Computação cognitiva, uma aliada do back office digital 25

É possível obter soluções personalizadas e imediatas aos clientes

Um dos maiores motivos do atraso dos bancos em relação à Transformação Digital é a forma de pensar baseada no seu legado que, muitas vezes, impede de criar uma estratégia 100% digital e, consequentemente, colocar o cliente no centro das atenções.

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Ser digital não significa apenas oferecer um aplicativo que facilite a vida do cliente para a abertura de uma conta corrente, por exemplo. Na verdade, essa é apenas uma parte do desafio. Junto à criação de um aplicativo, as demandas internas crescem proporcionalmente e, consequentemente, os custos. A segunda parte do desafio, então, é como criar um back office digital que agilize as demandas internas com redução de custos.

Em outras palavras, oferecer um produto com boas práticas de programação e respeitando aspectos do design não tem importância se a experiência do usuário não for priorizada de ponta a ponta e seu problema resolvido sem um acréscimo agressivo de custo interno para viabilizar a demanda das ações digitais.

Eduardo Pugliesi é diretor de Inovação e de Business Intelligence da Sonda, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia

Antes de implementar uma estratégia de Digital-First é importante que os bancos tenham desconstruído sua mentalidade baseada em seu legado para dar condições de, realmente, pensar nas necessidades do cliente com o desafio de não ter aumento de custo.

Por meio de redes sociais, aplicativos de geolocalização e a própria conta corrente, já temos conhecimento dos passos, preferências e lançamentos deles. Agora, o desafio é como usar essas informações propondo uma interação digital inteligente, antecipando respostas e cenários no momento em que o cliente precisa. A computação cognitiva pode apoiar nesta jornada, enquanto o time de atendimento ganha tempo para se dedicar às tarefas que só os humanos podem fazer: relacionamento e estratégia.

Utilizando recursos de inteligência artificial, machine learning, data mining e modelos preditivos, algoritmos, históricos, entre outros, a computação cognitiva, basicamente, busca compreender e responder à linguagem humana, fornecendo soluções para tomadas de decisão em cenários complexos. No segmento financeiro, os sistemas cognitivos podem, por exemplo, fazer a análise minuciosa de um investidor para oferecer as melhores aplicações ao seu perfil. Na análise de crédito, os clientes podem receber respostas imediatas de pedidos de empréstimo com mais precisão, porém com redução do custo interno.

Considerando as análises de tendência, padrões de comportamento, insights do mercado e redes sociais, o segmento financeiro poderá fornecer soluções personalizadas e imediatas aos seus clientes. Para isso, basta fazer o “reset” dos modelos de gestão legados e dar oportunidade para que se possa encarar as novas possibilidades que a computação cognitiva possibilita aos negócios atuais, que têm como foco a melhor experiência do cliente.

Solução digital foca em agilidade e aumento de vendas para o corretor 29

ZIM será apresentado durante o 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros

Vender mais, potencializar a aproximação com clientes, visualizar dados remotamente e poupar tempo. Esses são alguns dos benefícios que o corretor de seguros terá com a utilização do Zim, uma solução digital totalmente inovadora no mercado de seguros, que será lançada no dia 12 de outubro, em homenagem ao Dia do Corretor.

O Zim é uma solução criada especialmente para o corretor de seguros. Foi idealizada com foco no perfil e comportamento desse profissional, com funções fáceis de usar e interface intuitiva, reunindo ferramentas necessárias para que seu trabalho se torne mais prático, eficiente e competitivo.

“A rotina de trabalho do corretor de seguros é complexa e exaustiva. Hoje, ele gasta muito tempo na atividade meio e tem pouco tempo para o que interessa vender e se relacionar melhor com o cliente. Recursos e ferramentas que venham para facilitar o seu dia-a-dia são muito bem-vindos. É, por isso, que aguardamos com grande expectativa a chegada do Zim ao mercado. Sem dúvida, será um valioso e poderoso aliado para o corretor desempenhar suas funções, organizando melhor sua vida e aumentando a produtividade do negócio”, adianta o presidente da Fenacor, Armando Vergílio.

Por que digitalizar sua logística com o Blockchain? 1980

Confira artigo de Bruno Silva, arquiteto de software

Atualmente, empresas tratam de contratos e parcerias que se resumem a uma cadeia de influências e disponibilidades de serviços ao qual a responsabilidade termina em processos criados de forma personalizada pelos fornecedores. Desta forma, entende-se que um supply chain ou cadeia de suprimentos, pode sofrer com condutas e históricos que, muitas vezes, não são expostos e, ou, rastreáveis. Diante deste cenário, como seria digitalizar a logística do seu negócio?

O Blockchain, que trata de uma cultura de necessidades validadas e expostas a cada etapa de um processo logístico, pode auxiliar as empresas nestas deficiências, capacidades e corrupções de contratos que, muitas vezes, não são possíveis de se identificar e, ou, precisam de muita atenção para encontrar possíveis focos de desalinhamento.

Mas como isso é possível? Transparência, segurança e rastreabilidade são pontos chaves que definem como as empresas atuarão nesta nova cultura. Estabelecidos os vínculos, os históricos serão inquebráveis, possibilitando uma nova forma de fazer negócio, baseada em contratos de alta confiabilidade e sem as barreiras de taxas, dependências bancárias ou sistemas comerciais engessados.

O Blockchain funciona como uma base de dados, no qual um conjunto ou bloco de informações se utilizam da validação criptografada para se conectar, resultando numa história que se compõe entre cada comunicação do bloco adicionado, formando assim uma corrente. Se esta corrente possui uma visão financeira, por exemplo, ela transparece as validações entre cada participante, que as fidelizam em toda a tramitação, ou seja, a transação inicial de um blockchain cria um histórico imutável e resgatável da transação que o acompanha em uma cadeia criptografada de documentos e transações financeiras digitais.

O histórico que se identifica pela chave criptografada é único do início ao fim e é eterno. Para hackear o blockchain, seria preciso quebrar a criptografia de todos os blocos da cadeia, em todos os computadores da rede e ao mesmo tempo, o que torna a tarefa virtualmente impossível, configurando um processo altamente seguro. Hoje, o blockchain já não se trata de vanguarda, mas sim de uma mudança de cultura que abrirá as portas para a realidade do mercado em transações digitais, trazendo inúmeras vantagens para o negócio por meio do poder das redes descentralizadas, que eliminarão o difícil, demorado e caro processo das negociações entre os bancos, bem como reduzirão os custos de transação, operacionais, de TI e de requisitos de capital.

*Bruno Silva é arquiteto de software da área de inovação da AMcom, empresa especializada em serviços de tecnologia  que atua com consultoria, fábrica de projetos e de software, sustentação e alocação.

Sompo aborda desafios da Transformação Digital em seguradoras 20

Diretor de TI apresenta como as novas tecnologias podem contribuir para dinamizar a jornada do cliente

O impacto da transformação digital nos processos e gestão das seguradoras vai ser um dos focos da participação da Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – no BINTECH 2017 – 2nd Annual – Banking and Insurance Technology Forum Brasil. Durante o evento, que acontece nesta quinta-feira, dia 21 de setembro, no Hotel Golden Tulip Belas Artes (Rua Frei Caneca 1199), em São Paulo (SP), Wander Bringhenti, Diretor de Tecnologia da Informação da Sompo Seguros apresenta um pouco da experiência vivenciada com a implementação de inovações que têm como objetivo propiciar um incremento no processo de transformação digital da companhia.

Wander Bringhenti, diretor de TI da Sompo Seguros. Divulgação

Às 15h30, Bringhenti ministra a palestra Transformação Digital com foco no Cliente. Na ocasião, o executivo vai mostrar que a transformação digital já está bastante presente na mudança dos processos operacionais da Sompo, bem como na experiência do cliente. Todos os trâmites e meios de relacionamento da Sompo com segurados e corretores de seguros já passaram por um upgrade tecnológico, no qual foram promovidas atualizações que geraram ganho em termos de tempo de atendimento etc; bem como em novas funcionalidades. Dois exemplos são o Portal do Corretor e o Portal do Segurado, que evoluíram substancialmente e que, hoje, propiciam ao usuário administrar seu dia-a-dia, negócios e trâmites junto à seguradora.

Já às 16h30, o executivo participa da mesa redonda O Futuro é Agora? Desmistificando Desafios e Oportunidades da Era Digital e Ponderando Próximos Passos para Bancos e Seguradoras, que tem como objetivo levar a debate as tendências, necessidades e oportunidades em termos de inovação tecnológica, bem como apresentar a ótica de importantes players do segmento sobre o tema.

“A transformação digital busca alcançar uma mudança nos processos operacionais, redução considerável de custos e incremento de receita. Mas o principal objetivo é o de gerar uma experiência adequada para o cliente. A equipe da companhia deve ser preparada para lidar com os processos e novas tecnologias e precisa ter a capacidade de ‘experimentar’ o novo. A velocidade e qualidade na realização de mudanças sistêmicas também precisa de ajustes, para os novos ‘Time to Market’ exigidos”, destaca Wander Bringhenti, Diretor de Tecnologia da Informação da Sompo Seguros.

MetLife moderniza estrutura física para otimizar processos e ficar mais próxima dos corretores 39

Projetos arrojados e conectados dão novos ares aos ambientes da empresa, refletindo abertura, agilidade e organização

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Os últimos meses estão sendo de efervescência para a MetLife, uma das maiores seguradoras do mundo. Disposta a trazer novos ares para o negócio, visando a condições melhores para acompanhar as modificações cada vez mais velozes pelas quais o mundo passa, a operação brasileira decidiu promover uma mudança de cultura organizacional, que se revelou também na reformulação dos ambientes de trabalho.

“A gente mudou o nosso layout, não só no escritório de São Paulo, mas em várias das nossas filiais”, conta Raphael de Carvalho, presidente da seguradora. Segundo ele, a reformulação significa mais do que uma mudança arquitetônica. “Essa mudança física, no fundo, é pra transmitir o sentimento de uma MetLife aberta, ágil e, principalmente, organizada para estar próxima dos corretores de seguros”, explica. “Por meio dela, quisemos reforçar nossa nova filosofia de gestão, de maior colaboração, tanto entre as áreas como com nossos parceiros”, complementa o executivo.

Para elaborar o novo visual, a empresa se inspirou no conceito de simplificação, que passou a ser adotado no desenvolvimento das ofertas da companhia. “Estamos empenhados na criação de produtos e serviços que possam de fato ajudar o corretor e atender às necessidades dos clientes de forma mais objetiva”, comenta Carvalho.

Na prática, o que se viu foi a retirada de divisórias, unificação do mobiliário, utilização de peças modernas e de uma nova paleta de cores, além da adoção de estações de trabalho rotativas, para a composição de estruturas mais arrojadas e conectadas. O modelo favorece a nova diretriz adotada pela empresa, que prevê que a atuação dos profissionais esteja alinhada por objetivos e projetos – não mais por áreas -, para que haja maior eficiência e facilidade de gestão.

Os projetos arquitetônicos tiveram um cuidado especial com os ambientes para receber os corretores e favorecer o foco no cliente. “Espaços que privilegiam o conforto e a praticidade foram especialmente desenhados para a troca de conhecimento com os parceiros em torno de produtos e práticas que possam facilitar o dia a dia do corretor e a vida de quem contrata e também de quem é beneficiário dos seguros”, afirma Carvalho.

As filiais em São Bernardo do Campo, Campinas e Belo Horizonte estão em novos endereços e em instalações modernas, para atender melhor os corretores dessas regiões.

Serviço – Endereço de algumas filiais da MetLife:

MetLife São Bernardo do Campo
R. José Versolato, 101 – Torre A, conj. 31
Tel: (11) 3913-7950

MetLife Campinas
Av. José de Souza Campos, 1073, sala 1308
Tel: (19) 3578-9100

MetLife Belo Horizonte
Rua da Bahia, 2.696, salas 901 / 903
Tel: (31) 3071-5050

Sistema DPVAT Digital lança pesquisa de qualidade 26

Iniciativa quer identificar o que pode qualificar funcionamento da aplicação

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Saber o que o cliente pensa e deseja é o primeiro passo para obter resultados positivos nos negócios. Com o objetivo de se aproximar cada vez mais dos usuários do sistema, compreendendo melhor as suas necessidades e ter mais possibilidades de aprimorar o DPVAT Digital, a Krik Software Studio iniciou uma pesquisa de qualidade para atender com excelência em todos os aspectos. Entender melhor como é organizado os documentos, quanto o cliente está disposto a investir em um software de gestão, sua média de entrada de processos mensais e quais funcionalidades podem ser agregadas como ferramenta facilitadora.

De acordo com o responsável pelo DPVAT Digital, Felipe Ribeiro, essa pesquisa só tem a somar para descobrir quais são as ações que podem ser implantadas para qualificar o funcionamento do sistema. “Em um ecossistema digital cada vez mais competitivo, a evolução não deve se restringir apenas no âmbito tecnológico, mas também deve envolver os processos e o negócio na sua totalidade. Nisto consiste nosso empenho que é prover soluções práticas para problemas concretos.”, declarou Felipe.

Participe da pesquisa neste link.