A importância dos corretores no mercado de planos de saúde 5130

Profissional é fundamental para a retomada do crescimento no setor

Com vendas on-line e inúmeras outras novidades no mercado de planos de saúde, muitos podem pensar erroneamente que a profissão de corretor já não é mais relevante e talvez que já não seja tão próspera. Porém, essa ideia é errada, pois o corretor é o combustível que o segmento precisa para manter a máquina funcionando, mesmo com a venda on-line, sem esse profissional fundamental, nada acontece.

O que está faltando ao mercado é uma conscientização maior sobre como valorizar o trabalho desenvolvido pelo corretor. Os executivos e as empresas do setor devem se unir no esforço de melhorar a comunicação e o relacionamento entre as operadoras ou seguradoras com as plataformas e seus corretores, pois existe atualmente uma grave falha na comunicação. Os dois lados são fundamentais na engrenagem que faz os negócios se movimentarem. Pois de nada adianta investir na marca e não valorizar quem forma opinião com o consumidor final e fomenta o mercado.

Entre os entraves que desestimulam o corretor está a limitação no atendimento dos gestores, pois não há muito empenho para solucionar os casos em que depende deles para sequenciar os processos de implantação. Infelizmente, existe um preconceito com o corretor pela não exigência de formação profissional e pelo fato de existirem maus profissionais. Quando um apronta, todos são vistos da mesma forma! Dentro das empresas há pessoas que não gostam de corretor, e nos bastidores é comum se ouvir que “corretor é um mal necessário“.

Essas empresas precisam ficar atentas e se juntar a outras para defender o que é importante para o mercado. Na ACOPLAN – Associação dos Corretores de Planos de Saúde -, que atualmente conta 80 empresas, há um trabalho de valorização e unificação de esforços com objetivo de melhorar o desempenho do setor. Poderia ter muito mais associados, mas mesmo com uma taxa simbólica – apenas para manter os custos –, muitos não querem unir esforços para elaborar grandes projetos que serviriam para o crescimento de todos.

De qualquer forma, a profissão de corretor sempre estará em alta, o que muda são os profissionais, a forma como encaram as mudanças e enxergam os conflitos. Toda crise tem o lado positivo e negativo. Para qual foco você vai se concentrar? É fato que as ameaças trabalhistas e o avanço da venda on-line serviram de incentivo para que muitos profissionais abandonassem o mercado, a resistência pelo novo, a falta de conhecimento por achar que “não preciso de treinamento” fizeram com que muitos deles desistissem do setor, alguns não se adaptaram. Por outro lado, a crise trouxe outros profissionais, uma nova geração, com habilidades de informática e técnicas de persuasão por telefone, oriundos dos grandes call centers que substituíram milhares de profissionais pela tecnologia.

A inclusão da tecnologia veio para somar, embora algumas pessoas ainda estão presas em um mundo arcaico, vendo a tecnologia apenas por causa do WhatsApp, do Facebook e do Instagram, sem se aprofundar no assunto como se deve. Integrar os processos de venda, o cadastro e o pós-venda é muito importante. Hoje é possível realizar uma venda para um cliente de qualquer parte do país, facilmente – sem ter qualquer contato físico – 90% é on-line. A pessoa recebe o contrato via e-mail, imprime e encaminha para o corretor dar entrada na operadora ou na seguradora.

Buscando ainda mais valorização, muitos corretores estão se aperfeiçoando na formação e outros estão atuando com a cocorretagem, que já é realizada entre as seguradoras, porém apenas entre corretores susepados (por contrato PJ – Pessoa Jurídica), a plataforma emite nota somente da parte que lhe cabe e o corretor da parte dele, além disso exclui das partes o processo financeiro que demanda tempo e investimentos, traz mais segurança de pagamento recebíveis para os corretores, principalmente no quesito vitalício.

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em um ano cerca de 1,7 milhão de pessoas deixaram de ter plano de saúde no Brasil. O mercado sofreu com a crise, mas agora está sendo reconstruído, a tendência é crescer de forma organizada e mais equilibrada. O investimento agora será em mais treinamentos para esse novo momento, pois exigem mão de obra mais qualificada, a tecnologia é nossa aliada e trará mais benefícios para o setor.

*Rosa Antunes é presidente da Associação dos Corretores de Planos de Saúde (ACOPLAN)

Presentes de final de ano: um alerta às regras de compliance nas empresas 290

Confira artigo de Antonio Carlos Hencsey, líder de prática de Ética & Compliance da Protiviti

A troca de presentes e entretenimento pode fortalecer as relações comerciais, mas por outro lado o envio de regalos e divertimentos, como jantares e idas a shows ou peças teatrais, podem criar, ou aparentar, influências inadequadas no ambiente de trabalho. Todo cuidado é pouco ao receber mimos do parceiro ou fornecedor, uma prática muito comum que ocorre agora, principalmente, durante as festas de fim de ano. Tudo porque o recebimento de gratificações tem grades chances de ser visto como propinas, capazes de manchar a reputação e destoar as disposições do código de normas e condutas éticas da companhia.

É importante ressaltar que itens promocionais de baixo valor, tais como canetas, calendários, blocos de anotações ou outros brindes menores, que normalmente possuem a logomarca da empresa, não se encaixam na categoria de gratificação indevida. Aqui é falado de presentes de alto valor, que superam as cifras de 150 reais e que podem influenciar a objetividade do presenteado quando for tomar uma decisão comercial.

Alguns cuidados podem (e devem) ser tomados para que as empresas sigam suas regras de ética e compliance sem apresentar grosseria no momento do recebimento do presente em face ao período de festividades.

1) Reforce com todos os colaboradores as políticas de oferta e recebimento de gratificações estabelecidas pela sua empresa. Delimite um preço para os presentes a serem recebidos. Por exemplo, itens acima de R$ 100 já são considerados fora do padrão de item promocional de baixo valor;

2) Proponha conversas sobre o porquê da oferta de presentes. Faça reflexões com a equipe a fim de identificar qual a motivação de quem presenteia. Interesse comercial ou apenas um ato de agradecimento por mais um ano de parceria?

3) Deixe claro que mesmo que o profissional acredite ser isento ou não influenciável pelo recebimento de alguma gratificação, somos seres humanos. Não existe neutralidade total nas relações interpessoais. Sempre algum viés ou vínculo é estabelecido com esta ação;

4) Sabemos que a alta direção, em alguns casos, recebe presentes como forma de reforçar vínculos estratégicos para a organização, mas estes também devem seguir as políticas estabelecidas. Lembre-se: o exemplo vem de cima. Ao receberem os presentes é preciso, de forma explicita, que seja cumprido os procedimentos padrão, deixando clara a importância que esta prática tem para a empresa;

5) Valorize os profissionais que agirem da forma certa. As pessoas podem sentir que estão perdendo algo ao negarem um presente ou entregarem o item para a área responsável. Demonstre ao colaborador a importância de cumprir as normas éticas da organização e fortaleça a conduta do funcionário para as outras pessoas da empresa.

CSP-MG participa de almoço com lideranças do mercado, promovido pela CNseg 1033

Evento também marcou a entrega do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros

O Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG) participou do tradicional almoço das lideranças do mercado segurador, realizado nesta quarta-feira (13) pela CNseg, no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. O evento também marcou a entrega do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros.

O presidente João Paulo Moreira de Mello representou a entidade no encontro, que reuniu executivos de seguradoras, dirigentes de instituições de mercado e representantes de órgãos governamentais, como Susep e ANS.

O presidente da Confederação, Marcio Coriolano, fez um resumo do ano e afirmou que, apesar da crise política e econômica, o mercado deve fechar 2017 com crescimento global de 10%, o que representa um desempenho muito positivo diante do cenário atual. Coriolano ressaltou a resiliência do setor e a expectativa de bons resultados em 2018, considerando a melhora dos índices macro da economia.

Na área de Pessoas, destaque para os produtos de acumulação (VGBL) e Vida Individual, segundo o presidente da FenaPrevi, Edson Franco. No setor de Saúde, Solange Beatriz, presidente da FenaSaúde, apontou os grandes desafios enfrentados pelo segmento – como a queda de beneficiários e o aumentos dos custos de prestadores – mas fez questão de elogiar a união do setor de saúde suplementar na busca de soluções.

O superintendente da Susep, Joaquim Mendanha, afirmou que em 2018 a autarquia volta a discutir o microsseguro e as mudanças necessárias para que o produto seja definitivamente inserido na sociedade. O dirigente também afirmou que a regulamentação do Seguro de Vida Universal é uma das prioridades da Susep para o ano que vem.

“Ficamos muito satisfeitos de ouvir das principais lideranças do setor, tanto nos pronunciamentos como nas rodas de conversas, as boas expectativas que todos têm para 2018. Vamos em frente na busca do desenvolvimento do mercado”, salientou o presidente do CSP-MG, João Paulo Moreira de Mello.

Divulgação

O almoço de lideranças também contou com as presenças dos presidentes dos CVGs do Rio de Janeiro, Carlos Ivo Gonçalves, de São Paulo, Silas Kasahaya e do Paraná, David Novloski. Também prestigiaram o evento os presidentes do Sindseg MG/GO/MT/DF, Augusto Matos, e do Sincor-MG, Maria Filomena Branquinho.

Verão JRS continua premiando público com apoio das seguradoras 62

Tito Camargo, corretor de seguros, foi o terceiro sorteado na ação especial

Tradicionalmente o JRS Comunicação realiza sorteios especiais de brindes das companhias de seguros no período de veraneio. Em 2017 não foi diferente.

A ação especial começou em dezembro, com o sorteio de um kit escritório e uma cadeira da Icatu Seguros. Elaine Grigolo foi a grande vencedora.

Elaine Grigolo foi a primeira sorteada.

Na sequência, o GBOEX preparou uma surpresa de natal especial para os corretores de seguros. O Kit Chimarrão foi para João Rigon.

João Rigon recebe Kit Chimarrão GBOEX.

O terceiro sorteado foi Tito Camargo. Desta vez, em parceria com a Previsul Seguradora, oferecemos um Kit Verão com uma super cadeira de praia, bolsa térmica e case para selfies na piscina.

Tito Camargo recebe o prêmio na redação do Grupo JRS.

E os sorteios continuam. Chegou a vez de aproveitar o verão e praticar frescobol na beira da praia. Desta vez, o MBM Seguro de Pessoas é quem propicia o mimo público que está sempre bem informado sobre o mercado de seguros, finanças e economia.

Clique na imagem para conferir as instruções e participar da promoção.

Iogurte natural e os benefícios para qualidade de vida 7413

Estar seguro é focar em bons hábitos e prevenir doenças

Sempre falamos sobre seguro e isso inclui a prevenção através de uma boa qualidade de vida. Com foco em novidades para a ação Verão Super Seguro 2018, a equipe do JRS gravou conteúdos especiais na tarde desta segunda-feira (07), em Xangri-lá, no litoral norte gaúcho.

Desde 1979, o Yogurte Caseiro Gaúcho é referência de produto natural, desnatado e light, ideal para os dias mais quentes ou para manter o bom funcionamento do organismo. Além dos iogurtes são oferecidas opções como lanches integrais e queijos coloniais para quem passa no km 6 da Estrada do Mar, em direção ao Litoral Norte Gaúcho. “Venha conhecer nossos produtos e ainda aproveite o sinal liberado para internet. Quem preferir pode adquirir as delícias através da loja virtual, podendo até parcelar com pagamento garantido pelo PagSeguro”, conta o fundador, João Luiz Michalski.

Um produto com benefícios extraordinários e que foi responsável pelo Nobel de Medicina em 1908, ao investigador russo Ilya Metchnikoff, pela Teoria da Longevidade, com inspiração nos povos Balcãs que consumiam produtos lácteos fermentados. Metchnikoff introduziu pela primeira vez o conceito de probiótico e relacionou o consumo de iogurte e especificamente do fermento Lactobacillus delbrueskii ssp. Bulgaricus a efeitos benéficos para a saúde. Como consequência, no início do século XX o iogurte era considerado um medicamento, comercializado apenas em farmácias. Esta realidade foi-se alterando progressivamente. O iogurte ganhou estatuto, notoriedade, prestígio e conquistou o seu lugar na alimentação. Para além dos diversos benefícios nutricionais, o iogurte impõe-se pela sua adaptabilidade ao estilo de vida atual e pelas verdadeiras delícias, como no caso das produções do Yogurte Caseiro Gaúcho.

Vencedores do 7º Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros são anunciados 827

Premiação ocorre durante o almoço das lideranças do mercado segurador, nesta quarta-feira, no Copacabana Palace

Os vencedores do 7º Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros foram aclamados nesta quarta-feira, 13, durante o almoço das lideranças do mercado segurador, no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Quinze projetos classificaram-se como finalistas – cinco por categoria (Processos e Tecnologia, Comunicação, Produtos e Serviços). No total, foram 89 inscritos, dos quais 76 habilitados.

Na categoria Comunicação, a “Campanha de Compensação de CO2” do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, da autora Flávia Varga, conquistou o 1º lugar. Nesse caso, a fim de despertar a consciência ambiental dos segurados e sociedade, o grupo segurador se comprometeu a compensar as emissões veiculares de CO2 (dióxido de carbono) geradas durante o  período de um ano, o equivalente a 20.000 km, para cada apólice de seguro de automóvel contratada no mês de junho.

O 2º e 3º lugares ficaram, respectivamente, para o trabalho “Comunicação Digital — O Case do IRB Brasil RE no Mercado de Resseguros”, da IRB Brasil Resseguros, de autoria da Natalia Gomes Soares; e o trabalho “Next5”, da Liberty Seguros, de autoria de José Luiz Pessoa de Mello.

O IRB Brasil RE estruturou sua comunicação digital apoiada numa estratégia de construção de marca e proximidade com seus públicos, que está sendo desenvolvida a partir da divulgação criteriosa de conteúdos sobre a empresa, seus valores e crenças, os projetos que patrocina e suas linhas de negócio. Já o Next5 explora 27 tendências globais que modelarão o futuro dos nossos negócios nos próximos cinco anos: de mudanças sociais a tecnologias exponenciais.

A categoria Processos e Tecnologia premiou em 1º lugar o trabalho “Reembolso Digital”, da SulAmérica Companhia de Seguro Saúde, cujo autor é Fabiano Carraro. O projeto visa a aprimorar a experiência do cliente com o reembolso de consultas médicas. O processo é efetuado por meio de fotografias e de documentos fiscais, que são enviados pelo cliente via telefone celular, garantindo segurança, agilidade e qualidade no serviço prestado.

A 2ª colocação ficou para o projeto “Auto Vistoria – Atendimento por Imagem”, da Liberty Seguros, de autoria de Marcos Chiconelli Bailer. Já o trabalho “TI Colaborando para a Disponibilidade das Operações do Negócio”, da Bradesco Seguros, do autor Rodrigo de Freitas Sampaio de Melo, conquistou o 3º lugar.

O projeto da Liberty busca proporcionar uma melhor experiência aos clientes. Daí porque o Auto Vistoria utiliza um modelo matemático para agilizar as fases de definição, avaliação e aceitação do risco.  No projeto da Bradesco, a solução integra pessoas, processos e tecnologias de monitoração para municiar as equipes de TI com os recursos necessários para uma atuação rápida e efetiva nos casos de incidentes. A ideia é assegurar disponibilidade e desempenho das aplicações e infraestrutura de TI.

Já na categoria Produtos e Serviços, o projeto “Seguro Equipamentos de Mobilidade”, da Sompo Seguros, cujo autor é Cláudio Pellegrin Quaglia, conquistou o 1º lugar. Sua proposta é a inclusão de pessoas com necessidades especiais/mobilidade reduzida à cultura dos seguros. Customizado, exclusivo e com assistência 24 horas, foi criado para um público carente de produtos de seguro e ratifica o compromisso de responsabilidade social, que permite associar a imagem da Sompo Seguros com a inovação e o bem-estar da sociedade e todos os cidadãos.

Os projetos “Consulta Médica à Distância”, da Bradesco Saúde, de autoria de Michele Ferreira Freitas de Andrade; e “Instrumentos Ligados a Seguros (ILS) Alpha Terra Validus I”, da Terra Brasis Resseguros, cujo autor é Rafael Delvaux Gersely, receberam o 2º e 3º lugar, respectivamente.

O projeto da Bradesco Saúde faz uso da telemedicina (tecnologia que contribui para a descentralização da assistência médica), propondo a realização de consultas por meio de videoconferência como forma de ampliar o atendimento em locais com carência de especialidades médicas e de reduzir a superlotação em prontos socorros. Já o projeto da Terra Brasis Resseguros mostra, por meio da emissão do 1º Instrumento Ligado a Seguros brasileiro, uma solução de capacidade adicional para a mitigação de riscos. Demonstra, também, como o Brasil pode oferecer proteção àqueles que ainda não têm o benefício do seguro para enfrentar a evolução dos riscos atuais.

Pelo terceiro ano na história da premiação, os autores puderam fazer a defesa oral de seus trabalhos entre os dias 28 e 30 de novembro, na sede da CNseg, no Rio de Janeiro. Depois dessa etapa, foram apontados os três primeiros colocados de cada categoria. Os 1º, 2º e 3º lugares receberam R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$ 10 mil, respectivamente.

Para o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, o prêmio não tem apenas o objetivo de brindar os melhores, mas também de trazer novas ideias para o setor, novos olhares e formas de enxergar um mercado que tem tudo para ser promissor. “O setor já começou inovando com Antonio Carlos de Almeida Braga, uma pessoa que colocou de cabeça para baixo esse mercado, não apenas em termos de objetivo, mas principalmente de ideias”, afirma Coriolano.

”A CNseg, por meio do Prêmio, incentiva que as empresas busquem novas soluções sustentáveis e que modernizem cada vez mais o conceito de seguro sob a ótica de uma sociedade que se transforma a cada dia”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, vice-presidente da CNseg e presidente da FenaSaúde.

Nesta edição, a Comissão julgadora foi composta pela economista Maria Eugenia Buosi; a defensora pública estadual Patrícia Cardoso Maciel Tavares; o professor de Economia da Unicamp Antônio Márcio Buainain; o gerente geral da Associação Palas Athena do Brasil, Julio Albuquerque Bierrenbach; o advogado e colunista do jornal Estado de S. Paulo, Antonio Penteado Mendonça; o ex-presidente nacional do Brasilcon, Bruno Miragem; o economista Sergio Besserman; o professor de Direito Constitucional da FGV – RJ Joaquim Falcão; e o economista e professor da UFRJ Helio Portocarrero.