Delphos cria grupo de inovação 11376

Empresa está antenada aos novos tempos tecnológicos e de insurtechs

Sem perder de vista os 50 anos de credibilidade e confiança do mercado de seguros na mais tradicional prestadora de serviços do setor, a vice-presidente da Delphos, Elisabete Prado, explica que, “no início de setembro, a direção solicitou aos coordenadores e gerentes das várias áreas que se organizassem para apresentar na Convenção anual da empresa, a Condel, em outubro, ideias para debates, sobre como a Delphos poderia ampliar negócios, reter os existentes e se posicionar de forma moderna e diferente no mercado”.

O objetivo era instigar o desenvolvimento da inovação dentro da empresa. As ideias apresentadas e os debates que se seguiram foram recebidos com entusiasmo pela diretoria e, após o evento, formou-se um “Grupo Estratégico de Inovação”.

O grupo já iniciou as reuniões, começando pela definição do modelo de trabalho a ser utilizado nos próximos encontros. Foi avaliada também a necessidade de maior participação dos parceiros internos dos diversos níveis hierárquicos da empresa, para que todos participem e sejam ouvidos.

O grupo formado inicialmente está convidando novos voluntários a se engajarem de forma vigorosa e doarem seu tempo e dedicação para buscar novas ideias e negócios para a empresa. “Os participantes irão angariar uma experiência importante que proporcionará crescimento profissional e a possibilidade de estarem presentes representando sua unidade nos futuros caminhos da empresa”, argumentam os atuais membros do grupo.

A participação não é restrita a iniciativas puramente tecnológicas. Quaisquer ideias de inovação que possam trazer resultados positivos para a empresa, sejam de economia, melhoria dos processos atuais ou aumento de competitividade, serão bem-vindas. Neste primeiro momento, cada US – Unidade de Serviço (Governança Corporativa, Serviços de Assistência, Serviços de Gestão, Seguros Habitacionais, Serviços de Perícias, Serviços de Regulação e Serviços de Tecnologia) poderá ter um representante no comitê. Para as USs em que houver mais de um voluntário, os parceiros internos da própria unidade votarão no seu representante.

Após a apuração final, os escolhidos serão convidados a participar do grupo neste momento tão importante para a empresa. “A intenção da direção da empresa é criar diversos grupos de trabalho para evoluir com as ideias que forem selecionadas ao longo do processo”, esclarece a vice-presidente da Delphos.

Zurich comemora sucesso de ação com parceiros de negócios 332

Vou com Zurich

Campanha levou profissionais a viagens exclusivas para Zurique, Lisboa e Punta Cana

Mais de 200 parceiros de negócios da Zurich participaram, neste primeiro semestre de 2018, de experiências únicas por meio da campanha Vou com a Zurich. A ação integra o programa de relacionamento e incentivo da seguradora e premia corretores e parceiros estratégicos com viagens para diferentes destinos todos os anos, proporcionando momentos memoráveis.

A encantadora Zurique, a ensolarada Lisboa e a paradisíaca Punta Cana foram os destinos visitados. O grande diferencial das viagens foram os roteiros totalmente personalizados pela companhia para oferecer experiências exclusivas aos viajantes, como a neve no Monte Titlis e um Tour pelo Museu da FIFA, na Suíça; a cidade de Évora e a vinícola Herdade do Esporão, em Portugal; e a cinematográfica Ilha Samoa, na República Dominicana.

Para Edson Franco, CEO da Zurich, a ação foi um sucesso e reforça o compromisso da companhia em valorizar e reconhecer o trabalho dos seus parceiros de negócio. “Tivemos um feedback muito positivo da ação, o que nos deixa extremamente satisfeitos em poder oferecer esses momentos para profissionais que colaboram para que a Zurich continue a ser uma das maiores seguradoras globais”, afirma o executivo.

A próxima campanha Vou com a Zurich pretende premiar corretores e parceiros com viagens para Marrakesh e Aruba, em 2019.

HDI realiza ações para celebrar o mês da diversidade 357

Mãos e cores

Programação discute sexualidade, racismo e a importância do respeito e inclusão em todas esferas da sociedade

A HDI Seguros preparou uma série de ações para os colaboradores no Mês da Diversidade, com o objetivo de discutir a igualdade de gênero, raça e etnia. Fazem parte da programação palestras sobre sexualidade, racismo e a importância do respeito e da inclusão em todas as esferas da sociedade.

“Queremos abrir espaço para reflexões sobre a importância da inclusão e da igualdade com o nosso time não apenas durante este mês, mas de forma contínua. Na HDI, valorizamos a diversidade e buscamos constantemente tornar o ambiente de trabalho acolhedor e humano”, comenta Paulo Moraes, diretor de Marketing da HDI Seguros.

Para aprofundar as discussões, a companhia convidou participantes com bastante bagagem sobre os assuntos tratados. Uma delas é a Julia Rosemberg, da SSEX BBOX – Sexualidade Fora da Caixa, um projeto de consultoria sobre diversidade e perspectivas plurais da sexualidade. Outra convidada foi a Danielle Torres, sócia-diretora da área de Seguros da KPMG no Brasil, que é mulher, transgênero e andrógina. Ela dividiu com os colaboradores os desafios e alegrias de se assumir como é.

Além disso, a HDI preparou uma série de posts em sua rede social interna explicando a história do movimento LGBTQIA+ e suas conquistas. A sigla LGBTQIA+ significa Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer/Questionando, Intersexos, Assexuais/Arromântiques/Agêneros, Pan/Poli, e mais.

Seguradora aplica técnicas de sensoriamento remoto em áreas rurais 390

Sensoriamento

Drones e monitoramento a distância de clima são algumas das tecnologias testadas em projetos pilotos de sensoriamento

O uso de imagens de satélite para a análise de áreas sinistradas e o cálculo de exposição de riscos de safras agrícolas em razão da variação do clima é apenas um dos recursos adotados pelo Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre para o sensoriamento remoto nas operações de seguro rural.

Uma das tecnologias testadas são os drones – sigla em inglês para veículos aéreos não tripulados –, que podem chegar a locais onde os peritos dificilmente conseguiriam.

Com eles, já foram realizados dois atendimentos em áreas seguradas: um, para apoiar a identificação de bens em vistorias prévias para a aceitação de risco em uma criação de aves; outro, para complementar a apuração de prejuízos de um sinistro causado por ventos fortes em uma floresta de eucalipto de 8 mil hectares.

“O projeto de sensoriamento remoto trará uma nova perspectiva de atendimento ao segurado e de gestão de risco, além de possibilitar o desenvolvimento de novas soluções e serviços de seguros aos clientes. O Grupo se posiciona na vanguarda dessas possibilidades, que geram ganhos financeiros e de tempo às operações, além de reconhecimento de nossa marca como referência em inovação e atendimento”, afirma Wady Cury, diretor geral de Habitacional e Rural do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

De acordo com Paulo Hora, diretor técnico Rural do Grupo, o projeto de sensoriamento remoto para análise e monitoramento de riscos e regulação de sinistros está associado a Geoprocessamento e Analytics. As tecnologias estudadas para análise dos dados de diversas variáveis em riscos geolocalizados em mapas e integrados às operação vão desde imagens de satélite ao uso de drones, radares, telemetria, e outras possibilidades.

“O uso de drones, especificamente, é uma das iniciativas que já utilizamos como piloto em algumas áreas para coleta de imagens, mas que pode ser associado a outras tecnologias de análise de dados. Temos uma enorme responsabilidade no programa de seguro agrícola por sermos líderes de mercado e segurarmos uma extensa área com culturas plantadas nas safras de verão e inverno. São mais de 60 mil apólices distribuídas em propriedades por todo o país, e estamos à frente na construção e um modelo que será fundamental para a gestão dos seguros rurais no futuro”, destaca.

Previsul e Lojacorr: parceiras de sucesso 631

Previsul e Lojacorr

Encontro entre diretores e executivos aconteceu no dia 14

A Previsul Seguradora recebeu na última quinta-feira (14/06), a diretoria da Lojacorr, maior rede de corretores de seguros independentes do Brasil. Entre os executivos da Previsul presentes no encontro, estavam o presidente Renato Pedroso, a diretora de Negócios Andréia Araújo e o diretor financeiro Fernando Moraes, além dos gerentes regionais Virginia Marques, Claudionir Fontana e Renan Haun.

Durante a reunião, as diretorias puderam conversar sobre a situação do mercado de seguros, apresentar melhor suas empresas e analisar possibilidades de negócios entre elas. “Momentos como este são importantes para que possamos apresentar aos nossos parceiros o crescimento da Previsul. Conversamos com os diretores da Lojacorr e percebemos a grande sinergia que temos: somos empresas que estamos em constante crescimento e trabalhamos focados em entregar melhores condições de negócios para o corretor de seguros”, avalia Andréia.

Lloyd’s prevê França campeã e queda do Brasil nas quartas de final 1340

Bandeira da França

Seleção Brasileira tem valor segurado estimado em US$ 1,5 bilhão

JRS ligado na Copa do Mundo!
JRS ligado na Copa do Mundo!

Referência mundial em seguros e resseguros, o Lloyd’s divulgou uma pesquisa realizada em conjunto com o Centro de Pesquisa Econômica e Empresarial (CEBR) para ranquear cada país participante na Copa do Mundo da FIFA em relação ao valor segurado total dos 23 jogadores. O elenco brasileiro soma US$ 1,5 bilhão – atrás apenas de França (US$ 2 bilhões) e Inglaterra (US$ 1,6 bilhão). Estes números estão alinhados com o ranking da FIFA, no qual o país é o segundo – atrás apenas da Alemanha, atual campeã.

O Brasil é o favorito para dominar o Grupo E, que conta com um valor segurado total bem abaixo da seleção de Tite. A Costa Rica conta com US$ 94 milhões, a Sérvia com US$ 460 milhões e a Suíça com US$ 500 milhões. Para comparação, o valor segurado médio de um jogador brasileiro é maior do que a somatória de todo o elenco panamenho.

Se estes valores se refletirem no campo, o Lloyd’s prevê que o Brasil avança até às quartas de final, perdendo para a Inglaterra, uma seleção mais jovem, e, portanto, mais valiosa. Análise similar foi realizada pelo Lloyd’s e o CEBR antes da Copa do Mundo de 2014, a qual acertou a previsão de que a Alemanha seria vitoriosa.

Esta pesquisa oferece perspectivas nos valores segurados por posição e idade dos jogadores. Por exemplo, atacantes são os jogadores mais valiosos na edição deste ano, com uma média de US$ 27 milhões, enquanto os meio-campistas contam com a maior porcentagem do valor segurado (38%). Jogadores entre 18 e 24 anos tem a maior média de valor segurado, com US$ 28,1 milhões.

O CEBR usou salários e receitas de patrocínios dos jogadores, juntamente com uma coleção de indicadores adicionais para construir um modelo econômico que estima a renda dos jogadores até a aposentadoria. Estas projeções formaram a base para avaliar os valores segurados por idade, posição e nacionalidade.

A análise permitiu ao Lloyd’s prever as seleções que irão se classificar em cada grupo. Na segunda fase, o Lloyd’s traçou o caminho de cada seleção com base nos valores segurados. A equipe com maior valor segurado total é a escolhida pelo Lloyd’s como vencedora de cada confronto.

A pesquisa foi realizada com o apoio do Sporting Intelligence, que providenciou os dados salariais de cada uma das 32 seleções participantes da Copa do Mundo de 2018, baseados nas listas de 30 jogadores enviadas por cada federação.

Para Marco Castro, Country Manager do Lloyd’s no Brasil, “a pesquisa Lloyd’s Dream Team é um grande exemplo de como a indústria de seguros usa uma variedade de técnicas de modelagem para prever resultados”. “Estamos muito satisfeitos em ver que a seleção brasileira está em boa companhia entre os favoritos quando se trata de valor segurado. Tenho certeza que o Brasil será um dos fortes desafiantes”, completa.