Compliance é tema dos atuais MBAs do País, reporta advogado 4874

Cursos atuais Lato Sensu incluem novas questões para a formação de executivos e é fundamental que estejam antenados às mudanças na sociedade

Master of Business Administration é um grau acadêmico de pós-graduação Lato Sensu (expressão em latim que significa “em sentido mais amplo”) voltado para quem se interessa pelas áreas de gestão de empresas e gestão de projetos. Esse tipo de curso é capaz de auxiliar os executivos a se preparem para lidar com os possíveis desafios da empresa – e, acredite, temas como Compliance estão cada vez mais presentes em debates em sala de aula. Assim como, design thinking, inovação, tecnologia e política nacional e internacional, reporta o advogado Bruno Fagali, que também é membro da Fagali Advocacia.

O diretor do Instituto Coppead de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o professor Vicente Ferreira, ressalta que grandes escolas incorporaram, de maneira transversal, discussões que tratam sobre responsabilidade social e ambiental, necessidade de garantia de transparência, afastando ou minimizando os conflitos de interesse (governança), dentro do mais elevado padrão ético.

A Fundação Getúlio Vargas, por exemplo, para se adequar aos novos tempos, faz reuniões periódicas com as empresas que a informa o que se espera ver nos cursos, aponta Fagali. “Nossos cursos são atualizados a cada dois anos ou menos se um conteúdo for muito relevante. De maneira geral, estes novos conteúdos geram cursos de pequena e média duração e em seguida incorporados aos MBAs”, explica o diretor de Programas e Processos Acadêmicos, Gerson Lachtermacher.

O professor de marketing e branding e coordenador do MBA de Marketing Estratégico da ESPM-Rio, Marcelo Boschi, evidencia que os atuais cursos Lato Sensu incluem novas questões para a formação de executivos e é fundamental que estejam antenados às mudanças na sociedade. Ou seja, é necessário fazer revisões constantes do conteúdo das disciplinas – tanto na elaboração de grades curriculares novas ou atualização de disciplinas específicas, reproduz Fagali.

“A questão do compliance, por exemplo, é sempre um grande desafio, seja pela atualidade do tema, seja complexidades que ele pressupõe. É preciso estar atento para que esta questão seja tratada de forma multidisciplinar e que os professores estejam preparados para discutir esta questão, sob uma ótica inovadora e integrada ao conteúdo. Em nosso caso entendemos que esta é uma questão que deve ser abordada, por exemplo na disciplina de Branding, pois diz respeito ao principal ativo intangível da empresa que é sua reputação”, avalia Marcelo Boschi.

Outro assunto que tem sido bastante tratado nos MBAs atuais é o empreendedorismo, reporta Bruno Fagali. De acordo com o reitor acadêmico da UniCarioca, Maximiliano Damas, o tema é essencial para o desenvolvimento dos alunos e, consequentemente, do país.

Fagali destaca, ainda, que, segundo o diretor de ensino de pós-graduação da Unisuam, Eduardo Murad, em geral, os estudantes buscam em um MBA um conjunto de aspectos, tais como: conteúdo atual e inovador; aplicabilidade na realidade dele; um network que traga novas ideias, oportunidades e projetos metodologias de ensino ativas e adaptativas; tecnologia em sala de aula; e, em alguns casos, suporte para um reposicionamento, atividades de coach e similares.

Reforma Tributária: qual o melhor modelo para o Brasil? 4026

Impostos

Confira artigo de gerente tributário

O Estado brasileiro precisa de reformas estruturais para alavancar o crescimento econômico do país. E a reforma tributária é a principal delas. Por quê? Primeiramente, nosso sistema de arrecadação e gestão de tributos é uma trava para o desenvolvimento, principalmente pela sua complexidade legislativa, regimes de exceções, multiplicidade de regras, em muitos casos, decorrente de incentivos e isenções, guerras fiscais, resultando em muita burocracia e insegurança jurídica. Outro ponto negativo é que a arrecadação tributária no Brasil não cumpre com a finalidade primordial que é dar ao Governo as condições ideais para atender as necessidades financeiras no âmbito social, da saúde, segurança e bem-estar da população.

Uma amostra desse problema está na comparação com outros países. Na União Europeia, sobre os produtos e serviços incide um único imposto, conhecido por IVA, ou Imposto sobre Valor Agregado. Vamos para um exemplo prático: numa xícara de café em Madri, capital da Espanha, o valor incidido é 7% de imposto, ou seja, se o café custar € 2,00, seria pago € 0,14 de tributo, considerando toda a cadeia, desde o cafeicultor até o estabelecimento comercial. Mas e no Brasil?

Sobre o nosso cafezinho, poderão incidir diretamente quatro tributos diferentes: ICMS, IPI, PIS/PASEP e Confins. A nossa complexidade não se resume apenas no número de tributos. A fórmula de cálculo de cada um deles é outro desafio. A cada operação, o tributo recai sobre o montante do produto, com a possibilidade de apropriação de crédito referente ao tributo pago na operação anterior, todavia, não em todos os casos. Por isso. Por isso, o Brasil tem a maior carga tributária da América Latina e uma das maiores do mundo, com 33% do PIB.

A comparação com outros modelos de tributação é necessária para entendermos o custo do setor privado para atender as exigências do Fisco. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), para atender o Fisco, cada empresa gasta em média 1958 horas por ano. Por pessoa, no Brasil, 1 a cada 200 colaboradores trabalham na área fiscal. Na Europa, 1 a cada 500 e nos Estados Unidos, 1 a cada mil funcionários dedicados à gestão dos tributos. E diante da complexidade e da urgência por reformas que possam nos tirar desse patamar de paralisia econômica, é inevitável a pergunta: o que fazer?

O primeiro passo é buscar medidas de simplificação do sistema e, com isso, facilitar a vida das empresas em relação às obrigações tributárias. É preciso simplificar os processos de declaração e pagamentos de tributos, principalmente para as empresas de menor porte. O Fisco tem alguns projetos de simplificação de obrigações acessórias, mas precisamos avançar ainda mais. A segunda iniciativa é buscar a unificação de tributos. A proposta de extinção de alguns tributos, ou unificar a forma de arrecadação, que está em discussão no Congresso Nacional, agrada parte do setor produtivo do país que tem enfrentado o fardo de lidar com as excessivas atualizações das regras normativas. Hoje, temos mais de 200 mil normas fiscais em vigência no país, sendo 30 novas regras ou atualizações por dia que, na média, segundo o IBTP. A unificação vai atender uma demanda por menos burocracia do sistema.

Mas há um grande risco se a reforma tributária entrar em vigor de uma vez. O melhor modelo seria uma adoção fragmentada. A primeira etapa, ou facultativa, serviria para dar fôlego para as empresas entenderem o cenário e realizarem as mudanças necessárias para uma adaptação mais eficiente. A segunda fase é a transitória, especifica para maiores tributações ou tributos de maior complexidade como os tributos indiretos.

Passadas as duas primeiras fases, com um intervalo de 6 a 9 meses entre elas, as empresas estariam prontas para fazer parte de um novo sistema tributário, mais justo e equilibrado, além de permitir um ingresso na terceira etapa, a obrigatória, com segurança e sem nenhum risco de sofrer possíveis penalidades.

Uma simplificação na forma de arrecadação dos tributos vai possibilitar uma redução de todo esforço necessário das empresas para gestão e pagamento de impostos, além de promover, de forma imediata, um aumento de produtividade das companhias e elevaria a competitividade do Brasil no cenário internacional e atrairia o investidor estrangeiro.

*Por Leonel Siqueira, Gerente Tributário da Synchro.

O sistema político, a greve e a dependência do transporte rodoviário 3944

Caminhão

75% de tudo que é produzido no Brasil é transportado em rodovias

As heranças da paralisação dos caminhoneiros são muitas. Aos empresários ficou a necessidade de se olhar com mais atenção para direitos trabalhistas da categoria e na realização de investimentos mais robustos para assegurar a vida do motorista, da carga e da empresa. Para os políticos, a parada geral afirmou que daqui para frente, se quiser, o caminheiro poderá ditar as regras da política socioeconômica brasileira à sua maneira. Concordando ou não, houve um despertar da primavera dos caminhoneiros, comprovando literalmente a designação de locomotiva do Brasil.

No empoderamento do caminheiro, há outro fato silencioso herdado da greve, que é a dependência de caminhões para o transporte de produtos. Um alerta pouco disseminado na imprensa dentre as repetidas profusões de assuntos sobre o desabastecimento e a falta de combustível.

Segundo dados da Fundação Dom Cabral, 75% de tudo que é produzido no Brasil é transportado em rodovias. Apenas 9,4% passa pelo modal marítimo; 5,8% pelo aéreo; 5,4 % pelo ferroviário; 3% via cabotagem e só 0,7% no sistema hidroviário. Diante do irrisório dado de 0,7%, eu te convido a refletir sobre o porquê da prática de transporte aquaviário ser pouca disseminado no Brasil?

Somos um país privilegiado em relação à hidrografia, que é extremamente ampla e conta com 42 mil quilômetros de rios a serem navegados, o que nos permite diversas oportunidades de aproveitar este modal como um meio de transporte de bens de consumo, de alimentos e de passageiros. Ademais, a logística hidroviária é uma das formas mais baratas de escoar a produção. Então, porque as bacias hidrográficas são poucos exploradas?

Para se ter uma ideia, se transportássemos uma tonelada de mercadoria por mil quilômetros usando navio seriam usados apenas 4,1 litros de combustíveis, enquanto que utilizando um caminhão este mesmo gasto sobe para 15,4 litros de combustível. Ou seja, um custo três vezes maior às empresas.

Tal realidade demonstra a total falta de interesse dos Governos Federal e Estadual em investirem no setor de navegação interna. Na verdade, o único interesse do poder público é deixar as empresas cada vez mais dependentes da rodovia, ou seja do uso do combustível. Esta é a abusiva equação de quanto MAIS se gasta com combustível MAIOR é a arrecadação de impostos. Isso sem contar sob o viés de resultados políticos: o que é mais fácil mostrar para a população, uma estrada bem construída ou uma malha hidroviária mais fluente? Você responde ou eu respondo?

Reticências a parte, a dependência de caminhões para o transporte de produtos ainda vai vigorar por muitos anos. Integrar ou investir em sistemas ferroviário, hidroviário e dutoviário é a solução mais cabível, mas não depende de nós e se avaliarmos os programas de governo às vésperas das eleições, nada está programado.

Em situações como a da paralisação, vem à luz reflexões e questionamentos que precisam fazer parte do dia a dia das empresas, em especial das companhias atacadistas distribuidoras, que lidam diretamente com o escoamento de mercadorias.

Como medida prática, uma boa saída é o uso de tecnologias móveis para uma otimização logística de sucesso. Saber, exatamente, quando a mercadoria saiu, em que ponto da entrega ela está e quando ela foi entregue será uma vantagem competitiva que ajudará a empresa recuperar o fôlego perdido durante os dias de paralisação.

Afinal, nunca se sabe quando haverá a próxima greve. Prevenir ainda continua sendo o melhor remédio.

*Fabrício Santos é gestor de oferta logística na Máxima Sistemas, companhia de soluções móveis para força de vendas, e-commerce, trade e logística para o setor atacado distribuidor.

Expectativas podem gerar frustrações 3131

Sapinhos

Confira artigo de Adelino Cruz na Revista JRS

O ser humano alimenta expectativas diárias com relação a todas as etapas de sua vida. Cria expectativas, muitas exageradas que lhe fazem mal, por entender que precisa atingir o sucesso para ser reconhecido e admirado.

Muitos esquecem que este objetivo só será conseguido com boa saúde, um bom trabalho, uma vida familiar tranquila e recursos financeiros que lhe proporcione viver sem preocupações.

Para alguns isso acontece naturalmente a partir de uma boa formação acadêmica ou técnica que lhes capacite para ocupar cargos importantes ou empreender, utilizando seu talento nato ou conhecimentos adquiridos. Para outros, desprovidos destas características, nem sempre a sorte lhes sorri aceitando o que o mercado oferece, pois precisam se manter a qualquer custo.

A desigualdade entre a população do Brasil é assustadora, fazendo com que milhões de brasileiros estejam desempregados, gerando grande sofrimento e frustrações pessoais e familiares.

Para todas as etapas a desilusão, fruto de expectativas, gera adoecimento, que pode ser físico ou emocional, precisando de cuidados médicos e hospitalares, que por sua vez acarretam soluções mas também novas preocupações.

Como viver sem expectativas?

É praticamente impossível, pois quando o ser humano deixa de sonhar perde o encanto pela vida, passando a viver sem entusiasmo, cumprindo rotinas que geram frustrações e incapacidade de serem produtivos como deveriam. É do conhecimento de todos o desespero das famílias quando vêem seus membros abatidos, fragilizados, vivendo apenas para vencer mais um dia. Todos adoecem emocionalmente gerando infelicidade.

Para evitar que isso tudo ocorra é necessário reprogramar a vida. Fazer novas escolhas, buscando alternativas que tragam alegria e felicidade, pois só assim o ser humano pode afastar os perigos que o adoecimento emocional causa para as famílias.

Viver num mundo competitivo, onde a luta é pelo poder e pelo dinheiro, entrar de corpo e alma esquecendo o que é mais importante que é a saúde, pode ter algumas vitórias mas com sabor de fracasso, porque sem saúde nenhum profissional consegue atingir suas metas e objetivos. Ter expectativas possíveis é o caminho.

É preciso que as empresas entendam o quanto é benéfico cobrar resultados e exigir dedicação, sem esquecer que o ser humano precisa de atenção e de apoio, para se sentir valorizado, atingindo seus objetivos. Exigir além do que cada um pode dar gera frustração, ansiedade e despesas com a saúde que poderiam ser evitadas. Respeitar o tempo de cada um e o limite que o
colaborador pode alcançar, de acordo com sua capacidade favorece as expectativas, garantindo saúde e ótimos resultados.

Relacionamentos promovem amizades e resultados 2693

Pessoas

Confira o artigo de Adelino Cruz para a edição 212 da Revista JRS

Quando faço palestras ou ministro um curso, principalmente no que trata em qualidade de atendimento, procuro deixar claro que, além da vantagem de aprender como conquistar um novo cliente, é preciso ter sensibilidade para perceber que esta oportunidade pode lhe garantir um bom relacionamento ou até mesmo um novo amigo.

Vivemos uma época em que muitos não se aperceberam da importância de dedicar um tempo para conversar com pessoas. A tecnologia da comunicação, vital para a modernidade e para atingir o maior número possível de pessoas favorece os relacionamentos e negócios, mas nem sempre aproxima fisicamente as pessoas. Quem já viveu mais tempo sabe muito bem da importância do contato pessoal, do olho no olho e, principalmente, do diálogo que se estabelece com o poder de conseguir um sim imediato para o fechamento de um negócio ou até mesmo criar vínculos favoráveis para um relacionamento maior. Uma amizade favorecerá novas indicações para o fechamento de novos negócios.

Se por um lado os e-mails levam mensagens instantaneamente, por outro lado, é comum não haver retorno e muito menos a possibilidade de cobrar por uma resposta, pois não houve aproximação ou relacionamento estabelecido com algum profissional, muito menos a possibilidade de novos contatos.

Não quero externar com isso que o uso da tecnologia não é vital para os dias atuais. Particularmente utilizo muito os meios existentes, que tem uma finalidade importante para o mundo moderno em que vivemos. Já não podemos mais viver sem a tecnologia existente, que será cada vez mais importante para a saúde, para os negócios e para o sucesso de qualquer profissional, empresa ou atividade. Isto não exclui o tema proposto, pois é possível afirmar que os relacionamentos promovem resultados além de amizades, que podem vir a ser prazerosos para qualquer profissional. As exigência do mundo em que vivemos faz com que a solidão tenha lugar garantido para milhões de pessoas no mundo que sofrem de ansiedade, angustia ou mesmo depressão. Mesmo aqueles que ocupam cargos importantes, tanto na vida pública quanto privada. Pessoas estão rodeadas de pessoas que não tem nenhuma aproximação além daquela exigida pelo trabalho.

A insônia toma conta de muitos. Ao ficarem a sós sentem o pavor da solidão. Não ter alguém para confidenciar suas alegrias e tristezas ou mesmo estabelecer um dialogo que não seja trabalho alimenta o sofrimento causando doenças emocionais. Faltam relacionamentos pessoais.

O trabalho e os negócios, em geral, promovem relacionamentos, que não raras vezes se transformam em grandes amizades, evitando que a solidão seja a companheira fora do trabalho. Convido-os a refletirem sobre isso. Uma coisa não exclui a outra. O ser humano só vive bem quando realiza seus objetivos e soma relacionamentos que o tornam humano e feliz.

Conhecimento e entusiasmo atingem objetivos 6123

Confiança

Confira o artigo de Adelino Cruz para a edição 211 da Revista JRS

O Brasil vive momentos de grandes dificuldades. A população sofre as consequências de uma crise que traz sofrimento para a população. Os noticiários provocam tristeza noticiando, a cada dia, a morte de inocentes que infelicitam toda a Nação.

Um povo que tem muito amor pelo Brasil pode acreditar que vai melhorar. Isto tem um grande significado, pois quem possui esperança cultivada dentro de seu ser, sempre encontra forças para ir adiante, apostando no futuro e na sua capacidade pessoal de vencer dificuldades.

Este mesmo povo mantém o entusiasmo, que nada mais é do que o prazer de desenvolver alguma atividade com paixão e dedicação, mantendo o espírito ativo, no sentido de atingir metas e objetivos vencendo qualquer dificuldade. Pode se ter entusiasmo por muitas coisas, desde as mais simples que nos desafiam no dia a dia até mesmo as grandes conquistas que todos desejam. Ter entusiasmo é sentir que tudo é possível, porque é um estado de espírito que muitos tem e cultivam pois entendem que é um instrumento eficaz para atingir objetivos.

Trabalhar, estudar, praticar esportes ou qualquer outra atividade que se faz com entusiasmo e dedicação sempre leva ao sucesso pessoal e profissional. Ao abordar este tema queremos alertar aos profissionais de todas as áreas, que busquem dentro de si o entusiasmo que gera motivação para enfrentar os desafios da vida. Não há crise que vença um profissional motivado, pois ele sabe que cultivar momentos de dificuldade só serve para impedir que se atinja os objetivos fixados.

O entusiasmo gera alegria de viver, de sonhar, de conquistar, de vencer. É uma característica essencial para todos os profissionais mas em especial para quem atua em atendimento e vendas, pois ninguém consegue vender nada com desanimo ou pessimismo. Vender ou atender bem, com qualidade, significa passar ao cliente entusiasmo que contagia e torna o cliente um aliado feliz.

O conhecimento está ao alcance de todos que possuem a chama do vencedor, mesmo nas classes menos favorecidas onde existem belos exemplos de vencedores. O entusiasmo é uma manifestação íntima que revela uma saúde emocional capaz de vencer qualquer dificuldade.

A união dessas duas características leva o profissional a trabalhar motivado sabendo que atingirá qualquer objetivo na vida.

Revista 211
Este e muitos outros conteúdos relevantes estão na edição 211 da Revista JRS, agora com nova linha editorial e nova identidade visual