médica. É verdade que hoje, nós médicos dispomos de exames e tecnologias tanto para diagnóstico quanto para tratamento que não tínhamos há pouco mais de duas décadas. Como médico e cirurgião de coluna há mais de 40 anos, estou habituado a enxergar essa problemática sob um outro ângulo. O mais preocupante é que em função das novas tecnologias e por causa da queda da qualidade de formação do médico (veja artigo do Drauzio Varella, Folha de São Paulo 06.01.18) a rotina do exame médico praticamente aboliu a anamnese, o bom e velho exame físico, a consulta demorada na qual se chegava ao diagnóstico na grande maioria dos casos, e que acabou sendo substituída por papel e caneta (ou programas de computador) através dos quais se pedem uma enormidade de exames biológicos, radiografias, tomografias, ressonâncias magnéticas, ultrassonografias, exames de medicina nuclear ou outros mais sofisticados, na esperança que o diagnóstico venha sobre uma bandeja. Até o estetoscópio e o martelo de reflexos estão quase aposentados. Isso sem falar no alto índice de exames (mais de 30%) que os pacientes nem se dão ao trabalho de retirar nos laboratórios. Canso de ver no meu consultório pacientes com pilhas de exames, todos eles normais, quando um simples exame de palpação fecharia o diagnóstico. E o “dedoscópio” é de graça. Da mesma forma pacientes com quatro ou cinco ressonâncias magnéticas em um período de 2 ou 3 meses, obviamente todas elas com o mesmo resultado. Se nos aprofundarmos um pouco mais vamos nos deparar com um problema muito mais grave. O alto número de cirurgias de coluna desnecessárias que chegam a 60%. É um crime! Não vamos esquecer que esta hiperindicação em parte é motivada pelos incentivos fraudulentos proporcionados pela Máfia das Próteses.

Portanto senhores administradores e economistas, vamos enxergar o problema na sua origem: os médicos, os hospitais, os laboratórios, etc. Se não houver o incentivo da caneta do médico, do sistema de remuneração fee-for-service que estimula os prestadores de serviços de saúde a complicar e tornar cada vez mais complexos os procedimentos ou evitar que laboratórios dêem participação aos médicos que solicitam mais exames, sem dúvida o custo de assistência terá uma redução significante e rápida. Porém o mais importante é que protegeremos os nossos pacientes de agressões terapêuticas desnecessárias, que levam milhares de pacientes a óbitos, que poderiam ser evitados. Devemos mudar o conceito de que ao não autorizar um procedimento a operadora pensa apenas na economia que irá fazer mas talvez esse fato possa ser encarado como um ato protetor.

Penso que a ANS, as operadoras de planos de saúde, prestadores de serviços, médicos e hospitais deveriam se unir em torno desse conceito.

5 dicas para ressaltar seu carisma 10975

Descubra como tirar o melhor do magnetismo para colher bons resultados

Em meio a tantas pessoas, ter um “quê” a mais é sempre muito favorável para os aspectos pessoais e profissionais. Um dos grandes atrativos é o carisma, um dom muito apreciado na sociedade e que diversos especialistas levam em conta na hora de definir a personalidade de cada um.

Mas quem disse que é preciso nascer carismático? É possível lapidar esse seu lado positivo com algumas práticas no dia a dia.

Jennifer Lobo, matchmaker e CEO do Meu Patrocínio, indica cinco atitudes para você dar um “up” nessa habilidade e se tornar mais agradável, além de acertar em cheio na forma de se comunicar. Confira:

Olhos nos olhos: em uma conversa, quando você fixa o contato visual com seu interlocutor ele se sente realmente ouvido. Por isso, ao falar com alguém, seja quem for, mantenha qualquer distração longe e preste muita atenção na pessoa;

Pratique o seu carisma: empatia é a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, compreendendo e entendendo o que ele possa estar sentindo. Para isso, você precisa ficar atento às pessoas do seu convívio e o que elas transmitem com seus gestos, suas palavras e o seu jeito de ser. Essa é uma excelente maneira de colocar em prática outras visões de um mesmo ponto de vista;

Fale, mas principalmente ouça: para ser uma pessoa mais agradável é primordial saber ouvir. Em um bate-papo não deixe o foco somente em você, se interesse pelo o que o outro tem a dizer e realmente escute. Deixar as palavras passarem pelos ouvidos é comum a todos, mas o diferencial está em quem realmente se dispõe a ouvir;

Seja entusiasmado: conversar com uma pessoa cheia de entusiasmo é uma ação contagiante. Por isso, seja uma pessoa divertida, descontraída e com os ânimos nas alturas, demonstrando o quanto você é de bem com a vida. Isso é um ímã de pessoas, principalmente as com energias tão boas como as que você está transmitindo;

Mostre autoconfiança: acreditar em si mesmo é o primeiro passo para despertar esse sentimento nos outros, já que só gera credibilidade aquele que transparece isso. Aja sempre com espontaneidade e segurança, deixando que os outros percebam que as suas palavras e atitudes não são geradas de forma involuntária.

Saiba mais neste site.

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