A importância dos corretores no mercado de planos de saúde 5719

Profissional é fundamental para a retomada do crescimento no setor

Com vendas on-line e inúmeras outras novidades no mercado de planos de saúde, muitos podem pensar erroneamente que a profissão de corretor já não é mais relevante e talvez que já não seja tão próspera. Porém, essa ideia é errada, pois o corretor é o combustível que o segmento precisa para manter a máquina funcionando, mesmo com a venda on-line, sem esse profissional fundamental, nada acontece.

O que está faltando ao mercado é uma conscientização maior sobre como valorizar o trabalho desenvolvido pelo corretor. Os executivos e as empresas do setor devem se unir no esforço de melhorar a comunicação e o relacionamento entre as operadoras ou seguradoras com as plataformas e seus corretores, pois existe atualmente uma grave falha na comunicação. Os dois lados são fundamentais na engrenagem que faz os negócios se movimentarem. Pois de nada adianta investir na marca e não valorizar quem forma opinião com o consumidor final e fomenta o mercado.

Entre os entraves que desestimulam o corretor está a limitação no atendimento dos gestores, pois não há muito empenho para solucionar os casos em que depende deles para sequenciar os processos de implantação. Infelizmente, existe um preconceito com o corretor pela não exigência de formação profissional e pelo fato de existirem maus profissionais. Quando um apronta, todos são vistos da mesma forma! Dentro das empresas há pessoas que não gostam de corretor, e nos bastidores é comum se ouvir que “corretor é um mal necessário“.

Essas empresas precisam ficar atentas e se juntar a outras para defender o que é importante para o mercado. Na ACOPLAN – Associação dos Corretores de Planos de Saúde -, que atualmente conta 80 empresas, há um trabalho de valorização e unificação de esforços com objetivo de melhorar o desempenho do setor. Poderia ter muito mais associados, mas mesmo com uma taxa simbólica – apenas para manter os custos –, muitos não querem unir esforços para elaborar grandes projetos que serviriam para o crescimento de todos.

De qualquer forma, a profissão de corretor sempre estará em alta, o que muda são os profissionais, a forma como encaram as mudanças e enxergam os conflitos. Toda crise tem o lado positivo e negativo. Para qual foco você vai se concentrar? É fato que as ameaças trabalhistas e o avanço da venda on-line serviram de incentivo para que muitos profissionais abandonassem o mercado, a resistência pelo novo, a falta de conhecimento por achar que “não preciso de treinamento” fizeram com que muitos deles desistissem do setor, alguns não se adaptaram. Por outro lado, a crise trouxe outros profissionais, uma nova geração, com habilidades de informática e técnicas de persuasão por telefone, oriundos dos grandes call centers que substituíram milhares de profissionais pela tecnologia.

A inclusão da tecnologia veio para somar, embora algumas pessoas ainda estão presas em um mundo arcaico, vendo a tecnologia apenas por causa do WhatsApp, do Facebook e do Instagram, sem se aprofundar no assunto como se deve. Integrar os processos de venda, o cadastro e o pós-venda é muito importante. Hoje é possível realizar uma venda para um cliente de qualquer parte do país, facilmente – sem ter qualquer contato físico – 90% é on-line. A pessoa recebe o contrato via e-mail, imprime e encaminha para o corretor dar entrada na operadora ou na seguradora.

Buscando ainda mais valorização, muitos corretores estão se aperfeiçoando na formação e outros estão atuando com a cocorretagem, que já é realizada entre as seguradoras, porém apenas entre corretores susepados (por contrato PJ – Pessoa Jurídica), a plataforma emite nota somente da parte que lhe cabe e o corretor da parte dele, além disso exclui das partes o processo financeiro que demanda tempo e investimentos, traz mais segurança de pagamento recebíveis para os corretores, principalmente no quesito vitalício.

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em um ano cerca de 1,7 milhão de pessoas deixaram de ter plano de saúde no Brasil. O mercado sofreu com a crise, mas agora está sendo reconstruído, a tendência é crescer de forma organizada e mais equilibrada. O investimento agora será em mais treinamentos para esse novo momento, pois exigem mão de obra mais qualificada, a tecnologia é nossa aliada e trará mais benefícios para o setor.

*Rosa Antunes é presidente da Associação dos Corretores de Planos de Saúde (ACOPLAN)

Mercado aguarda nova obra de Alberto Júnior 3242

Alberto Júnior recebe reconhecimento no 15º Troféu JRS

Especialista em vendas no mercado de seguros anuncia novo livro

Um dos maiores operadores da corretagem brasileira de seguros, Alberto Júnior anunciou o lançamento de sua nova obra. “O vendedor mais cobiçado”, disse o empresário em uma publicação que repercutiu nas redes sociais.

Reprodução
Reprodução

Alberto é autor de “A Lógica”, obra que foi destaque em recente reunião do Million Dollar Round Table (MDRT), nos Estados Unidos. O destaque foi feito por Tiago Melo, membro da Court of The Table da entidade. “É o primeiro brasileiro com literatura no MDRT”, completou.

Melo destacou a honra em representar o Brasil no maior evento do mercado Internacional de Seguros e Finanças. “É sem dúvida uma grande emoção. Como membro Court of The Table na MDRT, encontro-me em um seleto grupo de 2.500 profissionais de todo mundo, pertencentes a esta categoria, são 9 anos consecutivos na MDRT. Ter esta certificação em meu currículo, deve-se a minha exacerbada preocupação em oferecer o meu melhor aos meus clientes, sou grato a todos eles por delegarem a mim a honra de cuidar e proteger seus sonhos, família e projetos de vida”, agradeceu o executivo.

Congresso Sul Brasileiro reserva espaço para debates 2297

Arquivo JRS

Brasesul fortifica relacionamento entre profissionais do setor

A proximidade entre corretores de seguros e seguradores é um dos principais atrativos do Congresso Sul Brasileiro de Corretores de Seguros (Brasesul), que acontece a partir desta quinta, em Florianópolis (SC).

Saiba mais: Seguradoras participam em peso do Brasesul.

Para enfatizar esse relacionamento, os Sincor-SC, Sincor-PR e Sincor-RS, entidades idealizadoras do congresso, prepararam um painel especial para o segundo dia do evento. Intitulado “Painel das Seguradoras e Corretores de Seguros”, terá como mediador convidado o presidente em exercício da Fenacor, Robert Bittar, e contará com as apresentações dos dirigentes de grandes companhias, falando sobre os planos de suas empresas para aprimorar a parceria com os profissionais da corretagem nos próximos anos.

Confira a programação completa do Congresso Sul Brasileiro

Sob o tema “O que podemos esperar do futuro – caminhos, alternativas e soluções”, as apresentações serão focadas em como a relação com o corretor, peça-chave para o desenvolvimento do mercado, é vista pelas principais seguradoras. O painel terá espaço para perguntas do público, que serão feitas via WhatsApp.

Chubb Brasil nomeia novo Vice Presidente de P&C 2236

Chubb

Companhia foca em serviços superiores aos clientes

Leandro Martinez é o novo vice-presidente de Subscrição de P&C da Chubb Brasil
Leandro Martinez é o novo vice-presidente de Subscrição de P&C da Chubb Brasil

A partir de julho, Leandro Martinez assume a Vice-Presidência de Subscrição de P&C da Chubb Brasil, reportando-se diretamente ao Presidente Executivo da Chubb Brasil, Antonio Trindade e funcionalmente a Pablo Korze, Vice Presidente Sênior de P&C Commercial.

Leandro será responsável pelo P&L de Global, Middle Market/SME e Resseguros. O executivo está na companhia desde janeiro de 2011, e em agosto de 2014, passou a desempenhar o papel de Vice Presidente Regional de Linhas Financeiras, onde contribuiu com desenvolvimento das carteiras de D&O, PI, FI e Cyber na América Latina.

Leandro é advogado, pós-graduado em Direito Civil e de Empresas, com MBA pela FGV e extensões em mercado de capitais pela Escola Superior de Advocacia da OAB de São Paulo.

Toda mudança realizada na Chubb tem como objetivo garantir uma subscrição e execução superiores, bem como a entrega de um serviço superior para os seus clientes.

Dicas para investir e ir às Olimpíadas no Japão, em 2020 3332

Tokyo

Quem não foi à Rússia, pode aportar em fundos cambiais para realizar sonho de fazer parte da torcida brasileira

Quem gosta de grandes eventos esportivos, mas não conseguiu ir para a Rússia, pode se preparar para as Olimpíadas do Japão, em 2020. De acordo com a Mapfre Investimentos, existem boas alternativas para fazer o dinheiro render e fazer parte da torcida brasileira do outro lado do mundo.

Antes de realizar uma aplicação, é necessário definir o montante necessário para o passeio, considerando o valor em moeda estrangeria – já que a viagem é para o exterior– e o tempo disponível até o embarque, neste caso, dois anos. “O fundo deve ter pouco risco para não comprometer o volume de dinheiro essencial para viajar. A recomendação é seguir o planejamento de investir parte em fundo cambial e parte em fundos de renda fixa”, explica Carlos Eduardo Eichhorn, diretor de gestão de recursos da Mapfre Investimentos.

“Os fundos cambiais são uma opção segura e rentável, porque garantem o poder de compra em dólares e liquidez para a data estimada da viagem. Além disso, também não há a cobrança do spread exigido pelas casas de câmbio”, completa.

Já os fundos de renda fixa são os mais populares entre os brasileiros. São veículos de investimento com menos risco e que podem ser compostos por títulos públicos e de crédito, com o objetivo de rentabilidade associado ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Sustentare alcança marca de 100 Unidades de Negócios 2589

Empresa expandiu também em Santa Catarina

Marcos Stock Trevisan é CEO da Sustentare Seguros
Marcos Stock Trevisan é CEO da Sustentare Seguros.

A Sustentare Seguros atingiu a marca de 100 Unidades de Negócios no fechamento do primeiro semestre do ano. Os escritórios estão concentrados no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. “Batalhamos bastante para chegar a esta marca porque entendemos que ainda há muito potencial para crescer. Estas Unidades estão somando forças junto conosco e nos ajudando a cada vez mais entregar um serviço de qualidade”, destaca o CEO da Sustentare Seguros, Marcos Stock Trevisan.

Alcançar este número foi possível graças à meta traçada pela empresa no final do ano passado, com uma operação de expansão planejada no estado vizinho, que hoje já conta com vinte corretores. “Tudo isso aconteceu depois termos ficado 2016 sem colocar nenhum parceiro, modificando nosso regime fiscal e contratos. Já em 2017 houve um aumento considerável do número de Unidades e agora em 2018 foi momento de colocar cada vez mais parceiros, com frentes de expansão nos dois estados da região Sul”, comenta.