Computação cognitiva, uma aliada do back office digital 203

É possível obter soluções personalizadas e imediatas aos clientes

Um dos maiores motivos do atraso dos bancos em relação à Transformação Digital é a forma de pensar baseada no seu legado que, muitas vezes, impede de criar uma estratégia 100% digital e, consequentemente, colocar o cliente no centro das atenções.

Reprodução

Ser digital não significa apenas oferecer um aplicativo que facilite a vida do cliente para a abertura de uma conta corrente, por exemplo. Na verdade, essa é apenas uma parte do desafio. Junto à criação de um aplicativo, as demandas internas crescem proporcionalmente e, consequentemente, os custos. A segunda parte do desafio, então, é como criar um back office digital que agilize as demandas internas com redução de custos.

Em outras palavras, oferecer um produto com boas práticas de programação e respeitando aspectos do design não tem importância se a experiência do usuário não for priorizada de ponta a ponta e seu problema resolvido sem um acréscimo agressivo de custo interno para viabilizar a demanda das ações digitais.

Eduardo Pugliesi é diretor de Inovação e de Business Intelligence da Sonda, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia

Antes de implementar uma estratégia de Digital-First é importante que os bancos tenham desconstruído sua mentalidade baseada em seu legado para dar condições de, realmente, pensar nas necessidades do cliente com o desafio de não ter aumento de custo.

Por meio de redes sociais, aplicativos de geolocalização e a própria conta corrente, já temos conhecimento dos passos, preferências e lançamentos deles. Agora, o desafio é como usar essas informações propondo uma interação digital inteligente, antecipando respostas e cenários no momento em que o cliente precisa. A computação cognitiva pode apoiar nesta jornada, enquanto o time de atendimento ganha tempo para se dedicar às tarefas que só os humanos podem fazer: relacionamento e estratégia.

Utilizando recursos de inteligência artificial, machine learning, data mining e modelos preditivos, algoritmos, históricos, entre outros, a computação cognitiva, basicamente, busca compreender e responder à linguagem humana, fornecendo soluções para tomadas de decisão em cenários complexos. No segmento financeiro, os sistemas cognitivos podem, por exemplo, fazer a análise minuciosa de um investidor para oferecer as melhores aplicações ao seu perfil. Na análise de crédito, os clientes podem receber respostas imediatas de pedidos de empréstimo com mais precisão, porém com redução do custo interno.

Considerando as análises de tendência, padrões de comportamento, insights do mercado e redes sociais, o segmento financeiro poderá fornecer soluções personalizadas e imediatas aos seus clientes. Para isso, basta fazer o “reset” dos modelos de gestão legados e dar oportunidade para que se possa encarar as novas possibilidades que a computação cognitiva possibilita aos negócios atuais, que têm como foco a melhor experiência do cliente.

Seguros para celulares cresceram 70% no ano passado 3624

Corretora viu números expandirem 80% em plataforma digital

Segundo a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), o mercado de seguro para celulares obteve expansão de 70% em 2017. De R$ 530 milhões, em 2016, este nicho passou a representar R$ 900 milhões do faturamento do setor de seguros.

Com o público cada vez mais conectado, a tendência é de que as contratações pela internet sejam impulsionadas. A corretora online BemMaisSeguro, por exemplo, viu suas vendas online crescerem 80% no ano passado.

“A contratação acontece sem burocracia, pela internet ou telefone. São exigidas apenas informações solicitadas pelo órgão regulador do mercado. O consumidor faz o upload da nota fiscal do aparelho e registra o IMEI”, explicou Helena Alves, gerente do Canal Digital da corretora. Para ela, este processo reduz processos e, principalmente, a liberação de sinistro quando o cliente precisar acionar o serviço contratado. “Isso permite inclusive preços mais competitivos”, completou.

As principais coberturas protegem contra roubo, furto qualificado, quebra acidental e oxidação – além de seguro contra acidentes pessoais.

Outra visão sobre a Youse e demais players 10068

“Quem ficar preso ao passado vai desaparecer”, afirma especialista

Conforme antecipado por JRS na última sexta-feira, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou a operação da Youse como seguradora digital. A plataforma permite a contratação de seguros sem o intermédio do corretor de seguros, através de plataforma online, o que gerou bastante polêmica nos últimos meses.

Segundo a publicação da autarquia que regula o mercado brasileiro de seguros, a decisão em relação a Youse é baseada no disposto na alínea a do artigo 36 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, além do que consta no processo Susep 15414.630784/2017-67. A seguradora digital agora será uma sociedade anônima e deverá alterar o objeto social, para contemplar a exploração das operações de seguros de danos e pessoas.

O estatuto social da Youse deverá sofrer alterações, após assembleia geral, para adaptação ao que está disposto no artigo 94 do Decreto-Lei nº 73, de 1966, que regula as operações de seguros e resseguros no Brasil. O capital social foi elevado para R$ 40 milhões, divididos em 40 milhões de ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.

Para o professor da Escola Nacional de Seguros e diretor de ensino do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro, Arley Boullosa, “o cliente não é de ninguém”. “Não adianta acharmos que o mercado será apenas dos corretores tradicionais, cada vez mais teremos outros agentes entrando, e isso é ótimo”, explica.

Segundo Boullosa, a penetração do ramo segurador ainda é muito pequena. “Demos e damos muito espaço para a concorrência pela ineficiência. Se não abordamos, não vendemos. Se não fazemos, alguém vai fazer, e não adianta ficarmos reclamando”, conta. Para o professor, os corretores precisam investir em qualificação, profissionalismo e “partirem para o ataque e fazer diferente”.

“Quem ficar preso ao passado vai desaparecer. Precisamos ser menos amadores porque não vai parar apenas na Youse. O Brasil tem um potencial enorme, todos querem dinheiro novo e o setor de seguros tem muito”, diz Arley Boullosa.

Para o diretor de ensino do Sincor-RJ é a hora de utilizar a tecnologia a favor dos profissionais da corretagem. “Quem não tiver planejamento, estratégia, metas, gestão de pessoas e foco, vai ficar para trás. Não é hora de reclamarmos, é hora de mudar, reinventar e trabalhar muito mais”, completa.

Para finalizar, o especialista lembra que a operação da Youse não incomoda o corretor que se qualifica. “Podemos aprender muito com a Youse, com seus erros e acertos. Ficar se lamentando é perda de tempo. Sempre vai ter espaço para quem é bom no que faz. Quem não se garante precisa de ‘proteção’. Vamos enfrentar que o mercado mudou e somente os melhores irão seguir em frente”, finaliza.

Procurada, a Susep limitou-se a comentar que a companhia seguiu o mesmo processo de exigências de operação que qualquer outra seguradora.

Susep autoriza operação digital da Youse 6219

Decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira

Os rumores sobre a autorização da Youse para atuar como seguradora digital foram confirmados nesta sexta-feira. A decisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep) foi publicada nesta segunda-feira, no Diário Oficial da União.

A novidade deve marcar uma nova fase para o setor de seguros no Brasil. Diversas companhias aguardavam o desenrolar da operação da Caixa Seguradora para apostar de vez na distribuição de seguros nos canais digitais.

Veja também: Outra visão sobre a Youse e demais players.

Procurada, a Susep limitou-se a comentar que a companhia seguiu o mesmo processo de exigências de operação que qualquer outra seguradora.

Encontro virtual sobre inovação acontece nesta segunda 1602

talk

Diretor da SulAmérica participa do próximo Video Talks, promovido pela NetGlobe

O Diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri, apresentará o case de sucesso da companhia na edição de hoje do Video Tales. Barbieri será um dos palestrantes do evento promovido pela NetGlobe, que será transmitido ao vivo nesta segunda, a partir das 16h. O tema será “Prontos para o Mundo Digital“, onde o executivo apresentará a estratégia de inovação da empresa, além de iniciativas tecnológicas que podem contribuir para desenvolver o setor de seguros.

“As plataformas digitais têm proporcionado experiências únicas aos nossos clientes. Somos pioneiros em muitas das ferramentas, neste mercado a inovação tecnológica já é realidade. Compartilhar essas ideias é promover o crescimento do mercado como um todo”, disse o executivo.

Durante o debate virtual, de 60 minutos, o público poderá interagir com os palestrantes. Para assistir basta acessar este link.

Plataforma digital assegura renda com auxílio do Corretor de Seguros 5103

Startup Seguros inova processos e oferece soluções completas para clientes e profissionais da corretagem

Mesmo com a tendência de recuperação econômica, ainda é grande o número de brasileiros com medo de perder o emprego. Segundo o Índice Nacional de Confiança (INC), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), este número chega a 55% da população. Pensando nisso, a Startup Seguros criou uma plataforma totalmente online, que une Corretores de Seguros e consumidores que carecem de soluções para proteção de renda.

Instalações da Startup Seguros / Divulgação
Instalações da Startup Seguros / Divulgação

“Fazemos desde a comercialização do seguro até o processo de liquidação do sinistro. Toda parte de comercialização é realizada com a indicação do corretor de seguros mais próximo, indicado pela ferramenta de geolocalização da nossa inteligência artificial. A plataforma não comercializa de maneira direta, porém, todo o processo de emissão de apólice e cobrança de prêmio é realizada por ela”, conta Maurício Faggion, CEO da Startup Seguros.

Diversas ferramentas como chatboot e WhatSac estão à disposição dos profissionais do seguro e consumidores, sempre com garantia da Capemisa Seguradora, parceira da corretora nesta operação digital. “Este seguro garante renda em caso de desemprego por incapacidade física temporária de maneira individual, de acordo com a necessidade e objetivo do cliente – ou seja, garantir o pagamento da mensalidade de uma escola, da prestação do condomínio, ou até mesmo sua faculdade – por isso disponibilizamos ainda o seguro educacional. Isso tem sido um sucesso e ultrapassou todas as nossas expectativas”, conta Faggion.

Corretores paceiros

Segundo o CEO da Startup Seguros, todo e qualquer corretor de seguros devidamente habilitado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) pode trabalhar com os produtos ofertados na plataforma digital. Basta ser cadastrado na seguradora parceira. “Não aceitamos a comercialização de maneira direta por nossos propósitos, afinal, o corretor é quem dá a devida atenção aos anseios dos clientes”, explica.

“Nossa intenção não é de fidelizar o cliente à plataforma, e sim, ao corretor. Até mesmo porque nossa plataforma é voltada a vários produtos”, comenta Faggion ao explicar que produtos destinados às Convenções Coletivas, por exemplo, também são contemplados pela plataforma. “Todas as técnicas e ferramentas foram criadas para facilitar o cross selling dos corretores, mesmo onde existe uma baixa penetração do seguro, como para profissionais de bares e restaurantes”, evidencia.

A plataforma da Startup Seguros pode adaptar-se à quaisquer necessidades de comercialização, atingindo mais de 8.952 clientes atualmente, segundo levantamento da corretora. “Em menos de 4 minutos você entende e adquire o seguro – tudo isso através da inteligência que nós desenvolvemos”, finaliza.

Queremos conhecer ainda mais nosso público, participe da pesquisa de opinião! (Leva menos de 2 minutos)Participar
+