Perdas com ciberataques podem ultrapassar US$ 2,1 trilhões até 2019 69106

Segurança digital é o tema do momento

Os ataques globais registrados durante todo o ano de 2017 expuseram como nunca uma questão contemporânea: os riscos cibernéticos, bem como as perdas potenciais oriundas destas ações. Até 2019, estima-se que as perdas podem atingir US$ 2,1 trilhões, de acordo com um estudo da Cyber Handbook.

Tudo que evolui para o bem da sociedade, também evolui para o mal. O que antes parecia ficção científica tornou-se realidade. Sistemas de hospitais, energia elétrica e telefonia em mais de 74 países foram atingidos pelos temidos ataques ransomware, onde é exigido o pagamento de um resgate para liberação do acesso aos documentos do usuário.

Maior alvo de ciberataques na América Latina, o Brasil também registrou contratempos com ataques do gênero. O empresário Augusto Lisboa (nome fictício), revela que teve seu servidor com todo o banco de dados necessário para o funcionamento de sistemas e serviços afetado pelo programa malicioso. “Mesmo com o pagamento exigido pelos hackers, nosso sistema não foi restabelecido”, conta ao lembrar que não houve nenhum comportamento suspeito nos computadores da rede antes do ataque.

O pagamento, ao qual a vítima se refere é realizado em Bitcoins, uma moeda virtual criptografada que impede o rastreamento. Em média, é cobrado US$ 300 por computador, mas o valor varia. Um Bitcoin era cotado a R$ 26.914,86 no dia 17 de novembro.

Os riscos cibernéticos foram tema central de um fórum organizado pela seguradora AIG, onde Luiz Milagres, Gerente de Riscos Cibernéticos da consultoria Ernst Young, ressaltou a percepção de amadurecimento das empresas brasileiras em relação ao assunto. “Cerca de 40% das empresas listadas na Bolsa de Valores já incluem em seus relatórios informações sobre investimentos em segurança digital. Isso mostra o quão sensível é o tema”, afirma ao ressaltar que 68% dos ataques partem de dentro da própria organização.

Além da perda de dados e da extorsão, ficam os ditos “lucro cessantes” e os prejuízos institucionais à imagem da empresa. A boa notícia é que, apesar do crescente temor causado pelos atos recentes, existem opções disponibilizadas pelo mercado de seguros para minimizar o impacto deste problema. Segundo a corretora Marsh, as contratações deste tipo de seguro somam aproximadamente US$ 2 bilhões e devem bater US$ 20 bilhões até 2025. Os Estados Unidos continuam a ser o maior mercado de seguros cibernéticos, onde quase 20% de todas as organizações têm cobertura contra estes riscos.

Este tipo de cobertura está disponível em terras tupiniquins desde 2012. “Trata-se de um seguro que não se limita apenas à proteção contra os riscos, mas sim uma solução para o gerenciamento da exposição cibernética de uma empresa”, explica Flavio Sá, gerente de linhas financeiras da AIG Brasil.

Segundo Ana Albuquerque, Gerente de Linhas Financeiras da Willis Towers Watson, a busca por este tipo de cobertura cresceu 143% em 2016. Hospitais, instituições financeiras, tecnologia, varejo, alimentos e bebidas estão entre os cinco segmentos que mais contratam seguros cibernéticos. É um novo nicho de mercado a ser explorado pelos Corretores de Seguros, os profissionais devidamente habilitados a realizarem uma consultoria profissional sobre as reais necessidades de empresas e consumidores que desejam ter uma garantia para que este problema não seja prejudicial a ponto de desestabilizar os resultados financeiros e tornar-se, assim, irreversível.

“Este tipo de proteção ainda é recente, mas está em evolução e o mercado de seguros sempre vai de encontro às mudanças da sociedade”, pensa Fernando Cirelli, executivo responsável pelo produto de Seguro Digital na BR Insurance. “É um produto complexo e com uma linguagem específica, mas aplicável a todos os ramos de atividades”, completa ao projetar que, em um futuro próximo, possivelmente, o seguro residencial, por exemplo, deve disponibilizar cobertura para dispositivos conectados.

Além dos ataques ransomware, o phishing (ver quadro) é um dos golpes mais comuns na rede, reitera Temistocles Mendes, Gerente Comercial de Identidade e Acesso da Gemalto. A empresa é especialista em soluções mundiais em tecnologia e também indexa os ataques reportados em nível mundial. Mendes ainda lembra que com o advento “internet das coisas” deve explodir o número de dispositivos suscetíveis a invasões e que as pequenas e médias empresas são as mais afetadas, pois, normalmente, não possuem estratégias de segurança digital.

De encontro a isso está a digitalização completa de processos até então burocráticos. É o que diz Alessandro Buonopane, Head of Insurance no Brasil da consultoria em tecnologia GFT. “Estamos evoluindo rapidamente e pensar a médio e longo prazo é necessário. As próprias seguradoras tornam suas tarefas mais acessíveis, seja na comunicação com o corretor ou na abertura de sinistros, que hoje pode ser feita por aplicativos móveis”, conta. “Vivemos uma nova era para os serviços financeiros”, diz ao lembrar do processo de digitalização dos bancos, que ocasionou na demissão de 20 mil profissionais que atuavam em agências físicas, como informou recentemente o Banco Central.

É consenso geral que o descuido do próprio usuário com acesso à rede é a maior causa dos problemas relacionados a segurança digital. Os ataques mundiais aconteceram devido a uma falha do Windows, que já contava com atualização que corrigia o problema. Nas versões mais recentes do sistema operacional uma funcionalidade que previne este tipo de ataque aconteça. Cabe ressaltar que também foram registrados ataques no Linux, mas em escala muito menor e isolada.

“A evolução diária dos riscos cibernéticos demanda atenção sobre o nível de segurança da informação corporativa dos usuários e a seguradora tem como missão cuidar dos recursos que garantem a continuidade dos negócios”, afirma Carlos Cortés, Head de Risk Engineering da Zurich no Brasil. A companhia é uma das poucas que também fornece seguro para riscos digitais que oferece proteção financeira à empresa em casos de responsabilidade civil decorrente de ameaças cibernéticas ou atos de violação de segurança ou de privacidade, incluindo proteção em casos de investigações formais e inquéritos.

Delphos tem novo endereço em São Paulo 759

Empresa possui 50 anos de atuação

Desde a última semana, a sucursal da Delphos em São Paulo está localizada na Rua Sampaio Viana, 277/3º andar. O telefone permanece o mesmo (11) 4009-8749.

Com 50 anos de atuação, a Delphos foi a primeira empresa de serviços criada para atender especificamente ao mercado segurador brasileiro. A companhia está capacitada para prestar serviços em qualquer atividade relacionada aos diversos ramos de seguros, desde a análise preliminar dos riscos até a regulação do sinistro, com destaque para a tecnologia da informação.

Corretora de Porto Alegre contrata gestor comercial 532

Experiência na ramo é pré-requisito

Conceituada corretora de seguros de Porto Alegre (RS) está a procura de gestor comercial para todos os ramos. Ter experiências anteriores no segmento segurador, através da atuação em companhias ou corretoras, e residir na Capital gaúcha ou região são pré-requisitos para preencher a vaga da empresa que possui 30 anos de mercado.

A oportunidade conta com salário compatível ao cargo. Ficou interessado? Currículos devem ser enviados para o e-mail jrs@jrscomunicacao.com.br.

Associados têm prioridade na participação em eventos do CVG-RS 742

Entidade abre atividades a partir do dia 27 de março

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG-RS) recebe o gerente executivo da diretoria geral de Vida do Banco do Brasil e Mapfre, Wagner Torres, em sua primeira palestra de 2018. O encontro acontece no dia 27 de março, a partir das 8h30min, no Clube do Comércio (Rua dos Andradas, 1085 – Porto Alegre/RS).

O executivo possui mais de 20 anos de experiência no mercado e aborda o assunto: Um novo corretor de seguros para o mercado de vida? Ou um novo mercado para este corretor?

Veja também: A agenda completa do CVG-RS em 2017

O número de participações é limitado, por isso, os associados ao CVG-RS possuem prioridade nas inscrições, a partir do dia 14 de março. No dia 15, se ainda houverem vagas, as mesmas serão disponibilizadas ao mercado em geral. As seguradoras sócias podem inscrever até 12 colaboradores e as Corretoras/Prestadores Sócias até 6 colaboradores, o pedido deve partir sempre da Seguradora ou PJ Associada para os e-mails secretaria@cvgrs.com.br ou cvgrs@terra.com.br com o nome completo das pessoas a serem inscritas e a respectiva atividade que exercem junto à Associada.

Segmento de franquias cresceu 8% em 2017 1851

Investimento em um negócio consolidado é a grande chance para quem quer abrir o seu próprio negócio

Cresce cada vez mais o número de franqueados no Brasil. É o que apontam os dados preliminares da Associação Brasileira de Franchising (ABF) em relação ao ano de 2017, divulgados no dia 11 de janeiro. De acordo com a entidade, o mercado de franquias teve um crescimento de 8% no ano passado, gerando um faturamento de 163 bilhões.

Ser dono da sua própria empresa e investir em um sistema de negócio já modelado são algumas das atribuições que fazem as pessoas pensarem em adquirir franquias de empresas já consolidadas no mercado. Os dados da ABF mostram que, no Brasil, 88% dos novos empreendedores estão concentrados no Sudeste. A alta concentração de franqueados na região faz com que os outros 12% sejam divididos entre Centro-Oeste (6%), Nordeste (4%), e Sul (2%).

Além disso, os números indicam que no mercado brasileiro, o investimento em franquias nacionais ((88%) é superior em relação ao de países como Estados Unidos (4%), Espanha (4%), Japão (2%) e França (2%). Logo, com o aumento de franquias no Brasil, cresce também o número de oportunidades de emprego. Só em 2017, mais de 1,2 milhões de empregos foram gerados pelo franchising.

Life Brasil Franchising teve início em 2017 e conta com franqueados nas regiões Sudeste e Sul do Brasil

Além dos dados que mostram o crescimento do mercado de franquias no Brasil, a expansão da empresa e a importância do garantir um seguro de vida foram alguns dos pontos que levaram o Grupo Life Brasil a inovar e lançar o seu próprio sistema de franquias: a Life Brasil Franchising. O projeto teve início em 2017 e já conta com franqueados nas regiões Sudeste e Sul do Brasil.

Um dos diferenciais da holding, que possui quase 20 anos de experiência na venda direta de seguro de vida, é o treinamento da metodologia de sucesso em vendas. Com isso, além de receber o negócio modelado, os futuros empreendedores também têm a oportunidade de aprender, em duas semanas de ensinamentos, com a equipe de formação em ProteCoaching do Grupo.

Um dos exemplos mais recentes de novos franqueados da holding é o empresário Daniel Mendes Campos Cardoso, 32 anos. O novo franqueado do Grupo Life Brasil adquiriu uma franquia home office, recebeu os treinamentos da metodologia de vendas da empresa e já conta com uma equipe de trabalho em Belo Horizonte, Minas Gerais.

“Nesse processo, o ponto mais importante no meu treinamento foi a metodologia do Grupo Life Brasil e os números apresentados. Todo esse conceito que a empresa criou para alcançar esse sucesso foi comprovado e funciona. Além disso, todo esse método para garantir excelência nas vendas foi repassado passo a passo para aplicarmos no nosso negócio”, disse Daniel.

Com a estimativa a favor do franchising em 2018, o Grupo Life Brasil possui uma grande meta: expandir suas franquias pelo país e garantir 80 franqueados neste ano. Para isso, a holding conta com quatro modelos de franquia (home office e três opções de escritório), com investimento inicial a partir de R$ 23.990 e tempo de retorno estimado em seis a dez meses. O franqueado pode alcançar até 2.500% de retorno num prazo médio de cinco anos.

Para saber mais informações sobre como adquirir uma franquia da holding, basta acessar este site..

Tokio Marine cresce 24,5% em cidades do interior de São Paulo 769

Destaques da unidade regional I foram as carteiras de Auto e Transporte

Julio Sato, diretor comercial Varejo São Paulo Interior I
Julio Sato, diretor comercial Varejo São Paulo Interior I / Divulgação

A Tokio Marine amplia cada vez mais sua participação no interior paulista. A seguradora registrou aumento de 24,5% no volume de negócios gerados em 2017, na comparação com o mesmo período de 2016. Os resultados obtidos são fruto, principalmente, do desempenho nas carteiras de Auto, com incremento de 27,9%, e de Transportes, com crescimento de 40,8%.

“Essa conquista mostra a força da parceria com os corretores e assessorias nas regiões de Campinas, Jundiaí, São Jose dos Campos, Mogi das Cruzes, Sorocaba, Piracicaba, Santos e Americana. Para 2018, vamos continuar investindo na capacitação da nossa equipe e dos parceiros de negócios, Corretores e Assessorias. Temos um excelente portfólio de produtos e um mercado cheio de oportunidades e, com isso, pretendemos continuar crescendo visando melhorar ainda mais a nossa rentabilidade”, afirma Julio Sato, diretor comercial Varejo São Paulo Interior I.

Em território nacional, a seguradora comemora o melhor desempenho em 58 anos. Em 2017, a companhia registrou crescimento expressivo de 17% e uma produção histórica de R$ 4,8 bilhões, o que a consolida como a quinta maior seguradora do País. Na carteira de Auto, o crescimento foi de 32%, com um recorde de 1,6 milhão de veículos segurados. Além da alta qualidade dos serviços e de uma ampla rede de corretores, a estratégia de lançar produtos inovadores, que atendam a diferentes nichos, a exemplo do Vida Individual, Auto Popular e Auto Roubo+Rastreador, seguros mais acessíveis em momentos econômicos desafiadores sustentaram esse significativo incremento.