Tema água precisa estar na agenda do cidadão comum, diz diretor do Fórum Mundial 673

Pela primeira vez, o Fórum Mundia da Água acontece em um país do Hemisfério Sul

Ricardo Andrade é diretor de Gestão da Agência Nacional de Águas (ANA)

Pela primeira vez, o Fórum Mundia da Água ocorrerá em um país do Hemisfério Sul. O potencial hidrográfico fez com que o Brasil fosse escolhido como sede. Para o diretor executivo do 8º Fórum Mundial da Água, Ricardo Andrade, um dos principais objetivos é chamar a atenção do cidadão comum.

“É fazer com que o tema água entre na agenda do dia a dia do cidadão. Não só do cidadão mobilizado, aquele que discute o tema da água, mas daquele cidadão comum, que acha que a água nasce na torneira, que para ter água limpa precisa de torneira limpa, que não tem a percepção da importância de cuidar bem da água”, destaca.

Andrade é diretor de Gestão da Agência Nacional de Águas (ANA) e um dos 50 profissionais responsáveis pela organização do Fórum Mundial da Água, que ocorrerá em Brasília entre os dias 18 e 23 de março.

Ele ressalta que a realização do fórum é um desafio. “Alguns falam que teremos 30 mil participantes. Outros dizem que pode ser até mais do que isso. Mas a nossa pretensão não é fazer o fórum com o maior número de participantes, mas um fórum que de fato transforme a discussão política sobre a água, que eleve nossa preocupação com o tema da água. Acho que esse poderá ser o principal legado do Fórum.”

O que levou o Brasil a ser escolhido para sediar o Fórum Mundial da Água?

Ricardo Andrade: Vamos começar pelo papel da ANA, que é uma instituição nova, com apenas 17 anos – foi criada em 2000. Por ser uma agência nacional, que não tem escritórios regionais, mas atua em todo o país por meio de parcerias com órgãos estaduais, a ANA sempre buscou parcerias no exterior. A partir daí, marcamos presença no Conselho Mundial da Água (CMA), que é o promotor do Fórum Mundial da Água. A realização do fórum no Brasil se tornou quase que uma obrigação. E aqui há um ponto que precisa ser bem esclarecido: é o de que isso não foi uma iniciativa da ANA. A agência foi provocada. As diversas instituições brasileiras ligadas à água se reuniram e entenderam que estava na hora de realizar o fórum na América do Sul. E isso se justificava com o argumento de que o Brasil tinha o que mostrar: a maior oferta hídrica individual do mundo.

Como o país está lidando com esse desafio?

Andrade: É um desafio, sem dúvida. Alguns falam que teremos 30 mil participantes. Outros dizem que pode ser até mais do que isso. Mas a nossa pretensão não é fazer o fórum com o maior número de participantes, mas um fórum que de fato transforme a discussão política sobre a água, que eleve nossa preocupação com o tema da água. Acho que esse poderá ser o principal legado do fórum. Uma das expectativas é fazer com que a água entre na agenda do dia a dia do cidadão. Não só do cidadão mobilizado, aquele que discute o tema da água, mas daquele cidadão comum, que acha que a água nasce na torneira, que para ter água limpa precisa de torneira limpa, que não tem a percepção da importância de cuidar bem da água.

Como é essa presença brasileira no Conselho Mundial da Água?

Andrade: Desde 2003, a ANA atua no conselho, mas em 2009, resolvemos ampliar um pouco essa presença, porque a agência estava mais madura e queria ter uma representatividade maior. E dada a importância do Brasil na questão da água e a liderança que o país exerce nesse tema, a ANA passou a liderar o processo de engajamento internacional. Hoje, o presidente do Conselho Mundial da Água é um brasileiro, o professor Benedito Braga, representante da Escola Politécnica da Universidade São Paulo e atual secretário de Saneamento do estado de São Paulo. O Brasil tem ainda quatro governadores no Conselho.

Por que você acha que falar em maior oferta hídrica passa a impressão de a água ser inesgotável?

Andrade: Porque dá a sensação de que nós temos muita água, que ela nunca via acabar e que não temos que nos preocupar com ela. E isso não é verdade. Nós temos essa água, sim. Mas onde tem água não tem gente e onde tem gente não tem água. Na Amazônia, tem água mas não tem gente. No Nordeste, em quase todo o litoral brasileiro, tem gente mas não tem água. E onde tem água e tem gente, muitas vezes, a água não é bem cuidada. É poluída, desperdiçada. Então, passando por essas reflexões, entendemos que era o momento de oferecer ao Conselho Mundial da Água a oportunidade de trazer o Fórum para o Hemisfério Sul.

Partindo dos resultados dos fóruns anteriores, você diria que houve realmente um progresso na discussão do tema da água, desde o primeiro lá no Marrocos?

Andrade: Um fato inédito, por exemplo: nós temos um compromisso de desenvolvimento sustentável especifico para a água. Dizer que isso é resultado apenas das discussões ocorridas nos Fóruns Mundiais da Água talvez seja exagerado, mas dizer que os Fóruns Mundiais da Água não tiveram nada a ver com isso seria leviano e falso. Então, acho que os fóruns contribuíram sim para a discussão, mobilizaram a sociedade, e os seus resultados são reais. Hoje, você tem dezenas de eventos sobre água em diferentes regiões do mundo a cada ano. Sempre mobilizando as populações locais, a sociedade, os governantes.

Como esses eventos podem, de algum modo, trazer soluções?

Andrade: Não se consegue oferecer água de boa qualidade no tempo certo e no lugar correto se não tiver financiamento, se não tiver uma boa governança. Não adianta oferecer água se não tratar o esgoto, porque aí o manancial que se tinha para oferecer água perde a qualidade. E aí passa a se ter um problema de quantidade não porque falta água, mas porque falta qualidade. Então, o grande desafio, de fato, está nessa linha. Os investimentos do governo avançaram, a conscientização da população avançou. Estamos avançando, temos ainda muito a progredir, mas organizações como a ANA, as agências reguladoras estaduais, as companhias de saneamento, os governos, no Brasil em especial, têm trabalhado incansavelmente para melhorar os índices de qualidade de vida.

Você acredita que o Fórum Mundial da Água no Brasil vai ampliar essa compreensão do tema?

Andrade: Há um dado interessante que eu poderia citar a partir das reuniões preparatórias do fórum que tivemos em Brasília. Uma ocorreu em junho de 2016, antes da crise hídrica, e outra em Abril de 2017, durante a crise por que passa a capital. Na primeira reunião, 30% do público eram de moradores locais. Na segunda, esse público local era de 60%. Qual a diferença entre as duas reuniões? Em 2016, tínhamos normalidade no abastecimento de água e, em 2017, tínhamos uma situação de crise instalada. Os sinais são muito claros de que o fato de a crise estar instalada aumentou o interesse pelo tema água. Então, é possível que o fato de se correr o risco de não ter págua em casa leve as pessoas a refletir sobre a água disponível, a necessidade de economizá-la, de usar essa água racionalmente, de protegê-la de certa forma, de cobrar os governantes, e não apenas os governantes, mas o cidadão, seu próprio vizinho.

Alberto Júnior palestra e orienta 130 corretores no ES 6480

Chairman do Grupo Life Brasil participou da 1ª Jornada Capixaba do Seguro de Vida

Em torno de 130 corretores de seguros capixabas compareceram nesta quinta-feira (15) na 1ª Jornada Capixaba do Seguro de Vida, sob o comando do corretor de seguros Alberto Júnior. Pela manhã, o Chairman do Grupo Life Brasil e CEO do Life Brasil Franchising destacou o sucesso da holding em seus 20 anos de vendas exclusiva no seguro de vida e falou sobre a expansão da marca por intermédio da rede de franquias e do empreendedorsa.com.br, sempre visando alcançar destaque para a marca levando oportunidade e conhecimento.

O evento também realizou oficinas de seguro de vida. Foram 13 mesas com nove corretores e um segurador para que todos tivessem a oportunidade de ter contato com todos os corretores. Alberto Júnior orientou na parte de conexão entre o corretor, as vendas e o produto das seguradoras.

Para encerrar o dia, os participantes colocaram suas dúvidas, questionamentos e sugestões diretamente para uma mesa formada por seguradores. “Considerando as oportunidades no Espírito Santo, há um público de corretores bem interessante, que mostra que só não consegue obter resultados se não tiver atividade”, afirmou Alberto. “Estou bem animado com a possibilidade de conseguir bons parceiros franqueados e quem sabe ter a nossa operação também aqui neste estado. Acreditamos muito nessa área e provamos mais uma vez que o caminho e as oportunidades são realmente verdadeiras”, acrescentou.

Realizado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros do Espírito Santo (Sincor-ES) e pelo Clube Vida em Grupo (CVG-ES), a Jornada foi acompanhada de perto pelos respectivos presidentes José Romulo da Silva e Antônio Santa Catarina. Além disso, mais de 100 exemplares do livro A Lógica, de autoria de Alberto Júnior, foram vendidos na oportunidade.

*Imagens de Bruno Carvalho/Grupo Life Brasil.

Azul Seguros expande Seguro Popular para Cascavel (PR) 3292

Produto é voltado para quem não tem seguro de veículo; Preço pode ficar até 30% abaixo da média


Pioneira no lançamento do Seguro Popular, a Azul Seguros, uma empresa Porto Seguro, acaba de expandir a atuação do produto para a cidade de Cascavel, no Paraná. “Este é um seguro que estudamos diariamente para, aos poucos, alcançar cada vez mais a população que não possui proteção para o automóvel por conta do orçamento apertado. Por isso, desenhamos um produto que possibilita a diminuição no preço do seguro em até 30%”, afirma Felipe Milagres, diretor da Azul Seguros.

De acordo com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), estima-se que 70% dos veículos que circulam no Brasil estão descobertos. Ao lançar esse produto, a Azul Seguros estimula a inclusão securitária, incentiva novas oportunidades de negócio e contribui para a sustentabilidade do setor, pois utiliza peças de desmontagem. A redução de preço se tornou possível porque a Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou no ano passado as seguradoras a utilizarem peças de desmontagem em consertos de veículos, oriundas de empresas credenciadas.

A modalidade permite ainda a utilização de peças de reposição não originais novas, similares às dos fabricantes de veículos. “Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública, a cidade teve um aumento no número de roubos e furtos. Nosso propósito é oferecer um seguro para automóveis mais em conta e sem perder na qualidade no momento do reparo e também nos serviços oferecidos”, explica Felipe Milagres.

O serviço de reparo em caso de sinistro poderá ser realizado em oficinas referenciadas ou de livre escolha, com peças fornecidas pela Renova Ecopeças, empresa da Porto Seguro que possui experiência de três anos no segmento de desmontagem de veículos, que garante a procedência e a qualidade. Já em casos de reparos de freios, suspensão, amortecedores e pneus, que são itens de segurança, serão utilizadas peças novas e originais.

GBOEX apresenta o novo Portal do Associado: prático e inovador 3155

Espaço foi pensado para manter desempenho em computadores e smartphones

O GBOEX – Previdência e Seguro de Pessoas – está sempre inovando seus produtos e serviços, para garantir o melhor atendimento aos seus clientes. Recentemente apresentou o novo Portal do Associado: além do design moderno e clean, está mais fácil localizar informações de interesse, atualizar dados cadastrais, consultar benefícios e vantagens.

O Portal foi planejado pensando na melhor experiência para os seus usuários, mantendo excelente desempenho tanto em acessos pelo desktop ou notebook, quanto em dispositivos móveis, como celular e tablet.

Outra novidade é que esse espaço agora contempla recursos de acessibilidade, como a possibilidade de aumento das fontes. “Buscamos sempre aprimorar as formas de comunicação com os nossos associados. O Portal está mais intuitivo, facilitando e atendendo as necessidades de todos os perfis de usuários”, explica a Assessora de Marketing e Comunicação do GBOEX, Ana Maria Pinto. Além de todas essas vantagens, a segurança das informações disponibilizadas são garantidas pelo certificado digital.

O GBOEX completa 105 anos em maio de 2018, e sua missão é garantir aos seus associados a segurança que a sua família merece.

GBOEX – Tradição, solidez e segurança, valores que fazem a diferença na vida de muitas pessoas.

Generali lança perfil no Spotify 2951

Ideia é posicionar marca e demonstrar visão positiva do mercado de seguros

A Generali Brasil Seguros, subsidiária brasileira da Generali e uma das principais seguradoras do mundo, lançou no dia 21, quarta-feira, seu perfil no aplicativo de música Spotify. Com as playlists “Meu Caminho Generali”, “Meu Tempo Generali”, “Meu Foco Generali” e “Generali do Brasil”, com duração média de 1h, a Companhia inova suas opções de comunicação com o público, de uma forma atrativa e divertida.

A Generali utilizará o perfil no aplicativo para ampliar a visibilidade da marca e permitir interações positivas no ambiente digital. Também irá transmitir o posicionamento da marca e demonstrar a visão positiva do mercado de seguros.

“Essa parceria com o Spotify mostra que a Generali enxerga a necessidade de apostar em novas formas de integrar a vida real e digital das pessoas a fim não só de protegê-las, mas também de participar ativamente do dia a dia de cada uma. Nosso intuito é ampliar nossos canais para milhões de pessoas mostrando por que a Generali é uma das maiores seguradoras mundiais”, afirma Michele Cherubini, Head de Marketing e Comunicação Externa.

Um novo corretor de seguros para o mercado de vida? Ou um novo mercado para este corretor? 8663

Wagner Torres

Wagner Torres abriu as atividades do CVG/RS em 2018

Um grupo seleto de corretores e operadores do mercado de seguros acompanhou a abertura das atividades do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG/RS) em 2018. O momento aconteceu no Clube do Comércio, localizado no Centro Histórico de Porto Alegre, na manhã desta terça-feira.

“Um novo corretor de seguros para o mercado de vida? Ou um novo mercado para este corretor?”. Foi com este questionamento que o gerente executivo da diretoria geral de Vida da Mapfre Seguros, Wagner Torres, deu início a apresentação onde correlacionou diversos fatores chave para o crescimento da participação dos seguros no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Na visão do especialista a solução não é a venda casada, e sim, a conscientização da importância do seguro de vida na manutenção das famílias.

Torres ainda apresentou alguns dados que evidenciam o panorama geral do seguro no Brasil, e, principalmente, quem é o corretor de seguros da atualidade. Segundo o executivo, 65% das receitas das corretoras são oriundas de negócios com Pessoas Físicas. O faturamento de até R$ 20 mil é registrado em mais de 60% dos casos.

Ainda na sequência de dados sobre os corretores, Wagner Torres evidenciou que a grande maioria das operações de corretoras são familiares, 66% funcionam com até 5 pessoas trabalhando – 5 também é o número médio de seguradoras que 78% dos profissionais da corretagem trabalham.

Palestra com Wagner Torres no CVG/RS – Todas as imagens

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