Vale para o fast-food e para viagens 2195

Por que não valeria para o seguro?

O proponente que, após ter apresentado proposta de seguro sobre seu automóvel, tê-lo submetido à vistoria prévia e estar, portanto, com seu veículo coberto, não honra com seu compromisso de pagar o boleto da entrada. Ou seja, teve seu veículo coberto por alguns dias e não pagou por isso.

As seguradoras cobram, neste caso, como “proposta improdutiva”, um valor que entendem que serve para pelo menos para cobrir: custos administrativos com o processamento da proposta, pagamento da vistoria que ela (seguradora) paga para a empresa terceirizada que a fez e para os dias em que o veículo do cidadão esteve segurado.
Até aí, analisando friamente, qualquer criatura de bem acha isso normal e justo.

Afinal, o “esperto” teve seu carro coberto por 7 a 12 dias, foi à praia e voltou, nada aconteceu, então simplesmente joga fora o boleto da entrada e não paga nada… Temos a seguradora como vítima de um golpe e o cidadão proponente como o golpista.

O problema é que a seguradora, em lugar de cobrar do golpista, de quem teve o carro coberto por alguns dias e deu o calote, cobra do corretor. Do corretor, que é tão vítima quanto a seguradora…

O corretor trabalhou, buscou o negócio, calculou, preencheu a proposta, entregou na seguradora, marcou a vistoria, acompanhou todo o processo e será o único prejudicado.  O corretor não vai ganhar nada, porque ele só ganha depois que o cliente paga à seguradora. E neste caso, além de não ganhar nada (já que se o cliente não pagou à seguradora, não há comissão), o corretor ainda vai ser o único prejudicado porque terá debitada em sua “conta corrente de comissões” na seguradora, o valor da tal “proposta improdutiva”…

O problema todo está na forma como as coisas são conduzidas.  O “sistema” é que está errado. Deveria ser invertido.

Deveria ser estabelecido que somente depois de pagar a “entrada” ou o “à vista” da apólice que está propondo é que a vistoria seria marcada e realizada, o risco avaliado e, se aceito, o negócio sacramentado com a consequente emissão da apólice.  E a cobertura do seguro deveria começar somente com a emissão da apólice. Sim, porque somente depois de cumprida pelo proponente sua obrigação principal, que é pagar a seguradora para que esta banque seu risco, é que o risco deveria ser avaliado e, se aceito, a apólice emitida, configurando, aí sim, com a emissão da apólice, a aceitação do risco.

Este deveria ser o modo de operação do mercado segurador brasileiro.  Com isso, jamais teríamos estes casos de clientes golpistas e corretores feitos de bobos e prejudicados.

Quando o cidadão vai ao fast-food: ele primeiro paga, para depois seu lanche ser feito. Quando o cidadão pretende viajar: primeiro ele paga a passagem, para depois viajar. Por que para a contratação de um seguro, para a entrega dos riscos à seguradora através da consultoria profissional de um Corretor de Seguros, é o contrário? Isso precisa ser urgentemente revisto.

Atendimento médico de emergência no exterior pode comprometer as finanças 84

Sem proteção do seguro, custo de diária para internação hospitalar pode chegar a US$ 5 mil 

Com a chegada das férias, aumenta o número de viajantes em busca de descanso em destinos nacionais e internacionais. Para garantir a tranquilidade durante esse período fora de casa, é importante contar com a cobertura de um seguro de viagem que evite desequilíbrios financeiros em caso de necessidade de atendimento médico ou problemas com ocorrências de perda ou furto de documentos. A Mapfre Assistência, empresa especializada em assistência a pessoas, residências e veículos, alerta que, principalmente para quem viaja ao exterior, os custos com atendimento médico em uma situação de emergência podem ser bastante elevados.

De acordo com um estudo feito pela companhia, os honorários de atendimento médico nos Estados Unidos chegam a US$ 1500, uma consulta no dentista pode chegar a US$ 750 e um exame de raio-X odontológico fica em torno de US$ 350. Os valores de internação podem custar U$ 5 mil (por dia) e uma consulta com um ortopedista, US$ 800. “Custos com problemas de saúde durante o passeio ou com a perda dos bens dentro e fora do país costumam ser realmente altos”, afirma Almir Fernandes, presidente da Mapfre Assistência. Segundo o executivo, as pessoas podem e devem encarar a contratação de uma assistência viagem como um investimento. “Essas despesas inesperadas podem impactar as finanças de quem viaja, mas a inclusão de um seguro entre as providências para as férias, principalmente no caso de destinos internacionais, elimina esse risco”, explica.

Perfil dos acionamentos em 2017

Um levantamento da Mapfre Assistência mostra que, em 2017, os principais motivos de acionamentos foram consulta com clínico geral (44,3%) e honorários médicos por reembolso (37,5%), seguidos de atendimento médico a domicílio (5,7%), odontologia (3%) e ortopedia (2,2%). A maioria dos seguros é contratada pelos viajantes entre 31 e 40 anos, com 21,9% dos bilhetes emitidos, seguidos pelas faixas etárias dos 19 aos 30 anos (17%) e de 41 a 50 anos de idade (com 16,4%). Os principais destinos dos viajantes que contrataram o SEGURVIAJE em 2017 foram Estados Unidos (33,5%), Brasil (24%), Chile (7,5%), Argentina (6%), França (2,8%), Itália (2,8%), Espanha (2,7%), Portugal (2,3%), México (2,2%) e Uruguai (2,2%). A companhia é a responsável pelos atendimentos aos segurados do SEGURVIAJE, produto que provê proteção em viagens nacionais e internacionais, da saída até a volta para casa, com planos personalizados.

Confira dicas para uma viagem mais segura:

· Avaliação médica: antes de qualquer viagem, é indicado que os turistas façam um check-up. Uma simples consulta e exames preventivos evitam dores de cabeça longe de casa.

· Medicação: para casos crônicos, o recomendado é levar a medicação necessária com original da receita médica assinada pelo especialista, pois cada país tem seus critérios para venda de medicação.

· Alimentação: faz parte do roteiro conhecer a gastronomia regional, mas é preciso evitar exageros; antes de viagens longas, não consuma pratos pesados, de difícil digestão; finalmente, tenha atenção com prazos de validade e ingredientes que possam causar alergia.

· Bagagem a despachar: muitas malas têm formato e cor similares, personalize sua bagagem, com fitas, por exemplo, para facilitar a visualização na esteira e evitar que outro passageiro a pegue por engano. Em viagens internacionais, embalagens com líquidos acima de 100 ml precisam ser despachadas.

· Cadeado TSA: se seu destino for os Estados Unidos, certifique-se de que seu cadeado é aprovado pela TSA (Transport Security Administration) – órgão responsável pela segurança nos aeroportos do país. Dessa forma, os fiscais podem checar sua bagagem e fechá-la novamente sem qualquer dano. A checagem é procedimento comum e acontece de forma aleatória.

Autosul Express marca presença nas ações de verão do JRS 2795

Empresa oferece revisão e manutenção veicular de forma ágil

O #VerãoSuperSeguro do JRS conta com um time campeão de apoiadores. Hoje, vamos dar destaque ao Grupo Autosul, que cedeu uma unidade móvel para as produções da empresa jornalística na temporada de veraneio. São mais de duas décadas como referência em serviços de reparos automotivos e mais de 15 anos como locadora de veículos. Ao todo, quase 80 mil veículos já foram consertados pelo Grupo, 80% oriundos do mercado segurador.

As operações do Autosul Express trazem um grande diferencial de mercado: entrega do veículo no mesmo dia em que ele é recebido pela equipe. A ideia é que os autos não passem a noite na oficina. “Desde sempre procuramos inovar. Sempre estamos pensando em novas formas de empreender”, comentou o diretor Fernando Della Flora, em recente entrevista.

Serviço:
Autosul Express
Endereço: Av. Brasil, 863 – São Geraldo, Porto Alegre (RS).
Horário de Funcionamento: Entre 8h e 18h, de segunda a sexta-feira.
Telefone: (51) 3073-4040.

Seguro para internação hospitalar 85

Vida Class e Mapfre oferece apoio financeiro em caso de hospitalização

A economia brasileira começa a dar sinais de melhora. Pelo menos isso é o que mostra o relatório do Sebrae que traz números animadores de criação de empresas nos últimos três anos. São pessoas que resolveram empreender por conta própria e buscam, por meio do próprio negócio, sair da crise.

Pensando nesse público, a Vida Class assinou uma parceria com a Mapfre Seguros, do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, para oferecer o Seguro de Diária de Internação Hospitalar. A apólice oferece apoio financeiro, caso o segurado necessite de internação hospitalar, seja por uma doença ou acidente.

São duas modalidades de seguro que podem ajudar as pessoas com internação hospitalar e ficam impossibilitadas de trabalhar durante o período: Vida Class Essencial (R$ 27,50) e Vida Class Ideal (R$ 36,00) que prevê o pagamento de valores de R$ 500,00 e R$ 1.000,00, respectivamente, por dia de internação com limite de cobertura de dez dias por evento, em dois eventos por ano, e com carência de 12 horas.

As duas apólices foram criadas visando a faixa produtiva de 18 a 65 anos. E a expectativa é atingir 60 mil vidas nesse primeiro ano de operação. “Queremos promover a tranquilidade para quem precisar de internação. Uma modalidade de seguro como a Vida Class Essencial e Vida Class Ideal pode ajudar as pessoas que precisam garantir o sustento, mesmo quando doentes”, explica Vitor Moura, CEO da Vida Class.

“Temos um dos maiores portfólios do mercado segurador, com apólices para diversos segmentos e necessidades. A parceria com a Vida Class compõe o nosso foco em ampliar a presença do segmento em outros mercados”, explica Aneti Caetano, diretora comercial de Canais Estratégicos da Mapfre.

A Vida Class é uma companhia digital, que promove acesso a serviços médicos, dentistas, exames de imagens e laboratoriais, consultas multiprofissionais com valores acessíveis, sem pagamento de mensalidade ou taxa de adesão. A empresa conta com mais de 11 mil profissionais de saúde, clínicas de exames em 12 capitais e 99 cidades, e ainda mais de 22 mil farmácias na rede de descontos em medicamentos.

Mitos sobre apólices de seguro 96

Muitos ainda acreditam que estar protegido é caro e complicado

O investimento na proteção dos bens, como o carro e a casa, ou até mesmo na estabilidade financeira ante um imprevisto, é algo que ainda não entra no planejamento dos brasileiros. Um levantamento recente da Universidade Oxford aponta que, no Brasil, apenas 19% das pessoas possuem seguro de vida. E a baixa penetração se repete quando observado a proteção de automóvel, a mais popular no País. Segundo dados da CNSeg, apenas 30% da frota que roda pelas ruas possuem seguro.

Enrique de La Torre, diretor geral de Seguros de Vida do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, comenta que muitas pessoas ainda acreditam que contratar uma proteção é algo caro e complicado. Por isso, para esclarecer as principais dúvidas dos clientes, especialistas do Grupo respondem perguntas recorrentes sobre as apólices.

Seguro de vida só paga a indenização após o falecimento de quem contratou?

Mito. De La Torre explica que as apólices hoje trazem uma série de situações nas quais o cliente consegue adiantar uma parte da indenização prevista no contrato. No GRUPO, por exemplo, contamos com um contrato voltado exclusivamente à mulher, com cobertura em caso de diagnóstico de câncer de mama, útero e ovário. Se a segurada for diagnosticada com este tipo de doença, receberá uma parte da indenização imediatamente e poderá usufruir com total liberdade, seja para o tratamento da doença ou outra necessidade que tenha.

Apólice de vida só é interessante para pessoas mais velhas!

Esta é uma interpretação equivocada de acordo com diretor geral de seguros de Vida da seguradora. “Imprevistos podem acontecer independentemente do momento da vida em que a pessoa se encontra e estar protegida faz muita diferença. A cobertura que mencionei, que adianta uma parte da indenização em caso de doenças graves, é um exemplo disso. Pois mesmo sendo jovem, qualquer um está sujeito a este tipo de enfermidade e, nessa hora, contar com um recurso pode fazer a diferença”, ressalta Enrique.

O seguro, de forma geral, é algo muito cara!

Isso é outro mito, conforme esclarece o diretor de Produtos e Subscrição de Automóvel da empresa, Gláucio Toyama. “Vou usar como exemplo a casa ou apartamento que, na maioria das vezes, é o item de maior valor que as pessoas possuem. Um seguro residencial custa em média R$ 350,00 por ano, variando conforme as coberturas escolhidas. Se avaliar proporcionalmente com o valor do imóvel, a pessoa verá que a proteção é muito acessível. E se o segurado considerar que este tipo de apólice oferece um pacote de assistências gratuitas para a residência (chaveiro, encanador e eletricista), o valor final fica ainda menor”.

Sempre que acionar um dos serviços do seguro do carro a pessoa paga franquia!

Mito. Toyama explica que o cliente só precisa pagar o valor da franquia quando ele tem um sinistro no seu veículo e precisa passar por processo de reparação. Quando segurado utiliza qualquer uma das diversas assistências disponíveis na apólice (socorro mecânico, assistência emergencial para gestante, guincho etc.) não existe cobrança.

Seguro residencial reembolsa tudo que estiver dentro do imóvel em caso de incêndio!

Não. Gláucio conta que as coberturas básicas cobrem casos de incêndio, queda de raio e explosão. No entanto, vale checar quais danos e bens estão previstos em sua apólice e acrescentar objetos de valor que ocasionalmente não estejam contemplados no contrato.

Dada a largada no #VerãoSuperSeguro do JRS 1813

QG na praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS), recebeu ícones do mercado gaúcho de seguros

O último sábado foi de conhecimento puro no QG do JRS, na praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS). Guacir de Llano Bueno e Alberto Müller, respectivamente, presidente e vice-presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg-RS), marcaram presença junto as esposas Simone Nunes e Lívia Ferrari.

“A presença de figuras tão representativas para o mercado gaúcho de seguros efetiva, mais uma vez, o QG do JRS como destino certo dos seguradores e operadores do setor em mais uma temporada de veraneio”, comentou Jota Carvalho, diretor executivo do JRS.

“É sempre uma satisfação muito grande participar deste momento. O mercado de seguros vive de credibilidade, conte conosco no suporte das milhares operações em seguros que são realizadas diariamente”, comentou Bueno.

“As lideranças do mercado estão muito empolgadas com este novo ano, com os últimos resultados econômicos”, comentou Müller. O programa Seguro Sem Mistério é apresentado sempre aos domingos, nos canais 520 e 526 (em widescreen) da NET Rio Grande do Sul.

No próximo sábado (20), a equipe do JRS grava mais edições especiais da atração com os convidados da Previsul Seguradora.

Confira mais imagens – Sindseg/RS no QG do JRS no Litoral 2018