Adeus às ilusões 3756

Confira o artigo do presidente da FenSeg sobre os “Seguros Pirata”

O aprofundamento da crise econômica nos últimos anos criou o cenário perfeito para os vendedores de ilusões. Sob o guarda-chuva genérico de associações e cooperativas, eles oferecem aos incautos a falsa garantia de proteção para carros, motocicletas e caminhões. O valor da mensalidade é tão convidativo que, de início, muitos ignoram os sinais de perigo. A ilusão acaba quando os associados não conseguem receber o pagamento de indenizações em caso de acidente, furto ou roubo do veículo. Perdem o patrimônio e as economias de uma vida. Tarde demais.

Em todo o país, as entidades de proteção veicular formam um mercado marginal que cresce à sombra do Estado. Sem qualquer regulamentação ou supervisão das autoridades, atentam contra a economia popular e deixam o cidadão ao desamparo. Os produtos são anunciados como substitutos mais baratos do seguro de automóveis, porém com coberturas similares. Nada mais enganoso. Proteção veicular é tudo, menos seguro. A começar pelo conceito básico que diferencia as duas atividades.

O seguro é uma relação de consumo prevista no Código Civil e amparada no Código de Defesa do Consumidor. Ao contratar uma apólice, o segurado transfere todo risco para a seguradora. A empresa fica responsável pela indenização em caso de sinistros. Na proteção veicular, não há relação de consumo. O associado assina um contrato de responsabilidade mútua e divide o risco com os demais membros. Em caso de prejuízo, é feito um rateio entre todos. O pagamento de indenização depende do caixa da entidade.

Na contramão do seguro, que constitui um dos setores mais regulados da economia, a proteção veicular é um território sem lei. Cada associação ou cooperativa tem seu próprio estatuto, sem fiscalização de espécie alguma. Elas também são dispensadas de constituir reservas técnicas, o que compromete a sua capacidade de honrar os pagamentos. Algumas entidades fecham da noite para o dia, deixando os associados no prejuízo.

Não existe paraíso quando se trata de proteger o patrimônio ou a vida do consumidor. A garantia de indenização vem de uma regulação eficiente e de uma série de exigências que as seguradoras são obrigadas a cumprir. As empresas precisam ter capital mínimo, liquidez, estrutura de gestão de riscos, controles internos, mecanismos de governança corporativa, sistema de auditoria e envio periódico de dados à Susep (órgão regulador do mercado). São pilares cruciais para o bom funcionamento do seguro.

Quem mexe com poupança popular tem os olhos do Estado sobre si. O avanço indiscriminado de serviços travestidos de seguros é sinônimo de perdas irreparáveis para toda a sociedade. Hoje essas mesmas associações e cooperativas ampliam seus tentáculos para outras áreas, como previdência privada, assistência funerária e até saúde. Sem a devida regulação, até mesmo o crime organizado terá espaço para se infiltrar em entidades que negociam ilegalmente esses produtos caso nada seja feito.

O arsenal de guerra da proteção veicular inclui também tentativas de desqualificar o seguro. Com argumentos toscos, espalha a falsa ideia de que as seguradoras se recusam a fazer apólice de carros nacionais com mais de dez anos, além de motos e caminhões. Errado de novo. O seguro no Brasil cobre cerca de 920 mil automóveis com mais de dez anos, que geraram 400 mil sinistros em 2016. O mesmo vale para 350 mil motos, que geraram 93 mil sinistros; e para 390 mil caminhões com cobertura de casco (100 mil sinistros).

O retorno do seguro para a sociedade pode ser medido de forma bem concreta. Somente as apólices de automóveis geraram um total de R$ 16,1 bilhões em pagamento de sinistros, de janeiro a setembro este ano. Em 2016, as indenizações deste segmento somaram R$ 21,2 bilhões. Não é qualquer empresa que consegue colocar capital na frente, formar reservas, mobilizar uma legião de profissionais e corretores para que se tenha essa proteção de forma transparente e efetiva.

O nível de profissionalismo e de confiança do seguro é uma conquista da sociedade. Com a proteção veicular e produtos assemelhados, o Brasil corre o risco de voltar ao tempo das mútuas, que operavam sem qualquer planejamento, fiscalização e controle. Muitos associados perderam todas as suas economias em produtos falsamente caracterizados de seguros e planos de previdência. Essa é uma bomba-relógio que precisa ser desmontada com urgência. Fechar os olhos para o problema significa transformar o risco em certeza de perda. Para todos.

Associados têm prioridade na participação em eventos do CVG-RS 742

Entidade abre atividades a partir do dia 27 de março

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG-RS) recebe o gerente executivo da diretoria geral de Vida do Banco do Brasil e Mapfre, Wagner Torres, em sua primeira palestra de 2018. O encontro acontece no dia 27 de março, a partir das 8h30min, no Clube do Comércio (Rua dos Andradas, 1085 – Porto Alegre/RS).

O executivo possui mais de 20 anos de experiência no mercado e aborda o assunto: Um novo corretor de seguros para o mercado de vida? Ou um novo mercado para este corretor?

Veja também: A agenda completa do CVG-RS em 2017

O número de participações é limitado, por isso, os associados ao CVG-RS possuem prioridade nas inscrições, a partir do dia 14 de março. No dia 15, se ainda houverem vagas, as mesmas serão disponibilizadas ao mercado em geral. As seguradoras sócias podem inscrever até 12 colaboradores e as Corretoras/Prestadores Sócias até 6 colaboradores, o pedido deve partir sempre da Seguradora ou PJ Associada para os e-mails secretaria@cvgrs.com.br ou cvgrs@terra.com.br com o nome completo das pessoas a serem inscritas e a respectiva atividade que exercem junto à Associada.

Falece, aos 73 anos, o acadêmico Miguel Roberto Soares Silva 339

O também corretor de seguros atuou no mercado paulista desde 1961

É com profundo pesar que a Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) informou em nota o falecimento do Acadêmico Miguel Roberto Soares Silva, no último dia 16 de fevereiro em São Paulo.

Acadêmico ainda ministrou aulas durante 25 anos na Escola Nacional de seguros

O acadêmico e corretor de seguros atuava no mercado de seguros paulista desde 1961. Na ANSP desde 2012, teve grande contribuição intelectual, foi autor do primeiro material didático no Brasil sobre o Artigo 16 da Tarifa de Seguro Incêndio do Brasil, versando sobre Tarifação Individual e Descontos no Seguro Incêndio (registro Autoral nº 62057). Além disso, o Acadêmico publicou diversos artigos em importantes veículos do setor.

Miguel integrou importantes entidades do mercado de seguros e ministrou aulas durante 25 anos na Escola Nacional de seguros,foi palestrante em cursos de Engenharia de Segurança e em congressos de segurança contra incêndio.

A ANSP, em nome de todos os seus Confrades, solidariza-se aos familiares, amigos e profissionais que tiveram a honra de compartilhar conhecimento com o acadêmico.

Bradesco Seguros estrutura área de Gestão de Riscos 437

Nova diretoria é dividida em três áreas

Com o objetivo de ampliar as oportunidades de negócio e atuar com as melhores práticas de gestão de riscos para alcançar os objetivos estratégicos, o Grupo Bradesco Seguros criou a Diretoria Gerencial de Gestão de Riscos, com sua estrutura sediada em Alphaville, Barueri, São Paulo. A nova Diretoria do Grupo é comandada pelo Diretor-Gerente Jair de Almeida Lacerda Junior.

“Nosso papel é definir parâmetros e indicadores que permitam ao Grupo Segurador aferir periodicamente sua exposição a riscos. Tais informações são de grande importância para que os nossos gestores tomem decisões de acordo com o apetite por risco do Grupo, alinhado com as normas do mercado”, destaca o executivo Jair de Almeida.

A nova Diretoria é dividida em três áreas:

– Departamento de Riscos de Empresas e Governança, responsável por consolidar a visão de risco, atuando em parceria com as lideranças de cada empresa do Grupo Segurador para identificar, analisar e tratar os riscos aos quais estão expostas, bem como a aderência ao apetite por Risco do Grupo e dos requerimentos dos órgãos reguladores;
– Departamento de Risco Operacional, responsável por liderar a consolidação de visão de risco operacional do Grupo Segurador utilizando-se do painel de riscos operacionais, além de garantir a qualidade dos dados relacionados às perdas operacionais.
– Departamento Atuarial Corporativo, setor que põe em prática a modelagem de capital regulatório e econômico, conduz o processo de alocação de capital das empresas do Grupo e realiza a certificação de provisões técnicas de forma independente dos negócios.

“A gestão de riscos é fundamental para a sobrevivência e longevidade das empresas que compõem o Grupo Segurador, contribuindo não somente para a solidez da companhia e do mercado de seguros, como também para o Sistema Financeiro Nacional, proporcionando mais segurança aos consumidores, funcionários e acionistas”, conclui o diretor-gerente.

O preço médio do seguro em 5 capitais brasileiras 944

Levantamento foi realizado com os 10 carros mais vendidos em janeiro

A corretora online Bidu divulgou o valor do seguro para as versões de entrada dos dez carros mais vendidos em janeiro, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo a entidade, foram emplacados, em janeiro, 148.898 automóveis – um aumento de 22,67% em comparação com o mesmo período do ano passado. O Chevrolet Ônix continua a ser o carro mais vendido, com 16 mil unidades.

O levantamento analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo), utilizando três perfis: homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, que estão contratando o seguro pela primeira vez, e jovens do sexo masculino, de 23 anos, com garagem em casa e estacionamento no trabalho.

O perfil mulher tem o seguro mais barato entre os estudados (exceto para Ônix, Polo e Gol), enquanto o perfil jovem tem o seguro do carro sempre mais caro, seja qual for o modelo. Para essa faixa etária, os seguros do Compass e do Corolla são os mais elevados. No Rio de Janeiro, por exemplo, o seguro do Compass pode custar até R$ 22.967, quase o dobro do valor para o perfil homem de 35 anos.

Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em janeiro e o valor do seguro para cada modelo, nos três perfis analisados.

Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez;  Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez; Perfil C: jovens de 23 anos, com garagem em casa e estacionamento no trabalho

Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano.

Plano de emergência para atender segurados atingidos pelas chuvas no Rio 1127

Veja

Equipe da Sompo Seguros intensifica atendimento por conta de alagamentos e quedas de árvores

A Sompo Seguros criou uma estrutura especial de atendimento na cidade do Rio de Janeiro para auxiliar nas ocorrências relacionas às fortes chuvas que atingiram a cidade na madrugada do dia 15. De acordo com o Centro de Operações Rio (COR), em apenas uma hora, foram registrados mais de 123 mm de chuva na região Oeste do Rio, deixando a cidade em Estágio de Crise.

Ricardo Ramos Costa, gerente da área de Experiência do Cliente
Ricardo Ramos Costa, gerente da área de Experiência do Cliente / Divulgação

A seguradora reforçou as ações das equipes de Experiência do Cliente e Sinistros para atender à demanda de segurados que necessitarem de assistência ou tiverem seus bens danificados pelas chuvas e alagamentos. Em decorrência das precipitações climáticas foram registrados casos de alagamentos, quedas de árvores, deslizamento e desabamento de muros, interdição de ciclovias e quedas de postes.

“A exemplo do que já ocorreu em anos recentes em outras localidades, tais como Porto Alegre e Interior de São Paulo, nossa equipe conta com um plano de contingência a fim de garantir pronto atendimento e rápida solução dos sinistros a fim de minimizar os efeitos que eventos dessa natureza costumam causar nos segurados”, explicou Ricardo Ramos Costa, gerente da área de Experiência do Cliente.

Histórico

O episódio ocorrido durante a madrugada do dia 15 de fevereiro foi considerado um fenômeno atípico na cidade, causando maiores danos na região Oeste do Rio de Janeiro. Dados do Sistema Alerta Rio da Prefeitura do Rio de Janeiro indicam que essa foi a tempestade mais intensa desde 1997, na relação precipitação em uma hora.

Prevenção

As fortes chuvas ainda podem castigar o Rio de Janeiro nos próximos dias, mantendo a cidade em Estado de Alerta. Diante desse cenário, é importante seguir algumas medidas de segurança:

  • Evite pontos de alagamento já conhecidos e procure rotas alternativas caso tenha que dirigir. Caso encontre algum pelo caminho, não atravesse. Isso pode resultar em aquaplanagem ou até mesmo arrastar o veículo pela enxurrada, colocando em risco a sua segurança e a de quem estiver com você.
  • Caso tenha que parar o carro, mantenha o pé na embreagem, coloque o veículo em ponto morto e pise nos freios com cautela. Isso manterá o automóvel acelerado, evitando que a água entre pelo motor;
  • Caso o motor desligue em meio à travessia, nunca tente dar a partida. Mantenha o carro desligado e reboque o veículo até a oficina mais próxima ou de sua preferência, pois há grande possibilidade de a pane ter sido causada pelo calço hidráulica;
  • Se for preciso passar pelo trecho alagado, e já com o carro andando, é recomendado dar algumas pisadas leves no freio, para secar o sistema mais rápido e poder parar numa emergência.
  • Tenha sempre em mãos o telefone de contato de sua seguradora e do Serviço de Atendimento 24 horas. Para os clientes da Sompo no Rio de Janeiro, o telefone de contato do Serviço de Assistência 24 horas é 0800-016-2727.

Nessas situações, sobretudo, é importante manter a calma. O nervosismo irá diminuir seu foco durante a direção e pode colocar em risco a sua segurança e de quem estiver com você.