Vale para o fast-food e para viagens 1976

Por que não valeria para o seguro?

O proponente que, após ter apresentado proposta de seguro sobre seu automóvel, tê-lo submetido à vistoria prévia e estar, portanto, com seu veículo coberto, não honra com seu compromisso de pagar o boleto da entrada. Ou seja, teve seu veículo coberto por alguns dias e não pagou por isso.

As seguradoras cobram, neste caso, como “proposta improdutiva”, um valor que entendem que serve para pelo menos para cobrir: custos administrativos com o processamento da proposta, pagamento da vistoria que ela (seguradora) paga para a empresa terceirizada que a fez e para os dias em que o veículo do cidadão esteve segurado.
Até aí, analisando friamente, qualquer criatura de bem acha isso normal e justo.

Afinal, o “esperto” teve seu carro coberto por 7 a 12 dias, foi à praia e voltou, nada aconteceu, então simplesmente joga fora o boleto da entrada e não paga nada… Temos a seguradora como vítima de um golpe e o cidadão proponente como o golpista.

O problema é que a seguradora, em lugar de cobrar do golpista, de quem teve o carro coberto por alguns dias e deu o calote, cobra do corretor. Do corretor, que é tão vítima quanto a seguradora…

O corretor trabalhou, buscou o negócio, calculou, preencheu a proposta, entregou na seguradora, marcou a vistoria, acompanhou todo o processo e será o único prejudicado.  O corretor não vai ganhar nada, porque ele só ganha depois que o cliente paga à seguradora. E neste caso, além de não ganhar nada (já que se o cliente não pagou à seguradora, não há comissão), o corretor ainda vai ser o único prejudicado porque terá debitada em sua “conta corrente de comissões” na seguradora, o valor da tal “proposta improdutiva”…

O problema todo está na forma como as coisas são conduzidas.  O “sistema” é que está errado. Deveria ser invertido.

Deveria ser estabelecido que somente depois de pagar a “entrada” ou o “à vista” da apólice que está propondo é que a vistoria seria marcada e realizada, o risco avaliado e, se aceito, o negócio sacramentado com a consequente emissão da apólice.  E a cobertura do seguro deveria começar somente com a emissão da apólice. Sim, porque somente depois de cumprida pelo proponente sua obrigação principal, que é pagar a seguradora para que esta banque seu risco, é que o risco deveria ser avaliado e, se aceito, a apólice emitida, configurando, aí sim, com a emissão da apólice, a aceitação do risco.

Este deveria ser o modo de operação do mercado segurador brasileiro.  Com isso, jamais teríamos estes casos de clientes golpistas e corretores feitos de bobos e prejudicados.

Quando o cidadão vai ao fast-food: ele primeiro paga, para depois seu lanche ser feito. Quando o cidadão pretende viajar: primeiro ele paga a passagem, para depois viajar. Por que para a contratação de um seguro, para a entrega dos riscos à seguradora através da consultoria profissional de um Corretor de Seguros, é o contrário? Isso precisa ser urgentemente revisto.

Futuros corretores de Curitiba aprendem a prática da profissão 35

Iniciativa destinada aos alunos dos Cursos para Habilitação de Corretores de Seguros contou com a presença de nove seguradoras

A Escola Nacional de Seguros promoveu, no dia 6 de novembro, mais uma edição da Oficina do Corretor de Seguros, dessa vez em sua Unidade em Curitiba (PR). A iniciativa é voltada para os alunos dos Cursos para Habilitação de Corretores de Seguros, ministrados pela Escola, e visa apresentar o lado prático da profissão aos futuros profissionais.

O evento contou com a participação de 124 alunos, que tiveram a oportunidade de conhecer como é o dia a dia de grandes seguradoras. As empresas, por sua vez, apresentarem produtos e explicaram detalhes sobre algumas modalidades. Estiveram presentes as seguradoras AIG, Liberty, HDI, Equatorial, BB e Mapfre, Porto Seguro, SulAmérica, OdontoPrev e Extramed.

A edição também foi prestigiada por diversos docentes da Escola. “A Oficina do Corretor de Seguros é uma oportunidade ímpar para os nossos alunos vivenciarem e conhecerem as seguradoras, além de enriquecerem ainda mais o conhecimento adquirido ao longo do curso, com as apresentações e informações repassadas pelas seguradoras”, afirmou o professor Paulo Oliveira.

Ele também destacou que a Oficina sempre gera feedback positivo, tanto por parte dos alunos como das seguradoras. “O evento acrescentou muito para mim como futuro corretor”, afirmou o aluno Ricardo Marcolino.

Rio Grande, Previsul, Travelers e Sancor Seguros entre os 500 maiores do Sul 357

Grupo GBOEX também integra lista elaborada pela Revista Amanhã e PwC Brasil

Coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (16) anunciou os integrantes da lista ‘500 Maiores do Sul‘. O ranking, elaborado pela Revista Amanhã e pela PwC Brasil mostra como as principais empresas da região conduziram seus negócios em um ano desafiador. A soma de todos os patrimônios dos 500 maiores fechou em R$ 283,8 bilhões, praticamente repetindo o valor de 2015 – com um acréscimo de 1,1%. As cinco centenas de companhias classificadas produziram uma cifra de R$ 516,4 bilhões em receita liquida, o que significa dizer que, em relação ano anterior, o faturamento total delas praticamente estagnou, crescendo 0,3%. Retrato de um ano perdido? Nem tanto. Em primeiro lugar, é preciso considerar o ambiente adverso enfrentado pelas empresas em 2016, quando o PIB brasileiro encolheu 3,6%. Castigadas por uma recessão sem precedentes, os discretos avanços obtidos no ano passado mostram uma obra de pura resiliência, em um período para ajustes internos, e busca de eficiência no limite do possível.

A Rio Grande Seguros e Previdência integra a lista na posição 252, em 2015 estava em 421. Recentemente, a companhia recebeu o título de Seguradora Destaque Rio Grande do Sul, durante a cerimônia de 15 anos do Troféu JRS, realizada em 27 de outubro.

A Previsul Seguradora subiu da posição 352 para 257, em 2016. A Travelers não havia rankeado em 2015, no entanto, surgiu como a 452ª maior empresa do Sul na lista de 2016. Já a Sancor Seguros deu um salto. Da emergente posição 528 em 2015, pulou para 390, em 2016.

O Grupo GBOEX também integra a lista. Aparece na posição 327.

Confira o ranking completo!

O estado com maior número de representantes no ranking segue sendo o Rio Grande do Sul, com 186, praticamente empatado com o Paraná, que neste ano reforçou sua bancada com mais quatro companhias na comparação com o ranking anterior, chegando a 185 empresas. Santa Catarina emplacou 129 companhias.

A cerimônia de premiação das empresas vencedoras será realizada no dia 22 de novembro, na Expo Unimed, em Curitiba, a partir das 8h30. O evento conta com participação de Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES, e do juiz Sérgio Moro.

Ifaseg é novamente premiada por inovar em seguros 44

Empresa é especialista em novos produtos e serviços

A Ifaseg obteve o Prêmio Melhores do Seguro 2017 em função de sua capacidade de empreender de forma inovadora dentro do mercado de seguros. A premiação foi concedida em solenidade realizada em São Paulo. Há exatamente um ano, o perfil inovador da Ifaseg já havia sido reconhecido, pela segunda vez, com o Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, concedido pela CNseg – confederação que reúne as seguradoras do Brasil.

Fundada em 1996, a Ifaseg vem sendo cada vez mais reconhecida no mercado em função de sua capacidade de criar, implantar e administrar programas de seguros. A empresa é especialista em desenvolver novos produtos e serviços a partir da identificação de riscos ainda não cobertos por seguro. A organização também se destaca como referência na criação de novos canais de distribuição de seguros – processo em que capacita parceiros para o oferecimento de proteções ao consumidor final.

A Ifaseg utiliza ferramentas tecnológicas de ponta para tornar os seus serviços cada vez mais ágeis. O atendimento aos clientes das empresas parceiras (sponsors) é feito com base em sistemas integrados, que concede o suporte necessário para o crescimento contínuo da base de segurados. Esse tipo de assistência é prestada nas 24 horas do dia e 7 dias por semana, dentro de um sistema ligado ao serviço de atendimento ao consumidor. Com base nessa estrutura, a Ifaseg também gerencia as ocorrências cobertas pelo seguro, acompanhando a efetiva indenização do segurado.

Grupo Sonda abre 500 vagas em todo Brasil 64

Oportunidades são destinadas à profissionais de TI

O Grupo Sonda, maior companhia latino-americana de serviços e soluções de tecnologia, está com 500 vagas abertas para profissionais de TI em diversas regiões do Brasil. As oportunidades estão dividas entre três operações do Grupo: SONDA, CTIS e Sonda Ativas.

A demanda surge com o reaquecimento do mercado, que trouxe a ampliação e a chegada de grandes contratos com os órgãos públicos e com a iniciativa privada, fomentando de maneira orgânica a criação de novos cargos para atuação em projetos, bem como em alocações dentro de clientes.

As oportunidades disponíveis são para estagiários, analistas, técnicos e desenvolvedores de programa com especializações como Java, .NET, PHP e Cobol, além de outros cargos mais estratégicos que englobam posições comerciais, como consultor e gerente.

O Grupo Sonda proporciona possibilidade de crescimento e experiência dentro de um dos maiores conglomerados de TI do Brasil. Além disso, é possível se candidatar a vagas em outros países onde a SONDA atua, tais como Chile, Argentina, México, Uruguai e Colômbia, entre outros. Ao todo há oportunidades para dez países, que disponibilizam atualmente 140 vagas de trabalho.

Para acessar as vagas, tanto no Brasil quanto na América Latina, os candidatos interessados devem cadastrar o currículo no site da companhia.

Câmara de Porto Alegre vai homenagear 75 anos do Sincor-RS 45

Sindicato dos Corretores também foi a ‘Entidade do Ano’ nos 15 anos do Troféu JRS

No dia 27 de novembro, no período de comunicações, a Câmara Municipal de Porto Alegre deve homenagear os 75 anos do Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor-RS), informou a entidade. A iniciativa é dos vereadores Márcio Bins Ely (PDT) e Idenir Cecchin (PMDB).

Recentemente o Sincor-RS foi reconhecido como ‘Entidade do Ano’, nos 15 anos do Troféu JRS (foto). No mesmo dia da cerimônia, em 27 de outubro, o atual presidente da entidade, RIcardo Pansera, foi reeleito com 71% dos votos válidos.

75 anos do Sincor-RS são homenageados na Assembleia gaúcha

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul também prestou homenagem. Conforme o deputado Frederico Antunes, o Sincor-RS é referência às demais entidades sindicais pelo padrão de atuação ao longo de sete décadas e mais, “sempre em busca da solução de litígios e defesa do direito do consumidor com ética e independência”. A entidade foi fundada em 14 de outubro de 1942 na rua Caldas Junior, no centro de Porto Alegre, e a Carta Sindical marcou o início do sindicato. Nos anos 60 surgiu o movimento pela regulamentação da profissão, formalizada em 29 de dezembro de 1964 pela aprovação da lei. Nas duas décadas seguintes, “mesmo num período político centralizador e a inflação nas alturas”, observou o parlamentar, o produto se tornou indispensável.

Antunes destacou a iniciativa pioneira do Sincor ao criar o slogan “Com corretor de seguros é mais seguro”, em 1995, ação que logo em seguida foi adotada também pela Fenacor, a federação da categoria, que lançou a campanha publicitária “Seguro, só com corretor de seguros”. A categoria dispõe de um banco, o Credicor-RS, desde 1999, tendo consolidado o mercado a partir do ano 2000 “com a modernização dos seus produtos e processos, preparando-se para os novos tempos”, disse o deputado, mostrando o salto de participação de 1% do PIB para 6%, promovendo a geração de 200 mil empregos no país e seis mil no Rio Grande do Sul, “com profissionais qualificados que produzem progresso e trazem tranquilidade às famílias”.