Em busca de resultados excepcionais, começa 2018 1885

Confira um editorial preparado pela equipe de reportagem do JRS

Começa uma nova etapa. A oportunidade de fazer diferente, inovar e superar expectativas. Com esta filosofia, o JRS entra em 2018 confiante em grandes resultados, baseado nos excelentes números registrados no ano passado, um dos melhores em audiência e faturamento de nossos produtos.

Você conta há 18 anos com uma seleção das principais notícias dos mercados de seguros, previdência complementar e capitalização. Tudo começou com um jornal impresso, o primeiro do gênero a ser publicado totalmente online. A versão totalmente digital veio logo depois, através do Newsletter JRS. Em 2013 foi a vez de expandir nosso site, que completa 5 anos de operação com foco no hard news e em pautas exclusivas, produzidas pela competente equipe de reportagem chefiada por um dos ícones do mercado brasileiro: Jota Carvalho, que conta com uma trajetória única e boas relações com os mais distintos players do setor.

E por falar em boas relações, um dos focos do JRS neste novo ano é aprimorar nossa aproximação com nosso público, formado por consumidores do ramo segurador, traders, operadores econômicos, seguradores e pelos corretores de seguros. Muitas novidades serão implementadas neste sentido, dando mais vez e voz para que todos os setores sejam representados em nossos veículos.

É o momento de agradecer o carinho de sua confiança. Seguimos juntos na caminhada para a construção de um ano com resultados excepcionais, com recordes em todos os quesitos e com a retomada dos bons rumos na condução do nosso amado Brasil. Tenha um grande 2018!

Fenômenos da natureza: Prevenção é o melhor remédio 7601

Seguradoras e profissionais dos ramos de proteção esclarecem questões relacionadas a temporais e vendavais

O verão brasileiro é caracterizado por fortes chuvas isoladas que por diversas vezes ocasionam perdas ao comércio e para a população em geral, muitas vezes pela falta de conscientização com a preservação do meio-ambiente e tantas outras pela própria desinformação. Por isso, o seguro se faz tão importante, pois ameniza os efeitos de perdas de forma antecipada e endossada por uma base sólida que garante a rentabilidade para todos os envolvidos no processo de mutualidade.

Alexandre de Souza Vieira, diretor de sinistros da Tokio Marine Seguradora / Divulgação

A Revista JRS, em janeiro de 2016, após um forte vendaval que deixou rastros de destruição e muitos prejuízos em Porto Alegre abordou o tema com o especialista em riscos, Alexandre de Souza Vieira, que alertou para as cláusulas nas apólices. Segundo o executivo, o seguro de automóvel prevê cobertura para vendavais e temporais, enquanto que, no seguro residencial, este tipo de cobertura deve ser contratado separadamente por parte do segurado.

“Os eventos da natureza são diretamente considerados na precificação do seguro. A principal maneira de precificar a apólice é analisar a incidência desses riscos pela região, sendo possível criar um preço regional de acordo com a frequência em que os fenômenos ocorrem naquele local”, conta Vieira ao explicar como as companhias precificam este tipo de risco, medido por dois parâmetros principais: frequênciaseveridade dos acontecimentos.

Alexandre Vieira destaca uma série de ações das companhias de seguros que apostam em fortes estruturas de precaução, para que o segurado tenha as informações necessárias para evitar sinistros. Entre as ações disponibilizadas pelas principais seguradoras do mercado está o envio de equipe especializada para realizar o atendimento e simplificar o fluxo de pagamentos. “Uma ação que facilitou esse mecanismo foi a criação de um canal exclusivo para regulação de sinistros via aplicativos, simplificando o fluxo de regulação”, reforça.

O corretor de seguros é o principal elo entre as empresas do ramo e os segurados e a proximidade e especialidade deste profissional é o que oferecerá a cobertura que mais se enquadre na necessidade do cliente, conforme os riscos e expectativas. “Em muitos casos, é desejo do comprador não incluir determinada cobertura, decisão que futuramente poderá prejudicá-lo patrimonialmente e economicamente. O corretor é o consultor que auxiliará na análise desses riscos”, exalta Alexandre Vieira.

O advogado Pery Saraiva Neto / Reprodução

O advogado e consultor jurídico Pery Saraiva Neto lembra que os eventos climáticos extremos, capazes de gerar grandes impactos em vidas e patrimônios, são de ocorrência relativamente recente no Brasil. Ainda que não se possa afirmar que não existiram no passado, “o fato é que somente recentemente começamos a catalogar e tentar entender estes eventos, e por conseguinte compreender os riscos decorrentes de eventos climáticos de maior envergadura. Não é da nossa experiência fenômenos como tornados, tufões ou ciclones, especialmente se compararmos com a experiência norte americana, mas o fato é que estes conceitos começaram a se tornar mais presentes entre nós a partir de 2004, com o que foi denominado de Catarina, na região sul de Santa Catarina, muito próximo ao litoral norte do Rio Grande do Sul”, registra.

Neto explica que fenômenos de maior proporção e com novas características passaram a ser mais frequentes, como o vendaval que deixou Porto Alegre (RS) irreconhecível em janeiro de 2016. “(Estes acontecimentos) chamam especial atenção, seja pelo volume de prejuízos, força dos ventos e por ter ocorrido em uma grande e importante capital. Como disse, não há como afirmar que não ocorreram eventos semelhantes antes. Pelo contrário, há muito acontecem. O que falta são dados”, elucida o também mestre em direito pela UFSC. “Este contexto é muito novo para nós. De lidarmos de forma mais séria e profissional com tais questões, destacadamente no aspecto preventivo, seja no poder público ou na iniciativa privada. Basta ver que os principais marcos legais sobre desastres naturais e defesa civil são muito recentes, posteriores a 2010 (Lei 12.608/2012, Lei 12.340/2010 e Decreto n. 7.257/2010)”, apresenta.

Uma das questões que mais intrigam os segurados se dá pela formação dos valores cobrados pelas coberturas. “Regiões com maior catalogação de caso de eventos extremos passam a receber um tratamento diferenciado e as populações sofrem impacto no preço dos seus seguros, especialmente os seguros patrimoniais. Pois são bens segurados localizados em regiões
cuja frequência e intensidade são mais agravadas. Para as companhias seguradoras, entender bem estas diferenças por regiões é o grande desafio, pois aí reside justamente a especificação e delimitação de riscos, com carteiras diferenciadas e assim por diante. O impacto nas apólices e carteiras vai muito além, por certo, quando da ocorrência de sinistros, pois gerará forte impacto nas reservas das seguradoras”, conta.

Pery Saraiva Neto também destaca para outra questão relevante na relação do consumidor de seguros com as companhias. “A questão da clareza da redação contratual para os consumidores é uma questão de ainda maior complexidade. No que toca especialmente aos seguros e mais precisamente nos riscos decorrentes de eventos climáticos extremos a realidade é que em razão do baixo conhecimento destes fenômenos, como antes referi, bem como pela complexa questão técnica e conceitual envolvida (diferenciar ciclone e furacão, por exemplo, ou a própria nomenclatura técnica que envolve os seguros), a atividade de intermediação de seguros, realizada pelos corretores, deveria ser fortemente aprimorada. O corretor é que tem o dever, básico e elementar, quase educativo, de bem fazer seu cliente entender qual a amplitude de seu seguro. Este esforço de compreensão tem que ser feito pelos corretores, com o apoio das seguradoras”, afirma.

O advogado destaca que, caso as apólices não expressem a exclusão de coberturas para vendavais e temporais, as mesmas devem cobrir tais eventos. “Mas é claro, há uma gama de questões correlatas de suma importância, sendo inadequado uma resposta categórica. Estas questões passam pelas peculiaridades de contratação (alteração do clausulado geral por cláusulas particulares ou especiais) incluindo ou excluindo eventos climáticos (nos seguros residenciais é como a exclusão de riscos relacionados a distúrbios climáticos imprevistos e que causem calamidade, por exemplo, mas há produtos específicos que podem ser agregados a um clausulado padrão – o custo, porém, será elevado, justamente em razão da intensidade dos
danos em tais eventos); Outro ponto é o desdobramento da questão supra é a clareza sobre o que seja um imprevisto, ou o que seja calamidade, para fins do seguro. Podemos, hoje, dizer que eventos climáticos extremos são imprevisíveis? Há tecnologia, há estudos e há histórico, tudo especialmente na região sul do Brasil”, explica.

A situação do bem antes do evento (danos preexistentes) também conta, assim como outros fatores. “Não podemos trabalhar com respostas categóricas em questões de seguros, ainda mais
quando envolvidas com riscos ambientais e climáticos”, justifica ao lembrar que precaução é a melhor forma de se enfrentar eventos da natureza. “Valem as regras gerais de cautela, de buscar locais seguros, para proteção. Mas no particular, cumprir automaticamente as orientações da Defesa Civil e das forças públicas envolvidas com a emergência”, complementa.

O Código de Defesa do Consumidor foi um dos maiores ganhos da população brasileira em seus mais de 25 anos de criação, porém, o também diretor da Associação Internacional de Direito
do Seguro (AIDA Brasil) destaca que é preciso avançar na discussão do tema. “Temos que avançar mais, para que esta informação seja útil, relevante, qualificada e compreensível”, conta ao efetivar a importância da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI Brasil) classifica os veículos Renault Fluence, da Renault, e Sentra, da Nissan, como os melhores contra enchentes. O Índice de Danos de Enchente avalia o risco da ocorrência de panes mecânicas e elétricas pela exposição indevida de carros às lâminas d’água, garantindo sua mobilidade. O indicativo técnico serve de referência não apenas para a indústria, como também, para o consumidor. Com quatro estrelas, meio ponto abaixo dos primeiros colocados, compõem o ranking os modelos Peugeot 208 (Active e Allure), Renault Duster high-flex 4×2 (Expression), e Chevrolet Cobalt (LTZ).

O Centro de Experimentação enviou algumas dicas, caso seu veículo esteja em meio a uma enchente

  • Se o carro morrer, não dê a partida novamente. Você pode piorar ainda mais o quadro de pane elétrica ou mecânica.
  • Em casos de alagamento, não arrisque. Espere até que a água comece a baixar para seguir caminho.
  • A eficiência de seguir o rastro de outro carro é mito. A água pode voltar em formato de onda e prejudicar o sistema elétrico do carro.
  • Verifique itens básicos como o estado dos pneus e das palhetas de limpeza.
  • Confira se as luzes de iluminação do carro estão em pleno funcionamento, principalmente as setas e as luzes de freio.
Emerson Farias, analista técnico do CESVI Brasil / Reprodução

Para Emerson Farias, analista técnico do CESVI Brasil, alguns cuidados são necessários para guiar carros em condições adversas, como no caso de fortes chuvas ou enchentes. “Um erro comum é querer arriscar e passar com o automóvel em áreas alagadas. É aconselhado, no máximo, passar em trechos em que a água esteja na altura da metade das rodas do carro, como é informado no manual do proprietário. O que passar disso, é risco”, afirma Farias. “Em geral, quando a rua está coberta pela água, o motorista raramente consegue ver se há buracos ou barreiras na pista, o que agrava o cenário de possíveis acidentes. O melhor mesmo é encostar o carro, desligá-lo e aguardar pacientemente até que a água baixe para seguir caminho”, reforça.

A Itaú Seguros Auto e Residência também registrou um aumento de 9,6% nos casos de sinistros, média nos meses de janeiro entre 2013 a 2015, em relação ao comportamento da carteira.

Outra companhia especialista em desenvolver ações decorrentes de desastres naturais é a SulAmérica, representada na Região Sul pelo diretor Gilson Bochernitsan. “Nos seguros residencial e empresarial a SulAmérica oferece coberturas acessórias para cobrir desastres naturais como vendavais, fortes chuvas, queda de raios, entre outros”, destaca ao lembrar que a companhia utiliza dados do mercado e suas informações internas para avaliar quais regiões são mais afetadas por fenômenos da natureza, em qual época do ano e que tipos de sinistro são mais comuns. Com base no histórico dos registros é possível ter um panorama dos riscos de cada seguro. “Em caso de sinistros ocasionados por desastres dessa espécie, o segurado deve
acionar a SulAmérica o mais breve possível por meio dos nossos canais de atendimento. Os corretores parceiros da SulAmérica também estão aptos a orientar os segurados, configurando um importante suporte em situações como essas. Nosso objetivo é atender com rapidez e permitir que as famílias e empresas possam voltar à normalidade o quanto antes. Por isso, estamos sempre atentos, muitas vezes reforçando nossa operação de atendimento quando há uma situação anormal devido a chuvas, vendavais e outros eventos climáticos. No ano passado, fizemos isso no Rio Grande do Sul e em outros estados, o que beneficiou muito nossos clientes”, lembra.

Gilson Bochernitsan em entrevista ao JRS

A SulAmérica, maior seguradora independente de ramos gerais no Brasil, acredita que o corretor é peça chave para o relacionamento e a comunicação com os segurados. “Ele é a nossa interface diante do cliente e quem dá ainda mais credibilidade para os nossos produtos e serviços. Muitas vezes, o segurado aciona primeiramente o seu corretor para informar o sinistro ou tirar dúvidas sobre seus produtos. Os corretores são nossos grandes parceiros de negócios e vêm abraçando cada vez mais o papel de consultores de proteção, e para isso damos todo o suporte, com treinamento e eficientes canais de comunicação”, esclarece.

A companhia também alerta outras modalidades de seguro, que não a de automóveis. “No caso dos seguros empresarial e residencial é importante avaliar se as telhas, vidros e vedações em geral estão em boas condições para suportar a força do vento ou uma grande quantidade de água”, alerta. “Em alguns casos é realizada a vistoria do imóvel ou veículo, mas não há exigências específicas por cobertura. Quando o cliente vai contratar um seguro, é importante optar por uma apólice que atenda adequadamente às suas necessidades”, finaliza Gilson Bochernitsan.

Alfredo Chaia é especialista em riscos / Reprodução

“Falamos fundamentalmente das ações para evitar que algo aconteça, mas estamos também falando em atendimento comercial, expertise em subscrição de riscos e engenharia e ainda estar preparados para atendimento de alto nível aos sinistros são a nossa filosofia”, disse Alfredo Chaia, em uma entrevista que deu ênfase para a relação entre o segurado, o corretor de seguros e a companhia de seguros no programa Seguro Sem Mistério.

O assunto não poderia deixar de contar com a contribuição dos corretores de seguros, representados nesta reportagem pelo gaúcho Paulo Ibañes. “Nos últimos dez anos os custos dos seguros residenciais, comerciais e industriais vem sofrendo constantes aumentos devido as disfunções climáticas, principalmente nas coberturas de vendaval e consequentemente suas franquias, causadas pelas poluições do meio ambiente e seus ecossistemas”, conta ao lembrar que mais de 90% das apólices preveem este tipo de cobertura.

Segundo o profissional é fundamental manter a calma caso aconteça algum imprevisto. “Em todos (os tipos de infortúnios) o segurado deverá manter a calma, avisar o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar de suas regiões. Fotografar os sinistros em seus detalhes, avisar seu corretor de seguros ou a seguradora imediatamente após o fato”, diz Ibañes ao enfatizar que o corretor é o único profissional devidamente habilitado, treinado e capacitado para atender as demandas de seus segurados, bem como oferecer as proteções que mais se adequar as necessidades do segurado e por estar conectado 24 horas por dia. “Lamentavelmente os desastres naturais poderiam ser amenizados com algumas atitudes das autoridades locais, como a aquisição de equipamentos meteorológicos com previsão de determinadas tempestades, retirada de árvores muito velhas e algumas já em estado de apodrecimento, limpezas sistemáticas dos bueiros, conscientização e educação da população através de medidas e campanhas preventivas”, completa. “O mais importante é contratar seguros somente através do corretor, com este profissional sua vida certamente será mais segura e tranquila”, aponta.

Júlia Senna é a nova editora-chefe do JRS 6683

Jota Carvalho comandou com maestria uma das maiores empresas de mídia no ramo de seguros por 18 anos

Júlia Senna, nova editora-chefe do JRS

O ditado que diz “a fruta não dá longe do pé” fez mais sentido do que nunca. É com muita alegria que a Redação do Grupo JRS informa a promoção de Júlia Senna Carvalho ao posto de editora-chefe. Ela recebe a missão do pai, Jota Carvalho, fundador e comandante das bem sucedidas operações da empresa de mídia há 18 anos.

Na noite deste sábado, 6, os amigos e familiares de Júlia comemoraram a formatura de Jornalismo da nova editora, cursado na Escola de Comunicação, Artes e Design – Famecos, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

A novidade é fruto da competência e empenho de Júlia Senna ao acompanhar todo o processo de desenvolvimento do JRS. Desde cedo a jornalista demonstrava aptidão e paixão pela profissão do pai, que fundou a empresa de mídia a partir de uma publicação impressa, que logo tomou conta do digital – com a participação em diversos eventos da seguridade brasileira e o registro de todos os movimentos deste mercado com pioneirismo e qualidade, que seguem vivos até hoje nas mídias em que o JRS atua.

O JRS é o maior grupo de mídia no segmento seguros na Região Sul do Brasil. Cada vez mais, os braços jornalísticos da empresa abraçam o Brasil da seguridade com a promoção de informação precisa e confiável. No último ano, o JRS obteve um dos maiores crescimentos dos últimos 5 anos. Em um ano de crise, a empresa de Carvalho mostrou que sabe reinventar-se e renovou toda sua identidade visual, bem como linha editorial – ainda mais aprimorada para um público seleto composto por consumidores, corretores, securitários e seguradores dos mercados de seguros, previdência complementar e capitalização.

Newsletter JRS presenteia assinantes com eBook 2249

Piloto de novo produto será enviado mensalmente a base de assinantes

2018 começa com novos produtos em fase de implementação no JRS. A agência de jornalismo está presenteando todos os assinantes da base do Newsletter JRS com um eBook gratuito sobre segurança em residências no período do veraneio, desenvolvido em parceria com a assessora de imprensa Karem Soares, do Rio de Janeiro. As informações são da Vieira Corretora de Seguros.

A partir de agora, mensalmente, novos temas serão abordados na nova publicação digital do JRS. O grupo de comunicação encerrou o ano passado com o maior crescimento dos últimos 5 anos e ruma patamares ainda mais elevados, em comparação com os demais concorrentes de atuação nacional. “Inovar está no nosso DNA, sempre seguimos desenvolvendo ações que divulguem e promovam a cultura do seguro”, contou o editor-chefe, Jota Carvalho.

O projeto conta com diagramação de William Anthony, que também atua como repórter do Grupo JRS.

Governo do Rio alerta para transmissão de chikungunya no carnaval 421

Orientação é eliminar criadouros dentro e ao redor de casa

Junto com o verão, a estação mais celebrada do ano, chega ao Rio de Janeiro um pesadelo, a alta proliferação do mosquito Aedes aegypti. O inseto é transmissor da dengue, da zika e da chikungunya, doenças que debilitam e podem deixar sequelas graves. Neste 2018, o governo está em alerta para uma epidemia de chikungunya. A orientação é reforçar a eliminação de criadouros dentro e ao redor de casa.

“Estamos chegando agora no período de maior risco de transmissão, que aqui no Rio de Janeiro ocorre no final de fevereiro, nos meses de março e abril e é, portanto, que esse mês de janeiro, agora, é fundamental para que as ações [de prevenção] sejam intensificadas”, disse o subsecretário de Vigilância em Saúde do Estado do Rio, Alexandre Chieppe. “A população do Rio não tem imunidade para o vírus chikungunya. Portanto, é um vírus que preocupa”.

O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Rivaldo Venâncio explica que o Rio tem todas as características que favorecem o Aedes. A reprodução do mosquito depende do calor, comum no verão, assim como chuvas e temporais. É que as larvas do mosquito precisam da água para se desenvolver. O médico infectologista faz coro ao programa que incentiva pessoas a tirarem dez minutos para eliminar focos em casa, em pratos de plantas e no lixo.

Depois de um período de estabilidade, Venâncio alerta que a população não está livre da dengue, mas tem uma imunidade maior. Como a dengue já circulou no estado, principalmente os tipos 1 e 4, a tendência é que crianças sejam as mais afetadas. A zika também merece cautela, lembra. “É muito cedo para dizer que não teremos mais uma epidemia. Tem muita gente com zika sendo diagnosticada com dengue”, denuncia, preocupado com falhas na atenção básica, por conta de cortes no orçamento da saúde.

Também pesquisador da Fiocruz, Luciano Moreira explica que a transmissão das arboviroses como as citadas ocorre quando o mosquito pica uma pessoa infectada e depois uma outra, passando a doença. “Por isso, em uma epidemia, a chance de o vírus se espalhar é maior”. Ele coordena, no Rio, um projeto que libera mosquitos infectados com a bactéria wolbachia, inofensiva ao homem, mas que impede a transmissão dos vírus pelo Aedes.

Prefeitura

No Rio, a prefeitura disse que espera taxas de infecção menores que as de 2017 e monitorará, por meio eletrônico, os logradouros com possíveis focos do inseto. No ano passado, 3 mil pessoas tiveram dengue, 1,5 mil chikungunya e cerca de 600, zika. “A incidência das doenças foi baixa e pretendemos que permaneça baixa”, disse o prefeito Marcello Crivela.

Já em todo o estado foram notificados 3 mil casos suspeitos de chikungunya, 4 mil de zika e 10 mil de dengue. Os números, pela análise da Secretaria Estadual de Saúde, representam um cenário tranquilo, de baixa transmissão. No auge da epidemia de dengue, por exemplo, as notificações de doentes ultrapassaram 250 mil casos, lembrou o subsecretário de Vigilância em Saúde do Estado do Rio, Alexandre Chieppe.

Para lidar com o risco de uma epidemia de chikungunya, o subsecretário garantiu que postos de saúde e hospitais da rede estadual estão preparados. Segundo Chieppe, municípios prepararam planos de contingência, com ações de assistência, em casos de emergência.

Dicas de férias do GBOEX para uma viagem segura 2397

Saiba como evitar falhas no motor, acidentes e até mesmo multas

Praia, campo ou serra, não importa o destino, seu carro precisa estar pronto para a estrada. Viagens mais longas exigem muito do seu automóvel, ainda mais nessa época com o calor e o tráfego intenso, além do peso da bagagem. Para garantir a sua segurança e da sua família, e um passeio tranquilo sem incomodações, seu automóvel precisa estar em dia com a manutenção preventiva. O GBOEX criou uma lista do que fazer, antes de viajar. São dicas para evitar falhas no motor, acidentes e até mesmo multas!

Para o carro:

1) Óleo do motor: verifique o nível com uma vareta. Caso não saiba, em postos de gasolina, os atendentes fazem essa conferência.

2) Teste de funcionalidades:: confira se estão em perfeito funcionamento as luzes (farol, luz de freio e piscas), os filtros (do óleo, da ventilação e do ar condicionado), o para-brisa (palhetas e o lavador) e os cintos de segurança (regule corretamente e veja se estão firmes ao afivelar).

3) Odores: ligue o motor e procure por possíveis cheiros estranhos, que podem indicar algum problema no sistema de exaustão.

4) Pneus: devem estar bem calibrados e em perfeito estado. Faça geometria e balanceamento. Troque na hora se estiverem carecas ou desgastados, e evite comprar pneus recauchutados. Seja minucioso e procure por possíveis cortes, bolhas, pregos ou objetos afixados. O estepe também deve estar em boas condições de uso.

5) Mecânico: se mesmo com todos esses detalhes verificados, você ficar com dúvidas, procure um mecânico especializado e peça uma checagem de tudo. Vale o investimento, para os motoristas que não dominam o assunto.

6) Bagagem: evite carregar muitas malas, para não prejudicar sua visão dentro do carro. Acomode bem todos os itens, pois, em caso de acidentes, podem machucar os passageiros com seu deslocamento.

Para motorista e passageiros:

1) Motorista: só assuma a responsabilidade da direção, se a sua saúde estiver em dia. Lembrando que medicamentos fortes podem causar mal-estar súbito ou prejudicar os seus reflexos, aumentando as chances de acidentes. Se estiver muito cansado, adie a partida. Muitos acidentes são causados por motoristas terem dormido ao volante. Durante a viagem, se parar para alguma refeição, procure opções leves e não ingira bebidas alcoólicas.

2) Crianças: sempre no banco traseiro, e é obrigatório o uso de cadeirinhas para aquelas até 4 anos de idade.

3) Pets: cachorros ou gatos, mesmo pequenos, devem viajar em caixas de transporte adequadas.

Tudo pronto para viajar: tanque cheio, carro em ordem, todos os passageiros com cintos de segurança afivelados, lanches e bebidas para o caminho. E agora? Sua viagem deve ser tranquila, então, não corra, respeite as leis e seja gentil. Acidentes, brigas e multas de trânsito não combinam com o seu momento de descanso. Boas Férias!

O GBOEX sabe o quanto é importante a prevenção, e se preocupa em compartilhar informações para que você e sua família estejam sempre seguros. Além disso, associado GBOEX tem inúmeras vantagens para viajar, estudar, cuidar da saúde, beleza e muito mais utilizando os parceiros da Rede de Convênios (confira mais neste site).