Presentes de final de ano: um alerta às regras de compliance nas empresas 11858

Confira artigo de Antonio Carlos Hencsey, líder de prática de Ética & Compliance da Protiviti

A troca de presentes e entretenimento pode fortalecer as relações comerciais, mas por outro lado o envio de regalos e divertimentos, como jantares e idas a shows ou peças teatrais, podem criar, ou aparentar, influências inadequadas no ambiente de trabalho. Todo cuidado é pouco ao receber mimos do parceiro ou fornecedor, uma prática muito comum que ocorre agora, principalmente, durante as festas de fim de ano. Tudo porque o recebimento de gratificações tem grades chances de ser visto como propinas, capazes de manchar a reputação e destoar as disposições do código de normas e condutas éticas da companhia.

É importante ressaltar que itens promocionais de baixo valor, tais como canetas, calendários, blocos de anotações ou outros brindes menores, que normalmente possuem a logomarca da empresa, não se encaixam na categoria de gratificação indevida. Aqui é falado de presentes de alto valor, que superam as cifras de 150 reais e que podem influenciar a objetividade do presenteado quando for tomar uma decisão comercial.

Alguns cuidados podem (e devem) ser tomados para que as empresas sigam suas regras de ética e compliance sem apresentar grosseria no momento do recebimento do presente em face ao período de festividades.

1) Reforce com todos os colaboradores as políticas de oferta e recebimento de gratificações estabelecidas pela sua empresa. Delimite um preço para os presentes a serem recebidos. Por exemplo, itens acima de R$ 100 já são considerados fora do padrão de item promocional de baixo valor;

2) Proponha conversas sobre o porquê da oferta de presentes. Faça reflexões com a equipe a fim de identificar qual a motivação de quem presenteia. Interesse comercial ou apenas um ato de agradecimento por mais um ano de parceria?

3) Deixe claro que mesmo que o profissional acredite ser isento ou não influenciável pelo recebimento de alguma gratificação, somos seres humanos. Não existe neutralidade total nas relações interpessoais. Sempre algum viés ou vínculo é estabelecido com esta ação;

4) Sabemos que a alta direção, em alguns casos, recebe presentes como forma de reforçar vínculos estratégicos para a organização, mas estes também devem seguir as políticas estabelecidas. Lembre-se: o exemplo vem de cima. Ao receberem os presentes é preciso, de forma explicita, que seja cumprido os procedimentos padrão, deixando clara a importância que esta prática tem para a empresa;

5) Valorize os profissionais que agirem da forma certa. As pessoas podem sentir que estão perdendo algo ao negarem um presente ou entregarem o item para a área responsável. Demonstre ao colaborador a importância de cumprir as normas éticas da organização e fortaleça a conduta do funcionário para as outras pessoas da empresa.

Reforma Tributária: qual o melhor modelo para o Brasil? 4134

Impostos

Confira artigo de gerente tributário

O Estado brasileiro precisa de reformas estruturais para alavancar o crescimento econômico do país. E a reforma tributária é a principal delas. Por quê? Primeiramente, nosso sistema de arrecadação e gestão de tributos é uma trava para o desenvolvimento, principalmente pela sua complexidade legislativa, regimes de exceções, multiplicidade de regras, em muitos casos, decorrente de incentivos e isenções, guerras fiscais, resultando em muita burocracia e insegurança jurídica. Outro ponto negativo é que a arrecadação tributária no Brasil não cumpre com a finalidade primordial que é dar ao Governo as condições ideais para atender as necessidades financeiras no âmbito social, da saúde, segurança e bem-estar da população.

Uma amostra desse problema está na comparação com outros países. Na União Europeia, sobre os produtos e serviços incide um único imposto, conhecido por IVA, ou Imposto sobre Valor Agregado. Vamos para um exemplo prático: numa xícara de café em Madri, capital da Espanha, o valor incidido é 7% de imposto, ou seja, se o café custar € 2,00, seria pago € 0,14 de tributo, considerando toda a cadeia, desde o cafeicultor até o estabelecimento comercial. Mas e no Brasil?

Sobre o nosso cafezinho, poderão incidir diretamente quatro tributos diferentes: ICMS, IPI, PIS/PASEP e Confins. A nossa complexidade não se resume apenas no número de tributos. A fórmula de cálculo de cada um deles é outro desafio. A cada operação, o tributo recai sobre o montante do produto, com a possibilidade de apropriação de crédito referente ao tributo pago na operação anterior, todavia, não em todos os casos. Por isso. Por isso, o Brasil tem a maior carga tributária da América Latina e uma das maiores do mundo, com 33% do PIB.

A comparação com outros modelos de tributação é necessária para entendermos o custo do setor privado para atender as exigências do Fisco. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), para atender o Fisco, cada empresa gasta em média 1958 horas por ano. Por pessoa, no Brasil, 1 a cada 200 colaboradores trabalham na área fiscal. Na Europa, 1 a cada 500 e nos Estados Unidos, 1 a cada mil funcionários dedicados à gestão dos tributos. E diante da complexidade e da urgência por reformas que possam nos tirar desse patamar de paralisia econômica, é inevitável a pergunta: o que fazer?

O primeiro passo é buscar medidas de simplificação do sistema e, com isso, facilitar a vida das empresas em relação às obrigações tributárias. É preciso simplificar os processos de declaração e pagamentos de tributos, principalmente para as empresas de menor porte. O Fisco tem alguns projetos de simplificação de obrigações acessórias, mas precisamos avançar ainda mais. A segunda iniciativa é buscar a unificação de tributos. A proposta de extinção de alguns tributos, ou unificar a forma de arrecadação, que está em discussão no Congresso Nacional, agrada parte do setor produtivo do país que tem enfrentado o fardo de lidar com as excessivas atualizações das regras normativas. Hoje, temos mais de 200 mil normas fiscais em vigência no país, sendo 30 novas regras ou atualizações por dia que, na média, segundo o IBTP. A unificação vai atender uma demanda por menos burocracia do sistema.

Mas há um grande risco se a reforma tributária entrar em vigor de uma vez. O melhor modelo seria uma adoção fragmentada. A primeira etapa, ou facultativa, serviria para dar fôlego para as empresas entenderem o cenário e realizarem as mudanças necessárias para uma adaptação mais eficiente. A segunda fase é a transitória, especifica para maiores tributações ou tributos de maior complexidade como os tributos indiretos.

Passadas as duas primeiras fases, com um intervalo de 6 a 9 meses entre elas, as empresas estariam prontas para fazer parte de um novo sistema tributário, mais justo e equilibrado, além de permitir um ingresso na terceira etapa, a obrigatória, com segurança e sem nenhum risco de sofrer possíveis penalidades.

Uma simplificação na forma de arrecadação dos tributos vai possibilitar uma redução de todo esforço necessário das empresas para gestão e pagamento de impostos, além de promover, de forma imediata, um aumento de produtividade das companhias e elevaria a competitividade do Brasil no cenário internacional e atrairia o investidor estrangeiro.

*Por Leonel Siqueira, Gerente Tributário da Synchro.

O sistema político, a greve e a dependência do transporte rodoviário 4038

Caminhão

75% de tudo que é produzido no Brasil é transportado em rodovias

As heranças da paralisação dos caminhoneiros são muitas. Aos empresários ficou a necessidade de se olhar com mais atenção para direitos trabalhistas da categoria e na realização de investimentos mais robustos para assegurar a vida do motorista, da carga e da empresa. Para os políticos, a parada geral afirmou que daqui para frente, se quiser, o caminheiro poderá ditar as regras da política socioeconômica brasileira à sua maneira. Concordando ou não, houve um despertar da primavera dos caminhoneiros, comprovando literalmente a designação de locomotiva do Brasil.

No empoderamento do caminheiro, há outro fato silencioso herdado da greve, que é a dependência de caminhões para o transporte de produtos. Um alerta pouco disseminado na imprensa dentre as repetidas profusões de assuntos sobre o desabastecimento e a falta de combustível.

Segundo dados da Fundação Dom Cabral, 75% de tudo que é produzido no Brasil é transportado em rodovias. Apenas 9,4% passa pelo modal marítimo; 5,8% pelo aéreo; 5,4 % pelo ferroviário; 3% via cabotagem e só 0,7% no sistema hidroviário. Diante do irrisório dado de 0,7%, eu te convido a refletir sobre o porquê da prática de transporte aquaviário ser pouca disseminado no Brasil?

Somos um país privilegiado em relação à hidrografia, que é extremamente ampla e conta com 42 mil quilômetros de rios a serem navegados, o que nos permite diversas oportunidades de aproveitar este modal como um meio de transporte de bens de consumo, de alimentos e de passageiros. Ademais, a logística hidroviária é uma das formas mais baratas de escoar a produção. Então, porque as bacias hidrográficas são poucos exploradas?

Para se ter uma ideia, se transportássemos uma tonelada de mercadoria por mil quilômetros usando navio seriam usados apenas 4,1 litros de combustíveis, enquanto que utilizando um caminhão este mesmo gasto sobe para 15,4 litros de combustível. Ou seja, um custo três vezes maior às empresas.

Tal realidade demonstra a total falta de interesse dos Governos Federal e Estadual em investirem no setor de navegação interna. Na verdade, o único interesse do poder público é deixar as empresas cada vez mais dependentes da rodovia, ou seja do uso do combustível. Esta é a abusiva equação de quanto MAIS se gasta com combustível MAIOR é a arrecadação de impostos. Isso sem contar sob o viés de resultados políticos: o que é mais fácil mostrar para a população, uma estrada bem construída ou uma malha hidroviária mais fluente? Você responde ou eu respondo?

Reticências a parte, a dependência de caminhões para o transporte de produtos ainda vai vigorar por muitos anos. Integrar ou investir em sistemas ferroviário, hidroviário e dutoviário é a solução mais cabível, mas não depende de nós e se avaliarmos os programas de governo às vésperas das eleições, nada está programado.

Em situações como a da paralisação, vem à luz reflexões e questionamentos que precisam fazer parte do dia a dia das empresas, em especial das companhias atacadistas distribuidoras, que lidam diretamente com o escoamento de mercadorias.

Como medida prática, uma boa saída é o uso de tecnologias móveis para uma otimização logística de sucesso. Saber, exatamente, quando a mercadoria saiu, em que ponto da entrega ela está e quando ela foi entregue será uma vantagem competitiva que ajudará a empresa recuperar o fôlego perdido durante os dias de paralisação.

Afinal, nunca se sabe quando haverá a próxima greve. Prevenir ainda continua sendo o melhor remédio.

*Fabrício Santos é gestor de oferta logística na Máxima Sistemas, companhia de soluções móveis para força de vendas, e-commerce, trade e logística para o setor atacado distribuidor.

Expectativas podem gerar frustrações 3159

Sapinhos

Confira artigo de Adelino Cruz na Revista JRS

O ser humano alimenta expectativas diárias com relação a todas as etapas de sua vida. Cria expectativas, muitas exageradas que lhe fazem mal, por entender que precisa atingir o sucesso para ser reconhecido e admirado.

Muitos esquecem que este objetivo só será conseguido com boa saúde, um bom trabalho, uma vida familiar tranquila e recursos financeiros que lhe proporcione viver sem preocupações.

Para alguns isso acontece naturalmente a partir de uma boa formação acadêmica ou técnica que lhes capacite para ocupar cargos importantes ou empreender, utilizando seu talento nato ou conhecimentos adquiridos. Para outros, desprovidos destas características, nem sempre a sorte lhes sorri aceitando o que o mercado oferece, pois precisam se manter a qualquer custo.

A desigualdade entre a população do Brasil é assustadora, fazendo com que milhões de brasileiros estejam desempregados, gerando grande sofrimento e frustrações pessoais e familiares.

Para todas as etapas a desilusão, fruto de expectativas, gera adoecimento, que pode ser físico ou emocional, precisando de cuidados médicos e hospitalares, que por sua vez acarretam soluções mas também novas preocupações.

Como viver sem expectativas?

É praticamente impossível, pois quando o ser humano deixa de sonhar perde o encanto pela vida, passando a viver sem entusiasmo, cumprindo rotinas que geram frustrações e incapacidade de serem produtivos como deveriam. É do conhecimento de todos o desespero das famílias quando vêem seus membros abatidos, fragilizados, vivendo apenas para vencer mais um dia. Todos adoecem emocionalmente gerando infelicidade.

Para evitar que isso tudo ocorra é necessário reprogramar a vida. Fazer novas escolhas, buscando alternativas que tragam alegria e felicidade, pois só assim o ser humano pode afastar os perigos que o adoecimento emocional causa para as famílias.

Viver num mundo competitivo, onde a luta é pelo poder e pelo dinheiro, entrar de corpo e alma esquecendo o que é mais importante que é a saúde, pode ter algumas vitórias mas com sabor de fracasso, porque sem saúde nenhum profissional consegue atingir suas metas e objetivos. Ter expectativas possíveis é o caminho.

É preciso que as empresas entendam o quanto é benéfico cobrar resultados e exigir dedicação, sem esquecer que o ser humano precisa de atenção e de apoio, para se sentir valorizado, atingindo seus objetivos. Exigir além do que cada um pode dar gera frustração, ansiedade e despesas com a saúde que poderiam ser evitadas. Respeitar o tempo de cada um e o limite que o
colaborador pode alcançar, de acordo com sua capacidade favorece as expectativas, garantindo saúde e ótimos resultados.

Relacionamentos promovem amizades e resultados 2695

Pessoas

Confira o artigo de Adelino Cruz para a edição 212 da Revista JRS

Quando faço palestras ou ministro um curso, principalmente no que trata em qualidade de atendimento, procuro deixar claro que, além da vantagem de aprender como conquistar um novo cliente, é preciso ter sensibilidade para perceber que esta oportunidade pode lhe garantir um bom relacionamento ou até mesmo um novo amigo.

Vivemos uma época em que muitos não se aperceberam da importância de dedicar um tempo para conversar com pessoas. A tecnologia da comunicação, vital para a modernidade e para atingir o maior número possível de pessoas favorece os relacionamentos e negócios, mas nem sempre aproxima fisicamente as pessoas. Quem já viveu mais tempo sabe muito bem da importância do contato pessoal, do olho no olho e, principalmente, do diálogo que se estabelece com o poder de conseguir um sim imediato para o fechamento de um negócio ou até mesmo criar vínculos favoráveis para um relacionamento maior. Uma amizade favorecerá novas indicações para o fechamento de novos negócios.

Se por um lado os e-mails levam mensagens instantaneamente, por outro lado, é comum não haver retorno e muito menos a possibilidade de cobrar por uma resposta, pois não houve aproximação ou relacionamento estabelecido com algum profissional, muito menos a possibilidade de novos contatos.

Não quero externar com isso que o uso da tecnologia não é vital para os dias atuais. Particularmente utilizo muito os meios existentes, que tem uma finalidade importante para o mundo moderno em que vivemos. Já não podemos mais viver sem a tecnologia existente, que será cada vez mais importante para a saúde, para os negócios e para o sucesso de qualquer profissional, empresa ou atividade. Isto não exclui o tema proposto, pois é possível afirmar que os relacionamentos promovem resultados além de amizades, que podem vir a ser prazerosos para qualquer profissional. As exigência do mundo em que vivemos faz com que a solidão tenha lugar garantido para milhões de pessoas no mundo que sofrem de ansiedade, angustia ou mesmo depressão. Mesmo aqueles que ocupam cargos importantes, tanto na vida pública quanto privada. Pessoas estão rodeadas de pessoas que não tem nenhuma aproximação além daquela exigida pelo trabalho.

A insônia toma conta de muitos. Ao ficarem a sós sentem o pavor da solidão. Não ter alguém para confidenciar suas alegrias e tristezas ou mesmo estabelecer um dialogo que não seja trabalho alimenta o sofrimento causando doenças emocionais. Faltam relacionamentos pessoais.

O trabalho e os negócios, em geral, promovem relacionamentos, que não raras vezes se transformam em grandes amizades, evitando que a solidão seja a companheira fora do trabalho. Convido-os a refletirem sobre isso. Uma coisa não exclui a outra. O ser humano só vive bem quando realiza seus objetivos e soma relacionamentos que o tornam humano e feliz.

Termômetro do mercado brasileiro de seguros 3608

Prêmio Segurador Brasil reconheceu principais executivos, empresas e prestadores de serviços do ano

A Revista Segurador Brasil promoveu, no último dia 5 de abril, a 15ª edição do Prêmio Segurador Brasil. A iniciativa serve como termômetro para os principais executivos, empresas e prestadores de serviços no ano de 2018. O evento foi realizado em São Paulo (SP) com 350 convidados.

Um dos destaques foi a Previsul Seguradora, que recebeu os prêmios Melhor Desempenho e Liderança em crédito interno. A companhia também foi premiada como Destaque comercial, Destaque de Seguros, pela atuação da diretora de Negócios, Andreia Araújo e, pelo terceiro ano consecutivo, levou o prêmio Marketing 10, desta vez com o case da campanha de marketing 2017.

PrevisulSeguradora
As premiações da Previsul Seguradora / Reprodução

“Estamos aprimorando uma série de processos e produtos, principalmente nos aspectos de tecnologia, inovação e excelência em atendimento, tendo por foco os corretores de seguro e segurados, com o objetivo de posicionar a Previsul entre as maiores seguradoras do mercado e a seguradora digital do corretor. Também trabalhamos muito para proporcionar um ambiente de trabalho leve para os nossos colaboradores, que estimule o aprendizado e trabalho em equipe para que, juntos, possamos conquistar mais prêmios como estes”, afirma Andreia, que recebeu o prêmio de destaque de seguros.

“Ao longo destes 18 anos na Previsul, tenho trabalhado sempre focada na busca da excelência no atendimento ao corretor de seguros, contando com uma equipe extremamente engajada e comprometida, o que nos assegura os excelentes resultados, sobretudo nos últimos dois anos”, diz.

A Bradesco Seguros também conquistou cinco troféus, nas categorias Melhor Desempenho em Auxílio Funeral – Grupo Bradesco Seguros; Melhor Desempenho Global (faturamento acima de R$ 2,5 bilhões) – Bradesco Capitalização; Melhor Desempenho no Ramo Habitacional – Bradesco Seguros; Melhor Evolução Global – Market share – Bradesco Capitalização; e Melhor Desempenho no Ramo Lucros Cessantes – Bradesco Seguros.

O Superintendente Douglas Duran e os Superintendentes-Executivos Fu Shou Hai e Rodrigo Moreno, representaram o Grupo Bradesco Seguros na cerimônia de premiação
O Superintendente Douglas Duran e os Superintendentes-Executivos Fu Shou Hai e Rodrigo Moreno, representaram o Grupo Bradesco Seguros na cerimônia de premiação / Divulgação

Outro destaque foi para a Seguros SURA, reconhecida com o Melhor Desempenho no segmento de Transportes Nacionais. A premiação nesta categoria contempla conglomerados de até R$ 2,5 bilhões e os critérios de avaliação foram definidos pela Silcon Estudos Econômicos, empresa especializada em economia corporativa.

“Nos orgulhamos deste importante reconhecimento no segmento de transportes, um dos mais importantes para nossa Companhia. O prêmio reforça nosso comprometimento em desenvolver soluções completas e customizadas, com custo competitivo e serviços diferenciados”, afirma Amilcar Spencer, Superintendente de Transportes da Seguros SURA.

Na semana em que comemorou o 79º aniversário, o IRB Brasil também foi reconhecido na categoria especial Empreendedor Brasil, que reconhece ações pioneiras, liderança e empreendedorismo. Para representar a empresa, estiveram presentes Lucia Valle, vice-presidente de Riscos e Compliance; André Guidetti, gerente de Riscos de Engenharia; e Lucas Mello, gerente de Gestão de Clientes .

Segundo a organização do Prêmio Segurador Brasil, a companhia exerceu papel relevante para o crescimento do país e se tornou uma das 10 maiores resseguradoras do mundo em quase 80 anos de atividades.

“2017 ficou marcado em nossa história e esta ocasião só vem coroar para o mercado o momento positivo vivido pelo IRB, mesmo diante de um cenário político e econômico desafiador. No ano passado, realizamos um IPO de sucesso com uma estratégia assertiva de negócios e nos tornamos uma das dez maiores resseguradoras do mundo”, aponta Lucia Valle.

Entre Entidades Abertas de Previdência Privada Sem Fins Lucrativos (EAPPs), o grande destaque foi o GBOEX. A empresa é Destaque de Mercado e comemora no próximo mês 105 anos de atividades.

Recentemente, o GBOEX também foi novamente reconhecido com o Troféu Top Life Brasil. A homenagem, concedida pelo Grupo Life Brasil, corretora de seguros de vida parceira da empresa, aconteceu em jantar de gala no Resort Costão do Santinho, em Florianópolis (SC).

Destaque do Mercado em Previdência Privada, a Brasilprev também foi reconhecida pela categoria especial Empreendedor Brasil. Líder do setor, a empresa obteve lucro líquido ajustado de R$ 1,09 bilhão e faz a gestão de mais de R$ 236 bilhões em ativos no ano passado.

Já a Ikê Assistência Brasil foi destaque na categoria Melhor Empresa na América Latina de Serviços de Assistência e Soluções Integradas. Recentemente a companhia entrou para o clube do Top+América, prêmio organizado pela revista El Economista, do México, que reconhece o esforço das empresas que trabalham para criar e manter uma cultura organizacional em toda América Latina. Além disso, a empresa também recebeu o selo Great Place to Work (GPTW).

Divulgação Ikê Assistência
Divulgação

“Estes prêmios mostram que a Ikê está no caminho certo para criar um ambiente de trabalho saudável que se reflete no atendimento que oferecemos a nossos clientes”, diz Marusia Gomez, CEO da Ikê no Brasil.

Outro destaque relevante foi a homenagem a Mauro César Batista, homenageado como destaque e dirigente do seguro. Batista tem uma longa trajetória profissional. Presidente do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP), atualmente é membro de um dos Conselhos do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre; membro do Conselho de Administração da Escola Nacional de Seguros, do Conselho de Representantes da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenaseg) e do Conselho Superior da Confederação Nacional de Seguros (CNseg).

Confira as empresas classificadas e as respectivas categorias do Prêmio Segurador Brasil:

Equatorial Microsseguros: Pioneirismo e Empreendedorismo e Melhores Desempenhos (abaixo de R$ 2,5 bilhões) – Seguradora;
ALM Seguradora: Melhor Desempenho (abaixo de R$ 2,5 bilhões) e Maior Crescimento de Vendas – Seguradora;
Previsul Seguradora: Melhor Desempenho (acima de R$ 2,5 bilhões) e Liderança – Crédito Interno;
Bradesco Seguros: Melhor Desempenho Global (acima de R$ 2,5 bilhões) e Melhor Evolução Global (market share) – Capitalização; Melhor Desempenho (acima de R$ 2,5 bilhões) – Auxílio Funeral, Habitacional, Lucros Cessantes; Liderança (evolução do market share 2016/2017) – Habitacional;
Tokio Marine: Melhor Desempenho (acima de R$ 2,5 bilhões) – Automóvel, RC-D&O, RC-Geral, Transportes Internacionais, Vida Individual; Liderança – Automóveis, RC-Geral e Transportes Internacionais; Maior Crescimento de Vendas – Riscos de Petróleo;
Seguros SURA: Melhor Desempenho (abaixo R$ 2,5 bilhões) – Transportes Nacionais;
SulAmérica: Melhor Desempenho (acima de R$ 2,5 bilhões), Liderança e Maior Crescimento de Vendas – Condomínio;
Pottencial: Melhor Desempenho (abaixo de R$ 2,5 bilhões) – Garantia;
Porto Seguro: Melhor Desempenho (acima de R$ 2,5 bilhões) – Empresarial, Perda de Renda, RC/RCF Ônibus; Liderança – Empresarial; Maior Crescimento de Vendas – RC/RCF Ônibus;
Liberty Seguros: Melhor Desempenho (acima de R$ 2,5 bilhões) e Maior Crescimento de Vendas – Educacional; Melhor Desempenho (acima de 2,5 bilhões) e Liderança – Marítimos; Melhor Desempenho (acima de R$ 2,5 bilhões) – RC Ambiental e Riscos Rurais;
Icatu Seguros: Maior Crescimento de Vendas – Doenças Graves e Terminais;
Fairfax: Melhor Desempenho (abaixo de R$ 2,5 bilhões) – Riscos Aeronáuticos;
BNP Paribas Cardif do Brasil: Melhor Desempenho (abaixo de R$ 2,5 bilhões) – Fiança Locatícia, Perda de Renda; Liderança – Fiança Locatícia, Garantia Estendida, Perda de Renda; Maior Crescimento de Vendas – Fiança Locatícia, Perda de Renda;
Berkley Brasil: Liderança – RC-E&O; Maior Crescimento de Vendas – RC-D&O;
Argo Seguros: Melhor Desempenho (abaixo de R$ 2,5 bilhões), Liderança e Maior Crescimento de Vendas – RC – Ambiental;
Munich RE: Melhor Desempenho (patrimônio líquido maior de R$ 500 milhões) – Resseguros;
Allianz Seguros: Melhor Desempenho (acima de R$ 2,5 bilhões) – Acidentes Pessoais, Aeronáuticos, RC-E&O; Maior Crescimento de Vendas – Aeronáuticos;
American Life: Maior Crescimento de Vendas – Auxílio Funeral;
Grupo Banco do Brasil e Mapfre: Melhor Desempenho (acima de R$ 2,5 bilhões) – Eventos Aleatórios; Liderança – Vida Individual e Eventos Aleatórios;
Sompo Seguros: Melhor Desempenho (acima de R$ 2,5 bilhões) – Fiança Locatícia, Riscos Nomeados e Operacionais, Transportes Nacionais; Liderança – Transportes Nacionais;

Demais premiados (avaliados pelo Comitê de Organização do Prêmio Segurador Brasil 2018):

Brasilprev: Empreendedor Brasil – Destaque do Mercado em Previdência Privada;
IRB Brasil RE: Empreendedor Brasil;
Alfa Seguradora: Destaque em Seguros Patrimoniais;
XL Seguros Brasil: Excelência em Soluções de Seguros;
GBOEX: Destaque do Mercado, 105 Anos – Segmento EAPPS;
Previsul Seguradora: Destaque Comercial e Marketing 10 (Campanha de Marketing 2017);
Tokio Marine: Grande Destaque do Mercado de Seguros;
MetLife: Mérito na Prestação de Serviços – Portal Corretor;
Sancor Seguros: Empreendedor Brasil – Seguros Empresariais, Pessoais e Agropecuários;
Grupo Negrini: Mérito na Prestação de Serviços de Controle e Gestão para o Mercado Segurador;
Paso Treinamento: Mérito em Treinamentos Corporativos;
Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos: Excelência na Prestação de Serviços Hospitalares;
Engeval: Mérito na Prestação de Serviços – Engenharia de Avaliações;
I4PRO: Empreendedor Brasil – Líder na Automação de Processos de Seguros;
Ikê Assistência: Melhor Empresa na América Latina de Serviços de Assistência e Soluções Integradas;
SAS: Líder em Análise Avançada de Dados

Profissionais e Dirigentes (pessoas do mercado pela trajetória profissional):

Mauro César Batista: Destaque do Mercado/Dirigente de Seguros;
Alexandre Camillo: Profissional Corretor;
Andreia Araújo: Destaque de Seguros

*Com informações de Brasil Notícias, Diferencial Editoração, Literal Link, Oficina do Texto e IRB Brasil RE.