14 cuidados necessários para evitar acidentes na piscina 802

Garanta a segurança da sua família

No verão, muitas pessoas aproveitam os dias ensolarados para se divertir nas piscinas. Mas alguns cuidados precisam ser tomados para garantir a segurança das crianças. O afogamento é a segunda causa de morte acidental em crianças, só perdendo para acidentes relacionados a trânsito e transporte. É um acontecimento trágico, rápido e silencioso.

Além de manter a piscina limpa, é preciso mantê-la segura. Abaixo listamos as principais regras de segurança em piscinas, para serem aplicadas em casa ou nos clubes:

1) Nunca deixe seu filho nadar sozinho sem supervisão de um adulto. Podem ocorrer cãibras ou contusões em mergulhos. Muitos acidentes acontecem por mergulho em piscina rasa.

2) Crianças menores de 4 anos devem estar acompanhadas por um adulto dentro da piscina, à distância de apenas 1 braço esticado do adulto.

3) Aprenda a nadar e ensine suas crianças também, mas mesmo assim o cuidado deve continuar. As estatísticas mostram que muitos acidentes em piscina ocorrem com crianças que sabiam nadar, por terem perdido o fôlego em piscinas grandes e terem entrado em pânico.

4) Cerque a área da piscina, fechando o acesso com um portão que não possa ser aberto por uma criança, e ponha alarme sonoro.

5) Cubra completamente a piscina quando não estiver em uso e retire todos os brinquedos da área, para não atrair crianças.

6) A área da piscina deve ter piso antiderrapante. Ainda assim, evite correr e ensine as crianças a usar a escada para entrar e sair.

7) Boias redondas são perigosas, pois podem virar. Coletes salva vidas certificados e com tamanho adequado para a idade são seguros para crianças pequenas, mas não dispensam a supervisão de um adulto.

8) Evite brincadeiras violentas, de luta ou “cavalinho” ou o famoso “caldo”. Explique o porque dessa atitude, priorize segurança.

9) É importante manter um telefone próximo da piscina para casos de emergência, além de equipamento básico de salva vidas. Faça um curso de Suporte Básico de Vida. Ensine as crianças maiores a fazer reanimação com as compressões torácicas. Pré adolescentes e adolescentes são perfeitamente capazes de executar as manobras corretamente.

10) Oriente e supervisione a profundidade da água. A criança deve tocar o pé no chão e não ficar com água acima do peito.

11) Atenção para a sucção. Alguns tipos de ralos podem sugar cabelos, roupas e até mesmo braços e pernas, levando ao afogamento.

12) Evite aparelhos eletrônicos próximos à piscina pelo risco de choque.

13) Ao menor sinal de mudança de tempo, saia imediatamente da área da piscina, para evitar acidentes com raios.

14) Atenção para áreas danificadas. Providencie o conserto rapidamente. Bordas com acabamentos quebrados ou lascados podem provocar cortes e lacerações.

Atendimento médico de emergência no exterior pode comprometer as finanças 470

Sem proteção do seguro, custo de diária para internação hospitalar pode chegar a US$ 5 mil 

Com a chegada das férias, aumenta o número de viajantes em busca de descanso em destinos nacionais e internacionais. Para garantir a tranquilidade durante esse período fora de casa, é importante contar com a cobertura de um seguro de viagem que evite desequilíbrios financeiros em caso de necessidade de atendimento médico ou problemas com ocorrências de perda ou furto de documentos. A Mapfre Assistência, empresa especializada em assistência a pessoas, residências e veículos, alerta que, principalmente para quem viaja ao exterior, os custos com atendimento médico em uma situação de emergência podem ser bastante elevados.

De acordo com um estudo feito pela companhia, os honorários de atendimento médico nos Estados Unidos chegam a US$ 1500, uma consulta no dentista pode chegar a US$ 750 e um exame de raio-X odontológico fica em torno de US$ 350. Os valores de internação podem custar U$ 5 mil (por dia) e uma consulta com um ortopedista, US$ 800. “Custos com problemas de saúde durante o passeio ou com a perda dos bens dentro e fora do país costumam ser realmente altos”, afirma Almir Fernandes, presidente da Mapfre Assistência. Segundo o executivo, as pessoas podem e devem encarar a contratação de uma assistência viagem como um investimento. “Essas despesas inesperadas podem impactar as finanças de quem viaja, mas a inclusão de um seguro entre as providências para as férias, principalmente no caso de destinos internacionais, elimina esse risco”, explica.

Perfil dos acionamentos em 2017

Um levantamento da Mapfre Assistência mostra que, em 2017, os principais motivos de acionamentos foram consulta com clínico geral (44,3%) e honorários médicos por reembolso (37,5%), seguidos de atendimento médico a domicílio (5,7%), odontologia (3%) e ortopedia (2,2%). A maioria dos seguros é contratada pelos viajantes entre 31 e 40 anos, com 21,9% dos bilhetes emitidos, seguidos pelas faixas etárias dos 19 aos 30 anos (17%) e de 41 a 50 anos de idade (com 16,4%). Os principais destinos dos viajantes que contrataram o SEGURVIAJE em 2017 foram Estados Unidos (33,5%), Brasil (24%), Chile (7,5%), Argentina (6%), França (2,8%), Itália (2,8%), Espanha (2,7%), Portugal (2,3%), México (2,2%) e Uruguai (2,2%). A companhia é a responsável pelos atendimentos aos segurados do SEGURVIAJE, produto que provê proteção em viagens nacionais e internacionais, da saída até a volta para casa, com planos personalizados.

Confira dicas para uma viagem mais segura:

· Avaliação médica: antes de qualquer viagem, é indicado que os turistas façam um check-up. Uma simples consulta e exames preventivos evitam dores de cabeça longe de casa.

· Medicação: para casos crônicos, o recomendado é levar a medicação necessária com original da receita médica assinada pelo especialista, pois cada país tem seus critérios para venda de medicação.

· Alimentação: faz parte do roteiro conhecer a gastronomia regional, mas é preciso evitar exageros; antes de viagens longas, não consuma pratos pesados, de difícil digestão; finalmente, tenha atenção com prazos de validade e ingredientes que possam causar alergia.

· Bagagem a despachar: muitas malas têm formato e cor similares, personalize sua bagagem, com fitas, por exemplo, para facilitar a visualização na esteira e evitar que outro passageiro a pegue por engano. Em viagens internacionais, embalagens com líquidos acima de 100 ml precisam ser despachadas.

· Cadeado TSA: se seu destino for os Estados Unidos, certifique-se de que seu cadeado é aprovado pela TSA (Transport Security Administration) – órgão responsável pela segurança nos aeroportos do país. Dessa forma, os fiscais podem checar sua bagagem e fechá-la novamente sem qualquer dano. A checagem é procedimento comum e acontece de forma aleatória.

Dada a largada no #VerãoSuperSeguro do JRS 2801

QG na praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS), recebeu ícones do mercado gaúcho de seguros

O último sábado foi de conhecimento puro no QG do JRS, na praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS). Guacir de Llano Bueno e Alberto Müller, respectivamente, presidente e vice-presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg-RS), marcaram presença junto as esposas Simone Nunes e Lívia Ferrari.

“A presença de figuras tão representativas para o mercado gaúcho de seguros efetiva, mais uma vez, o QG do JRS como destino certo dos seguradores e operadores do setor em mais uma temporada de veraneio”, comentou Jota Carvalho, diretor executivo do JRS.

“É sempre uma satisfação muito grande participar deste momento. O mercado de seguros vive de credibilidade, conte conosco no suporte das milhares operações em seguros que são realizadas diariamente”, comentou Bueno.

“As lideranças do mercado estão muito empolgadas com este novo ano, com os últimos resultados econômicos”, comentou Müller. O programa Seguro Sem Mistério é apresentado sempre aos domingos, nos canais 520 e 526 (em widescreen) da NET Rio Grande do Sul.

No próximo sábado (20), a equipe do JRS grava mais edições especiais da atração com os convidados da Previsul Seguradora.

Confira mais imagens – Sindseg/RS no QG do JRS no Litoral 2018

Viajando e aprendendo sobre biodiversidade 1728

Conheça o curso de Campo do Parque Nacional da Serra da Bocaina

Que tal realizar um trekking e ainda aprender sobre o que está se observando na natureza? A proposta do Curso de Campo sobre a Biodiversidade no Parque Nacional da Serra da Bocaina é da agência especializada em ecoturismo, a MW Trekking.

A ideia é apresentar a biodiversidade e a conservação da Floresta fazendo um turismo consciente e sustentável. Para o final de semana de 19 a 21 de Janeiro, a MW Trekking convidou uma turma de peso para palestrar sobre os répteis, aves, mamíferos e a vegetação do Parque Nacional Da Serra da Bocaina (uma das maiores áreas de preservação de mata atlântica), localizada entre São Paulo e Rio de Janeiro. Neste curso haverá também orientações sobre Prevenção e primeiros socorros para acidentes por animais peçonhentos e Educação Ambiental.

Durante o curso serão abordadas as riquezas, os aspectos bio-ecológicos, status e ameaças, fitofisionomia, áreas de conservação, noções básicas e conceituais sobre educação ambiental, inserção na legislação e outros temas.

Após as palestras haverá o passeio em campo com caminhadas em trilhas guiadas com percurso ao Mirante do Príncipe e às cascatas da Onça e Paredão onde serão apresentadas as noções básicas sobre o ecossistema e a vegetação e encontros ocasionais com a fauna local. O curso oferecerá certificado emitido pela MW Trekking e assinado pelos docentes. Total de dez (10) horas de aula teórica.

Programação:

· Dia 19 – Sexta-feira
19:30 – Check-in no escritório da MW Trekking em São J. do Barreiro.
20:00 – Subida em condução própria do participante até a Pousada Recanto da Floresta.
21:30 – Jantar (comida caseira feita com primor em fogão à lenha).

· Dia 20 – Sábado
07:00 – Café da Manhã.
08:00 –Palestra “Parque. Nac. da Serra da Bocaina” – Me. Herbert S. Freitas
09:00 – Palestra “Educação ambiental” – Esp. Angelita P. Rodrigues
10:00 – Palestra “Anfíbios” – Dr. Francisco L. Franco
11:00 – Palestra “Flora” – Me. Herbert S. Freitas
12:30 – Almoço (comida caseira feita com primor em fogão à lenha).
13:30 – Caminhada de 12km (ida e volta) até o alto do Mirante do Príncipe (1900m – levar lanterna).
20:30 – Jantar (comida caseira feita com primor em fogão à lenha).
21:30 as 23h – Apresentação de literatura/ discussão em grupo

· Dia 21 – Domingo
07:00 – Café da manhã.
08:00 –Palestra “Répteis” – Dr. Francisco L. Franco
09:00 – Palestra “Aves” – Dra. Maria T.O.M. Franco
10:00 – Palestra “Mamíferos” – Esp. Angelita P. Rodrigues
11:00 – Palestra “Prevenção e 1º socorros p/ acidentes com animais peçonhentos ” – Me. Herbert S. Freitas
12:30 – Almoço
13:30 – Caminhada de 2km até as Cascatas da Bocaina.
16:00 – Check-out e descida da Serra da Bocaina

O curso será ministrado pela equipe de professores formada por profissionais que realizam pesquisas na região há cerca de 13 anos.

Dr. Francisco L. Franco – Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1987), mestrado em Biociências (Zoologia) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1994) e doutorado em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade de São Paulo (2000). Atualmente é pesquisador científico nível V do Instituto Butantan. Tem experiência na área de Zoologia, com ênfase em Taxonomia de répteis e curadoria de coleções zoológicas.

Dra. Maria Tereza Osório Mallmann Franco – Bióloga, formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1989), mestrado em Biociências (Zoologia) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1994) e doutorado em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade de São Paulo (2002). Atua na docência do ensino superior desde 1995 em cursos da área da saúde e educação. Tem experiência na área de Zoologia e disciplinas afins com ênfase em Morfologia.

Me. Herbert Serafim de Freitas – Bacharel (2005) e Licenciado (2006) em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo, Mestre em Botânica pela USP (2010). Consultor Ambiental nas áreas de Botânica e Zoologia é guia de Ecoturismo da empresa MW Trekking na Região da Serra da Bocaina desde 1998 e membro da Equipe do Projeto Ecossistemas Costeiros (IB-USP). Publicou 12 artigos em periódicos nacionais e internacionais. Experiência na área Botânica (ênfase em taxonomia de espécies arbóreas da Mata Atlântica), e na área zoológica (diversidade e conservação de répteis e anfíbios).

Esp. Angelita Pereira Rodrigues – Graduada em Ciências Biológicas pela Faculdades Integradas Teresa DÁvila/SP (2011). Especialização em Perícia Ambiental pela Unisal/SP (2014). Especialista em Educação Ambiental para a Sustentabilidade pelo Senac/SP (2017). Tem experiência na área de Botânica, com ênfase em espécies arbóreas. Desenvolveu um projeto de levantamento etnozoológico de mamíferos de médio e grande porte dos municípios de Areias e São José do Barreiro, SP. Colaboradora de pesquisas do Instituto Butantan.

Para saber mais sobre a programação e valores basta acessar este site.

Fenômenos da natureza: Prevenção é o melhor remédio 6143

Seguradoras e profissionais dos ramos de proteção esclarecem questões relacionadas a temporais e vendavais

O verão brasileiro é caracterizado por fortes chuvas isoladas que por diversas vezes ocasionam perdas ao comércio e para a população em geral, muitas vezes pela falta de conscientização com a preservação do meio-ambiente e tantas outras pela própria desinformação. Por isso, o seguro se faz tão importante, pois ameniza os efeitos de perdas de forma antecipada e endossada por uma base sólida que garante a rentabilidade para todos os envolvidos no processo de mutualidade.

Alexandre de Souza Vieira, diretor de sinistros da Tokio Marine Seguradora / Divulgação

A Revista JRS, em janeiro de 2016, após um forte vendaval que deixou rastros de destruição e muitos prejuízos em Porto Alegre abordou o tema com o especialista em riscos, Alexandre de Souza Vieira, que alertou para as cláusulas nas apólices. Segundo o executivo, o seguro de automóvel prevê cobertura para vendavais e temporais, enquanto que, no seguro residencial, este tipo de cobertura deve ser contratado separadamente por parte do segurado.

“Os eventos da natureza são diretamente considerados na precificação do seguro. A principal maneira de precificar a apólice é analisar a incidência desses riscos pela região, sendo possível criar um preço regional de acordo com a frequência em que os fenômenos ocorrem naquele local”, conta Vieira ao explicar como as companhias precificam este tipo de risco, medido por dois parâmetros principais: frequênciaseveridade dos acontecimentos.

Alexandre Vieira destaca uma série de ações das companhias de seguros que apostam em fortes estruturas de precaução, para que o segurado tenha as informações necessárias para evitar sinistros. Entre as ações disponibilizadas pelas principais seguradoras do mercado está o envio de equipe especializada para realizar o atendimento e simplificar o fluxo de pagamentos. “Uma ação que facilitou esse mecanismo foi a criação de um canal exclusivo para regulação de sinistros via aplicativos, simplificando o fluxo de regulação”, reforça.

O corretor de seguros é o principal elo entre as empresas do ramo e os segurados e a proximidade e especialidade deste profissional é o que oferecerá a cobertura que mais se enquadre na necessidade do cliente, conforme os riscos e expectativas. “Em muitos casos, é desejo do comprador não incluir determinada cobertura, decisão que futuramente poderá prejudicá-lo patrimonialmente e economicamente. O corretor é o consultor que auxiliará na análise desses riscos”, exalta Alexandre Vieira.

O advogado Pery Saraiva Neto / Reprodução

O advogado e consultor jurídico Pery Saraiva Neto lembra que os eventos climáticos extremos, capazes de gerar grandes impactos em vidas e patrimônios, são de ocorrência relativamente recente no Brasil. Ainda que não se possa afirmar que não existiram no passado, “o fato é que somente recentemente começamos a catalogar e tentar entender estes eventos, e por conseguinte compreender os riscos decorrentes de eventos climáticos de maior envergadura. Não é da nossa experiência fenômenos como tornados, tufões ou ciclones, especialmente se compararmos com a experiência norte americana, mas o fato é que estes conceitos começaram a se tornar mais presentes entre nós a partir de 2004, com o que foi denominado de Catarina, na região sul de Santa Catarina, muito próximo ao litoral norte do Rio Grande do Sul”, registra.

Neto explica que fenômenos de maior proporção e com novas características passaram a ser mais frequentes, como o vendaval que deixou Porto Alegre (RS) irreconhecível em janeiro de 2016. “(Estes acontecimentos) chamam especial atenção, seja pelo volume de prejuízos, força dos ventos e por ter ocorrido em uma grande e importante capital. Como disse, não há como afirmar que não ocorreram eventos semelhantes antes. Pelo contrário, há muito acontecem. O que falta são dados”, elucida o também mestre em direito pela UFSC. “Este contexto é muito novo para nós. De lidarmos de forma mais séria e profissional com tais questões, destacadamente no aspecto preventivo, seja no poder público ou na iniciativa privada. Basta ver que os principais marcos legais sobre desastres naturais e defesa civil são muito recentes, posteriores a 2010 (Lei 12.608/2012, Lei 12.340/2010 e Decreto n. 7.257/2010)”, apresenta.

Uma das questões que mais intrigam os segurados se dá pela formação dos valores cobrados pelas coberturas. “Regiões com maior catalogação de caso de eventos extremos passam a receber um tratamento diferenciado e as populações sofrem impacto no preço dos seus seguros, especialmente os seguros patrimoniais. Pois são bens segurados localizados em regiões
cuja frequência e intensidade são mais agravadas. Para as companhias seguradoras, entender bem estas diferenças por regiões é o grande desafio, pois aí reside justamente a especificação e delimitação de riscos, com carteiras diferenciadas e assim por diante. O impacto nas apólices e carteiras vai muito além, por certo, quando da ocorrência de sinistros, pois gerará forte impacto nas reservas das seguradoras”, conta.

Pery Saraiva Neto também destaca para outra questão relevante na relação do consumidor de seguros com as companhias. “A questão da clareza da redação contratual para os consumidores é uma questão de ainda maior complexidade. No que toca especialmente aos seguros e mais precisamente nos riscos decorrentes de eventos climáticos extremos a realidade é que em razão do baixo conhecimento destes fenômenos, como antes referi, bem como pela complexa questão técnica e conceitual envolvida (diferenciar ciclone e furacão, por exemplo, ou a própria nomenclatura técnica que envolve os seguros), a atividade de intermediação de seguros, realizada pelos corretores, deveria ser fortemente aprimorada. O corretor é que tem o dever, básico e elementar, quase educativo, de bem fazer seu cliente entender qual a amplitude de seu seguro. Este esforço de compreensão tem que ser feito pelos corretores, com o apoio das seguradoras”, afirma.

O advogado destaca que, caso as apólices não expressem a exclusão de coberturas para vendavais e temporais, as mesmas devem cobrir tais eventos. “Mas é claro, há uma gama de questões correlatas de suma importância, sendo inadequado uma resposta categórica. Estas questões passam pelas peculiaridades de contratação (alteração do clausulado geral por cláusulas particulares ou especiais) incluindo ou excluindo eventos climáticos (nos seguros residenciais é como a exclusão de riscos relacionados a distúrbios climáticos imprevistos e que causem calamidade, por exemplo, mas há produtos específicos que podem ser agregados a um clausulado padrão – o custo, porém, será elevado, justamente em razão da intensidade dos
danos em tais eventos); Outro ponto é o desdobramento da questão supra é a clareza sobre o que seja um imprevisto, ou o que seja calamidade, para fins do seguro. Podemos, hoje, dizer que eventos climáticos extremos são imprevisíveis? Há tecnologia, há estudos e há histórico, tudo especialmente na região sul do Brasil”, explica.

A situação do bem antes do evento (danos preexistentes) também conta, assim como outros fatores. “Não podemos trabalhar com respostas categóricas em questões de seguros, ainda mais
quando envolvidas com riscos ambientais e climáticos”, justifica ao lembrar que precaução é a melhor forma de se enfrentar eventos da natureza. “Valem as regras gerais de cautela, de buscar locais seguros, para proteção. Mas no particular, cumprir automaticamente as orientações da Defesa Civil e das forças públicas envolvidas com a emergência”, complementa.

O Código de Defesa do Consumidor foi um dos maiores ganhos da população brasileira em seus mais de 25 anos de criação, porém, o também diretor da Associação Internacional de Direito
do Seguro (AIDA Brasil) destaca que é preciso avançar na discussão do tema. “Temos que avançar mais, para que esta informação seja útil, relevante, qualificada e compreensível”, conta ao efetivar a importância da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI Brasil) classifica os veículos Renault Fluence, da Renault, e Sentra, da Nissan, como os melhores contra enchentes. O Índice de Danos de Enchente avalia o risco da ocorrência de panes mecânicas e elétricas pela exposição indevida de carros às lâminas d’água, garantindo sua mobilidade. O indicativo técnico serve de referência não apenas para a indústria, como também, para o consumidor. Com quatro estrelas, meio ponto abaixo dos primeiros colocados, compõem o ranking os modelos Peugeot 208 (Active e Allure), Renault Duster high-flex 4×2 (Expression), e Chevrolet Cobalt (LTZ).

O Centro de Experimentação enviou algumas dicas, caso seu veículo esteja em meio a uma enchente

  • Se o carro morrer, não dê a partida novamente. Você pode piorar ainda mais o quadro de pane elétrica ou mecânica.
  • Em casos de alagamento, não arrisque. Espere até que a água comece a baixar para seguir caminho.
  • A eficiência de seguir o rastro de outro carro é mito. A água pode voltar em formato de onda e prejudicar o sistema elétrico do carro.
  • Verifique itens básicos como o estado dos pneus e das palhetas de limpeza.
  • Confira se as luzes de iluminação do carro estão em pleno funcionamento, principalmente as setas e as luzes de freio.
Emerson Farias, analista técnico do CESVI Brasil / Reprodução

Para Emerson Farias, analista técnico do CESVI Brasil, alguns cuidados são necessários para guiar carros em condições adversas, como no caso de fortes chuvas ou enchentes. “Um erro comum é querer arriscar e passar com o automóvel em áreas alagadas. É aconselhado, no máximo, passar em trechos em que a água esteja na altura da metade das rodas do carro, como é informado no manual do proprietário. O que passar disso, é risco”, afirma Farias. “Em geral, quando a rua está coberta pela água, o motorista raramente consegue ver se há buracos ou barreiras na pista, o que agrava o cenário de possíveis acidentes. O melhor mesmo é encostar o carro, desligá-lo e aguardar pacientemente até que a água baixe para seguir caminho”, reforça.

A Itaú Seguros Auto e Residência também registrou um aumento de 9,6% nos casos de sinistros, média nos meses de janeiro entre 2013 a 2015, em relação ao comportamento da carteira.

Outra companhia especialista em desenvolver ações decorrentes de desastres naturais é a SulAmérica, representada na Região Sul pelo diretor Gilson Bochernitsan. “Nos seguros residencial e empresarial a SulAmérica oferece coberturas acessórias para cobrir desastres naturais como vendavais, fortes chuvas, queda de raios, entre outros”, destaca ao lembrar que a companhia utiliza dados do mercado e suas informações internas para avaliar quais regiões são mais afetadas por fenômenos da natureza, em qual época do ano e que tipos de sinistro são mais comuns. Com base no histórico dos registros é possível ter um panorama dos riscos de cada seguro. “Em caso de sinistros ocasionados por desastres dessa espécie, o segurado deve
acionar a SulAmérica o mais breve possível por meio dos nossos canais de atendimento. Os corretores parceiros da SulAmérica também estão aptos a orientar os segurados, configurando um importante suporte em situações como essas. Nosso objetivo é atender com rapidez e permitir que as famílias e empresas possam voltar à normalidade o quanto antes. Por isso, estamos sempre atentos, muitas vezes reforçando nossa operação de atendimento quando há uma situação anormal devido a chuvas, vendavais e outros eventos climáticos. No ano passado, fizemos isso no Rio Grande do Sul e em outros estados, o que beneficiou muito nossos clientes”, lembra.

Gilson Bochernitsan em entrevista ao JRS

A SulAmérica, maior seguradora independente de ramos gerais no Brasil, acredita que o corretor é peça chave para o relacionamento e a comunicação com os segurados. “Ele é a nossa interface diante do cliente e quem dá ainda mais credibilidade para os nossos produtos e serviços. Muitas vezes, o segurado aciona primeiramente o seu corretor para informar o sinistro ou tirar dúvidas sobre seus produtos. Os corretores são nossos grandes parceiros de negócios e vêm abraçando cada vez mais o papel de consultores de proteção, e para isso damos todo o suporte, com treinamento e eficientes canais de comunicação”, esclarece.

A companhia também alerta outras modalidades de seguro, que não a de automóveis. “No caso dos seguros empresarial e residencial é importante avaliar se as telhas, vidros e vedações em geral estão em boas condições para suportar a força do vento ou uma grande quantidade de água”, alerta. “Em alguns casos é realizada a vistoria do imóvel ou veículo, mas não há exigências específicas por cobertura. Quando o cliente vai contratar um seguro, é importante optar por uma apólice que atenda adequadamente às suas necessidades”, finaliza Gilson Bochernitsan.

Alfredo Chaia é especialista em riscos / Reprodução

“Falamos fundamentalmente das ações para evitar que algo aconteça, mas estamos também falando em atendimento comercial, expertise em subscrição de riscos e engenharia e ainda estar preparados para atendimento de alto nível aos sinistros são a nossa filosofia”, disse Alfredo Chaia, em uma entrevista que deu ênfase para a relação entre o segurado, o corretor de seguros e a companhia de seguros no programa Seguro Sem Mistério.

O assunto não poderia deixar de contar com a contribuição dos corretores de seguros, representados nesta reportagem pelo gaúcho Paulo Ibañes. “Nos últimos dez anos os custos dos seguros residenciais, comerciais e industriais vem sofrendo constantes aumentos devido as disfunções climáticas, principalmente nas coberturas de vendaval e consequentemente suas franquias, causadas pelas poluições do meio ambiente e seus ecossistemas”, conta ao lembrar que mais de 90% das apólices preveem este tipo de cobertura.

Segundo o profissional é fundamental manter a calma caso aconteça algum imprevisto. “Em todos (os tipos de infortúnios) o segurado deverá manter a calma, avisar o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar de suas regiões. Fotografar os sinistros em seus detalhes, avisar seu corretor de seguros ou a seguradora imediatamente após o fato”, diz Ibañes ao enfatizar que o corretor é o único profissional devidamente habilitado, treinado e capacitado para atender as demandas de seus segurados, bem como oferecer as proteções que mais se adequar as necessidades do segurado e por estar conectado 24 horas por dia. “Lamentavelmente os desastres naturais poderiam ser amenizados com algumas atitudes das autoridades locais, como a aquisição de equipamentos meteorológicos com previsão de determinadas tempestades, retirada de árvores muito velhas e algumas já em estado de apodrecimento, limpezas sistemáticas dos bueiros, conscientização e educação da população através de medidas e campanhas preventivas”, completa. “O mais importante é contratar seguros somente através do corretor, com este profissional sua vida certamente será mais segura e tranquila”, aponta.

BB e Mapfre distribuem brinquedos em instituições 2970

Ação de Natal aconteceu em dezembro e beneficiou centenas de crianças

Ganhar um brinquedo no Natal é o desejo de muitas crianças. Por isso, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre proporcionou esta alegria para mais de 1000 crianças durante o mês de dezembro.

A seguradora fez uma parceria com a empresa Estrela e levou um Papai Noel para entregar os brinquedos para as crianças das instituições Vocação e Casa Ronald. Também foram beneficiadas crianças do Hospital Pequeno Príncipe e do Projeto Arrastão.

A ação contou com a participação dos clientes da companhia que fizeram as renovações dos seus contratos no período de 25/11 e 25/12 e garantiam um brinquedo e o sorriso no rosto das crianças.

“Ao longo do ano realizamos patrocínios via Leis de Incentivo para diversas instituições sociais que cuidam de crianças e adolescentes. E sabemos o quanto as crianças esperam um presente no Natal. Por isso, ficamos muitos felizes por poder proporcionar está felicidade a estas crianças”, comenta Leonardo Mattedi, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.