Migração para TV Digital gratuita tem início em Porto Alegre e outros 88 municípios da região 612

Novo sinal de TV aberta traz mais qualidade de imagem e som

Esta semana começou a contagem regressiva. Em 31 de janeiro de 2018, o sinal analógico de TV aberta será desligado na região de Porto Alegre e as transmissões dos canais serão feitas apenas pelo sinal digital, que proporciona imagem e som de melhor qualidade, livre de chiados, chuviscos e fantasmas.

O processo é conduzido pela Seja Digital, entidade responsável por operacionalizar a migração do sinal de TV aberta do analógico para o digital no Brasil. Criada por determinação da Anatel, a entidade tem como missão informar à população o que precisa ser feito para ter acesso à TV Digital, oferecendo suporte didático, desenvolvendo campanhas de comunicação e mobilização social e distribuindo kits com antenas e conversores para as famílias cadastradas em programas sociais do Governo Federal.

“Este processo representa um grande avanço tecnológico, pois coloca o Brasil no mesmo patamar de transmissão televisiva de países como Estados Unidos e Reino Unido, que já realizaram o desligamento do sinal analógico”, afirma Antonio Carlos Martelletto, diretor geral da Seja Digital.

O executivo reforça que a prioridade da entidade é promover ações didáticas voltadas, principalmente, para o esclarecimento à população sobre a transição, assegurando que todos estejam preparados para o novo momento da TV no Brasil. “Nosso principal compromisso com a digitalização da TV no Brasil é preparar a população para que não fique sem acesso ao sinal dos canais de TV aberta”, explica Martelletto.

Durante o período de transição, os telespectadores de Porto Alegre e região que assistem os canais de TV aberta passarão a ver durante a programação um sinal com a letra “A”. Este símbolo indica que o sinal daquela TV é analógico. No dia 31 de janeiro de 2018, o sinal analógico será desligado e apenas o sinal digital estará disponível.

Além da capital, o sinal analógico será desligado em outros 88 municípios do estado: Alto Feliz, Alvorada, Araricá, Arroio do Meio, Arroio dos Ratos, Balneário Pinhal, Barão, Barão do Triunfo, Barra do Ribeiro, Bento Gonçalves, Boa Vista do Sul, Bom Retiro do Sul, Brochier, Butiá, Cachoeirinha, Campestre da Serra, Campo Bom, Canela, Canoas, Capela de Santana, Capivari do Sul, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Charqueadas, Cidreira, Colinas, Dois Irmãos, Eldorado do Sul, Estância Velha, Esteio, Estrela, Farroupilha, Fazenda Vilanova, Feliz, Flores da Cunha, Garibaldi, General Câmara, Glorinha, Gramado, Gravataí, Guaíba, Harmonia, Igrejinha, Imbé, Imigrante, Ivoti, Lajeado, Linha Nova, Monte Belo do Sul, Montenegro, Morro Reuter, Nova Petrópolis, Nova Roma do Sul, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Osório, Palmares do Sul, Pareci Novo, Parobé, Paverama, Picada Café, Portão, Presidente Lucena, Rolante, Santo Antônio da Patrulha, São Francisco de Paula, São Jerônimo, São José do Hortêncio, São José do Sul, São Leopoldo, São Marcos, São Sebastião do Caí, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Tabaí, Tapes, Taquara, Taquari, Teutônia, Tramandaí, Três Coroas, Triunfo, Tupandi, Vale Real, Veranópolis, Viamão, Westfalia e Xangri-lá.

Para saber mais informações sobre como se preparar para desligamentos do sinal analógico dos canais de TV aberta, acesse este portal especial.

Benefícios da mudança

O desligamento do sinal analógico irá liberar a faixa de 700Mhz para que a oferta de internet 4G possa ser expandida na região. O 4G é uma das tecnologias mais avançadas do mundo, que permite a celulares, smartphones, laptops e tablets acessarem sinal de voz e dados a velocidades muito mais rápidas, até mesmo em ambientes fechados. De acordo com um estudo da GSM Association, esse processo de migração para TV digital pode trazer mais de US$ 5 bilhões ao PIB brasileiro, além de mais de 4 mil empregos.

A TV Digital também oferece uma série de melhorias em relação ao sinal analógico. A transmissão possui qualidade muito superior tanto de imagem quanto de som. Outra questão fundamental são os recursos interativos. Por meio do sinal digital, o telespectador pode ter acesso a conteúdos adicionais como informações de bastidores, galerias de imagens do programa, ofertas de produtos relacionados, previsão do tempo e notícias em texto – tudo gratuitamente e de acordo com as definições de cada emissora.

Brasília: a primeira capital brasileira com sinal de TV aberta 100% digital

No dia 17 de novembro, o sinal analógico de televisão foi desligado em Brasília. Mais de 4 milhões de moradores da região passaram a assistir os canais abertos de televisão apenas pelo sinal digital, que transmite a programação gratuitamente com imagem e som de cinema. Para cumprir sua missão no Distrito Federal, a Seja Digital promoveu ações sociais, mutirões de orientação e parcerias com organizações sociais e distribuiu cerca de 340 mil kits gratuitos com antena, conversor e controle remoto. Em breve, as campanhas de comunicação e as ações de mobilização chegarão a Porto Alegre e região anunciando o desligamento do sinal analógico dos canais abertos de televisão.

 

De Porto Alegre a Miami em uma Harley-Davidson 2293

Moto

O que você levaria nessa viagem?

Se para quem vai viajar de avião as dúvidas de o que levar na mala já são comuns, imagina para quem vai encarar uma primeira viagem longa de moto? Se são mulheres as viajantes motociclistas, elas prezam pelo minimalismo e levam a praticidade à risca, mas sem deixar de lado a capacidade de contornar transtornos e serem criativas na hora de solucionar problemas.

A dupla Ana Pimenta e Ana Sofia estão encarando uma jornada de 28.000km, com destino a Milwaukee (EUA) para celebrar a vida e os 115 anos da Harley-Davidson. Elas partiram de Porto Alegre (RS) no dia 19 de maio com a meta de passar por 11 estados brasileiros e concluir a visita em 115 concessionárias da marca, somando as nacionais e as situadas em cidades dos EUA, em meados de setembro. No projeto batizado de The Ride 115, o planejamento do que levar em uma viagem desse porte é fundamental, mas a experiência dos mais de 300 mil km que elas somam viajando sobre duas rodas foi fator decisivo para as escolhas. Elas compartilham as dicas para que os “marinheiros de primeira viagem” identifiquem o que é importante colocar na mala de acordo com o perfil e a rota.

Faça uma lista e reavalie cada item para destacar o que é importante – Capacete, luvas e bota são itens básicos para os motociclistas e são listados como bagagem. Itens para higiene pessoal podem ser calculados para determinados períodos ou só até a parada em alguma cidade, loja ou hotel onde possam ser repostos.

“Além da bota para andar de moto, levamos outro par multiuso adequado para chuva, trilhas ou caminhadas, um tênis e um chinelo. Parece muita coisa, se não fosse a quantidade de destinos, as mudanças de clima e os encontros que programamos e previmos em nossa viagem. Quanto menos, melhor, mas desde que atenda nossas necessidades”, pontua Ana Sofia.

Viajante1Os itens básicos para o motociclista também contam como bagagem, pois ocupam espaço – Extensor, reparador de pneu, bombinha para calibrar, por exemplo, são conhecidos pelos motociclistas e indispensáveis para a manutenção da moto na estrada. “A lista separada por seções diminui o risco de esquecer qualquer coisa. Coloque de roupas a documentos, até os eletrônicos, a farmácia particular, protetor solar… Isso ajuda na organização”, aconselham.

Separe o roteiro por pequenos blocos e leve roupa suficiente para aquele período. “No nosso caso, separamos roupa para uma semana e paramos na lavanderia. Nosso projeto é uma viagem que dura meses e que precisa cumprir agenda, então lavar duas ou três peças na pia do hotel, às vezes, ajuda muito. O que fomos vestindo entra na conta total se, por exemplo, coloquei duas calças jeans, especifiquei que uma vai no corpo e outra na mala”, explica Ana Pimenta.

Opte por peças “coringa”, independente do roteiro ou época do ano da viagem. Existem regiões no Brasil, por exemplo, em que as mudanças de temperatura em um dia são surpreendentes, mas mesmo em países em que isso não acontece, as peças feitas com tecidos inteligentes, como as “segundas peles” para o frio ou as que deixam a pele respirar e dissipam o calor acabam ocupando menos espaço e ajudam demais os motociclistas. Capa de chuva e colete para o frio são outras peças muito úteis.

Roupas e calçados novos? Se puder, evite. Deixar para usar coisas novas durante a viagem pode causar prejuízo, mas o contrário também se aplica. “A gente sempre fala para todo mundo quando viajar ir sempre com aquelas roupas que estão acostumados, as mais confortáveis. Nada de roupa nova, que aperta e machuca. Dessa vez eu exagerei: descolou o solado da minha bota, pegamos chuva e eu fiquei pensando em como iria andar com a bota descolada. Arrumei quando paramos em São Paulo”, finaliza Ana Sofia.

Um ponto a considerar é o porte da moto e qual a maneira mais confortável que cada um leva sua bagagem. Com o passar dos dias o cansaço é inevitável e o peso na moto faz diferença, por isso, o controle do peso da bagagem não deveria ser esquecido.

As Ana’s iniciaram o trecho internacional do The Ride 115 em Miami, no dia 26 de junho para visitar quase duas dezenas de concessionárias pela Flórida e seguir por outros estados até o grande dia de celebrar com outros harleyros, em Milwaukee.

Potencial do mercado segurador no Nordeste do Brasil 5857

Alvo

Confira entrevista com executivo de contas do Grupo MBM em PE e PB

Rodrigo Rabelo é executivo de contas do Grupo MBM em Pernambuco e na Paraíba

Rodrigo de Brito Rabelo é executivo de contas do Grupo MBM. Responsável pelas filiais de Pernambuco e Paraíba, o profissional completa dois anos de companhia no próximo dia 1º de novembro. Formado em Comunicação Social, com passagens pela Bradesco Seguros, MetLife, Tempo Saúde e Zurich Seguros, afirma que hoje vive o momento mais feliz em sua carreira no mercado segurador.

A Revista JRS conversou com o executivo para saber um pouco mais sobre o vasto potencial do mercado segurador no Nordeste do Brasil.

JRS: O Nordeste representa aproximadamente 10% de participação no setor brasileiro de seguros, qual o potencial deste nicho na região?

Rodrigo Rabelo: O Nordeste é a região com maior potencial de crescimento do setor de seguros, e por isso temos muito a crescer, principalmente no ramo de pessoas, já que é pouco explorado pelos corretores de seguros que, na sua grande maioria, comercializam apenas o seguro de automóvel. Os corretores já sinalizam a importância da diversificação das suas carteiras, consolidando um excelente resultado para reverter o quadro de 80% da população brasileira que não possui seguro de vida. São milhões de pessoas desprotegidas por não terem está importante e necessária proteção.

JRS: É visível a mudança no consumidor de seguros em Pernambuco e Paraíba diante de mais informações sobre a proteção securitária disponíveis ao grande público?

RR: Sim, a mudança do consumidor no que se refere a aquisição de seguros em nossa região, está mudando culturalmente, eles estão mais conscientes da importância de se proteger e desenhar uma sucessão familiar sem atropelos, graças aos incentivos das Seguradoras, através de campanhas e treinamentos e a consciência dos corretores em proteger as famílias.

JRS: Quais as principais premissas do Grupo MBM para crescer na localidade?

RR: A missão do Grupo é comercializar seguros e planos de previdência de forma a oferecer segurança e confiabilidade a seus clientes e estar junto do corretor de seguros, que é o único e capaz de promover o bem social, é de fundamental importância. Para isso, o Grupo vem investindo em novos produtos e tecnologia, como exemplo cito o lançamento do Seguro AP Caminhoneiro, importantes melhorias foram feitas no nosso produto para Pequenas e Médias Empresas com até 499 vidas, além do início da operação totalmente online do APP Passageiros, que é um dos produtos que elencamos como carro-chefe da seguradora.

JRS: Quais outros pontos você considera importantes na operação regional?

RR: O Grupo MBM é realmente uma empresa sólida, com mais de 68 anos no mercado e com profissionais gabaritados em todas as suas áreas, isso é muito importante porque traz credibilidade para o mercado, não só em nossa região, mas em todo Brasil. Em minhas visitas comerciais tenho falado que não queremos e nem temos a pretensão de ser a maior seguradora
do país, mas estamos trabalhando para ser a melhor em nossa área, que é proteger pessoas.

Tive oportunidade de trabalhar em outras empresas do ramo de seguro de pessoas e afirmo que a operação do Grupo MBM, desde a cotação, implantação, faturamento e regulação de sinistros, nos dá tranquilidade para sair ao mercado e buscar novos negócios a cada dia. Além disso, tenho recebido todo o apoio da superintendência e diretoria comercial, o Alexsander Kaufmann e o Luiz Eduardo Dilli Gonçalves, que têm nos atendido sempre que solicitamos. Recentemente realizamos um importante investimento no 3º Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste, o Conseg-NE, além de patrocinar a proteção de todos os participantes do evento com o nosso Seguro AP Eventos, levamos em torno de trinta corretores de Pernambuco para Maceió, em um ônibus com toda segurança e conforto, tudo feito com muito cuidado e carinho e com apoio fundamental de nossa área de marketing e do Sincor- PE, através do Carlos Valle, presidente do Sindicato, e da Izabel Lopes, diretora Social da entidade.

JRS: Como ser responsável pelas filiais de PE/PB transformou sua visão sobre carreira e vida profissional?

RR: Ser responsável pela operação comercial e gestão das filiais de Pernambuco e da Paraíba, está sendo para mim um desafio muito bacana. Participar da mudança de rumo e expansão da empresa, ver os objetivos sendo superados a cada mês é muito gratificante, no mês de abril, por exemplo, batemos recorde de vendas em prêmios emitidos na nossa região e no mês de maio o recorde foi da quantidade de negócios emitidos. Isso não tem preço e para o profissional da área comercial esta é a melhor parte, a superação dos objetivos propostos.

JRS: Conte um pouco sobre sua trajetória no mercado segurador. Quais as experiências mais significativas poderia destacar?

RR: Iniciei no mercado em 2001, no ramo de benefícios, em uma grande seguradora de seguros saúde e odontológico, tive passagens por duas grandes multinacionais do ramo de vida e previdência, mas destaco a oportunidade que tive em gerenciar uma filial do ramo de saúde e odonto de uma empresa que estava iniciando sua operação na região com marca ainda desconhecida do mercado e esse foi um momento de grande aprendizado em minha vida profissional. Da mesma forma que atualmente tenho a missão de fazer a gestão comercial do Grupo MBM nos estados da PB/PE/AL e RN, um desafio enorme e gratificante diante dos resultados já alcançados.

JRS: Mesmo diante do clima de incerteza econômica, você acredita no fôlego de crescimento do mercado segurador? 

RR: Pesquisas recentes mostram que ainda existe uma baixa penetração do seguro na população brasileira, por isso mesmo com crises e incerteza econômica, o mercado é pujante, grande parte da sociedade não possuem seguro saúde privado, Seguro de vida, seguros de residência e até mesmo o seguro do automóvel, apenas 20% da frota brasileira é segurada, portanto,acredito sim que nosso mercado ainda tem muito a crescer.

Confira este e outros conteúdos relevantes na edição 214 da Revista JRS!

Seminário aborda novas perspectivas para aposentadoria 2823

Caminhos para o Futuro

Encontro acontece no dia 31 de julho, em Porto Alegre (RS)

Enquanto a sociedade debate os possíveis modelos de reforma da Previdência e as consequências para as gerações de trabalhadores, as pessoas não se dão conta de uma verdade inevitável: há tempos, a Previdência Social não é mais suficiente para atender as expectativas e necessidades de renda de grande parte da população. Quem espera segurança e tranquilidade na aposentadoria tem que adotar uma postura mais proativa e planejadora em relação às finanças, assumindo agora o controle do futuro.

O caminho depende de uma mudança de atitude em relação aos gastos mensais, à capacidade de poupar e investir para obter uma renda que sustente o padrão de vida na hora de sair do mercado de trabalho. Mas não basta cuidar somente da saúde financeira, o corpo e a mente também precisam de investimentos para levar uma aposentadoria mais saudável, a fim de aproveitar os frutos do esforço de poupança previdenciária.

É com este enfoque que a Fundação CEEE está realizando a 5ª edição do Seminário Caminhos para o Futuro, debatendo o tema “Previdência particular: uma nova aposentadoria, saudável e longeva”. O seminário está agendado para o dia 31 de julho, no Centro de Eventos do Barra Shopping Sul, em Porto Alegre, a partir das 13h30min, com inscrições gratuitas no site da Fundação CEEE. A participação neste seminário também pontua créditos para o Programa de Educação Continuada do ICSS.

Para falar sobre esses temas, a Fundação convidou o economista e educador, Marcos Silvestre, que mostrará o caminho para você construir sua previdência particular, assumindo o comando de sua preparação para aposentadoria e financiando o futuro que você sonha. O Dr. Emílio Moriguchi, um dos maiores especialistas em saúde do Brasil, coordenador do Centro de Geriatria e Gerontologia do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, vai abordar os desafios da longevidade e a necessidade de nos prepararmos para ter uma vida mais longa e saudável. Completando o time de palestrantes desta quinta edição do Seminário Caminhos para o Futuro, o presidente da Fundação CEEE, Rodrigo Sisnandes Pereira, vai falar sobre como a Previdência Complementar pode ampliar sua cobertura para uma parcela maior da população.

O evento é realizado pela Fundação CEEE em parceria com a Família Previdência. RSul Vida Seguros, Icatu Seguros e SulAmérica patrocinam a 5ª edição do Caminhos Para o Futuro.

Associação Comercial de POA recebe União Seguradora 1206

Entidades figuram como tradicionais na história do RS

A Associação Comercial de Porto Alegre e a União Seguradora se aproximaram e conheceram as atividades de ambas, uma vez que as duas se tratam de entidades de tradição histórica no Rio Grande do Sul, durante encontro no último dia 29. O presidente da ACPA, Paulo Afonso Pereira, recebeu o diretor comercial João Lock.

O diretor comercial da União Seguradora, João Lock, e o presidente da ACPA, Paulo Afonso Pereira. Divulgação

A Associação foi fundada em 1858 e presta um excelente serviço à Capital gaúcha como entidade empresarial e associativa civil de comércio. O prédio em que está localizada sua sede é um ícone da arquitetura porto-alegrense, projetado pelo arquiteto José Lutzenberger em 1940, possui 27 salas distribuídas em quatro andares com infraestrutura completa para palestras, convenções, treinamentos e eventos sociais.

Seguro de transporte internacional precisa de incentivos para crescer 9119

Transporte

Nicho apresenta potencial de crescimento

Com um movimento de R$ 420 milhões por ano, o seguro de transporte internacional apresenta potencial de crescimento à medida que o Brasil aumente seus volumes de importação e exportação. De acordo com dados divulgados na Carta de Conjuntura do Sindicato dos Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), as seguradoras que dominam o setor chegam a faturar R$ 5 milhões ao ano, cifras que podem ser majoradas com alinhamento de resoluções.

Embora o seguro de transporte internacional nunca tenha sido obrigatório no Brasil, a Resolução 3/1971 determinava que as empresas contratassem uma apólice de transporte internacional em terras brasileiras. No entanto, a Resolução 180/2007 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) revogou a anterior, voltando a permitir que o seguro da importação fosse contratado no exterior.

De acordo com o CNSP a medida de revogação foi necessária para aplicar a previsão legal introduzida pela Lei Complementar 126/2007. “Contudo, não entendemos que mexer na Resolução 3/1971 fosse necessária, uma vez que a LC 126/2007 se referia a várias modalidades de seguros e não especificamente ao transporte internacional”, comenta o coordenador da Comissão de Transportes e Cascos Marítimos do Sincor-SP, Ricardo Labatut.

Para os corretores membros da Comissão, a mudança beneficia as empresas no exterior que exportam para o Brasil, pois o seguro contratado se inicia na planta do exportador e termina no porto/ aeroporto brasileiro. Embora o Brasil apresente cotações competitivas, frente a contratação do seguro no exterior, e pode ser vantajosa para o importador e exportador.

Nesse cenário, nenhuma seguradora internacional tem interesse em cobrir o trecho em território nacional, já que força o importador a contratar um novo seguro de transporte nacional para levar a carga ao destino, encarecendo o custo final do produto, e contando ainda com cobertura reduzida na apólice, sendo que é um complemento de viagem internacional.

Labatut explica que, “se houvesse a manutenção da proibição de se contratar o seguro de importação no exterior, haveria uma redução do custo final do produto brasileiro, pois se contrataria apenas um seguro. A manutenção também evitaria a evasão de divisas, no que diz respeito ao seguro para o exterior, pois não há fiscalização sobre a quantia declarada do seguro nas faturas comerciais das importações, que são enviadas para a contratação da apólice pelo exportador“.

Confira a Carta de Conjuntura de maio.