Por que digitalizar sua logística com o Blockchain? 1981

Confira artigo de Bruno Silva, arquiteto de software

Atualmente, empresas tratam de contratos e parcerias que se resumem a uma cadeia de influências e disponibilidades de serviços ao qual a responsabilidade termina em processos criados de forma personalizada pelos fornecedores. Desta forma, entende-se que um supply chain ou cadeia de suprimentos, pode sofrer com condutas e históricos que, muitas vezes, não são expostos e, ou, rastreáveis. Diante deste cenário, como seria digitalizar a logística do seu negócio?

O Blockchain, que trata de uma cultura de necessidades validadas e expostas a cada etapa de um processo logístico, pode auxiliar as empresas nestas deficiências, capacidades e corrupções de contratos que, muitas vezes, não são possíveis de se identificar e, ou, precisam de muita atenção para encontrar possíveis focos de desalinhamento.

Mas como isso é possível? Transparência, segurança e rastreabilidade são pontos chaves que definem como as empresas atuarão nesta nova cultura. Estabelecidos os vínculos, os históricos serão inquebráveis, possibilitando uma nova forma de fazer negócio, baseada em contratos de alta confiabilidade e sem as barreiras de taxas, dependências bancárias ou sistemas comerciais engessados.

O Blockchain funciona como uma base de dados, no qual um conjunto ou bloco de informações se utilizam da validação criptografada para se conectar, resultando numa história que se compõe entre cada comunicação do bloco adicionado, formando assim uma corrente. Se esta corrente possui uma visão financeira, por exemplo, ela transparece as validações entre cada participante, que as fidelizam em toda a tramitação, ou seja, a transação inicial de um blockchain cria um histórico imutável e resgatável da transação que o acompanha em uma cadeia criptografada de documentos e transações financeiras digitais.

O histórico que se identifica pela chave criptografada é único do início ao fim e é eterno. Para hackear o blockchain, seria preciso quebrar a criptografia de todos os blocos da cadeia, em todos os computadores da rede e ao mesmo tempo, o que torna a tarefa virtualmente impossível, configurando um processo altamente seguro. Hoje, o blockchain já não se trata de vanguarda, mas sim de uma mudança de cultura que abrirá as portas para a realidade do mercado em transações digitais, trazendo inúmeras vantagens para o negócio por meio do poder das redes descentralizadas, que eliminarão o difícil, demorado e caro processo das negociações entre os bancos, bem como reduzirão os custos de transação, operacionais, de TI e de requisitos de capital.

*Bruno Silva é arquiteto de software da área de inovação da AMcom, empresa especializada em serviços de tecnologia  que atua com consultoria, fábrica de projetos e de software, sustentação e alocação.

Sistema DPVAT Digital lança pesquisa de qualidade 26

Iniciativa quer identificar o que pode qualificar funcionamento da aplicação

Divulgação

Saber o que o cliente pensa e deseja é o primeiro passo para obter resultados positivos nos negócios. Com o objetivo de se aproximar cada vez mais dos usuários do sistema, compreendendo melhor as suas necessidades e ter mais possibilidades de aprimorar o DPVAT Digital, a Krik Software Studio iniciou uma pesquisa de qualidade para atender com excelência em todos os aspectos. Entender melhor como é organizado os documentos, quanto o cliente está disposto a investir em um software de gestão, sua média de entrada de processos mensais e quais funcionalidades podem ser agregadas como ferramenta facilitadora.

De acordo com o responsável pelo DPVAT Digital, Felipe Ribeiro, essa pesquisa só tem a somar para descobrir quais são as ações que podem ser implantadas para qualificar o funcionamento do sistema. “Em um ecossistema digital cada vez mais competitivo, a evolução não deve se restringir apenas no âmbito tecnológico, mas também deve envolver os processos e o negócio na sua totalidade. Nisto consiste nosso empenho que é prover soluções práticas para problemas concretos.”, declarou Felipe.

Participe da pesquisa neste link.

Vale para o fast-food e para viagens 1975

Por que não valeria para o seguro?

O proponente que, após ter apresentado proposta de seguro sobre seu automóvel, tê-lo submetido à vistoria prévia e estar, portanto, com seu veículo coberto, não honra com seu compromisso de pagar o boleto da entrada. Ou seja, teve seu veículo coberto por alguns dias e não pagou por isso.

As seguradoras cobram, neste caso, como “proposta improdutiva”, um valor que entendem que serve para pelo menos para cobrir: custos administrativos com o processamento da proposta, pagamento da vistoria que ela (seguradora) paga para a empresa terceirizada que a fez e para os dias em que o veículo do cidadão esteve segurado.
Até aí, analisando friamente, qualquer criatura de bem acha isso normal e justo.

Afinal, o “esperto” teve seu carro coberto por 7 a 12 dias, foi à praia e voltou, nada aconteceu, então simplesmente joga fora o boleto da entrada e não paga nada… Temos a seguradora como vítima de um golpe e o cidadão proponente como o golpista.

O problema é que a seguradora, em lugar de cobrar do golpista, de quem teve o carro coberto por alguns dias e deu o calote, cobra do corretor. Do corretor, que é tão vítima quanto a seguradora…

O corretor trabalhou, buscou o negócio, calculou, preencheu a proposta, entregou na seguradora, marcou a vistoria, acompanhou todo o processo e será o único prejudicado.  O corretor não vai ganhar nada, porque ele só ganha depois que o cliente paga à seguradora. E neste caso, além de não ganhar nada (já que se o cliente não pagou à seguradora, não há comissão), o corretor ainda vai ser o único prejudicado porque terá debitada em sua “conta corrente de comissões” na seguradora, o valor da tal “proposta improdutiva”…

O problema todo está na forma como as coisas são conduzidas.  O “sistema” é que está errado. Deveria ser invertido.

Deveria ser estabelecido que somente depois de pagar a “entrada” ou o “à vista” da apólice que está propondo é que a vistoria seria marcada e realizada, o risco avaliado e, se aceito, o negócio sacramentado com a consequente emissão da apólice.  E a cobertura do seguro deveria começar somente com a emissão da apólice. Sim, porque somente depois de cumprida pelo proponente sua obrigação principal, que é pagar a seguradora para que esta banque seu risco, é que o risco deveria ser avaliado e, se aceito, a apólice emitida, configurando, aí sim, com a emissão da apólice, a aceitação do risco.

Este deveria ser o modo de operação do mercado segurador brasileiro.  Com isso, jamais teríamos estes casos de clientes golpistas e corretores feitos de bobos e prejudicados.

Quando o cidadão vai ao fast-food: ele primeiro paga, para depois seu lanche ser feito. Quando o cidadão pretende viajar: primeiro ele paga a passagem, para depois viajar. Por que para a contratação de um seguro, para a entrega dos riscos à seguradora através da consultoria profissional de um Corretor de Seguros, é o contrário? Isso precisa ser urgentemente revisto.

Por que o Blockchain é a tecnologia chave do sistema financeiro? 1985

Confira artigo de Alex Marin Silva, gestor de inovação da Sonda

O bitcoin, espécie de moeda virtual, foi desenvolvido para confrontar a hegemonia bancária. Ironicamente, tudo indica que sua tecnologia-base, o blockchain – sistema de criptografia que dá suporte às transações com bitcoins – será usada para fortalecê-la ainda mais.

O Bitcoin despertou a atenção dos bancos no mundo todo não exatamente por sua ideia de desafiar o sistema financeiro com a circulação de dinheiro virtual, mas sim por seu sistema de criptografia icônico no processo de transformação digital que vivenciamos atualmente.

O blockchain funciona como um registro de transações e é baseado em um banco de dados distribuído e descentralizado. Para hackear o blockchain, seria necessário quebrar a criptografia de todos os blocos da cadeia, em todos os computadores da rede e ao mesmo tempo, o que torna a tarefa virtualmente impossível e confere um sistema seguro.

Comparado a um livro-razão de todas as operações bitcoins, o blockchain foi descrito pela The Economist, em 2015, como uma tecnologia extremamente disruptiva, que permitirá inovações nos sistemas de segurança dos bancos, tornando as transações muito mais seguras e baratas do que são atualmente. É por isso que muitas instituições financeiras trabalham arduamente para encontrar um ponto de ligação entre o blockchain e seus sistemas de segurança digital.

A seriedade com que o mercado financeiro enxerga essa tecnologia é tão grande que grandes players do segmento, como Nasdaq, Visa e Citi, já mergulharam em testes para aplicar a segurança do blockchain em suas transações financeiras.

Segundo estudo do World Economic Forum, cerca de 10% do PIB global estará em blockchain até o ano de 2027. Tudo aponta, portanto, que, com o fortalecimento da transformação digital, as empresas migrem cada vez mais seus serviços para nuvem, alcançando processos 100% digitais, o que inclui as transações eletrônicas criptografadas que deverão, em breve, entrar no cotidiano das empresas e dos consumidores.

Com a globalização do capital financeiro, é necessário que as transações sejam cada vez mais eficientes, baratas e menos sujeitas a vulnerabilidades. A tecnologia blockchain permite exatamente isso, já que a descentralização e automação de atividades de troca de valores e propriedade de fundos diminui custos de transação, além de ser mais segura devido à verificação peer-to-peer.

Assim, bancos, operadoras de crédito e bolsas de valores já estão testando a utilização e aplicabilidade da tecnologia blockchain em seu dia a dia. É algo que promete reduzir falhas, vulnerabilidades e custos de transação, portanto aumenta os rendimentos de seus usuários e ajuda a superar crises. Além disso, é uma tendência que condiz com a atual digitalização das operações financeiras e bancárias, que crescentemente deixam de ser realizadas por meio da circularidade das moedas e dos títulos de valor mobiliário.

Cinco argumentos imbatíveis para os corretores venderem o seguro D&O 1969

Artigo de Thabata Najdek, profissional com dez anos de atuação no mercado segurador nas áreas de linhas financeiras

Diversificar a carteira, realizar cross selling, venda cruzada etc. Os corretores de seguros bem sabem quais sãos os caminhos para ampliar os negócios e aumentar o faturamento. Na prática, porém, nem sempre é fácil convencer o cliente. Por exemplo: vender uma apólice de seguro D&O para gestor de empresa familiar ou de pequeno porte parece uma tarefa impossível. Mas, não é. Com argumentos certos, é possível não apenas vencer a resistência do gestor, como também convencê-lo de que o seguro D&O é um investimento baixo para proteger o patrimônio que ele construiu com esforço, caso venha ser acionado na justiça por algum de seus atos ou de seus comandados.

A seguir, cinco argumentos fortes que os corretores de seguros podem utilizar para as principais justificativas dos gestores que resistem à ideia de contratar o seguro D&O:

1 – “Minha empresa não tem ações na bolsa, não preciso de seguro”

De fato, as empresas de capital aberto necessitam de seguro D&O porque são reguladas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que fiscaliza a conduta de seus gestores e por isso têm maior exposição a riscos. Mas, é um erro pensar que as empresas de capital fechado não estão sujeitas a riscos. Estão sim, e muito. Nenhuma empresa está livre de ser acionada na justiça e tampouco seus gestores, especialmente pelo risco de responsabilização previsto nos códigos de defesa do consumidor, tributário, civil etc. E o seguro D&O serve, nesses casos, para cobrir os custos de honorários advocatícios para que o administrador tenha a melhor defesa e, se for condenado por ato culposo, o reembolso da indenização paga.

2 – “Sou diligente, e, portanto, nunca enfrentarei processos na justiça”

Todos os gestores são responsáveis por sua conduta e a de seus subordinados. Então, ainda que aquele ato ou omissão não tenha sido cometido diretamente por ele, estará sujeito a ser questionado, porque era sua obrigação verificar se a conduta era correta, se os manuais de procedimentos estavam sendo seguidos etc. Um exemplo é o caso de um diretor que foi acionado na justiça porque o empregado, que trabalhava em outro estado, morreu em acidente de trabalho por não utilizar os equipamentos de segurança disponibilizados pela empregadora. O diretor foi processado por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar, porque o Ministério Público entendeu que ele deveria ter fiscalizado o uso dos equipamentos de segurança. Veja que a responsabilidade na condição de executivo da empresa extrapola a sua conduta. Então, o risco é bem maior do que se possa mapear.

3 – “A empresa é familiar e os acionistas não vão me processar”

A maioria das ações na justiça contra o empresário não é promovida por sócios ou acionistas. Geralmente, são ajuizadas pelo Ministério Público por questões criminais, tributárias, consumeristas e ambientais, entre outras. Os fornecedores também podem questionar a conduta do administrador durante o processo da ação de falência, por duvidarem que a empresa possa honrar suas dívidas. Então, o fato de a empresa ser familiar pouco importa na promoção de ação contra o executivo.

4 – “Sou sócio administrador e o seguro D&O não me protege”

De fato, se ele for apenas sócio não terá a cobertura do seguro. Mas, se for sócio administrador terá cobertura para o risco de administração da empresa. Então, caso seja questionando na justiça pelo recolhimento de um tributo, por sonegação fiscal, pouco importa o fato ser ou não sócio, porque o foco da ação será apurar um ato de administração da empresa. Para indenizar, a seguradora irá avaliar se no momento do sinistro a reclamação foi contra a figura do sócio ou do administrador.

5 – “A empresa é pequena, não necessita de seguro D&O”

Esse argumento é recorrente, mas não faltam exemplos para derrubá-lo. Empresas pequenas podem ter riscos bem grandes. Um exemplo dos mais conhecidos é o de um shopping em Osasco que explodiu, em 1996, gerando uma série de desdobramentos contra os seus executivos, inclusive o gerente. Além de processados criminalmente, a justiça se baseou no Código de Defesa do Consumidor para a indenização de todas as vítimas, aplicando a desconsideração da personalidade jurídica, pela qual os gestores respondem com o seu patrimônio. E para piorar, foi de forma solidária. O caso chegou ao STJ e eles foram absolvidos no processo criminal, mas tiveram de arcar com as indenizações civis. O shopping tinha o capital social de R$ 3 milhões, montante insuficiente para pagar altas indenizações. Ou sejam o risco era desproporcional ao tamanho da empresa e o patrimônio dos administradores ficou extremamente vulnerável.

Por isso, é fundamental que o gestor tenha apólice de D&O, porque por meio dela conseguirá transferir grande parte dos riscos de sua gestão à seguradora, podendo exercer a sua administração de forma mais tranquila. E o melhor argumento de vendas é explicar para o empresário que o custo do prêmio é provavelmente muito menor, por exemplo, que o prêmio do seguro de automóvel dos executivos da empresa, e a proteção (limite segurado) muito maior.

“D&O – Argumentos de venda” é um dos 24 cursos online, disponíveis no site cursos.linhasfinanceiras.com, ministrados por Thabata Najdek, profissional com dez anos de atuação no mercado segurador nas áreas de linhas financeiras e responsabilidade civil nas companhias líderes de mercado, e autora do Blog Linhas Financeiras

SulAmérica abre inscrições para programa de estágio 27

Seguradora oferece oportunidades para universitários no Rio de Janeiro e em São Paulo

A SulAmérica abre nesta sexta-feira (8) as inscrições para o processo seletivo do programa de estágio da companhia. As vagas são destinadas a universitários com previsão de formatura entre julho de 2019 e julho de 2020, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Os interessados podem se candidatar até 8 de outubro por meio deste site.

Reprodução

O estágio tem início previsto para novembro e dezembro de 2017, com duração de até dois anos. As oportunidades abrangem diversas formações acadêmicas, como Administração de Empresas, Contabilidade, Direito, Engenharia de Produção, Economia, Estatística, Matemática, Ciências Atuariais, Comunicação Social, Tecnologia da Informação, entre outras. Os estudantes aprovados na avaliação online de raciocínio lógico, feita no ato da inscrição, passarão pela análise de currículo e etapas presenciais de dinâmica de grupo e entrevista com os gestores de cada área.

“O Programa de Estágio da SulAmérica proporciona uma trilha de intenso aprendizado e experimentação para jovens que estejam interessados em crescer profissionalmente dentro de uma empresa focada em inovação contínua. Temos orgulho de participar da trajetória profissional de talentos em início de carreira”, comenta a diretora de Capital Humano e Sustentabilidade da SulAmérica, Patrícia Coimbra.

Os contratados terão como benefícios bolsa-auxílio compatível com o mercado, seguro saúde, vale-refeição, vale-transporte e seguro de vida para acidentes pessoais. Outro diferencial é o programa de reconhecimento Estagiário Nota 10, que prevê aumento no valor da bolsa de estágio para aqueles que excederem as expectativas na avaliação da empresa.

O Programa de Estágio SulAmérica abre inscrições duas vezes ao ano. Em 2016, a companhia recebeu aproximadamente 20 mil candidaturas para estagiar em diversas áreas da companhia no Rio de Janeiro e em São Paulo, um aumento de 87% em relação ao ano anterior. Neste ano, a SulAmérica foi eleita uma das companhias mais desejadas para se trabalhar no Brasil na opinião de 67 mil estudantes que participaram da pesquisa Brazil’s Most Attractive Employers 2017, elaborado pela consultoria Universum.