Adeus às ilusões 3671

Confira o artigo do presidente da FenSeg sobre os “Seguros Pirata”

O aprofundamento da crise econômica nos últimos anos criou o cenário perfeito para os vendedores de ilusões. Sob o guarda-chuva genérico de associações e cooperativas, eles oferecem aos incautos a falsa garantia de proteção para carros, motocicletas e caminhões. O valor da mensalidade é tão convidativo que, de início, muitos ignoram os sinais de perigo. A ilusão acaba quando os associados não conseguem receber o pagamento de indenizações em caso de acidente, furto ou roubo do veículo. Perdem o patrimônio e as economias de uma vida. Tarde demais.

Em todo o país, as entidades de proteção veicular formam um mercado marginal que cresce à sombra do Estado. Sem qualquer regulamentação ou supervisão das autoridades, atentam contra a economia popular e deixam o cidadão ao desamparo. Os produtos são anunciados como substitutos mais baratos do seguro de automóveis, porém com coberturas similares. Nada mais enganoso. Proteção veicular é tudo, menos seguro. A começar pelo conceito básico que diferencia as duas atividades.

O seguro é uma relação de consumo prevista no Código Civil e amparada no Código de Defesa do Consumidor. Ao contratar uma apólice, o segurado transfere todo risco para a seguradora. A empresa fica responsável pela indenização em caso de sinistros. Na proteção veicular, não há relação de consumo. O associado assina um contrato de responsabilidade mútua e divide o risco com os demais membros. Em caso de prejuízo, é feito um rateio entre todos. O pagamento de indenização depende do caixa da entidade.

Na contramão do seguro, que constitui um dos setores mais regulados da economia, a proteção veicular é um território sem lei. Cada associação ou cooperativa tem seu próprio estatuto, sem fiscalização de espécie alguma. Elas também são dispensadas de constituir reservas técnicas, o que compromete a sua capacidade de honrar os pagamentos. Algumas entidades fecham da noite para o dia, deixando os associados no prejuízo.

Não existe paraíso quando se trata de proteger o patrimônio ou a vida do consumidor. A garantia de indenização vem de uma regulação eficiente e de uma série de exigências que as seguradoras são obrigadas a cumprir. As empresas precisam ter capital mínimo, liquidez, estrutura de gestão de riscos, controles internos, mecanismos de governança corporativa, sistema de auditoria e envio periódico de dados à Susep (órgão regulador do mercado). São pilares cruciais para o bom funcionamento do seguro.

Quem mexe com poupança popular tem os olhos do Estado sobre si. O avanço indiscriminado de serviços travestidos de seguros é sinônimo de perdas irreparáveis para toda a sociedade. Hoje essas mesmas associações e cooperativas ampliam seus tentáculos para outras áreas, como previdência privada, assistência funerária e até saúde. Sem a devida regulação, até mesmo o crime organizado terá espaço para se infiltrar em entidades que negociam ilegalmente esses produtos caso nada seja feito.

O arsenal de guerra da proteção veicular inclui também tentativas de desqualificar o seguro. Com argumentos toscos, espalha a falsa ideia de que as seguradoras se recusam a fazer apólice de carros nacionais com mais de dez anos, além de motos e caminhões. Errado de novo. O seguro no Brasil cobre cerca de 920 mil automóveis com mais de dez anos, que geraram 400 mil sinistros em 2016. O mesmo vale para 350 mil motos, que geraram 93 mil sinistros; e para 390 mil caminhões com cobertura de casco (100 mil sinistros).

O retorno do seguro para a sociedade pode ser medido de forma bem concreta. Somente as apólices de automóveis geraram um total de R$ 16,1 bilhões em pagamento de sinistros, de janeiro a setembro este ano. Em 2016, as indenizações deste segmento somaram R$ 21,2 bilhões. Não é qualquer empresa que consegue colocar capital na frente, formar reservas, mobilizar uma legião de profissionais e corretores para que se tenha essa proteção de forma transparente e efetiva.

O nível de profissionalismo e de confiança do seguro é uma conquista da sociedade. Com a proteção veicular e produtos assemelhados, o Brasil corre o risco de voltar ao tempo das mútuas, que operavam sem qualquer planejamento, fiscalização e controle. Muitos associados perderam todas as suas economias em produtos falsamente caracterizados de seguros e planos de previdência. Essa é uma bomba-relógio que precisa ser desmontada com urgência. Fechar os olhos para o problema significa transformar o risco em certeza de perda. Para todos.

Insurtechs vieram para melhorar a experiência do consumidor 296

Confira artigo de Henrique Mazieiro, diretor executivo e sócio fundador da Planetun

No embalo do sucesso das chamadas fintechs, startups que aliam serviços financeiros e tecnologia, nasceram as insurtechs, empresas que também utilizam ferramentas digitais, porém são voltadas ao mercado de seguros. As insurtechs começaram a ganhar força principalmente no ano de 2016 e têm como foco buscar inovações constantes que melhorem a experiência do cliente.

Diante de um novo cenário, totalmente digital, os consumidores buscam cada vez mais soluções práticas e ágeis que facilitem processos com o uso da tecnologia. As insurtechs chegaram ao mercado justamente para suprir essa necessidade, desenvolvendo soluções disruptivas a partir de algo que precisa ser melhorado. E ainda oferecem benefícios também para as empresas, com um modelo de negócios inovador, repetível e escalável, em que é possível obter mais ganhos com menos custos.

Hoje, o setor de seguros é o que mais investe em desenvolvimento de tecnologia, de acordo com um estudo realizado pela empresa de TI e consultoria de dados Tata Consultancy Services (TCS). Na pesquisa, após analisarem 835 executivos de 13 setores da indústria global em quatro regiões do mundo, a indústria de seguros ultrapassou os outros segmentos pesquisados, investindo, em média, US$ 124 milhões em inteligência artificial.

A expectativa é que esse panorama continue crescendo cada vez mais, graças a alta demanda dos consumidores por digitalização, o que também gera uma grande oportunidade para as empresas do setor de seguros que tenham como foco trazer melhorias atreladas às novas tecnologias aos seus clientes. Essa é uma preocupação constante da nossa empresa, Planetun, na qual temos como objetivo implementar processos que tragam mais agilidade, comodidade e segurança aos consumidores, melhorando sua experiência.

Apenas para falarmos do que estamos desenvolvendo com foco no relacionamento com o cliente, temos os produtos de Auto Inspeção, Vistoria e Sinistros. Por exemplo, imagine que o segurado detecta que depois de uma forte descarga de energia ocorreu a queima de sua geladeira. Neste momento, após o contato prévio com a seguradora, o próprio cliente, através de um aplicativo web, que não requer qualquer instalação no celular, pode abrir um sinistro, realizar as fotos, áudio e vídeo dos danos, e inserir toda a documentação necessária para que o processo possa ser analisado e aprovado de forma segura, transparente, ágil e com um custo infinitamente menor. Hoje, isso já é uma realidade para os ramos de seguro auto, equipamentos, residência e empresarial.

Por vivermos em uma era cada vez mais tecnológica e ágil, é necessário que as empresas se moldem a esse novo tipo de consumidor, que está cada vez mais conectado e buscando por produtos novos que conversem com o modo atual de viver da era digital. Nesse momento, acredito que a tecnologia é uma grande aliada às empresas, que têm a oportunidade de oferecer ao cliente uma experiência que ele procura: rápida, prática e com maior autonomia.

Sem dúvida que existem riscos em todo esse processo, já que nem sempre as inovações são vistas em um primeiro momento como algo bem-vindo. Quando trabalhamos em parceria com as grandes seguradoras, também precisamos encontrar profissionais e estruturas visionárias que acreditem e queiram inovar e mudar a forma com que se relacionam com seus clientes, porque, sem o apoio deles, nada disso poderia ocorrer. Eu vejo que esse processo irá beneficiar a todos, sem exceção. Com estas novas plataformas, traremos maior agilidade e facilidade na relação seguradora, corretor e segurado.

Inclusive, o maior ganho com todas estas mudanças é, com certeza, do consumidor. Se antes ele enfrentava diversas burocracias ao, por exemplo, bater o carro, hoje ele não tem mais essa dor de cabeça, pois o processo ficou mais simples de ser realizado. Fazendo uso da tecnologia, é possível realizar os processos no dia e hora que forem mais adequados ao segurado, de forma ainda mais rápida, evitando perda de tempo ou interrupções no trabalho. Agora, acionar o seguro deixou de ser um problema, graças ao advento do atendimento digital. E o segurado pode receber e pagar por um serviço que tem a sua cara e que lhe oferece exatamente aquilo que procura de forma muito mais objetiva e inovadora.

Natal é tempo de fraudes no e-commerce 290

Confira artigo de Rafael Bissi, gerente de produtos de segurança e novas Tecnologias da Sonda

A Black Friday terminou com cifras bem positivas, arrecadando R$ 2,1 bilhões para o e-commerce brasileiro em 2017, um aumento de 10,3% nem relação ao ano passado, segundo números divulgados pelo E-Bit. Para o Natal, o varejo virtual tem a expectativa positiva de movimentar R$ 51,2 bilhões com um percentual de 40% de pessoas que devem comprar pela internet, conforme prevê a pesquisa do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito).

Com um grande fluxo de dinheiro percorrendo nos sistemas das lojas online nesta época do ano, as fraudes indetectáveis na internet também se ampliam em torno dos e-commerces. Para se ter uma ideia, um estudo da ClearSale apontou um aumento de 51% nas tentativas de fraude nesta Black Friday. No Natal, esta métrica poderá aumentar, já que este tipo de ato infelizmente se tornou comum na web.

Se houve precaução com a segurança digital na Black Friday, imagina o quanto precisa estar atento no maior período de compras do ano. Por isso, todo cuidado é pouco para os lojistas de e-commerces, que cada vez mais são vítimas das armadilhas de clientes hackers. Este tipo de consumidor, além de comprometer o faturamento de uma operação, arranha a reputação da companhia perante ao mercado em que atua, bem como aos clientes de boa índole. Afinal, quem compraria em um site sem a mínima segurança e credibilidade?

Dada a pergunta, vamos às práticas. O primeiro sinal de alerta de um cliente fraudador pode acontecer em bando. Isso mesmo, há quadrilhas especializadas em roubar as informações de consumidores e clonar cartões de créditos. Portando dos dados pessoais e financeiros do comprador, os hackers abrem contas em bancos, adquirem linhas telefônicas e financiam produtos, especialmente eletroeletrônicos e, pasmem, automóveis. Ficar atento aos clientes que realizam compras em poucos segundos é uma forma do lojista virtual evitar este tipo prejuízo, assim como a utilização de ferramentas que mapeiam o comportamento do cliente dentro do e-commerce.

Outro ponto crítico é a criação de páginas falsas desenvolvidas para anunciar produtos com desconto. Desconfie. Nestes sites, as mercadorias não são entregues, servindo apenas como isca para roubar os dados do comprador. Uma dica valiosa é prestar a atenção na maneira como é escrito o nome da loja na URL do site. Páginas idênticas a de grandes varejistas, com mudanças quase imperceptíveis, são feitas por criminosos. Às vezes uma letra a mais ou menos pode levar o consumidor ao limbo e impactar negativamente na reputação da sua loja. Além disso, veja se existe a sigla “https” na barra de navegação e se o site possui selo de segurança. Para saber, basta ver se o ícone do cadeado está no canto esquerdo do address bar. Se tiver, as chances de uma compra segura são maiores.

Diante do crescimento exponencial destas e de outras vulnerabilidades no e-commerce, é necessário para não dizer obrigatório, que os sites proporcionem segurança aos clientes bem-intencionados, mas também é impreterível olhar com mais afinco para aqueles que agem com segundas intenções e que podem deteriorar o seu negócio. Sendo assim, detectar e se prevenir ainda são as melhores saídas para as empresas aproveitarem o melhor momento comercial do ano.

SulAmérica conquista Prêmio de Inovação em Seguros da CNSeg 639

Seguradora é reconhecida por tecnologia pioneira de solicitação de reembolso via aplicativo

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, foi a vencedora do Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros 2017 na categoria “Processos e Tecnologia”, com o case “Reembolso Digital”, de autoria do superintendente Fabiano Carraro e equipe. Promovida pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a cerimônia de premiação reuniu líderes do mercado segurador brasileiro nesta quarta-feira (13), no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

O reembolso digital é uma funcionalidade inédita que foi incorporada ao aplicativo SulAmérica Saúde para agilizar o processo de reembolso de consultas de até R$ 1.000,00. Desenvolvida na garagem de inovação da companhia, a tecnologia utiliza algoritmos de machine learning para reconhecer recibos médicos por meio de uma foto, que pode ser feita pelo próprio segurado com a câmera do smartphone, e encaminha o pedido para análise de forma rápida e segura. O serviço agregou mais um diferencial ao aplicativo, que já registra 1 milhão de downloads.

A SulAmérica conquistou troféus em seis das sete edições do prêmio, reflexo do investimento consistente da companhia em tecnologia e melhoria operacional. “A SulAmérica está liderando uma transformação digital no mercado segurador e este reconhecimento por parte da CNSeg nos incentiva a seguir investindo em projetos inovadores para agregar valor aos clientes, corretores e demais públicos com os quais nos relacionamos”, afirma o presidente da seguradora, Gabriel Portella. “Esta premiação torna-se ainda mais especial quando consideramos a alta qualidade dos projetos inscritos e da comissão julgadora, composta por lideranças e acadêmicos que pensam o futuro do seguro.”

O Prêmio de Inovação em Seguros da CNSeg tem como objetivo reconhecer iniciativas que contribuam para o desenvolvimento do setor de seguros, impulsionando a evolução do mercado e o aprimoramento das relações com o consumidor. Nesta sétima edição, a premiação registrou 89 trabalhos inscritos, que passaram por uma etapa de avaliação individual e outra de defesa oral.

A comissão julgadora deste ano foi composta pela economista Maria Eugenia Buosi; pela defensora pública estadual Patrícia Cardoso Maciel Tavares; pelo professor de Economia da Unicamp Antônio Márcio Buainain; pelo gerente-geral da Associação Palas Athena do Brasil, Júlio Albuquerque Bierrenbach; pelo advogado e colunista do jornal O Estado de S. Paulo Antônio Penteado Mendonça; pelo ex-presidente nacional do Brasilcon, Bruno Miragem; pelo economista Sergio Besserman; pelo professor de Direito Constitucional da FGV Joaquim Falcão; e pelo economista e professor da UFRJ Hélio Portocarrero.

Presentes de final de ano: um alerta às regras de compliance nas empresas 290

Confira artigo de Antonio Carlos Hencsey, líder de prática de Ética & Compliance da Protiviti

A troca de presentes e entretenimento pode fortalecer as relações comerciais, mas por outro lado o envio de regalos e divertimentos, como jantares e idas a shows ou peças teatrais, podem criar, ou aparentar, influências inadequadas no ambiente de trabalho. Todo cuidado é pouco ao receber mimos do parceiro ou fornecedor, uma prática muito comum que ocorre agora, principalmente, durante as festas de fim de ano. Tudo porque o recebimento de gratificações tem grades chances de ser visto como propinas, capazes de manchar a reputação e destoar as disposições do código de normas e condutas éticas da companhia.

É importante ressaltar que itens promocionais de baixo valor, tais como canetas, calendários, blocos de anotações ou outros brindes menores, que normalmente possuem a logomarca da empresa, não se encaixam na categoria de gratificação indevida. Aqui é falado de presentes de alto valor, que superam as cifras de 150 reais e que podem influenciar a objetividade do presenteado quando for tomar uma decisão comercial.

Alguns cuidados podem (e devem) ser tomados para que as empresas sigam suas regras de ética e compliance sem apresentar grosseria no momento do recebimento do presente em face ao período de festividades.

1) Reforce com todos os colaboradores as políticas de oferta e recebimento de gratificações estabelecidas pela sua empresa. Delimite um preço para os presentes a serem recebidos. Por exemplo, itens acima de R$ 100 já são considerados fora do padrão de item promocional de baixo valor;

2) Proponha conversas sobre o porquê da oferta de presentes. Faça reflexões com a equipe a fim de identificar qual a motivação de quem presenteia. Interesse comercial ou apenas um ato de agradecimento por mais um ano de parceria?

3) Deixe claro que mesmo que o profissional acredite ser isento ou não influenciável pelo recebimento de alguma gratificação, somos seres humanos. Não existe neutralidade total nas relações interpessoais. Sempre algum viés ou vínculo é estabelecido com esta ação;

4) Sabemos que a alta direção, em alguns casos, recebe presentes como forma de reforçar vínculos estratégicos para a organização, mas estes também devem seguir as políticas estabelecidas. Lembre-se: o exemplo vem de cima. Ao receberem os presentes é preciso, de forma explicita, que seja cumprido os procedimentos padrão, deixando clara a importância que esta prática tem para a empresa;

5) Valorize os profissionais que agirem da forma certa. As pessoas podem sentir que estão perdendo algo ao negarem um presente ou entregarem o item para a área responsável. Demonstre ao colaborador a importância de cumprir as normas éticas da organização e fortaleça a conduta do funcionário para as outras pessoas da empresa.

BB e Mapfre recebe Prêmio Inovação em Seguros da CNseg 283

Empresa foi a campeã na categoria Comunicação

O Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre conquistou mais um prêmio em 2017. A companhia foi a vencedora do Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, na categoria Comunicação, com o projeto ‘Campanha de Compensação de CO2’ que envolveu colaboradores e clientes com o objetivo de contribuir para a diminuição do impacto ambiental dos veículos segurados. A cerimônia aconteceu no dia 13 de dezembro, no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro (RJ).

“Estamos muito felizes com mais essa conquista. A comunicação é uma das principais ferramentas para aproximação dos nossos stakeholders, da sociedade como um todo e a sustentabilidade é um dos nossos pilares. O projeto despertou o interesse dos clientes que contrataram a apólice dentro do período de vigência da campanha. Eles perceberam a importância de participar de uma ação que visa contribuir para melhoria do meio ambiente e do planeta como um todo”, explica Leonardo Mattedi, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

A Campanha de Compensação de CO2 previa que, para cada apólice de seguro de automóvel contratada pelos sites da Mapfre Seguros e do Banco do Brasil Seguros durante o mês de junho, o Grupo se comprometia a compensar as emissões de gás carbônico geradas durante um ano limitado a 20 mil quilômetros rodados por ano por veículo.

A compensação das emissões veiculares foi feita por meio da compra de créditos de carbono, com base em uma metodologia de uma empresa especializada na área. O valor da cota adquirida foi investido em um projeto para a recuperação e conservação ambiental que também promove benefícios sociais à comunidade. Para participar da ação, bastava o cliente adquirir a apólice por meio dos portais do Banco do Brasil Seguros ou da Mapfre Seguros, durante o período de vigência da ação.

O Prêmio Inovação em Seguros é promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e contou com a participação dos principais players do setor que concorreram nas categorias Processos e Tecnologia, Comunicação e Produtos e Serviços.