Como o mercado de seguros ganha com a robotização do atendimento? 3755

Confira artigo de Daniel Moretto

As seguradoras e a indústria de serviços financeiros estão inseridas em um ambiente complexo de sistemas legados, que além de poderem se tornar um grande risco para as empresas, também são um tópico cada vez mais presente na agenda dos CIO’s: como navegar ou substituir sistemas que carregam consigo uma diversidade enorme de informações sobre clientes, mercados, perfis de consumo e informações históricas?

Quando este cenário é projetado em um ambiente onde as pessoas – que utilizam e manipulam dados dentro destes sistemas – se encontram preenchendo lacunas entre sistemas legados, processos de negócios e legislação, a complexidade e a percepção de que o serviço pode ter falhas, é ainda maior. Por isso, é muito comum hoje perceber que dentro da indústria de seguros, muitas vezes, os serviços possuem um prazo muito longo, justamente pela amplitude de sistemas, telas, comandos e consultas, que devem ser decifrados pelos analistas. E ainda quando novas versões de sistemas são colocadas no ar, acontece toda uma movimentação das áreas de TI e gestão de mudança, e uma exposição à riscos financeiros não controlados.

Desta forma, a velocidade com que os executivos de seguradoras desejam que os processos de negócio atendam às necessidades do mundo de seguros nem sempre é acompanhada na prática, dada à complexidade deste emaranhado de sistemas, processos de negócio, e pessoas.

Então, como encontrar o equilíbrio em uma equação difícil como esta, e adaptar os elementos de negócio, considerando a sensibilidade, o risco financeiro e diversidade das informações dentro destes sistemas? A resposta é que uma nova abordagem – conceitual e prática – precisa ser adotada.

É o que acontece com o uso da solução de Automação Robótica de Processo (RPA), que troca os esforços manuais por um atendimento robotizado. O conceito é utilizar a programação para serviços básicos, e, para os mais complexos, continuar com o atendimento efetuado por pessoas. Isso ajuda a substituir áreas e departamentos de esforços repetitivos e manuais, que consomem tempo e recursos, deixando de agregar valor ao negócio.

No universo das seguradoras, por exemplo, existe uma grande demanda de atendimento em casos de segunda via de boletos, carnês e extratos, assim como, em períodos sazonais de declaração de imposto de renda, picos de chamadas para resolução de casos de informe de rendimentos. O atendimento de todos estes setores envolve a manipulação de diversos sistemas e muitas etapas manuais, que podem alcançar patamares equivalentes a 30% ou 40% do volume total de acionamentos. Desta forma, o processo acaba requerendo muitos agentes tratando um volume alto de casos, que ocupam tempo e impactam a capacidade do agente em dar uma melhor experiência ao cliente do outro lado da linha, afetando a percepção dos consumidores sobre a qualidade do serviço prestado.

Diante desse cenário, a robotização do atendimento é uma saída para as empresas do mercado de seguros que buscam melhorar seus processos. Na Concentrix, por exemplo, realizamos um papel consultivo, mapeando os principais gargalos nesses processos com o propósito de desenvolver um serviço de automação “end to end”, no qual robôs executam todo o processo, tal qual um humano faria. Assim, é possível eliminar o esforço humano desnecessário em tarefas repetitivas, empregando a robotização e o conceito da força de trabalho virtual para atingir altos níveis de produtividade e escala.

Desenvolvemos esse trabalho em uma das maiores companhias de seguros privados do País e, como resultado, tivemos, em um período de um mês, uma melhoria de aproximadamente 40% de eficiência no TMA (Tempo Médio de Atendimento), comparado aos períodos anteriores, e a força de trabalho total conseguiu ser economizada em cerca de 20%. A capacidade desta operação em absorver futuras demandas e picos sazonais também aumentou consideravelmente sem a necessidade de grandes contratações, proporcionando mais tempo disponível para novos atendimentos que demandavam mais complexidade dos atendentes. De modo geral, a implantação desta nova ferramenta de atendimento reduz de 70% a 80% o custo fixo desta unidade de negócio, assegurando um retorno sobre o investimento perene em aproximadamente 4 meses.

Já sendo uma realidade, a automação robótica promete grandes mudanças para o setor de contact center, que está se adaptando e readequando seu formato, sem perder a essência. É fato que muitas pessoas ainda preferem o contato humano na hora do atendimento, mas otimizar processos que demandam menos complexidade é um ganho para ambos os lados. Além disso, com estas inovações, teremos uma nova demanda de profissionais – aqueles responsáveis pela programação dos robôs. O importante é lembrar que, com estes novos processos robotizados, o ideal é sempre atingir o equilíbrio entre humanos e máquinas, tornando o negócio robusto, eficaz e adequado aos dias de hoje.

*Daniel Moretto é presidente da Concentrix, multinacional especializada em soluções de outsourcing.

Uso de blockchain no setor de finanças e seguros 304

Startup brasileira quer acelerar o uso em diversos setores da economia com o apoio de parceiros

A Smartchains, consultoria brasileira especialista em blockchain permissionada, anuncia parceria com a ProjecTI, focada em serviços de TI para o mercado de Meios de Pagamento e Seguros. Juntas, as empresas planejam fomentar o uso de blockchain especialmente entre Bancos e Seguradoras, a fim de tornar o setor ainda mais seguro e transparente.

“A Smartchains passa a ser um braço de inovação da ProjecTI. Temos investido em novas tecnologias e precisávamos de um parceiro que nos ajudasse a compreender a blockchain e como ela pode ser aplicada nas operações de nossos clientes e prospects”, aponta Vinicius Lopes, Presidente e Fundador da ProjecTI. “Essa parceria nos coloca à frente com relação à essa tecnologia em meios de pagamento e esperamos ter excelentes resultados a médio e longo prazo”.

Para Fulvio Xavier, co-fundador da Smartchains, essa aliança é estratégica por permitir que a startup se insira no setor de pagamentos de forma rápida e assertiva. “Ao juntarmos a expertise da ProjecTI aos nossos conhecimentos, somos capazes de disseminar, cada vez mais, os inúmeros usos das redes privadas de blockchain no mercado de Pagamentos para tornar as operações das empresas mais seguras, confiáveis e transparentes”, explica.

Busca por novos parceiros

A Smartchains busca novas alianças com empresas de tecnologia voltadas para o desenvolvimento de soluções e projetos especializados em um ou mais setores. O objetivo da startup é, com o apoio dos parceiros, expandir o uso da blockchain nos mais variados mercados.

“Essa tecnologia permite às organizações rastrear e acompanhar ativos e dados com precisão, sem desconfianças ou abertura para golpes – e isso se aplica a qualquer indústria”, diz Fúlvio. “A ideia, então, é unir nossa experiência nessa tecnologia ao conhecimento especializado desses parceiros e desenvolver plataformas aderentes a diversas áreas da economia­­”.

Delphos e a Inovação no Mercado de Seguros 307

Insurtechs trarão benefícios com ganhos de produtividade

O princípio das FinTechs, iniciadas no mercado financeiro, logo chegou no setor de seguros, dando origem às Insurtechs. Para o Diretor da Delphos, Carlos Trindade, tal movimento trará benefícios como a desburocratização e a simplificação das atividades do setor, com ganhos de produtividade. “Por provocarem disruptura em um mercado que por muito tempo foi considerado conservador, esse processo terá que contemplar a administração de efeitos colaterais e riscos, que ocorrem em todo tipo de avanço. Mas o consumidor deverá ser o mais beneficiado, e o aumento de seu conhecimento fará com que contrate mais seguros”, prevê.

Carlos Trindade, diretor de TI da Delphos / Divulgação

Trindade conta que foi criado, na Delphos, um comitê de inovação para identificar novas tecnologias que poderão ser usadas internamente e oferecidas aos clientes. “Para atendimento, relacionamento e inteligência artificial, por exemplo, temos uma equipe dedicada ao CRM Salesforce, com capacidade para identificar as ‘dores’ do mercado e pensar em soluções”, lista o diretor. Segundo ele, esse produto em particular permitirá atender, além do setor de seguros, o financeiro e outras indústrias.

Já o ERP (Enterprise Resource Planning) SegDelphos, que gerencia todas as fases da operação do seguro, terá uma nova versão a partir de 2018. “Vamos investir na customização do sistema nativo, adquirido este ano, para ramos nos quais ele ainda não está totalmente alinhado ao mercado nacional”, conta o executivo. A estratégia inclui também a capacitação da equipe para acompanhar as novas frentes de trabalho.

Todas essas iniciativas buscam auxiliar o mercado a se preparar para um segurado cada vez mais exigente. “Quando um setor se moderniza, ele eleva o nível concorrencial. Não terá vez o corretor que demorar dias ou mesmo horas para fornecer uma cotação de seguros para seu cliente. Então teremos o segurado bem informado, exigindo mais, e um mercado sempre perseguindo melhorias para atender a esse novo perfil”, avalia Trindade.

Por outro lado, o diretor da Delphos acredita que pode haver maior colaboração entre as empresas. “Se uma determinada seguradora trabalha apenas com ramos elementares, poderá de forma ágil e segura trocar informações com outra companhia, para oferecerem produtos combinados de seus portfólios. No mínimo, haverá um benchmarking que remeterá a avanços”, aposta. Para ele, o mesmo vale para corretores e assessorias.

Insurtechs vieram para melhorar a experiência do consumidor 296

Confira artigo de Henrique Mazieiro, diretor executivo e sócio fundador da Planetun

No embalo do sucesso das chamadas fintechs, startups que aliam serviços financeiros e tecnologia, nasceram as insurtechs, empresas que também utilizam ferramentas digitais, porém são voltadas ao mercado de seguros. As insurtechs começaram a ganhar força principalmente no ano de 2016 e têm como foco buscar inovações constantes que melhorem a experiência do cliente.

Diante de um novo cenário, totalmente digital, os consumidores buscam cada vez mais soluções práticas e ágeis que facilitem processos com o uso da tecnologia. As insurtechs chegaram ao mercado justamente para suprir essa necessidade, desenvolvendo soluções disruptivas a partir de algo que precisa ser melhorado. E ainda oferecem benefícios também para as empresas, com um modelo de negócios inovador, repetível e escalável, em que é possível obter mais ganhos com menos custos.

Hoje, o setor de seguros é o que mais investe em desenvolvimento de tecnologia, de acordo com um estudo realizado pela empresa de TI e consultoria de dados Tata Consultancy Services (TCS). Na pesquisa, após analisarem 835 executivos de 13 setores da indústria global em quatro regiões do mundo, a indústria de seguros ultrapassou os outros segmentos pesquisados, investindo, em média, US$ 124 milhões em inteligência artificial.

A expectativa é que esse panorama continue crescendo cada vez mais, graças a alta demanda dos consumidores por digitalização, o que também gera uma grande oportunidade para as empresas do setor de seguros que tenham como foco trazer melhorias atreladas às novas tecnologias aos seus clientes. Essa é uma preocupação constante da nossa empresa, Planetun, na qual temos como objetivo implementar processos que tragam mais agilidade, comodidade e segurança aos consumidores, melhorando sua experiência.

Apenas para falarmos do que estamos desenvolvendo com foco no relacionamento com o cliente, temos os produtos de Auto Inspeção, Vistoria e Sinistros. Por exemplo, imagine que o segurado detecta que depois de uma forte descarga de energia ocorreu a queima de sua geladeira. Neste momento, após o contato prévio com a seguradora, o próprio cliente, através de um aplicativo web, que não requer qualquer instalação no celular, pode abrir um sinistro, realizar as fotos, áudio e vídeo dos danos, e inserir toda a documentação necessária para que o processo possa ser analisado e aprovado de forma segura, transparente, ágil e com um custo infinitamente menor. Hoje, isso já é uma realidade para os ramos de seguro auto, equipamentos, residência e empresarial.

Por vivermos em uma era cada vez mais tecnológica e ágil, é necessário que as empresas se moldem a esse novo tipo de consumidor, que está cada vez mais conectado e buscando por produtos novos que conversem com o modo atual de viver da era digital. Nesse momento, acredito que a tecnologia é uma grande aliada às empresas, que têm a oportunidade de oferecer ao cliente uma experiência que ele procura: rápida, prática e com maior autonomia.

Sem dúvida que existem riscos em todo esse processo, já que nem sempre as inovações são vistas em um primeiro momento como algo bem-vindo. Quando trabalhamos em parceria com as grandes seguradoras, também precisamos encontrar profissionais e estruturas visionárias que acreditem e queiram inovar e mudar a forma com que se relacionam com seus clientes, porque, sem o apoio deles, nada disso poderia ocorrer. Eu vejo que esse processo irá beneficiar a todos, sem exceção. Com estas novas plataformas, traremos maior agilidade e facilidade na relação seguradora, corretor e segurado.

Inclusive, o maior ganho com todas estas mudanças é, com certeza, do consumidor. Se antes ele enfrentava diversas burocracias ao, por exemplo, bater o carro, hoje ele não tem mais essa dor de cabeça, pois o processo ficou mais simples de ser realizado. Fazendo uso da tecnologia, é possível realizar os processos no dia e hora que forem mais adequados ao segurado, de forma ainda mais rápida, evitando perda de tempo ou interrupções no trabalho. Agora, acionar o seguro deixou de ser um problema, graças ao advento do atendimento digital. E o segurado pode receber e pagar por um serviço que tem a sua cara e que lhe oferece exatamente aquilo que procura de forma muito mais objetiva e inovadora.

Natal é tempo de fraudes no e-commerce 290

Confira artigo de Rafael Bissi, gerente de produtos de segurança e novas Tecnologias da Sonda

A Black Friday terminou com cifras bem positivas, arrecadando R$ 2,1 bilhões para o e-commerce brasileiro em 2017, um aumento de 10,3% nem relação ao ano passado, segundo números divulgados pelo E-Bit. Para o Natal, o varejo virtual tem a expectativa positiva de movimentar R$ 51,2 bilhões com um percentual de 40% de pessoas que devem comprar pela internet, conforme prevê a pesquisa do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito).

Com um grande fluxo de dinheiro percorrendo nos sistemas das lojas online nesta época do ano, as fraudes indetectáveis na internet também se ampliam em torno dos e-commerces. Para se ter uma ideia, um estudo da ClearSale apontou um aumento de 51% nas tentativas de fraude nesta Black Friday. No Natal, esta métrica poderá aumentar, já que este tipo de ato infelizmente se tornou comum na web.

Se houve precaução com a segurança digital na Black Friday, imagina o quanto precisa estar atento no maior período de compras do ano. Por isso, todo cuidado é pouco para os lojistas de e-commerces, que cada vez mais são vítimas das armadilhas de clientes hackers. Este tipo de consumidor, além de comprometer o faturamento de uma operação, arranha a reputação da companhia perante ao mercado em que atua, bem como aos clientes de boa índole. Afinal, quem compraria em um site sem a mínima segurança e credibilidade?

Dada a pergunta, vamos às práticas. O primeiro sinal de alerta de um cliente fraudador pode acontecer em bando. Isso mesmo, há quadrilhas especializadas em roubar as informações de consumidores e clonar cartões de créditos. Portando dos dados pessoais e financeiros do comprador, os hackers abrem contas em bancos, adquirem linhas telefônicas e financiam produtos, especialmente eletroeletrônicos e, pasmem, automóveis. Ficar atento aos clientes que realizam compras em poucos segundos é uma forma do lojista virtual evitar este tipo prejuízo, assim como a utilização de ferramentas que mapeiam o comportamento do cliente dentro do e-commerce.

Outro ponto crítico é a criação de páginas falsas desenvolvidas para anunciar produtos com desconto. Desconfie. Nestes sites, as mercadorias não são entregues, servindo apenas como isca para roubar os dados do comprador. Uma dica valiosa é prestar a atenção na maneira como é escrito o nome da loja na URL do site. Páginas idênticas a de grandes varejistas, com mudanças quase imperceptíveis, são feitas por criminosos. Às vezes uma letra a mais ou menos pode levar o consumidor ao limbo e impactar negativamente na reputação da sua loja. Além disso, veja se existe a sigla “https” na barra de navegação e se o site possui selo de segurança. Para saber, basta ver se o ícone do cadeado está no canto esquerdo do address bar. Se tiver, as chances de uma compra segura são maiores.

Diante do crescimento exponencial destas e de outras vulnerabilidades no e-commerce, é necessário para não dizer obrigatório, que os sites proporcionem segurança aos clientes bem-intencionados, mas também é impreterível olhar com mais afinco para aqueles que agem com segundas intenções e que podem deteriorar o seu negócio. Sendo assim, detectar e se prevenir ainda são as melhores saídas para as empresas aproveitarem o melhor momento comercial do ano.

SulAmérica conquista Prêmio de Inovação em Seguros da CNSeg 639

Seguradora é reconhecida por tecnologia pioneira de solicitação de reembolso via aplicativo

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, foi a vencedora do Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros 2017 na categoria “Processos e Tecnologia”, com o case “Reembolso Digital”, de autoria do superintendente Fabiano Carraro e equipe. Promovida pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a cerimônia de premiação reuniu líderes do mercado segurador brasileiro nesta quarta-feira (13), no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

O reembolso digital é uma funcionalidade inédita que foi incorporada ao aplicativo SulAmérica Saúde para agilizar o processo de reembolso de consultas de até R$ 1.000,00. Desenvolvida na garagem de inovação da companhia, a tecnologia utiliza algoritmos de machine learning para reconhecer recibos médicos por meio de uma foto, que pode ser feita pelo próprio segurado com a câmera do smartphone, e encaminha o pedido para análise de forma rápida e segura. O serviço agregou mais um diferencial ao aplicativo, que já registra 1 milhão de downloads.

A SulAmérica conquistou troféus em seis das sete edições do prêmio, reflexo do investimento consistente da companhia em tecnologia e melhoria operacional. “A SulAmérica está liderando uma transformação digital no mercado segurador e este reconhecimento por parte da CNSeg nos incentiva a seguir investindo em projetos inovadores para agregar valor aos clientes, corretores e demais públicos com os quais nos relacionamos”, afirma o presidente da seguradora, Gabriel Portella. “Esta premiação torna-se ainda mais especial quando consideramos a alta qualidade dos projetos inscritos e da comissão julgadora, composta por lideranças e acadêmicos que pensam o futuro do seguro.”

O Prêmio de Inovação em Seguros da CNSeg tem como objetivo reconhecer iniciativas que contribuam para o desenvolvimento do setor de seguros, impulsionando a evolução do mercado e o aprimoramento das relações com o consumidor. Nesta sétima edição, a premiação registrou 89 trabalhos inscritos, que passaram por uma etapa de avaliação individual e outra de defesa oral.

A comissão julgadora deste ano foi composta pela economista Maria Eugenia Buosi; pela defensora pública estadual Patrícia Cardoso Maciel Tavares; pelo professor de Economia da Unicamp Antônio Márcio Buainain; pelo gerente-geral da Associação Palas Athena do Brasil, Júlio Albuquerque Bierrenbach; pelo advogado e colunista do jornal O Estado de S. Paulo Antônio Penteado Mendonça; pelo ex-presidente nacional do Brasilcon, Bruno Miragem; pelo economista Sergio Besserman; pelo professor de Direito Constitucional da FGV Joaquim Falcão; e pelo economista e professor da UFRJ Hélio Portocarrero.