O corretor e o consumidor do futuro 59347

Nem tudo é sobre o acaso, na grande maioria das vezes, é sobre preparação

O futuro é um conjunto de fatos relacionados a um tempo que há de vir; destino ou sorte, conforme determina o dicionário. Mas nesse período que sucede o presente, nem tudo é sobre o acaso, na grande maioria das vezes, é sobre preparação. Os corretores de seguros estão preparados para o futuro se ele chegar hoje?

A KSA Corretora de Seguros, de Porto Alegre (RS), é um exemplo que vem trabalhando numa nova linguagem para atender os futuros consumidores. Mesmo com seus dez anos de trabalho consolidados, a empresa não ficou na zona de conforto e procurou uma agência de publicidade para dar um visual mais jovem aos seus processos. “Chegou um momento que eu entendi que o caminho e a estrada são na corretagem de seguros e começamos a fazer uma história bacana e bonita, lenta e com solidez, mas nunca nos acomodamos”, conta o fundador e diretor comercial, Jean Figueiró.

Jean Carlo Figueiró, gestor da KSA Corretora de Seguros, durante reconhecimento no 15º Troféu JRS

Para os clientes de longa data de uma corretora de seguros, é muito importante enxergar credibilidade e respeito. A cara nova da KSA reforça estes valores e insere novas possibilidades ao seu portfólio. “Com os dez anos próximos, achamos que seria legal nos reinventarmos e começar a preparar a empresa para o mercado do futuro, que é o dos meus filhos e a nova geração. O objetivo é começar a olhar o cliente deles”, comenta ao lembrar que sua trajetória vem construída de muitos anos no mercado segurador, uma vez que, no momento que voltou a operar na corretagem, obteve 70% de seus clientes de volta.

Sucessão familiar é um conceito muito forte entre os corretores de seguros, pois, em algum momento, a carteira de clientes que o profissional constituiu passará a outro. E o natural e costumeiro é que fique em família. Os dois filhos de Jean trabalham no mercado de seguros, sendo que o mais novo, Luã, está na KSA há seis anos. “Ele se preparou para isso, fazendo o curso de corretor e estudando o mercado. Eu entendo ele como um grande vendedor, pois tem uma rede de relacionamentos enorme, levando uma relação não puramente comercial, mas de vínculo e de afetividade”, diz. “Eu acho que isso transforma o nosso mercado: quando é possível ter amigos e estes amigos serem clientes”, acrescenta.

A KSA também está com projetos que visam reforçar a cultura do seguro nos consumidores. A ideia é conscientizar, além do corriqueiro automóvel, sobre outras proteções existentes, como vida e residencial, que o futuro cliente em potencial ainda não conhece. “Por isso, estamos desenvolvendo um projeto com alguns parceiros para fazer palestras em escolas públicas, debater o seguro neste ambiente de formação escolar, mas também levar a cultura do nosso produto para que eles entendam desde muito jovem que existe uma proteção e venham talvez até a repassar essas informações aos seus pais”, revela. “São estes jovens que são os futuros motoristas, futuros donos de casa e nós precisamos nos adaptar a este novo público e sobretudo ensiná-los que existe um segmento que mexe com a nossa economia, com a nossa poupança e está vinculada à proteção”, complementa.

Sobre o que realiza diariamente, a corretora capitaneada pelo corretor de seguros Jean Figueiró trabalha com todos os ramos, mas procura se especializar naqueles mais específicos e menos explorados pelos colegas em geral, como seguro para cartórios, consignados e Responsabilidade Civil. “Temos bastante seguros de cartórios, e no Brasil inteiro nos tornamos uma referência nesse produto, pois, fora nossos amigos que atuam conosco, a maioria das pessoas nem sabe que existe”, afirma. “O nosso mercado é muito grande e há muito para ser explorado, precisamos ampliar a nossa visão, deixar de manter-se no ramo tradicional e precisamos de especialização”, defende.

O futuro já chegou?

Durante muito tempo se acreditou que o futuro da corretagem seria através da venda online de seguros. Uma recente pesquisa, apresentada na 11ª edição da pesquisa TIC Domicílios 2015, mostra que 58% da população brasileira usa a internet, o que representa 102 milhões de internautas. “A penetração de conectividade vem aumentando cada vez mais. O surgimento de empresas e serviços online acontece para atender à demanda cada vez mais evidente. Com o mercado de seguros não é diferente. Ele se diversificou de acordo com as exigências dos consumidores”, explica a head de marketing da corretora de seguros online Bidu, Marcella Ewerton.

Inserida neste meio, a Bidu, quando começou suas atividades em 2011, tinha ideia de simplificar a contratação de seguros, tornando tudo mais prático e acessível. Apesar de sua forte aposta na internet, a empresa acredita que a prática é uma das possibilidades de intermediação no mercado de seguros, mas não é a única. “O que vemos atualmente, mesmo em meio ao boom de tecnologia, são corretores tradicionais que aumentam sua carteira de clientes e seguem fazendo bons negócios”, confia. “Assim como em outros mercados, a venda online não é o único futuro. Por exemplo, no mercado de varejo, o surgimento de e-commerces foi importante para o mercado. Mas não fez com que lojas físicas desaparecessem: o mercado mostrou que há espaço para diferentes formas de negócio”, exemplifica.

A corretagem de seguros, como tantos outros ramos, caminha para um novo formato. A indústria de seguros, que inclui a corretagem, está num movimento que de adaptação às novas tecnologias e demandas do público. Muitos corretores acreditam na venda online mista, aquela que só coleta os dados do cliente e finaliza a venda através de outro meio. Tratando-se do seguro auto, carro chefe da corretora, o cliente tem a opção de escolher o processo que prefere. “No nosso site, é possível seguir todos os passos da contratação online, tendo um contato telefônico apenas de auditoria dos dados. Porém, muitos clientes preferem esse contato antes e com um tom consultivo: nossos consultores auxiliam na escolha do melhor seguro e tiram as dúvidas que podem surgir durante a contratação”, declara.

Além da venda através do computador, a Bidu também procura outras formas de inovar. “Hoje, nossa inovação está centrada em encontrar novos produtos para atender nossos clientes e inseri-los no nosso universo. Além de buscar fazer isso com muita eficiência, analisando diversas perspectivas do nosso negócio constantemente”, expõe. Mas Marcela lembra que o início já se tratou de uma inovação, uma vez que foi preciso unir dois elementos de dois mundos diferentes, a tecnologia e o seguro. “Fazer a integração online com as seguradoras, por exemplo, para conseguirmos mostrar para o cliente o preço online foi um grande desafio, que hoje já dominamos e fazemos apenas ajustes e adequações”, avalia.

Além disso, foi preciso entender que seguro não é um tema com o qual o brasileiro está habituado. Por isso, a empresa investe em seu papel para esclarecer o assunto. “Temos um time de conteúdo e comunicação focado em produzir textos, vídeos e outros formatos para deixar o mundo dos seguros mais acessível aos consumidores. Além disso, o nosso atendimento é preparado para resolver qualquer dúvida que um cliente possa ter”, específica ao reiterar que isso também garante o bom entendimento de um contrato de seguros comercializado pela rede mundial de computadores. “É importante, antes, investir em educação sobre esse tema. Assim, o cliente já tem informações suficientes para tomar uma decisão consciente na hora de contratar um seguro”, conclui.

UCS promove curso de Comunicação Criativa 363

Comunicação

Aulas acontecem nos dias 30 de junho e 7 de julho

A Universidade de Caxias do Sul (UCS) promove nos dias 30 de junho e 7 de julho curso sobre Comunicação Criativa. As aulas são aos sábados, das 9h ás 13h, com carga horária de 8h válidas como atividades complementares.

O objetivo das aulas é orientar os participantes sobre as ferramentas da comunicação que podem auxiliar na divulgação de produtos, empresas e projetos, bem como consolidar a imagem pessoal ou empresarial, abordando diversos conteúdos relacionados à mídia, ao mercado e à geração de boas notícias.

As inscrições acontecem até o dia 28 de junho. Alunos e egressos de graduação e pós-graduação da UCS investem seis parcelas de R$ 34,66; quatro parcelas de R$ 50,98; duas parcelas de R$ 99,98 ou à vista por R$ 198,00. Público em geral: seis parcelas de R$ 43,76; quatro parcelas de R$ 64,37; duas parcelas de R$ 126,24 ou à vista por R$ 250,00.

O pagamento pode ser feito por meio de boleto bancário ou via cartão de crédito, de acordo com os valores e parcelas indicadas acima. O pagamento por meio de cartão crédito fica condicionado às regras estipuladas pela empresa operadora.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 3218-2145 ou pelo e-mail extensaocursos@ucs.br. Saiba mais no site institucional.

Allianz estimula inclusão social de crianças e jovens 286

Mãos

Programa reconhece empreendimentos e oferece treinamentos de alto nível

Os empreendimentos sociais brasileiros Ver Bem e Carlotas disputaram a final do primeiro prêmio “Encouraging Future Generations”. Negócios da Alemanha, Malásia e Turquia também voltados à inclusão de crianças e jovens desfavorecidos foram outros que concorreram e participaram do programa.

Picha Project, que cria oportunidades de emprego a refugiados na Malásia por meio de entrega de comida e serviços de catering, foi o vencedor e teve o investimento de 40 mil euros

O prêmio “Encouraging Future Generations” foi disputado por negócios de impacto do Brasil, Alemanha, Malásia e Turquia, inscritos no Investment Ready Program ‘Encouraging Future Generations’. Promovido pelo Grupo Allianz em parceria com o Impact Hub, o projeto aprimorou empreendimentos que estimulam a inclusão social de crianças e jovens adultos e possibilitou que os fundadores desenvolvessem um plano de crescimento estratégico para atrair investimentos. A iniciativa também ofereceu um treinamento intenso de seis meses com o apoio de mentores de alto nível da Allianz e especialistas em empreendedorismo e solução de inclusão social.

Finalistas do Investment Ready Program - Encouraging Future Generations
Finalistas do Investment Ready Program – Encouraging Future Generations / Divulgação

A final do prêmio foi realizada em Munique, na Alemanha, quando os empreendimentos sociais se apresentaram para um júri de cinco membros, composto por especialistas das organizações juvenis sem fins lucrativos, Rock4 Life, Phineo, e do Grupo Allianz e Impact Hub, como também a colaboradores da sede da seguradora. Entre os finalistas, estava o projeto brasileiro Ver Bem, que fortalece a operação da Renovatio, comercializando óculos a preços abaixo do valor de mercado. A cada par de óculos vendido da “linha de impacto”, que custa a partir de R$ 179,00, um é doado à ONG. “A experiência de participar do programa foi superinteressante. Estar junto com os mentores, a Allianz, o Boston Consulting Group (BCG) e o Impact Hub, fez a gente pensar em várias propostas e não só no dia a dia da operação. Participamos de várias discussões sobre como deixar a empresa mais preparada para injeção de capital e, durante o programa, conseguimos fechar, inclusive, uma rodada de investimentos para a Ver Bem. Isso é muito importante para o nosso desenvolvimento”, explica Ralf Toenjes, um dos fundadores do Ver Bem.

A também brasileira Carlotas, uma empresa de propósito social que, por meio de materiais lúdicos e artísticos, firma diversidade, respeito e empatia para o desenvolvimento de competências socioemocionais e gestão de conflitos, também chegou à final e pode absorver os ensinamentos passados pelo Investment Ready Program ‘Encouraging Future Generations’. “Trabalhamos muito com os mentores nos últimos meses e isso nos ajudou a afinar alguns pontos, como comunicação e estratégia de vendas. O programa nos ensinou e incentivou a reestruturar a parte financeira do Carlotas e, sem dúvidas, também iremos trabalhar mais fortemente para o próximo ano no escalonamento dos projetos”, conta Fabiana Gutierrez, co-fundadora do Carlotas.

O empreendimento social Picha Project, que cria oportunidades de emprego a refugiados na Malásia por meio de entrega de comida e serviços de catering e, assim, aumenta a inclusão social ganhou o prêmio “Encouraging Future Generations”, no valor de 40 mil euros. “Com o prêmio, poderemos criar uma plataforma online, para estabelecer vínculo direto entre nossas famílias e nossos clientes e desenvolver produtos não perecíveis. Estamos planejando expandir nossos negócios a outros países para que mais comunidades sejam impactadas por meio da entrega de alimentos”, explica Kim Lim, co-fundador de 28 anos do premiado Picha Project.

O prêmio é parte da estratégia de responsabilidade corporativa da seguradora para aumentar a inclusão social de crianças e jovens e será estendido a três novos países em 2019. “Cresci na África do Sul, entendo a importância da diversidade e a necessidade de apoiar os jovens no desenvolvimento de seus talentos. As empresas sociais podem ‘virar o jogo’ para a sociedade e as pessoas”, disse Jacqueline Hunt, membro do conselho da Allianz SE para Asset Management e US Life Insurance. “Tenho orgulho de colaborar com parceiros experientes e levar esses negócios sociais promissores ao próximo nível”, complementou a executiva.

A Allianz está comprometida com os “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável” (ODS) da ONU e apoia crianças e jovens com o programa “Encouraging Future Generations”. “Nosso objetivo é derrubar as barreiras enfrentadas por crianças e jovens. Incentivar as futuras gerações é um instrumento-chave para canalizar nossa contribuição para os ODS, especialmente em educação, desigualdade social, trabalho decente e crescimento econômico “, acrescentou Hunt.

Os negócios sociais interessados em participar do próximo programa, que acontece em dezembro de 2019, podem começar a se inscrever a partir de setembro de 2018.

Seguro prestamista e regras para títulos de capitalização em consulta pública 409

Comunicação

Interessados podem colaborar por 15 dias

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) decidiu colocar em consulta pública a minuta de Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que dispõe sobre as regras e critérios para operação do seguro prestamista. A partir da data de publicação desse edital e em até 15 dias, os interessados poderão encaminhar seus comentários e sugestões por meio dos e-mails: dipes.rj@susep.gov.br ou copep.rj@susep.gov.br.

Além disso, a Susep também colocou em consulta pública a minuta de Circular que estabelece regras para a elaboração, a operação, desenvolvimento de propaganda e material de comercialização de títulos de capitalização. Neste caso, os interessados poderão, em até 15 dias, encaminhar seus comentários e sugestões por meio dos e-mails cgcom.rj@susep.gov.br ou coset.rj@susep.gov.br.

Em ambos os casos, o quadro específico padronizado disponível no site da autarquia deverá ser consultado.

Mobilização colaborativa é o assunto do momento 352

Colaboração

Proximidade das eleições impulsiona interesse em plataformas de engajamento e arrecadação

Nunca o mundo esteve tão conectado e com diferentes possibilidades de mobilização. O movimento colaborativo tem evoluído rápido e em várias direções. O crescimento de plataformas e trabalhos cooperativos, o aumento da consciência da população, a evolução do coworking e as novas tecnologias apontam para uma tendência: a da colaboratividade.

Atenta a este mercado, a Action Labs, empresa que trabalha com uma metodologia de modelagem de negócios, produtos e serviços inovadores, desenvolveu o MobNex, uma plataforma completa de mobilização colaborativa que pode ser usada para qualquer tipo de causa. Pode ser pela melhoria na saúde, para eleger um amigo, melhorar a segurança no bairro, ou para cuidar dos animais em uma cidade, por exemplo.

“Somos os pioneiros, no Brasil, no desenvolvimento de uma plataforma de mercado completa, com o conceito de gameficação e colaboração tão forte, que integra um painel de controle da campanha com aplicativo e site”, afirma Paulo Renato Oliveira, diretor criativo da Action Labs.

Este tipo de mobilização e engajamento é uma tendência mundial e que está chegando ao Brasil agora. O grande marco foi a eleição norte-americana de 2008, que resultou na vitória de Barack Obama. “Na eleição passada, em 2016, isso já era uma tendência e, agora, com o aumento do engajamento político, é o grande momento de os homens públicos aderirem a isso. A eleição colaborativa ajuda a combater as fake news, já que as pessoas ajudam a combater as notícias falsas”, diz Paulo Renato. As fake news, inclusive, foram apontadas pelo ministro Tarcísio Vieira, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como um dos desafios das eleições de 2018.

O MobNex foi concebido a partir de experiências trocadas com as equipes que fizeram a campanha do presidente Barack Obama. Em 2009, o diretor criativo da Action Labs participou de um workshop com coordenadores de campanha, equipes de mobilização digital e fornecedores de tecnologia utilizados nas campanhas tanto offline quanto online, de Barack Obama. “Com esse referencial e muitas pesquisas, desenvolvemos um sistema que permite o empoderamento de todos os participantes, que dá controle à equipe de coordenação de campanha e, ao mesmo tempo, capacidade de ativação a todos os envolvidos”, explica.

Um dos diferenciais do MobNex é a possibilidade de ampliar a capacidade de mobilização pelo aplicativo, que possui estratégias de gameficação e conecta toda a equipe à campanha, atribuindo metas semanais de atuação, compartilhando informação em tempo real e valorizando os mobilizadores mais ativos. “Campanhas altamente conectadas são mais ágeis e eficientes. Em tempos de grandes restrições, legais e orçamentárias, empoderar os mobilizadores é sair na frente. E pode significar chegar na frente”, afirma Paulo.

O diretor criativo destaca as vantagens de uma campanha colaborativa. “Para o candidato, este modelo permite o trabalho em rede e a mobilização mais rápida. Todos podem participar compartilhando os conteúdos, incluindo novas pessoas, dando ideias e defendendo suas causas. Já para o cidadão, a campanha colaborativa é a essência da democracia. Mais do que a eleição, ela representa a participação política. As pessoas continuam em contato com o seu representante, o que é tão importante quanto elegê-lo, pois é a partir daí que ele poderá ser cobrado”, finaliza.

Previsul Seguradora promove festejos juninos 194

Festa Junina

Companhia realiza ações de endomarketing para trazer leveza ao ambiente de trabalho

A Previsul Seguradora, com objetivo de integrar os colaboradores, promoveu o “Hora + Leve”, que tem como objetivo promover a integração e a leveza no ambiente de trabalho, em um espaço descontraído e fora do expediente.

A companhia ainda realiza o concurso cultural “Arraial da Previsul” que premiará um colaborador com um happy hour em qualquer restaurante Outback do Brasil. O vencedor, que poderá levar com ele mais cinco colegas de trabalho, será conhecido no dia 25 e será aquele cuja foto tiver mais votações na intranet da companhia. As fotos foram tiradas no dia 20, nas dependências da matriz e também nas sucursais espalhadas pelo Brasil.

“A Previsul busca proporcionar o bem-estar para os colaboradores da companhia e estas ações de endomarketing colaboram para momentos de descontração entre os colegas e interação do colaborador com a Companhia, proporcionando mais leveza no ambiente de trabalho”, afirma Andreia Araújo, diretora de Negócios e Marketing.

A Previsul Seguradora possui 111 anos de atuação e é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país, que oferecem todo o suporte para o corretor, principal parceiro da companhia.