Icatu Seguros leva corretores a Portugal 17802

Campanha de vendas 2017 foi apresentada, em Porto Alegre (RS)


Os 18 melhores corretores de seguros da Região Sul serão escolhidos para uma viagem de experiências proporcionada pela Icatu Seguros a cidade de Porto, em Portugal. O Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga, Campanha de Vendas 2017, foi lançado oficialmente na noite desta quinta-feira (17), em Porto Alegre (RS). O anúncio foi realizado no Le Bistrô Gourmet, na Praça Japão, e contou com a presença de um público seleto que aproveitou as típicas iguarias portuguesas, como o bom bacalhau.

Matheus Pé/JRS

“O Porto é uma cidade marcante, cheia de história, por isso a escolha, o roteiro está preparado de uma forma a levar os vencedores a ter uma experiência única”, diz César Saut, vice-presidente corporativo da Icatu Seguros.

Além disso, o corretor número um vai ganhar uma viagem para passar o ano novo em Búzios (RJ) ou 5 mil reais em VGBL. Os cinco melhores corretores de cada região vão concorrer a um VGBL de R$ 5 mil. “Fazemos parte de um Brasil que não tem direito de falar de crise, fazemos parte de um Brasil que tem que ser otimista porque 90% do mercado ainda é inexplorado”, analisa o executivo.

Com o debate acirrado sobre a efetividade da Previdência Social, explode o número de adesão aos planos de Previdência Privada. Apenas em 2016, a Icatu teve um faturamento de R$ 3,7 bi. “Não temos previsão de ter um faturamento menor que nos exercícios anteriores”, completa.

Confira todas as imagens:

Icatu adquire Cardif Capitalização 3105

Operação ainda depende de aprovação pelos órgãos reguladores

A Icatu Seguros, líder entre as seguradoras independentes de Vida, Previdência e Capitalização e o BNP Paribas Cardif, número 1 no mundo em seguro de crédito, assinaram no dia 22 de dezembro, um contrato no qual a Icatu vai adquirir a totalidade dos ativos e as operações de Cardif Capitalização no Brasil.

A partir da aprovação da operação pelos órgãos reguladores, a Icatu assumirá as carteiras e a comercialização de capitalização da Cardif e passa a ser provedora exclusiva desses produtos para o BNP Paribas Cardif Brasil. A efetivação da operação ainda está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e da Superintendência de Seguros Privado (SUSEP).

No segmento de Capitalização, a Cardif atua principalmente na modalidade de Incentivos e tem faturamento anual de R$ 85 milhões (2016). O acordo preserva as condições contratados pelos atuais parceiros e clientes, que continuarão a contar com os serviços.

Segundo Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, “nas áreas de atuação da Icatu, temos grandes planos de expansão. A Cardif Capitalizaçao é um ativo importante neste contexto. Houve grande sinergia e empatia entre as equipes, o que pode gerar ainda mais oportunidades para ambas empresas no futuro”.

Previsul leva corretores ao Vale do Silício em nova campanha de incentivo 5856

Seguradora efetiva ação em 20 cidades, entre janeiro e março

A Previsul Seguradora sempre procura inovar em processos e produtos, ainda mais agora, com o foco em ser a seguradora do futuro. Não poderia ser diferente em sua Campanha de Incentivo de Vendas. A inovação nos processos e soluções digitais da companhia foi o grande diferencial em 2017 e será intensificada este ano. Assim como em 2017, a Previsul quer se destacar como a seguradora digital do corretor, inovando nas entregas ao profissional da corretagem, seu único parceiro, e aos segurados. Entre os meses de janeiro a março, a Previsul passará por 20 cidades em 13 estados para o lançamento da Campanha “Sou + Previsul 2018 – É você corretor, no centro da inovação”. Os corretores de Porto Alegre conheceram a campanha e todos os detalhes nesta quarta-feira (10).

“A ideia é oportunizar ao corretor que ele possa participar dessa campanha o ano inteiro e introduzir o profissional nesse mundo digital. A Previsul se inspira em empresas inovadoras para propiciar algo diferenciado aos nossos parceiros de negócios e clientes”, explicou Renato Pedroso, presidente da companhia.

Este ano, os 10 corretores com melhor desempenho em novas vendas emitidas durante a campanha (01 de janeiro a 31 de dezembro), embarcam para uma viagem inesquecível com acompanhante para São Francisco e Vale do Silício, nos Estados Unidos. Os destinos são conhecidos como centros de tecnologia e inovação, onde nasceram grandes empresas como HP, Google e Facebook. Outra novidade é o programa de pontos “Clube Sou + Previsul”, que possibilita a troca de pontos por prêmios mensais mediante a produção.

“Sempre pensamos com muito carinho neste momento importante. Não é apenas mais um lançamento de campanha, estamos falando de um aprendizado muito grande e de aprofundamento do entendimento do que o corretor quer, deseja, almeja”, conta a diretora de negócios Andreia Araújo. “Em cima disso, dessas expectativas, tentamos montar algo que surpreenda e atenda expectativas. Toda essa preparação é feita com muito carinho, hoje tivemos um momento especial e diferente, onde passamos um vídeo da nossa viagem para Las Vegas, em maio de 2017. O objetivo é mostrar qual a nossa proposta de campanha, que é uma experiência com a Previsul – e o objetivo é a proximidade com o profissional da corretagem, para ouvir cada vez mais e atender suas necessidades”, completa.

Em sorteio realizado com os participantes desta primeira etapa de ativação, a profissional Fernanda Penha foi sorteada com um tablet.

A Previsul Seguradora possui 111 anos de atuação e é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, 8 sucursais e mais de 20 escritórios, além da matriz em Porto Alegre (RS).

Todas as imagens – Nova campanha da Previsul Seguradora

*Colaborou: Literal Link

Fenômenos da natureza: Prevenção é o melhor remédio 5332

Seguradoras e profissionais dos ramos de proteção esclarecem questões relacionadas a temporais e vendavais

O verão brasileiro é caracterizado por fortes chuvas isoladas que por diversas vezes ocasionam perdas ao comércio e para a população em geral, muitas vezes pela falta de conscientização com a preservação do meio-ambiente e tantas outras pela própria desinformação. Por isso, o seguro se faz tão importante, pois ameniza os efeitos de perdas de forma antecipada e endossada por uma base sólida que garante a rentabilidade para todos os envolvidos no processo de mutualidade.

Alexandre de Souza Vieira, diretor de sinistros da Tokio Marine Seguradora / Divulgação

A Revista JRS, em janeiro de 2016, após um forte vendaval que deixou rastros de destruição e muitos prejuízos em Porto Alegre abordou o tema com o especialista em riscos, Alexandre de Souza Vieira, que alertou para as cláusulas nas apólices. Segundo o executivo, o seguro de automóvel prevê cobertura para vendavais e temporais, enquanto que, no seguro residencial, este tipo de cobertura deve ser contratado separadamente por parte do segurado.

“Os eventos da natureza são diretamente considerados na precificação do seguro. A principal maneira de precificar a apólice é analisar a incidência desses riscos pela região, sendo possível criar um preço regional de acordo com a frequência em que os fenômenos ocorrem naquele local”, conta Vieira ao explicar como as companhias precificam este tipo de risco, medido por dois parâmetros principais: frequênciaseveridade dos acontecimentos.

Alexandre Vieira destaca uma série de ações das companhias de seguros que apostam em fortes estruturas de precaução, para que o segurado tenha as informações necessárias para evitar sinistros. Entre as ações disponibilizadas pelas principais seguradoras do mercado está o envio de equipe especializada para realizar o atendimento e simplificar o fluxo de pagamentos. “Uma ação que facilitou esse mecanismo foi a criação de um canal exclusivo para regulação de sinistros via aplicativos, simplificando o fluxo de regulação”, reforça.

O corretor de seguros é o principal elo entre as empresas do ramo e os segurados e a proximidade e especialidade deste profissional é o que oferecerá a cobertura que mais se enquadre na necessidade do cliente, conforme os riscos e expectativas. “Em muitos casos, é desejo do comprador não incluir determinada cobertura, decisão que futuramente poderá prejudicá-lo patrimonialmente e economicamente. O corretor é o consultor que auxiliará na análise desses riscos”, exalta Alexandre Vieira.

O advogado Pery Saraiva Neto / Reprodução

O advogado e consultor jurídico Pery Saraiva Neto lembra que os eventos climáticos extremos, capazes de gerar grandes impactos em vidas e patrimônios, são de ocorrência relativamente recente no Brasil. Ainda que não se possa afirmar que não existiram no passado, “o fato é que somente recentemente começamos a catalogar e tentar entender estes eventos, e por conseguinte compreender os riscos decorrentes de eventos climáticos de maior envergadura. Não é da nossa experiência fenômenos como tornados, tufões ou ciclones, especialmente se compararmos com a experiência norte americana, mas o fato é que estes conceitos começaram a se tornar mais presentes entre nós a partir de 2004, com o que foi denominado de Catarina, na região sul de Santa Catarina, muito próximo ao litoral norte do Rio Grande do Sul”, registra.

Neto explica que fenômenos de maior proporção e com novas características passaram a ser mais frequentes, como o vendaval que deixou Porto Alegre (RS) irreconhecível em janeiro de 2016. “(Estes acontecimentos) chamam especial atenção, seja pelo volume de prejuízos, força dos ventos e por ter ocorrido em uma grande e importante capital. Como disse, não há como afirmar que não ocorreram eventos semelhantes antes. Pelo contrário, há muito acontecem. O que falta são dados”, elucida o também mestre em direito pela UFSC. “Este contexto é muito novo para nós. De lidarmos de forma mais séria e profissional com tais questões, destacadamente no aspecto preventivo, seja no poder público ou na iniciativa privada. Basta ver que os principais marcos legais sobre desastres naturais e defesa civil são muito recentes, posteriores a 2010 (Lei 12.608/2012, Lei 12.340/2010 e Decreto n. 7.257/2010)”, apresenta.

Uma das questões que mais intrigam os segurados se dá pela formação dos valores cobrados pelas coberturas. “Regiões com maior catalogação de caso de eventos extremos passam a receber um tratamento diferenciado e as populações sofrem impacto no preço dos seus seguros, especialmente os seguros patrimoniais. Pois são bens segurados localizados em regiões
cuja frequência e intensidade são mais agravadas. Para as companhias seguradoras, entender bem estas diferenças por regiões é o grande desafio, pois aí reside justamente a especificação e delimitação de riscos, com carteiras diferenciadas e assim por diante. O impacto nas apólices e carteiras vai muito além, por certo, quando da ocorrência de sinistros, pois gerará forte impacto nas reservas das seguradoras”, conta.

Pery Saraiva Neto também destaca para outra questão relevante na relação do consumidor de seguros com as companhias. “A questão da clareza da redação contratual para os consumidores é uma questão de ainda maior complexidade. No que toca especialmente aos seguros e mais precisamente nos riscos decorrentes de eventos climáticos extremos a realidade é que em razão do baixo conhecimento destes fenômenos, como antes referi, bem como pela complexa questão técnica e conceitual envolvida (diferenciar ciclone e furacão, por exemplo, ou a própria nomenclatura técnica que envolve os seguros), a atividade de intermediação de seguros, realizada pelos corretores, deveria ser fortemente aprimorada. O corretor é que tem o dever, básico e elementar, quase educativo, de bem fazer seu cliente entender qual a amplitude de seu seguro. Este esforço de compreensão tem que ser feito pelos corretores, com o apoio das seguradoras”, afirma.

O advogado destaca que, caso as apólices não expressem a exclusão de coberturas para vendavais e temporais, as mesmas devem cobrir tais eventos. “Mas é claro, há uma gama de questões correlatas de suma importância, sendo inadequado uma resposta categórica. Estas questões passam pelas peculiaridades de contratação (alteração do clausulado geral por cláusulas particulares ou especiais) incluindo ou excluindo eventos climáticos (nos seguros residenciais é como a exclusão de riscos relacionados a distúrbios climáticos imprevistos e que causem calamidade, por exemplo, mas há produtos específicos que podem ser agregados a um clausulado padrão – o custo, porém, será elevado, justamente em razão da intensidade dos
danos em tais eventos); Outro ponto é o desdobramento da questão supra é a clareza sobre o que seja um imprevisto, ou o que seja calamidade, para fins do seguro. Podemos, hoje, dizer que eventos climáticos extremos são imprevisíveis? Há tecnologia, há estudos e há histórico, tudo especialmente na região sul do Brasil”, explica.

A situação do bem antes do evento (danos preexistentes) também conta, assim como outros fatores. “Não podemos trabalhar com respostas categóricas em questões de seguros, ainda mais
quando envolvidas com riscos ambientais e climáticos”, justifica ao lembrar que precaução é a melhor forma de se enfrentar eventos da natureza. “Valem as regras gerais de cautela, de buscar locais seguros, para proteção. Mas no particular, cumprir automaticamente as orientações da Defesa Civil e das forças públicas envolvidas com a emergência”, complementa.

O Código de Defesa do Consumidor foi um dos maiores ganhos da população brasileira em seus mais de 25 anos de criação, porém, o também diretor da Associação Internacional de Direito
do Seguro (AIDA Brasil) destaca que é preciso avançar na discussão do tema. “Temos que avançar mais, para que esta informação seja útil, relevante, qualificada e compreensível”, conta ao efetivar a importância da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI Brasil) classifica os veículos Renault Fluence, da Renault, e Sentra, da Nissan, como os melhores contra enchentes. O Índice de Danos de Enchente avalia o risco da ocorrência de panes mecânicas e elétricas pela exposição indevida de carros às lâminas d’água, garantindo sua mobilidade. O indicativo técnico serve de referência não apenas para a indústria, como também, para o consumidor. Com quatro estrelas, meio ponto abaixo dos primeiros colocados, compõem o ranking os modelos Peugeot 208 (Active e Allure), Renault Duster high-flex 4×2 (Expression), e Chevrolet Cobalt (LTZ).

O Centro de Experimentação enviou algumas dicas, caso seu veículo esteja em meio a uma enchente

  • Se o carro morrer, não dê a partida novamente. Você pode piorar ainda mais o quadro de pane elétrica ou mecânica.
  • Em casos de alagamento, não arrisque. Espere até que a água comece a baixar para seguir caminho.
  • A eficiência de seguir o rastro de outro carro é mito. A água pode voltar em formato de onda e prejudicar o sistema elétrico do carro.
  • Verifique itens básicos como o estado dos pneus e das palhetas de limpeza.
  • Confira se as luzes de iluminação do carro estão em pleno funcionamento, principalmente as setas e as luzes de freio.
Emerson Farias, analista técnico do CESVI Brasil / Reprodução

Para Emerson Farias, analista técnico do CESVI Brasil, alguns cuidados são necessários para guiar carros em condições adversas, como no caso de fortes chuvas ou enchentes. “Um erro comum é querer arriscar e passar com o automóvel em áreas alagadas. É aconselhado, no máximo, passar em trechos em que a água esteja na altura da metade das rodas do carro, como é informado no manual do proprietário. O que passar disso, é risco”, afirma Farias. “Em geral, quando a rua está coberta pela água, o motorista raramente consegue ver se há buracos ou barreiras na pista, o que agrava o cenário de possíveis acidentes. O melhor mesmo é encostar o carro, desligá-lo e aguardar pacientemente até que a água baixe para seguir caminho”, reforça.

A Itaú Seguros Auto e Residência também registrou um aumento de 9,6% nos casos de sinistros, média nos meses de janeiro entre 2013 a 2015, em relação ao comportamento da carteira.

Outra companhia especialista em desenvolver ações decorrentes de desastres naturais é a SulAmérica, representada na Região Sul pelo diretor Gilson Bochernitsan. “Nos seguros residencial e empresarial a SulAmérica oferece coberturas acessórias para cobrir desastres naturais como vendavais, fortes chuvas, queda de raios, entre outros”, destaca ao lembrar que a companhia utiliza dados do mercado e suas informações internas para avaliar quais regiões são mais afetadas por fenômenos da natureza, em qual época do ano e que tipos de sinistro são mais comuns. Com base no histórico dos registros é possível ter um panorama dos riscos de cada seguro. “Em caso de sinistros ocasionados por desastres dessa espécie, o segurado deve
acionar a SulAmérica o mais breve possível por meio dos nossos canais de atendimento. Os corretores parceiros da SulAmérica também estão aptos a orientar os segurados, configurando um importante suporte em situações como essas. Nosso objetivo é atender com rapidez e permitir que as famílias e empresas possam voltar à normalidade o quanto antes. Por isso, estamos sempre atentos, muitas vezes reforçando nossa operação de atendimento quando há uma situação anormal devido a chuvas, vendavais e outros eventos climáticos. No ano passado, fizemos isso no Rio Grande do Sul e em outros estados, o que beneficiou muito nossos clientes”, lembra.

Gilson Bochernitsan em entrevista ao JRS

A SulAmérica, maior seguradora independente de ramos gerais no Brasil, acredita que o corretor é peça chave para o relacionamento e a comunicação com os segurados. “Ele é a nossa interface diante do cliente e quem dá ainda mais credibilidade para os nossos produtos e serviços. Muitas vezes, o segurado aciona primeiramente o seu corretor para informar o sinistro ou tirar dúvidas sobre seus produtos. Os corretores são nossos grandes parceiros de negócios e vêm abraçando cada vez mais o papel de consultores de proteção, e para isso damos todo o suporte, com treinamento e eficientes canais de comunicação”, esclarece.

A companhia também alerta outras modalidades de seguro, que não a de automóveis. “No caso dos seguros empresarial e residencial é importante avaliar se as telhas, vidros e vedações em geral estão em boas condições para suportar a força do vento ou uma grande quantidade de água”, alerta. “Em alguns casos é realizada a vistoria do imóvel ou veículo, mas não há exigências específicas por cobertura. Quando o cliente vai contratar um seguro, é importante optar por uma apólice que atenda adequadamente às suas necessidades”, finaliza Gilson Bochernitsan.

Alfredo Chaia é especialista em riscos / Reprodução

“Falamos fundamentalmente das ações para evitar que algo aconteça, mas estamos também falando em atendimento comercial, expertise em subscrição de riscos e engenharia e ainda estar preparados para atendimento de alto nível aos sinistros são a nossa filosofia”, disse Alfredo Chaia, em uma entrevista que deu ênfase para a relação entre o segurado, o corretor de seguros e a companhia de seguros no programa Seguro Sem Mistério.

O assunto não poderia deixar de contar com a contribuição dos corretores de seguros, representados nesta reportagem pelo gaúcho Paulo Ibañes. “Nos últimos dez anos os custos dos seguros residenciais, comerciais e industriais vem sofrendo constantes aumentos devido as disfunções climáticas, principalmente nas coberturas de vendaval e consequentemente suas franquias, causadas pelas poluições do meio ambiente e seus ecossistemas”, conta ao lembrar que mais de 90% das apólices preveem este tipo de cobertura.

Segundo o profissional é fundamental manter a calma caso aconteça algum imprevisto. “Em todos (os tipos de infortúnios) o segurado deverá manter a calma, avisar o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar de suas regiões. Fotografar os sinistros em seus detalhes, avisar seu corretor de seguros ou a seguradora imediatamente após o fato”, diz Ibañes ao enfatizar que o corretor é o único profissional devidamente habilitado, treinado e capacitado para atender as demandas de seus segurados, bem como oferecer as proteções que mais se adequar as necessidades do segurado e por estar conectado 24 horas por dia. “Lamentavelmente os desastres naturais poderiam ser amenizados com algumas atitudes das autoridades locais, como a aquisição de equipamentos meteorológicos com previsão de determinadas tempestades, retirada de árvores muito velhas e algumas já em estado de apodrecimento, limpezas sistemáticas dos bueiros, conscientização e educação da população através de medidas e campanhas preventivas”, completa. “O mais importante é contratar seguros somente através do corretor, com este profissional sua vida certamente será mais segura e tranquila”, aponta.

César Saut é a Personalidade de Marketing do ano ADVB/RS 32991

Vencedores do Top de Marketing 2017 são premiados em noite especial

“Quando se destacar se torna uma tarefa complexa, os ousados cumprem a missão”, disse o bem-humorado presidente da Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB-RS), Sérgio Maia. “Nós temos a felicidade de sermos contemporâneos de uma nova era. Estamos saindo da era industrial, estamos na revolução do digital, que poderá ser a nossa porta para o êxito”, completou durante a abertura da cerimônia de reconhecimento aos profissionais, empresas e entidades destaque em marketing no ano de 2017. A cerimônia foi realizada no Teatro do Bourbon Country, na capital gaúcha.

A Icatu Seguros recebeu duas premiações, na categoria Seguros pela Oficina do Futuro – Como a Icatu transformou a venda de previdência no Sicredi e o Top de Marketing ADVB/RS 2017 Bronze. A Oficina do Futuro é uma plataforma construída com os conhecimentos do atuário Sérgio Rangel e da psicóloga Luciane Fagundes para mostrar as pessoas a importância de poupar.

O vice-presidente corporativo da Icatu Seguros, César Saut, foi eleito a Personalidade de Marketing do Ano. “Honra tua família, valoriza teus exemplos e entende que a vida é finita”, esta foi a mensagem de Saut, que também contou um pouco de sua trajetória no mundo corporativo dos seguros.

Promovido há 35 anos, o Top de Marketing é considerado o prêmio de marketing mais tradicional do sul do país, reconhecendo as melhores estratégias e práticas mercadológicas de organizações em diferentes segmentos de atuação.

Categorias Setores de Mercado

EMPRESA

TÍTULO DO CASE

CATEGORIA DO CASE

Associação Hospitalar Moinhos de Vento

UTI Visitas – A visita familiar ampliada gerando benefícios para a recuperação de pacientes

Top Inovação em Processos ADVB/RS

Banrisul S.A.

Banrisul: DIGITAL, Clique e Simplifique

Tecnologia

Banrisul S.A.

Banrisul: DIGITAL, Clique e Simplifique

Top Inovação em Serviços ADVB/RS

Cooperativa Santa Clara

Plantando o Bem por uma sociedade sustentável

Agribusiness

Cooperativa Santa Clara

Plantando o Bem por uma sociedade sustentável

Top Sustentabilidade ADVB/RS

Lebes

Lebes Life Store

Varejo

Grêmio Foot Ball Porto Alegrense

Rei de Copas – A criação de expectativa como estratégia para a conquista de um título esperado há 15 anos

Esportes

Icatu Seguros

Oficina do Futuro – Como a Icatu transformou a venda de previdência no Sicredi

Seguros

Imobiliária Taperinha

E Agora Raquel: o tira dúvidas do mercado imobiliário

Comunicação

Melnick Even Incorporação e Construção

Linked – Um empreendimento co-branding que está transformando uma região de Porto Alegre

Construção Civil

MML Arquitetura e Engenharia Ltda

Mood Independência

Top Inovação em Produto ADVB/RS

Saque e Pague

Agência Digital Saque e Pague: Tecnologia brasileira transformando a relação das pessoas com seus bancos

Finanças

Unimed Porto Alegre

Hackaton Unimed Porto Alegre – As equipes da Cooperativa pensam fora da caixa e constroem a Unimed Porto Alegre do futuro

Saúde

Grupo Vibra

nat. Verde

Indústria

Categorias Prêmio Incentivo

Instituto do Câncer Infantil

Coragem para Fazer Mais

Top Desenvolvimento Social

Rocket.Chat

Plataforma de Comunicação

Top Startup

Confira todas as imagens – Top de Marketing ADVB/RS

*Colaborou: Reverso Comunicação.

O corretor e o consumidor do futuro 41483

Nem tudo é sobre o acaso, na grande maioria das vezes, é sobre preparação

O futuro é um conjunto de fatos relacionados a um tempo que há de vir; destino ou sorte, conforme determina o dicionário. Mas nesse período que sucede o presente, nem tudo é sobre o acaso, na grande maioria das vezes, é sobre preparação. Os corretores de seguros estão preparados para o futuro se ele chegar hoje?

A KSA Corretora de Seguros, de Porto Alegre (RS), é um exemplo que vem trabalhando numa nova linguagem para atender os futuros consumidores. Mesmo com seus dez anos de trabalho consolidados, a empresa não ficou na zona de conforto e procurou uma agência de publicidade para dar um visual mais jovem aos seus processos. “Chegou um momento que eu entendi que o caminho e a estrada são na corretagem de seguros e começamos a fazer uma história bacana e bonita, lenta e com solidez, mas nunca nos acomodamos”, conta o fundador e diretor comercial, Jean Figueiró.

Jean Carlo Figueiró, gestor da KSA Corretora de Seguros, durante reconhecimento no 15º Troféu JRS

Para os clientes de longa data de uma corretora de seguros, é muito importante enxergar credibilidade e respeito. A cara nova da KSA reforça estes valores e insere novas possibilidades ao seu portfólio. “Com os dez anos próximos, achamos que seria legal nos reinventarmos e começar a preparar a empresa para o mercado do futuro, que é o dos meus filhos e a nova geração. O objetivo é começar a olhar o cliente deles”, comenta ao lembrar que sua trajetória vem construída de muitos anos no mercado segurador, uma vez que, no momento que voltou a operar na corretagem, obteve 70% de seus clientes de volta.

Sucessão familiar é um conceito muito forte entre os corretores de seguros, pois, em algum momento, a carteira de clientes que o profissional constituiu passará a outro. E o natural e costumeiro é que fique em família. Os dois filhos de Jean trabalham no mercado de seguros, sendo que o mais novo, Luã, está na KSA há seis anos. “Ele se preparou para isso, fazendo o curso de corretor e estudando o mercado. Eu entendo ele como um grande vendedor, pois tem uma rede de relacionamentos enorme, levando uma relação não puramente comercial, mas de vínculo e de afetividade”, diz. “Eu acho que isso transforma o nosso mercado: quando é possível ter amigos e estes amigos serem clientes”, acrescenta.

A KSA também está com projetos que visam reforçar a cultura do seguro nos consumidores. A ideia é conscientizar, além do corriqueiro automóvel, sobre outras proteções existentes, como vida e residencial, que o futuro cliente em potencial ainda não conhece. “Por isso, estamos desenvolvendo um projeto com alguns parceiros para fazer palestras em escolas públicas, debater o seguro neste ambiente de formação escolar, mas também levar a cultura do nosso produto para que eles entendam desde muito jovem que existe uma proteção e venham talvez até a repassar essas informações aos seus pais”, revela. “São estes jovens que são os futuros motoristas, futuros donos de casa e nós precisamos nos adaptar a este novo público e sobretudo ensiná-los que existe um segmento que mexe com a nossa economia, com a nossa poupança e está vinculada à proteção”, complementa.

Sobre o que realiza diariamente, a corretora capitaneada pelo corretor de seguros Jean Figueiró trabalha com todos os ramos, mas procura se especializar naqueles mais específicos e menos explorados pelos colegas em geral, como seguro para cartórios, consignados e Responsabilidade Civil. “Temos bastante seguros de cartórios, e no Brasil inteiro nos tornamos uma referência nesse produto, pois, fora nossos amigos que atuam conosco, a maioria das pessoas nem sabe que existe”, afirma. “O nosso mercado é muito grande e há muito para ser explorado, precisamos ampliar a nossa visão, deixar de manter-se no ramo tradicional e precisamos de especialização”, defende.

O futuro já chegou?

Durante muito tempo se acreditou que o futuro da corretagem seria através da venda online de seguros. Uma recente pesquisa, apresentada na 11ª edição da pesquisa TIC Domicílios 2015, mostra que 58% da população brasileira usa a internet, o que representa 102 milhões de internautas. “A penetração de conectividade vem aumentando cada vez mais. O surgimento de empresas e serviços online acontece para atender à demanda cada vez mais evidente. Com o mercado de seguros não é diferente. Ele se diversificou de acordo com as exigências dos consumidores”, explica a head de marketing da corretora de seguros online Bidu, Marcella Ewerton.

Inserida neste meio, a Bidu, quando começou suas atividades em 2011, tinha ideia de simplificar a contratação de seguros, tornando tudo mais prático e acessível. Apesar de sua forte aposta na internet, a empresa acredita que a prática é uma das possibilidades de intermediação no mercado de seguros, mas não é a única. “O que vemos atualmente, mesmo em meio ao boom de tecnologia, são corretores tradicionais que aumentam sua carteira de clientes e seguem fazendo bons negócios”, confia. “Assim como em outros mercados, a venda online não é o único futuro. Por exemplo, no mercado de varejo, o surgimento de e-commerces foi importante para o mercado. Mas não fez com que lojas físicas desaparecessem: o mercado mostrou que há espaço para diferentes formas de negócio”, exemplifica.

A corretagem de seguros, como tantos outros ramos, caminha para um novo formato. A indústria de seguros, que inclui a corretagem, está num movimento que de adaptação às novas tecnologias e demandas do público. Muitos corretores acreditam na venda online mista, aquela que só coleta os dados do cliente e finaliza a venda através de outro meio. Tratando-se do seguro auto, carro chefe da corretora, o cliente tem a opção de escolher o processo que prefere. “No nosso site, é possível seguir todos os passos da contratação online, tendo um contato telefônico apenas de auditoria dos dados. Porém, muitos clientes preferem esse contato antes e com um tom consultivo: nossos consultores auxiliam na escolha do melhor seguro e tiram as dúvidas que podem surgir durante a contratação”, declara.

Além da venda através do computador, a Bidu também procura outras formas de inovar. “Hoje, nossa inovação está centrada em encontrar novos produtos para atender nossos clientes e inseri-los no nosso universo. Além de buscar fazer isso com muita eficiência, analisando diversas perspectivas do nosso negócio constantemente”, expõe. Mas Marcela lembra que o início já se tratou de uma inovação, uma vez que foi preciso unir dois elementos de dois mundos diferentes, a tecnologia e o seguro. “Fazer a integração online com as seguradoras, por exemplo, para conseguirmos mostrar para o cliente o preço online foi um grande desafio, que hoje já dominamos e fazemos apenas ajustes e adequações”, avalia.

Além disso, foi preciso entender que seguro não é um tema com o qual o brasileiro está habituado. Por isso, a empresa investe em seu papel para esclarecer o assunto. “Temos um time de conteúdo e comunicação focado em produzir textos, vídeos e outros formatos para deixar o mundo dos seguros mais acessível aos consumidores. Além disso, o nosso atendimento é preparado para resolver qualquer dúvida que um cliente possa ter”, específica ao reiterar que isso também garante o bom entendimento de um contrato de seguros comercializado pela rede mundial de computadores. “É importante, antes, investir em educação sobre esse tema. Assim, o cliente já tem informações suficientes para tomar uma decisão consciente na hora de contratar um seguro”, conclui.