2018: o ano da migração completa dos processos de exportação 12487

Confira o artigo de Tatiana Da Silva Almeida, coordenadora de produto da Sonda

Tatiana da Silva Almeida é coordenadora de produto da Sonda

A partir do dia 2 de julho de 2018, exportadores de todo o Brasil migrarão completamente suas operações para o Novo Processo de Exportações do Portal Único de Comércio Exterior. A decisão foi tomada pela Comissão Gestora do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex).

A partir desta data, serão interrompidos os novos registros nos módulos Novoex, DE-Hod e DE Web, sistemas atualmente utilizados para a realização de exportações. Entretanto, esses módulos permanecerão disponíveis para consultas e retificações dos registros previamente efetuados.

A nova rotina trará agilidade e reduzirá a burocracia dos processos de exportação, fornecendo condições aos órgãos públicos e as empresas participantes do comércio exterior e garantindo o aperfeiçoamento de seus procedimentos.

Com o avanço da digitalização, o Fisco já possui em sua base todas as informações em tempo real sobre o que as empresas compram e vendem por meio da nota fiscal eletrônica e dos Sped´s. Além disso, já está sendo formada toda a memória de cálculo de impostos, faturas e suas parcelas a pagar e a receber, além de, anualmente, já visualizar seus movimentos e demonstrativos contábeis.

O aprimoramento constante das ferramentas de análise é um dos principais fatores para o crescente aumento no volume de arrecadações da Receita Federal do Brasil. Dessa forma, é mandatório que as empresas mantenham a qualidade de seus dados, evitando riscos.

As consultorias especializadas podem ajudar nessa nova fase, por meio de suas soluções de comércio exterior, pois facilitam o dia a dia da operação e fornecem indicadores para a máxima performance na análise e gestão de riscos tributários. Seus indicativos, quando bem interpretados, norteiam quais processos devem ser revisados e aprimorados para que a qualidade dos dados possa gerar retorno dos investimentos através do processo de Compliance Fiscal.

É importante que as empresas trabalhem com sistemas que contemplem a infraestrutura necessária para atender o novo processo de exportação. Para chegar a um parceiro, é imprescindível analisar sua experiência diante dos processos de comércio exterior e, principalmente, a expertise adquirida diante dos diversos ramos de atuação de sua base de clientes. Só assim é possível adquirir a uma plataforma robusta, que forneça o apoio nessa transição.

É imprescindível lembrar que o trabalho de reformulação do governo não acabará por aí, já podemos adiantar que os próximos passos da Receita Federal do Brasil englobam a reformulação do processo de importação. Uma das novidades previstas no Novo Processo de Importação é a criação da Declaração Única de Importação (Duimp), que substituirá as atuais Declaração de Importação (DI) e Declaração Simplificada de Importação (DSI), com implementação prevista para até o fim de 2018.

Inflação da saúde: natural ou artificial? 12858

Leia o artigo do médico Edmond Barras

O professor Raymond Roy-Camille, um dos maiores expoentes da cirurgia de coluna vertebral na 2ª metade do século XX, com frequência citava uma frase que até hoje ficou gravada em meu espírito: “é importante ver o que se olha e acreditar naquilo que se vê”. (il faut voir ce qu’on regarde et il faut croire ce qu’on voie). É um princípio básico de objetividade na vida antes de tomar qualquer decisão. Ao me deparar com a entrevista dada pelo diretor-presidente em exercício da ANS à jornalista Claudia Colucci da Folha de São Paulo tenho a impressão que é exatamente a antítese das sábias palavras do meu antigo mestre. Se trata do problema de sempre: o embate entre a ANS, as operadoras de planos de saúde, os prestadores de serviços e os seus clientes. Parece um velho disco de vinil que toca repetidamente a mesma faixa…

Discussões sem fim sobre o aumento de mensalidades, doentes insatisfeitos com demoras e negativas de operadoras para certos procedimentos, principalmente os de alto custo, queda do número de usuários como consequência do alto índice de desemprego e a inflação do custo da assistência médica muito acima dos índices da inflação geral. A afirmativa que mais me surpreendeu foi que pela lei do mercado, com a redução do número de clientes, os preços de mensalidades deveriam baixar. Mas como dizia um famoso treinador de futebol “esqueceram-se de combinar com os russos”. Nenhum mortal escolhe o momento de ficar doente em função da situação econômica do país; até pelo contrário, o “stress” provocado pelas incertezas econômicas podem até ser geradoras de doenças. O custo do tratamento de uma doença ou de uma cirurgia não depende do índice de inflação do IBGE nem do PIB nacional. Seria muito fácil reduzir custos por decreto, mas já vimos que em passado não tão distante essa política foi um fracasso estrondoso.

Por que não se enxergam (ou não se quer enxergar) as reais causas da inflação médica? A desculpa de praxe é o envelhecimento da população (já que o ser humano não tem prazo de validade) e o progresso da tecnologia médica. É verdade que hoje, nós médicos dispomos de exames e tecnologias tanto para diagnóstico quanto para tratamento que não tínhamos há pouco mais de duas décadas. Como médico e cirurgião de coluna há mais de 40 anos, estou habituado a enxergar essa problemática sob um outro ângulo. O mais preocupante é que em função das novas tecnologias e por causa da queda da qualidade de formação do médico (veja artigo do Drauzio Varella, Folha de São Paulo 06.01.18) a rotina do exame médico praticamente aboliu a anamnese, o bom e velho exame físico, a consulta demorada na qual se chegava ao diagnóstico na grande maioria dos casos, e que acabou sendo substituída por papel e caneta (ou programas de computador) através dos quais se pedem uma enormidade de exames biológicos, radiografias, tomografias, ressonâncias magnéticas, ultrassonografias, exames de medicina nuclear ou outros mais sofisticados, na esperança que o diagnóstico venha sobre uma bandeja. Até o estetoscópio e o martelo de reflexos estão quase aposentados. Isso sem falar no alto índice de exames (mais de 30%) que os pacientes nem se dão ao trabalho de retirar nos laboratórios. Canso de ver no meu consultório pacientes com pilhas de exames, todos eles normais, quando um simples exame de palpação fecharia o diagnóstico. E o “dedoscópio” é de graça. Da mesma forma pacientes com quatro ou cinco ressonâncias magnéticas em um período de 2 ou 3 meses, obviamente todas elas com o mesmo resultado. Se nos aprofundarmos um pouco mais vamos nos deparar com um problema muito mais grave. O alto número de cirurgias de coluna desnecessárias que chegam a 60%. É um crime! Não vamos esquecer que esta hiperindicação em parte é motivada pelos incentivos fraudulentos proporcionados pela Máfia das Próteses.

Portanto senhores administradores e economistas, vamos enxergar o problema na sua origem: os médicos, os hospitais, os laboratórios, etc. Se não houver o incentivo da caneta do médico, do sistema de remuneração fee-for-service que estimula os prestadores de serviços de saúde a complicar e tornar cada vez mais complexos os procedimentos ou evitar que laboratórios dêem participação aos médicos que solicitam mais exames, sem dúvida o custo de assistência terá uma redução significante e rápida. Porém o mais importante é que protegeremos os nossos pacientes de agressões terapêuticas desnecessárias, que levam milhares de pacientes a óbitos, que poderiam ser evitados. Devemos mudar o conceito de que ao não autorizar um procedimento a operadora pensa apenas na economia que irá fazer mas talvez esse fato possa ser encarado como um ato protetor.

Penso que a ANS, as operadoras de planos de saúde, prestadores de serviços, médicos e hospitais deveriam se unir em torno desse conceito.

Crescimento de 26% nas vendas de Consórcio de Imóveis traz perspectivas de retomada do setor imobiliário 1174

O total acumulado de créditos comercializados no ano registrou alta de 45,1% e atingiu a marca de R$ 38,77 bilhões

Os bons resultados alcançados na área de Consórcio de Imóveis no Brasil em 2017, junto com o índice positivo do PIB e as projeções de retomada da economia trazem a perspectiva de melhora nos indicadores relacionados ao mercado imobiliário. Dados divulgados pela ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios indicam que houve um aumento de 26,4% no número de novas cotas de consórcio, que passaram de 225,2 mil em 2016 para 284,7 mil em 2017.

Além disso, o volume de crédito comercializados também apresentou um crescimento expressivo de 45,1% e passou de R$ 26,72 bilhões em 2016 para R$ 38,77 bilhões em 2017. O tíquete médio também registrou alta de 14,8%. O valor médio da cota de consórcio imobiliário ficou em R$ 136,2 mil em 2017 ante os R$ 118,6 mil de 2016.

Em dezembro de 2017, o número de participantes ativos em consórcios imobiliários chegou a 832 mil participantes, cerca de 5% acima dos 792,7 mil registrados em dezembro de 2016. Ao longo do ano cerca de 72,85 mil consorciados foram contemplados e tiveram oportunidade de comprar ou reformar seus imóveis novos ou usados, seja casa ou apartamento (habitual ou de veraneio), terreno ou imóvel comercial. Outro dado interessante é que 3.256 trabalhadores-participantes do consórcio de imóveis utilizaram o saldo total ou parcial de suas contas de FGTS, totalizando uma movimentação de cerca de R$ 130,7 milhões. O uso foi 10% acima do volume de 2016, que chegou a R$ 118,8 milhões com 3.148 consorciados.

Os resultados positivos do setor vão ao encontro das informações do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que divulgou o índice do PIB – Produto Interno Bruto, que ficou em 1% em 2017. Esse índice aponta uma retomada na economia após dois anos de retração. “O sistema de consórcio é uma opção para compra planejada, sem o acréscimo de juros. Por esse motivo, aos primeiros sinais de retomada econômica, muitas pessoas retomaram os planos de comprar um imóvel próprio”, ressalta Rogério Pereira, diretor comercial do Embracon, administradora que atua há 29 anos no mercado de consórcios.

Vantagens do Sistema de Consórcios:

A flexibilidade e possibilidade de crédito acessível, sem incidência dos juros praticados pelo financiamento bancário, tem atraído cada vez mais o consumidor. Veja algumas das vantagens do Sistema de Consórcios de imóveis:

O sistema conta com várias opções de crédito, prazos e parcelas que cabem no orçamento do consorciado;

Pelo consórcio, o comprador do imóvel não paga juros e não precisa dar entrada nem tampouco intermediárias;

O consorciado tem a possibilidade de usar o saldo do FGTS para dar lance ou aumentar o valor do crédito;

O valor da carta de crédito acompanha o reajuste das parcelas (INCC – Índice Nacional de Custo da Construção), o que mantém o poder de compra;

A carta de crédito dá ao consorciado o poder de negociar a aquisição do bem à vista, o que lhe confere mais poder na hora de negociar;

Ao ser contemplado, o consorciado pode usar a carta de crédito para adquirir um imóvel novo ou usado, para residência habitual ou veraneio, terrenos e até realizar reformas em qualquer

localidade do território nacional;

O consórcio imobiliário também pode ser utilizado para compra de imóvel comercial ou imóvel para investimento;

Após a contemplação, a carta de crédito também pode ser utilizada para quitar um financiamento ou consórcio de outra administradora em nome do próprio consorciado;

O sistema de consórcio conta com legislação específica e a administradora deve ser autorizada e fiscalizada pelo Banco Central, o que traz mais segurança ao consumidor.

O Embracon disponibiliza o guia “Consórcio de A a Z” (neste link), que tem como objetivo apresentar informações precisas e esclarecer sobre o Sistema de Consórcios de Automóveis, Motos e Imóveis. Organizado em tópicos por ordem alfabética, o e-Book procura responder de forma clara e simples, desde as dúvidas mais comuns, até questões específicas do funcionamento dos consórcios.

Susep suspende início de recadastramento para sociedades corretoras 3669

Decisão foi publicada no Diário Oficial da União

Em comunicado, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) informa a suspensão do início do prazo de recadastramento para sociedades corretoras de seguros. Inicialmente os pedidos deveriam ser realizados a partir do dia 1º de março.

A informação consta na Circular Susep 567 e foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta. “A medida ocorre em função do aprimoramento do sistema interno de recadastramento da autarquia. Tão logo as adequações no sistema sejam realizadas, a Susep informará a nova data para o início do processo”, disse a autarquia em nota.

5 dicas para ressaltar seu carisma 10978

Descubra como tirar o melhor do magnetismo para colher bons resultados

Em meio a tantas pessoas, ter um “quê” a mais é sempre muito favorável para os aspectos pessoais e profissionais. Um dos grandes atrativos é o carisma, um dom muito apreciado na sociedade e que diversos especialistas levam em conta na hora de definir a personalidade de cada um.

Mas quem disse que é preciso nascer carismático? É possível lapidar esse seu lado positivo com algumas práticas no dia a dia.

Jennifer Lobo, matchmaker e CEO do Meu Patrocínio, indica cinco atitudes para você dar um “up” nessa habilidade e se tornar mais agradável, além de acertar em cheio na forma de se comunicar. Confira:

Olhos nos olhos: em uma conversa, quando você fixa o contato visual com seu interlocutor ele se sente realmente ouvido. Por isso, ao falar com alguém, seja quem for, mantenha qualquer distração longe e preste muita atenção na pessoa;

Pratique o seu carisma: empatia é a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, compreendendo e entendendo o que ele possa estar sentindo. Para isso, você precisa ficar atento às pessoas do seu convívio e o que elas transmitem com seus gestos, suas palavras e o seu jeito de ser. Essa é uma excelente maneira de colocar em prática outras visões de um mesmo ponto de vista;

Fale, mas principalmente ouça: para ser uma pessoa mais agradável é primordial saber ouvir. Em um bate-papo não deixe o foco somente em você, se interesse pelo o que o outro tem a dizer e realmente escute. Deixar as palavras passarem pelos ouvidos é comum a todos, mas o diferencial está em quem realmente se dispõe a ouvir;

Seja entusiasmado: conversar com uma pessoa cheia de entusiasmo é uma ação contagiante. Por isso, seja uma pessoa divertida, descontraída e com os ânimos nas alturas, demonstrando o quanto você é de bem com a vida. Isso é um ímã de pessoas, principalmente as com energias tão boas como as que você está transmitindo;

Mostre autoconfiança: acreditar em si mesmo é o primeiro passo para despertar esse sentimento nos outros, já que só gera credibilidade aquele que transparece isso. Aja sempre com espontaneidade e segurança, deixando que os outros percebam que as suas palavras e atitudes não são geradas de forma involuntária.

Saiba mais neste site.

Revolução no mercado de certificação digital 12150

Novas normas e resoluções entraram em vigor no começo do mês

Na virada do mês de janeiro para fevereiro de 2018, houve uma “grande revolução” no mercado de certificação digital. Entram em vigor várias normativas e resoluções, que impõem um maior rigor às emissões de certificados.

As normativas e resoluções determinam, principalmente, a formalização dos pontos de emissão (Autoridades de Registros), ou seja, todos os emissores deverão ser “Credenciados Oficialmente”. Além disto, fazem parte dessas medidas os processos de captura biométricas e Cadastro Centralizado dos Agentes de Registros.

Para a Rede ID Seguro, as mudanças não vão provocar grandes impactos, pois nossos gestores possuem empresas formais e estruturadas, com uma das maiores Rede de ARs do Brasil. Para o credenciado da ID Seguro, a formalização exigida já é familiar, pois o corretor de seguros, já vivência a formalística do mercado há muito tempo.

Esta visão de formalidade, aliada ao empreendedorismo natural do corretor de seguros, está consolidando a Rede ID Seguros em um “player de respeito” do mercado de certificação e agregando ganhos financeiros adicionais às corretoras credenciadas, isto sem contar o lide qualificado para a corretagem de seguros.

Estes ganhos financeiros devem ser majorados, pois além das mudanças regulatórias do mercado, que devem favorecer o mercado, em 2018, teremos um incremento nas emissões, fomentada pelas obrigatoriedades impostas pelo Governo Federal, principalmente para o contribuinte Pessoa Jurídica, cujo relacionamento com o e-Social deverá ser 100% digital.

Para o contribuinte Pessoa Física, ainda não existe uma obrigatoriedade no uso do Certificado Digital, mas o Governo está implantando “facilidades”, que exigem o Certificado Digital. Nesta lista está, a partir de fevereiro, a nova CNH-Digital, que através do certificado digital o usuário poderá carregar em seu smartphone, com validade jurídica.

Ainda neste semestre será possível realizar a transferência eletrônica da propriedade de veículos (sem o reconhecimento de firma em cartório) e também a CTPS-digital. Dentro dessas implementações ainda há possibilidade de solicitar os processos de isenção de impostos, na aquisição de veículos, para deficientes e taxistas.

Profissionais liberais que já trabalham com a certificação digital, a exemplos de advogados e médicos, sinalizam as boas expectativas da ID Seguro no mercado de emissões de certificados digitais, no Estado de São Paulo, que mantém um plano de expansão em andamento para impulsionar ainda mais este crescimento através de um acordo firmado com a Federação (Fenacor) para levar a ID Seguro a todo Brasil.

As vantagens da Certificação Digital podem ser conhecidas neste endereço.

*Por José Nagano, Gerente de Certificação Digital da ID Seguro.

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