Cinco argumentos imbatíveis para os corretores venderem o seguro D&O 2195

Artigo de Thabata Najdek, profissional com dez anos de atuação no mercado segurador nas áreas de linhas financeiras

Diversificar a carteira, realizar cross selling, venda cruzada etc. Os corretores de seguros bem sabem quais sãos os caminhos para ampliar os negócios e aumentar o faturamento. Na prática, porém, nem sempre é fácil convencer o cliente. Por exemplo: vender uma apólice de seguro D&O para gestor de empresa familiar ou de pequeno porte parece uma tarefa impossível. Mas, não é. Com argumentos certos, é possível não apenas vencer a resistência do gestor, como também convencê-lo de que o seguro D&O é um investimento baixo para proteger o patrimônio que ele construiu com esforço, caso venha ser acionado na justiça por algum de seus atos ou de seus comandados.

A seguir, cinco argumentos fortes que os corretores de seguros podem utilizar para as principais justificativas dos gestores que resistem à ideia de contratar o seguro D&O:

1 – “Minha empresa não tem ações na bolsa, não preciso de seguro”

De fato, as empresas de capital aberto necessitam de seguro D&O porque são reguladas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que fiscaliza a conduta de seus gestores e por isso têm maior exposição a riscos. Mas, é um erro pensar que as empresas de capital fechado não estão sujeitas a riscos. Estão sim, e muito. Nenhuma empresa está livre de ser acionada na justiça e tampouco seus gestores, especialmente pelo risco de responsabilização previsto nos códigos de defesa do consumidor, tributário, civil etc. E o seguro D&O serve, nesses casos, para cobrir os custos de honorários advocatícios para que o administrador tenha a melhor defesa e, se for condenado por ato culposo, o reembolso da indenização paga.

2 – “Sou diligente, e, portanto, nunca enfrentarei processos na justiça”

Todos os gestores são responsáveis por sua conduta e a de seus subordinados. Então, ainda que aquele ato ou omissão não tenha sido cometido diretamente por ele, estará sujeito a ser questionado, porque era sua obrigação verificar se a conduta era correta, se os manuais de procedimentos estavam sendo seguidos etc. Um exemplo é o caso de um diretor que foi acionado na justiça porque o empregado, que trabalhava em outro estado, morreu em acidente de trabalho por não utilizar os equipamentos de segurança disponibilizados pela empregadora. O diretor foi processado por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar, porque o Ministério Público entendeu que ele deveria ter fiscalizado o uso dos equipamentos de segurança. Veja que a responsabilidade na condição de executivo da empresa extrapola a sua conduta. Então, o risco é bem maior do que se possa mapear.

3 – “A empresa é familiar e os acionistas não vão me processar”

A maioria das ações na justiça contra o empresário não é promovida por sócios ou acionistas. Geralmente, são ajuizadas pelo Ministério Público por questões criminais, tributárias, consumeristas e ambientais, entre outras. Os fornecedores também podem questionar a conduta do administrador durante o processo da ação de falência, por duvidarem que a empresa possa honrar suas dívidas. Então, o fato de a empresa ser familiar pouco importa na promoção de ação contra o executivo.

4 – “Sou sócio administrador e o seguro D&O não me protege”

De fato, se ele for apenas sócio não terá a cobertura do seguro. Mas, se for sócio administrador terá cobertura para o risco de administração da empresa. Então, caso seja questionando na justiça pelo recolhimento de um tributo, por sonegação fiscal, pouco importa o fato ser ou não sócio, porque o foco da ação será apurar um ato de administração da empresa. Para indenizar, a seguradora irá avaliar se no momento do sinistro a reclamação foi contra a figura do sócio ou do administrador.

5 – “A empresa é pequena, não necessita de seguro D&O”

Esse argumento é recorrente, mas não faltam exemplos para derrubá-lo. Empresas pequenas podem ter riscos bem grandes. Um exemplo dos mais conhecidos é o de um shopping em Osasco que explodiu, em 1996, gerando uma série de desdobramentos contra os seus executivos, inclusive o gerente. Além de processados criminalmente, a justiça se baseou no Código de Defesa do Consumidor para a indenização de todas as vítimas, aplicando a desconsideração da personalidade jurídica, pela qual os gestores respondem com o seu patrimônio. E para piorar, foi de forma solidária. O caso chegou ao STJ e eles foram absolvidos no processo criminal, mas tiveram de arcar com as indenizações civis. O shopping tinha o capital social de R$ 3 milhões, montante insuficiente para pagar altas indenizações. Ou sejam o risco era desproporcional ao tamanho da empresa e o patrimônio dos administradores ficou extremamente vulnerável.

Por isso, é fundamental que o gestor tenha apólice de D&O, porque por meio dela conseguirá transferir grande parte dos riscos de sua gestão à seguradora, podendo exercer a sua administração de forma mais tranquila. E o melhor argumento de vendas é explicar para o empresário que o custo do prêmio é provavelmente muito menor, por exemplo, que o prêmio do seguro de automóvel dos executivos da empresa, e a proteção (limite segurado) muito maior.

“D&O – Argumentos de venda” é um dos 24 cursos online, disponíveis no site cursos.linhasfinanceiras.com, ministrados por Thabata Najdek, profissional com dez anos de atuação no mercado segurador nas áreas de linhas financeiras e responsabilidade civil nas companhias líderes de mercado, e autora do Blog Linhas Financeiras

Cuidados com o seguro de um evento 1147

Seguro

Confira as dicas da Ayfa Seguros

Ao organizar qualquer tipo de solenidade, das mais simples as mais sofisticadas, é preciso ter noção de quantos detalhes devem ser pensados com o máximo de cuidado, para que tudo aconteça conforme o planejado. Mesmo com visão estratégica, alguns imprevistos podem ocorrer, por mais que a equipe envolvida no projeto mantenha o controle sobre tudo, como acidentes envolvendo participantes/público ou funcionários e prestadores de serviços que estarão trabalhando no local, danos a equipamentos durante montagem ou desmontagem, explosões, incêndios, o não comparecimento de uma atração ou fornecedor e até o cancelamento em função do mau tempo.

Com objetivo de evitar contratempos que gerem prejuízos, muitas empresas apostam na contratação do seguro para eventos na hora de estruturar uma cerimônia, independente do seu formato. As coberturas inseridas na apólice são capazes de garantir tranquilidade para quem organiza e prioriza a segurança aos convidados e a equipe responsável pela ação.

De acordo com o Sócio Diretor da Ayfa Seguros, Fauze Farhat, quem contrata os serviços de um evento para qualquer ocasião, arca com as consequências dos danos causados, independente de quais sejam. “Qualquer acontecimento que coloque em risco uma vida ou um objeto, é por lei, responsabilidade de quem organizou. Isso precisa ficar bem claro, porque a necessidade da contratação de uma apólice para qualquer eventualidade, é fundamental. Além dos prejuízos financeiros que um acidente ou imprevistos podem ocasionar, a organização terá que arcar com todos os custos de reparo e possíveis indenizações judiciais. Fora a imagem da companhia que contrata, que pode sofrer um dano e perder toda credibilidade de um trabalho que vem sendo planejado por muito tempo. É preciso refletir em relação a repercussão de pessoas que não possuem condições de arcar com auxílio imediato e eficiente em casos de acidentes, onde o seguro dá todo suporte necessário”, explicou Farhat

A Ayfa Seguros preparou uma relação com as principais coberturas para garantir o sucesso do seu evento:

  • Danos a equipamentos durante a montagem, instalação, utilização, desmontagem e transporte;
  • Acidentes Pessoais;
  • Dano, furto ou roubo a veículos de convidados ou funcionários estacionados no local do evento;
  • Subtração de valores de bilheterias;
  • Não comparecimento, atraso ou acidentes referentes ao fornecimento de comidas e bebidas;
  • Danos a edifícios e construções de terceiros;
  • Não utilização do espaço do evento;
  • Ações judiciais de danos morais;
  • Acidentes e danos causados com fogos de artifício;
  • Explosões e Incêndios;
  • Cancelamento do evento devido a fenômenos climáticos;
  • Não comparecimento das atrações confirmadas para o evento.

Existe a possibilidade da contratação das coberturas adicionais, que são facultativas a cada uma das opções e deve ser bem estudada e avaliada antes de entrar na apólice. Com a finalidade de atender melhor seus segurados, a Ayfa Seguros também presta Consultoria para empresas especializadas em organizações de eventos, tendo conhecimento em relação às quais coberturas são necessárias, de acordo com o perfil do que será organizado.

Seguro auto apresenta redução no preço médio em maio 1610

Carro

Levantamento mensal analisa o preço do seguro para os dez carros mais vendidos de maio, em cinco capitais do país

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em maio, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez.

Em maio, na contramão do cenário apresentado ao longo do ano, o preço médio do seguro auto apresentou uma retração. No comparativo com abril, oito modelos se repetiram no ranking dos mais vendidos e, para estes veículos, o perfil masculino apresentou uma redução de 4,8%, enquanto o perfil feminino teve uma queda média de 19,5% nas cinco cidades analisadas.

Outro destaque no mês, foi a alta dos preços para o perfil feminino na capital carioca. O preço médio do seguro para o perfil feminino é 13% mais caro em comparação ao perfil masculino (R$5.415 e R$4.943, respectivamente).

* Variação do preço médio do seguro por modelo 
(azul: homens; vermelho: mulheres)

O Melhor Custo-Benefício
Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício para o perfil feminino é o Fiat Argo com o preço do seguro representando 5% do valor do carro (segundo a tabela FIPE). Na contramão, o Jeep Compass tem o preço relativo do seguro menos interessante para as mulheres, com price ratio em média de 8,5%.

Já para o perfil masculino, o Onix apresenta o custo mais baixo de seguro, em média 5,6% em relação ao valor do carro. Na relação do pior custo-benefício, o Renegade, estreante no ranking dos emplacamentos, lidera com price ratio de 11,2% sobre o valor do carro.

* Variação por preço de seguro (price ratio)
(azul: homens; vermelho: mulheres)

Variação entre as Cidades
Na análise entre as cidades, Brasília volta a apresentar o seguro mais barato considerando a média para os 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.820 para o perfil masculino e R$2.818 para o feminino), seguido por São Paulo (R$4.017 e R$3.428). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, sendo que, pela primeira vez, o valor para as mulheres se sobrepõe ao dos homens (R$5.415 e R$4.943, em média).

*Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez;

*Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez;

*Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano.

Seguro Garantia, destaque de 2017, deve continuar em alta em 2018 3952

Garantia

Crescimento de 32% no ano passado foi acima do esperado, não deve haver queda

O Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor – SP), divulgou em sua carta de conjuntura um balanço sobre o setor de seguros no primeiro trimestre deste ano e um recorte específico sobre os desafios para o mercado de Seguro Garantia em 2018.

De maneira geral, no primeiro trimestre a receita de seguros cresceu 5% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Já numa analise dos produtos patrimoniais, o sindicato comentou a alta de 32% da receita com seguros garantia. Na análise da entidade, o aumento pode estar relacionado ao período de crise e despesas com garantias judiciais provocadas por ações de corte de custos.

Para Antoine Maleh, diretor da Tailor Insurance, corretora especializada em seguros patrimoniais, a retomada da economia também pode movimentar esse produto. “A retomada de investimentos pode manter esse mercado aquecido pelas modalidades tradicionais desse seguro, como garantia de fornecedor, aditamento ou retenção de pagamento e até para resguardar investidores que estão apostando em novos projetos”, explica Maleh.

O seguro garantia pode ser aplicado a empresas privadas e públicas com a função de garantir que se cumpram obrigações estipuladas em contratos e respaldando o contratante em caso de não cumprimento de cláusulas relacionadas a serviços, fornecimento de recursos, entre outras situações. Também é uma alterantiva à fiança bancária.

Dados gerais do seguro garantia:

  • R$ 2,5 a 3 bilhões em prêmios por ano
  • Média de 25 seguradoras atuantes com faturamento em torno de R$1 milhão ano
  • Taxa de crescimento de 32% na receita em 2017

Adriana Muniz é executiva de contas da Sancor em Porto Alegre 4295

Equipe da filial Porto Alegre da Sancor Seguros

Profissional conta com vasta experiência

A executiva Adriana Muniz
A executiva Adriana Muniz

Com 27 anos de experiência em todos os ramos do mercado segurador, Adriana Muniz é a nova executiva de contas da Sancor Seguros na filial Porto Alegre.

“A Sancor Seguros, através da contratação de excelentes profissionais do mercado segurador, demonstra sua preocupação com a excelência no atendimento ao seu principal parceiro: o Corretor de Seguros”, destaca a gerente da filial, Estela de Moura Rey.

A profissional vai atuar em Porto Alegre e Região Metropolitana, além do Vale do Taquari e Litoral.

A evolução das maquininhas 3821

Máquina

Confira artigo do Gerente de Projetos e Head de Meios de Pagamentos do Venturus

Na década de 1990, as maquininhas de cartão de crédito não tinham nada de eletrônico. Também conhecidas hoje como “Terminal de Pagamento” ou simplesmente “POS” (do inglês Point of Sales), naquela época elas eram completamente mecânicas e funcionavam apenas para tirar a imagem do cartão nas duas vias do recibo da compra. Para registrar a transação e receber a compra, o vendedor telefonava para a empresa adquirente para solicitar o código de autorização da transação. Era um processo lento e dificultava o trabalho dos comerciantes. Depois de algum tempo, surgiram os cartões com tarja magnética e, com eles, os terminais com o respectivo leitor e comunicação dial-up. O envio da transação de pagamento passou, então, a ser feito online, via internet discada. Porém, a utilização da tarja magnética se mostrou cada vez mais suscetível a fraudes e, assim, o mercado evoluiu novamente e nossos cartões passaram a possuir chips. Os terminais de pagamento, consequentemente, também receberam o respectivo leitor de chip e todas as mudanças internas que o uso desta tecnologia requer.

Mas as transformações dos terminais não pararam por aí. Foram adicionadas novas opções de comunicação como cabo ethernet, Wi-Fi, SIM cards 2G/3G/4G (da rede de telefonia celular) e também bluetooth. Atualmente, terminais mais modernos também podem oferecer a opção de leitura de cartões de chip sem necessidade de contato com as máquinas (contactless), além da opção das novas carteiras virtuais via smartphones e também por meio dos dispositivos wearables, como pulseiras.

Além do uso dos mesmos SIM cards utilizados na telefonia celular, a história dos terminais de pagamento mostra mais algumas semelhanças com a do próprio telefone celular. O telefone surgiu para chamadas sem fio. Depois, passou a ter SMS, aplicativos embarcados, acesso à internet via tecnologia WAP, câmeras digitais e, por fim, surgiram os smartphones e suas lojas de aplicativos como conhecemos hoje.

De forma similar, o POS também recebeu alguns destes itens ao longo de sua história, como displays monocromáticos, displays coloridos, câmeras digitais, além das contínuas melhorias de definição de tela.

Porém, o que mais chama a atenção é o histórico de celular e terminal terem sido criados para uma única tarefa: chamadas telefônicas e pagamentos com cartão, respectivamente. Hoje, ambos recebem o prefixo “SMART” em seus nomes, de forma extremamente justa, devido às suas capacidades como dispositivos multitarefas. Assim como o smartphone, o Smart POS possui a capacidade de executar aplicativos de qualquer área de negócio, mas com a vantagem de se integrar com a sua função original, que é a de receber pagamentos.

O mais recente capítulo da evolução dos POS tem foco no sistema operacional. Os principais fabricantes do mercado já apresentaram suas versões dos dispositivos com Android e agora investem nas estruturas de suas respectivas lojas de aplicativos.

Vamos a mais comparações: Os smartphones e suas excelentes câmeras praticamente acabaram com o mercado de câmeras digitais de uso pessoal. E por que não imaginar que um POS com câmera rodando um aplicativo de vendas, aliado à evolução do QRCode sobre o código de barras, poderia pôr fim aos leitores óticos de bancada que conhecemos hoje? Tecnologicamente falando, isto já é realidade!

Como tirar proveito?

O Smart POS é muito mais do que uma maquininha para receber vendas com cartão de crédito e débito. Ele pode executar um sistema completo de vendas de qualquer produto ou serviço, ler as etiquetas de código de barras ou QRCode, receber de forma segura a pagamentos de cartões e imprimir relatórios gerenciais, etc. Nos Estados nos quais roda o SAT Fiscal, o Smart POS pode, ainda, ser integrado ao sistema da respectiva Receita Estadual e imprimir o Cupom Fiscal.

É válido também citar algumas opções de terminais cujas aplicações oferecem Split de Transação, que acontece quando uma única transação de pagamento é dividida em mais de uma parte e o dinheiro é creditado diretamente na conta de mais de uma pessoa.

Um bom exemplo é quando o lojista vende um produto de terceiros e recebe uma comissão desta venda. Neste caso, o percentual maior da transação vai para o dono do produto e a comissão cai direto na conta do lojista. Outro caso interessante é o de clínicas médicas, odontológicas, salões de beleza e quaisquer estabelecimentos nos quais o prestador do serviço paga uma comissão sobre o valor recebido pelo serviço prestado ao dono do local.

Há também aplicações Multi-Merchant, que permitem que um mesmo Smart POS seja compartilhado entre mais de um vendedor. Quer um bom exemplo? Um salão de beleza pode ter cada cabeleireiro com sua própria conta junto à adquirente. Assim, ao passar o cartão no mesmo Smart POS, o usuário seleciona o nome do profissional que prestou o serviço e pronto, o dinheiro cai direto na sua conta. E se o salão cobrar uma comissão do profissional, aplica-se aqui o conceito de Split de Transação à aplicação e problema resolvido. E mais: o próprio salão pode vender seus produtos de beleza no mesmo POS. Neste caso, o “profissional” selecionado seria o próprio estabelecimento.

Independente da área de negócio, o Smart POS é um dispositivo que veio para ficar. E ainda há muito a ser explorado nas suas capacidades de ajudar os comerciantes a diminuir custos e aumentar a abrangência de suas vendas.

*Por Marcos Mendes do Rego, Gerente de Projetos e Head de Meios de Pagamentos do Venturus.