Quatro passos para alcançar metas empresariais sustentáveis em 2018 12572

Confira artigo de Antonio Carlos Hencsey, líder de prática de Ética & Compliance da Protiviti

Um novo ano bate à porta e junto com ele são divulgadas as tão esperadas metas. Você já parou para pensar no impacto que esses números e expectativas organizacionais podem trazer para a gestão ética da sua empresa?

Se isso ainda não tinha passado pela sua cabeça, sugiro que você faça algumas reflexões para que a sua organização consiga os resultados esperados sem, porém, aumentar a probabilidade de ações ilícitas decorrentes de planejamento corporativo audacioso.

  • Comunique as metas de forma adequada

A maneira como as expectativas e objetivos da empresa para o próximo ano são apresentados fazem toda a diferença. Entusiasmo e desafio são fatores positivos para estimular as equipes a conseguirem superar os seus limites, porém é fundamental falar sobre o como se deseja alcançar esses números. Discursos ao estilo “missão dada é missão cumprida” devem obrigatoriamente ser acompanhados de diretrizes éticas claras, caso contrário as pessoas podem se preparar para o vale tudo da guerra sem prestar atenção nas melhores práticas do mercado.

  • Use dados de realidade para estipular as metas

O que você espera dos seus colaboradores é algo real ou é fruto de um pensamento ganancioso? Existe uma grande diferença entre vencer obstáculos e buscar o impossível. Por mais que em um processo de automotivação seja válido pensar que o impossível não existe, na prática ele é bastante real e desconsiderar questões sociais, econômicas ou operacionais ao traçar metas agressivas pode colocar em risco o posicionamento ético de profissionais. Ao desejar entregar o que é esperado, um colaborador pode manipular números ou usar atalhos para “alcançar o inalcançável”.

  • Ensine como se chega lá

Trabalhando com ética e compliance escutei muitos executivos de vendas reclamando da prática de gratificações ter sido proibida por boa parte das empresas. Eles dizem que isso impacta diretamente em suas vendas e que, por outro lado, as companhias para as quais trabalham estão cada vez mais agressivas desconsiderando esse fator. Tal ponto merece a atenção das organizações com os seguintes questionamentos: você ensina ao seu colaborador como obter seus resultados diante de cenários adversos? Qual é o suporte oferecido diante de novas realidades ou dificuldades? Cobrar sem dar as condições de obter o resultado pode aumentar o risco de fraude organizacional.

  • Observe o caminho e não só a reta final

Uma vez dadas as metas, acompanhe o trabalho da sua equipe. Verifique dificuldades, oriente os passos de acordo com o posicionamento ético esperado, ajude na identificação de saídas criativas. Os números devem ser o fim, mas de forma alguma o meio deve ser ignorado. Caso contrário, corre-se o risco de cairmos em uma armadilha, olhando exclusivamente para uma moldura financeira sem saber como os resultados foram construídos. Lembre-se das provas de matemática que você fazia na escola. Não é só a resposta final que importa, precisa-se observar toda a lógica do cálculo. Fique atento.

Diretor-geral do Grupo Bradesco Seguros eleito um dos dez executivos jurídicos mais admirados do país 430

Ivan Luiz Gontijo Jr. é diretor-geral do Grupo Bradesco Seguros

Ivan Gontijo recebe premiação pela quarta vez consecutiva

O diretor-geral do Grupo Bradesco Seguros, Ivan Luiz Gontijo Jr., foi reconhecido como um dos dez “Executivos Jurídicos Mais Admirados do Brasil”. A homenagem aconteceu nessa terça-feira 19 de junho, durante o lançamento do anuário “Análise Executivos Jurídicos e Financeiros 2018”, editado pela Análise Editorial, em evento realizado em São Paulo.

É a quarta vez consecutiva que Ivan Gontijo – responsável também pelo Jurídico, Compliance e Secretaria Geral do Grupo Segurador – recebe a premiação. O diretor-geral da holding ficou entre os 44 executivos jurídicos mais citados por seus pares, em um universo de duas mil empresas. Responsáveis pelos departamentos jurídicos das maiores empresas em operação no país foram convidados a indicar os colegas que mais respeitam profissionalmente, sem que fosse apresentada uma lista prévia de nomes.

Ivan Gontijo atua há 33 anos no Grupo Bradesco Seguros. Professor licenciado de Direito Comercial (Universidade Católica de Petrópolis) e Direito do Seguro (Universidade Candido Mendes), integra a Comissão de Assuntos Jurídicos da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).

Zurich comemora sucesso de ação com parceiros de negócios 500

Vou com Zurich

Campanha levou profissionais a viagens exclusivas para Zurique, Lisboa e Punta Cana

Mais de 200 parceiros de negócios da Zurich participaram, neste primeiro semestre de 2018, de experiências únicas por meio da campanha Vou com a Zurich. A ação integra o programa de relacionamento e incentivo da seguradora e premia corretores e parceiros estratégicos com viagens para diferentes destinos todos os anos, proporcionando momentos memoráveis.

A encantadora Zurique, a ensolarada Lisboa e a paradisíaca Punta Cana foram os destinos visitados. O grande diferencial das viagens foram os roteiros totalmente personalizados pela companhia para oferecer experiências exclusivas aos viajantes, como a neve no Monte Titlis e um Tour pelo Museu da FIFA, na Suíça; a cidade de Évora e a vinícola Herdade do Esporão, em Portugal; e a cinematográfica Ilha Samoa, na República Dominicana.

Para Edson Franco, CEO da Zurich, a ação foi um sucesso e reforça o compromisso da companhia em valorizar e reconhecer o trabalho dos seus parceiros de negócio. “Tivemos um feedback muito positivo da ação, o que nos deixa extremamente satisfeitos em poder oferecer esses momentos para profissionais que colaboram para que a Zurich continue a ser uma das maiores seguradoras globais”, afirma o executivo.

A próxima campanha Vou com a Zurich pretende premiar corretores e parceiros com viagens para Marrakesh e Aruba, em 2019.

5 dicas para tirar uma empresa do vermelho 569

Executivo

Especialista explica detalhes que podem fazer toda diferença

A crise financeira trouxe grandes desafios para os empreendedores brasileiros. Com isso, a redução de custos exige o corte de itens considerados supérfluos e outras medidas são tomadas pelas empresas para melhorar a rentabilidade dos negócios.

“Aqueles gastos que parecem pequenos podem comprometer os recursos da empresa e significar a diferença entre sobreviver ou fechar o seu negócio”, destaca Samuel Lopes, sócio da Tiex, empresa de consultoria e gestão financeira corporativa.

Conforme Lopes, além de reduções de custos, controle pode gerar receita extra, que deve ser reinvestida no negócio, como novos produtos, serviços, bonificações e incentivos para colaboradores, no crescimento da empresa em geral, e até no lucro dos acionistas.

O especialista elenca cinco iniciativas que as empresas precisam ter para conseguirem se recuperar e crescer.

Plano efetivo: Antes de fazer qualquer corte, é necessário elaborar um planejamento financeiro/estratégico que tenha uma análise do passado e do presente, assim como uma projeção do futuro. “É importante lembrar que esta projeção tem que ser muito bem desenhada, considerando, por exemplo, as dificuldades atuais do mercado”, diz o sócio da Tiex.

Acompanhamento mensal: A viabilização de um acompanhamento mensal é imprescindível para que a empresa consiga obter resultados mais eficazes. Só assim os gestores poderão ter percepção de suas necessidades para a tomada das melhores decisões possíveis. “Qualquer desvio deve ser apontado e discutido. O redesenho dos processos internos e otimizações tecnológicas pode ser muito efetivo”, explica.

Cortes menos impactantes: Deve-se saber onde é possível cortar sem interferir nos negócios. Vender ativos que fogem ao “core business” é desnecessário. “Ás vezes, as empresas entram em um mercado que possuem pouco conhecimento e acabam gastando recursos onde não tem experiência. Já uma renegociação de contratos com fornecedores, seguradoras e bancos é primordial”, afirma Samuel.

Planejamento Tributário: O planejamento fiscal é uma forma de minimizar os custos fiscais. Sucintamente, o planejamento fiscal terá de respeitar a lei de forma integral, procurando negócios jurídicos com menor ou nula tributação. Com isso, é possível se ter um maior controle dos gastos administrativos.

Aprender: Épocas de crise são ocasiões para aprender, pensar muito e ter resiliência. “Se, com a crise, conseguimos renegociar contratos, minimizar custos administrativos, redesenhar processos para que se tornem mais efetivos, pagar menos impostos com um planejamento adequado, por que não fazíamos antes?”, questiona.

Seguradora aplica técnicas de sensoriamento remoto em áreas rurais 541

Sensoriamento

Drones e monitoramento a distância de clima são algumas das tecnologias testadas em projetos pilotos de sensoriamento

O uso de imagens de satélite para a análise de áreas sinistradas e o cálculo de exposição de riscos de safras agrícolas em razão da variação do clima é apenas um dos recursos adotados pelo Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre para o sensoriamento remoto nas operações de seguro rural.

Uma das tecnologias testadas são os drones – sigla em inglês para veículos aéreos não tripulados –, que podem chegar a locais onde os peritos dificilmente conseguiriam.

Com eles, já foram realizados dois atendimentos em áreas seguradas: um, para apoiar a identificação de bens em vistorias prévias para a aceitação de risco em uma criação de aves; outro, para complementar a apuração de prejuízos de um sinistro causado por ventos fortes em uma floresta de eucalipto de 8 mil hectares.

“O projeto de sensoriamento remoto trará uma nova perspectiva de atendimento ao segurado e de gestão de risco, além de possibilitar o desenvolvimento de novas soluções e serviços de seguros aos clientes. O Grupo se posiciona na vanguarda dessas possibilidades, que geram ganhos financeiros e de tempo às operações, além de reconhecimento de nossa marca como referência em inovação e atendimento”, afirma Wady Cury, diretor geral de Habitacional e Rural do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

De acordo com Paulo Hora, diretor técnico Rural do Grupo, o projeto de sensoriamento remoto para análise e monitoramento de riscos e regulação de sinistros está associado a Geoprocessamento e Analytics. As tecnologias estudadas para análise dos dados de diversas variáveis em riscos geolocalizados em mapas e integrados às operação vão desde imagens de satélite ao uso de drones, radares, telemetria, e outras possibilidades.

“O uso de drones, especificamente, é uma das iniciativas que já utilizamos como piloto em algumas áreas para coleta de imagens, mas que pode ser associado a outras tecnologias de análise de dados. Temos uma enorme responsabilidade no programa de seguro agrícola por sermos líderes de mercado e segurarmos uma extensa área com culturas plantadas nas safras de verão e inverno. São mais de 60 mil apólices distribuídas em propriedades por todo o país, e estamos à frente na construção e um modelo que será fundamental para a gestão dos seguros rurais no futuro”, destaca.

Previsul e Lojacorr: parceiras de sucesso 780

Previsul e Lojacorr

Encontro entre diretores e executivos aconteceu no dia 14

A Previsul Seguradora recebeu na última quinta-feira (14/06), a diretoria da Lojacorr, maior rede de corretores de seguros independentes do Brasil. Entre os executivos da Previsul presentes no encontro, estavam o presidente Renato Pedroso, a diretora de Negócios Andréia Araújo e o diretor financeiro Fernando Moraes, além dos gerentes regionais Virginia Marques, Claudionir Fontana e Renan Haun.

Durante a reunião, as diretorias puderam conversar sobre a situação do mercado de seguros, apresentar melhor suas empresas e analisar possibilidades de negócios entre elas. “Momentos como este são importantes para que possamos apresentar aos nossos parceiros o crescimento da Previsul. Conversamos com os diretores da Lojacorr e percebemos a grande sinergia que temos: somos empresas que estamos em constante crescimento e trabalhamos focados em entregar melhores condições de negócios para o corretor de seguros”, avalia Andréia.