Fenômenos da natureza: Prevenção é o melhor remédio 10836

Seguradoras e profissionais dos ramos de proteção esclarecem questões relacionadas a temporais e vendavais

O verão brasileiro é caracterizado por fortes chuvas isoladas que por diversas vezes ocasionam perdas ao comércio e para a população em geral, muitas vezes pela falta de conscientização com a preservação do meio-ambiente e tantas outras pela própria desinformação. Por isso, o seguro se faz tão importante, pois ameniza os efeitos de perdas de forma antecipada e endossada por uma base sólida que garante a rentabilidade para todos os envolvidos no processo de mutualidade.

Alexandre de Souza Vieira, diretor de sinistros da Tokio Marine Seguradora / Divulgação

A Revista JRS, em janeiro de 2016, após um forte vendaval que deixou rastros de destruição e muitos prejuízos em Porto Alegre abordou o tema com o especialista em riscos, Alexandre de Souza Vieira, que alertou para as cláusulas nas apólices. Segundo o executivo, o seguro de automóvel prevê cobertura para vendavais e temporais, enquanto que, no seguro residencial, este tipo de cobertura deve ser contratado separadamente por parte do segurado.

“Os eventos da natureza são diretamente considerados na precificação do seguro. A principal maneira de precificar a apólice é analisar a incidência desses riscos pela região, sendo possível criar um preço regional de acordo com a frequência em que os fenômenos ocorrem naquele local”, conta Vieira ao explicar como as companhias precificam este tipo de risco, medido por dois parâmetros principais: frequênciaseveridade dos acontecimentos.

Alexandre Vieira destaca uma série de ações das companhias de seguros que apostam em fortes estruturas de precaução, para que o segurado tenha as informações necessárias para evitar sinistros. Entre as ações disponibilizadas pelas principais seguradoras do mercado está o envio de equipe especializada para realizar o atendimento e simplificar o fluxo de pagamentos. “Uma ação que facilitou esse mecanismo foi a criação de um canal exclusivo para regulação de sinistros via aplicativos, simplificando o fluxo de regulação”, reforça.

O corretor de seguros é o principal elo entre as empresas do ramo e os segurados e a proximidade e especialidade deste profissional é o que oferecerá a cobertura que mais se enquadre na necessidade do cliente, conforme os riscos e expectativas. “Em muitos casos, é desejo do comprador não incluir determinada cobertura, decisão que futuramente poderá prejudicá-lo patrimonialmente e economicamente. O corretor é o consultor que auxiliará na análise desses riscos”, exalta Alexandre Vieira.

O advogado Pery Saraiva Neto / Reprodução

O advogado e consultor jurídico Pery Saraiva Neto lembra que os eventos climáticos extremos, capazes de gerar grandes impactos em vidas e patrimônios, são de ocorrência relativamente recente no Brasil. Ainda que não se possa afirmar que não existiram no passado, “o fato é que somente recentemente começamos a catalogar e tentar entender estes eventos, e por conseguinte compreender os riscos decorrentes de eventos climáticos de maior envergadura. Não é da nossa experiência fenômenos como tornados, tufões ou ciclones, especialmente se compararmos com a experiência norte americana, mas o fato é que estes conceitos começaram a se tornar mais presentes entre nós a partir de 2004, com o que foi denominado de Catarina, na região sul de Santa Catarina, muito próximo ao litoral norte do Rio Grande do Sul”, registra.

Neto explica que fenômenos de maior proporção e com novas características passaram a ser mais frequentes, como o vendaval que deixou Porto Alegre (RS) irreconhecível em janeiro de 2016. “(Estes acontecimentos) chamam especial atenção, seja pelo volume de prejuízos, força dos ventos e por ter ocorrido em uma grande e importante capital. Como disse, não há como afirmar que não ocorreram eventos semelhantes antes. Pelo contrário, há muito acontecem. O que falta são dados”, elucida o também mestre em direito pela UFSC. “Este contexto é muito novo para nós. De lidarmos de forma mais séria e profissional com tais questões, destacadamente no aspecto preventivo, seja no poder público ou na iniciativa privada. Basta ver que os principais marcos legais sobre desastres naturais e defesa civil são muito recentes, posteriores a 2010 (Lei 12.608/2012, Lei 12.340/2010 e Decreto n. 7.257/2010)”, apresenta.

Uma das questões que mais intrigam os segurados se dá pela formação dos valores cobrados pelas coberturas. “Regiões com maior catalogação de caso de eventos extremos passam a receber um tratamento diferenciado e as populações sofrem impacto no preço dos seus seguros, especialmente os seguros patrimoniais. Pois são bens segurados localizados em regiões
cuja frequência e intensidade são mais agravadas. Para as companhias seguradoras, entender bem estas diferenças por regiões é o grande desafio, pois aí reside justamente a especificação e delimitação de riscos, com carteiras diferenciadas e assim por diante. O impacto nas apólices e carteiras vai muito além, por certo, quando da ocorrência de sinistros, pois gerará forte impacto nas reservas das seguradoras”, conta.

Pery Saraiva Neto também destaca para outra questão relevante na relação do consumidor de seguros com as companhias. “A questão da clareza da redação contratual para os consumidores é uma questão de ainda maior complexidade. No que toca especialmente aos seguros e mais precisamente nos riscos decorrentes de eventos climáticos extremos a realidade é que em razão do baixo conhecimento destes fenômenos, como antes referi, bem como pela complexa questão técnica e conceitual envolvida (diferenciar ciclone e furacão, por exemplo, ou a própria nomenclatura técnica que envolve os seguros), a atividade de intermediação de seguros, realizada pelos corretores, deveria ser fortemente aprimorada. O corretor é que tem o dever, básico e elementar, quase educativo, de bem fazer seu cliente entender qual a amplitude de seu seguro. Este esforço de compreensão tem que ser feito pelos corretores, com o apoio das seguradoras”, afirma.

O advogado destaca que, caso as apólices não expressem a exclusão de coberturas para vendavais e temporais, as mesmas devem cobrir tais eventos. “Mas é claro, há uma gama de questões correlatas de suma importância, sendo inadequado uma resposta categórica. Estas questões passam pelas peculiaridades de contratação (alteração do clausulado geral por cláusulas particulares ou especiais) incluindo ou excluindo eventos climáticos (nos seguros residenciais é como a exclusão de riscos relacionados a distúrbios climáticos imprevistos e que causem calamidade, por exemplo, mas há produtos específicos que podem ser agregados a um clausulado padrão – o custo, porém, será elevado, justamente em razão da intensidade dos
danos em tais eventos); Outro ponto é o desdobramento da questão supra é a clareza sobre o que seja um imprevisto, ou o que seja calamidade, para fins do seguro. Podemos, hoje, dizer que eventos climáticos extremos são imprevisíveis? Há tecnologia, há estudos e há histórico, tudo especialmente na região sul do Brasil”, explica.

A situação do bem antes do evento (danos preexistentes) também conta, assim como outros fatores. “Não podemos trabalhar com respostas categóricas em questões de seguros, ainda mais
quando envolvidas com riscos ambientais e climáticos”, justifica ao lembrar que precaução é a melhor forma de se enfrentar eventos da natureza. “Valem as regras gerais de cautela, de buscar locais seguros, para proteção. Mas no particular, cumprir automaticamente as orientações da Defesa Civil e das forças públicas envolvidas com a emergência”, complementa.

O Código de Defesa do Consumidor foi um dos maiores ganhos da população brasileira em seus mais de 25 anos de criação, porém, o também diretor da Associação Internacional de Direito
do Seguro (AIDA Brasil) destaca que é preciso avançar na discussão do tema. “Temos que avançar mais, para que esta informação seja útil, relevante, qualificada e compreensível”, conta ao efetivar a importância da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI Brasil) classifica os veículos Renault Fluence, da Renault, e Sentra, da Nissan, como os melhores contra enchentes. O Índice de Danos de Enchente avalia o risco da ocorrência de panes mecânicas e elétricas pela exposição indevida de carros às lâminas d’água, garantindo sua mobilidade. O indicativo técnico serve de referência não apenas para a indústria, como também, para o consumidor. Com quatro estrelas, meio ponto abaixo dos primeiros colocados, compõem o ranking os modelos Peugeot 208 (Active e Allure), Renault Duster high-flex 4×2 (Expression), e Chevrolet Cobalt (LTZ).

O Centro de Experimentação enviou algumas dicas, caso seu veículo esteja em meio a uma enchente

  • Se o carro morrer, não dê a partida novamente. Você pode piorar ainda mais o quadro de pane elétrica ou mecânica.
  • Em casos de alagamento, não arrisque. Espere até que a água comece a baixar para seguir caminho.
  • A eficiência de seguir o rastro de outro carro é mito. A água pode voltar em formato de onda e prejudicar o sistema elétrico do carro.
  • Verifique itens básicos como o estado dos pneus e das palhetas de limpeza.
  • Confira se as luzes de iluminação do carro estão em pleno funcionamento, principalmente as setas e as luzes de freio.
Emerson Farias, analista técnico do CESVI Brasil / Reprodução

Para Emerson Farias, analista técnico do CESVI Brasil, alguns cuidados são necessários para guiar carros em condições adversas, como no caso de fortes chuvas ou enchentes. “Um erro comum é querer arriscar e passar com o automóvel em áreas alagadas. É aconselhado, no máximo, passar em trechos em que a água esteja na altura da metade das rodas do carro, como é informado no manual do proprietário. O que passar disso, é risco”, afirma Farias. “Em geral, quando a rua está coberta pela água, o motorista raramente consegue ver se há buracos ou barreiras na pista, o que agrava o cenário de possíveis acidentes. O melhor mesmo é encostar o carro, desligá-lo e aguardar pacientemente até que a água baixe para seguir caminho”, reforça.

A Itaú Seguros Auto e Residência também registrou um aumento de 9,6% nos casos de sinistros, média nos meses de janeiro entre 2013 a 2015, em relação ao comportamento da carteira.

Outra companhia especialista em desenvolver ações decorrentes de desastres naturais é a SulAmérica, representada na Região Sul pelo diretor Gilson Bochernitsan. “Nos seguros residencial e empresarial a SulAmérica oferece coberturas acessórias para cobrir desastres naturais como vendavais, fortes chuvas, queda de raios, entre outros”, destaca ao lembrar que a companhia utiliza dados do mercado e suas informações internas para avaliar quais regiões são mais afetadas por fenômenos da natureza, em qual época do ano e que tipos de sinistro são mais comuns. Com base no histórico dos registros é possível ter um panorama dos riscos de cada seguro. “Em caso de sinistros ocasionados por desastres dessa espécie, o segurado deve
acionar a SulAmérica o mais breve possível por meio dos nossos canais de atendimento. Os corretores parceiros da SulAmérica também estão aptos a orientar os segurados, configurando um importante suporte em situações como essas. Nosso objetivo é atender com rapidez e permitir que as famílias e empresas possam voltar à normalidade o quanto antes. Por isso, estamos sempre atentos, muitas vezes reforçando nossa operação de atendimento quando há uma situação anormal devido a chuvas, vendavais e outros eventos climáticos. No ano passado, fizemos isso no Rio Grande do Sul e em outros estados, o que beneficiou muito nossos clientes”, lembra.

Gilson Bochernitsan em entrevista ao JRS

A SulAmérica, maior seguradora independente de ramos gerais no Brasil, acredita que o corretor é peça chave para o relacionamento e a comunicação com os segurados. “Ele é a nossa interface diante do cliente e quem dá ainda mais credibilidade para os nossos produtos e serviços. Muitas vezes, o segurado aciona primeiramente o seu corretor para informar o sinistro ou tirar dúvidas sobre seus produtos. Os corretores são nossos grandes parceiros de negócios e vêm abraçando cada vez mais o papel de consultores de proteção, e para isso damos todo o suporte, com treinamento e eficientes canais de comunicação”, esclarece.

A companhia também alerta outras modalidades de seguro, que não a de automóveis. “No caso dos seguros empresarial e residencial é importante avaliar se as telhas, vidros e vedações em geral estão em boas condições para suportar a força do vento ou uma grande quantidade de água”, alerta. “Em alguns casos é realizada a vistoria do imóvel ou veículo, mas não há exigências específicas por cobertura. Quando o cliente vai contratar um seguro, é importante optar por uma apólice que atenda adequadamente às suas necessidades”, finaliza Gilson Bochernitsan.

Alfredo Chaia é especialista em riscos / Reprodução

“Falamos fundamentalmente das ações para evitar que algo aconteça, mas estamos também falando em atendimento comercial, expertise em subscrição de riscos e engenharia e ainda estar preparados para atendimento de alto nível aos sinistros são a nossa filosofia”, disse Alfredo Chaia, em uma entrevista que deu ênfase para a relação entre o segurado, o corretor de seguros e a companhia de seguros no programa Seguro Sem Mistério.

O assunto não poderia deixar de contar com a contribuição dos corretores de seguros, representados nesta reportagem pelo gaúcho Paulo Ibañes. “Nos últimos dez anos os custos dos seguros residenciais, comerciais e industriais vem sofrendo constantes aumentos devido as disfunções climáticas, principalmente nas coberturas de vendaval e consequentemente suas franquias, causadas pelas poluições do meio ambiente e seus ecossistemas”, conta ao lembrar que mais de 90% das apólices preveem este tipo de cobertura.

Segundo o profissional é fundamental manter a calma caso aconteça algum imprevisto. “Em todos (os tipos de infortúnios) o segurado deverá manter a calma, avisar o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar de suas regiões. Fotografar os sinistros em seus detalhes, avisar seu corretor de seguros ou a seguradora imediatamente após o fato”, diz Ibañes ao enfatizar que o corretor é o único profissional devidamente habilitado, treinado e capacitado para atender as demandas de seus segurados, bem como oferecer as proteções que mais se adequar as necessidades do segurado e por estar conectado 24 horas por dia. “Lamentavelmente os desastres naturais poderiam ser amenizados com algumas atitudes das autoridades locais, como a aquisição de equipamentos meteorológicos com previsão de determinadas tempestades, retirada de árvores muito velhas e algumas já em estado de apodrecimento, limpezas sistemáticas dos bueiros, conscientização e educação da população através de medidas e campanhas preventivas”, completa. “O mais importante é contratar seguros somente através do corretor, com este profissional sua vida certamente será mais segura e tranquila”, aponta.

Setor de seguros volta a ficar pessimista, segundo Índice 480

Queda

Maio foi extremamente ruim, na perspectiva do mercado

O mês de maio de 2018 foi extremamente ruim para as expectativas do setor de seguros. Pelo menos, três fatores foram marcantes: a continuidade da incerteza política, a subida do dólar e, por fim, a greve dos caminhoneiros. Tudo isso trouxe desânimo nas respostas e nas previsões das companhias entrevistadas pelo Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS). O estudo é realizado mensalmente pela Rating de Seguros Consultoria e reflete a expectativa de aproximadamente 100 companhias do setor.

O setor de seguros inverteu a tendência e voltou a ficar pessimista, fato que não acontecia desde julho de 2017. Ou seja, isso significa que, nesse momento, as empresas esperam que a situação daqui a seis meses esteja pior do que a situação atual.

O ICSS caiu de 120,7 em abril para 95,9 em maio. As grandes corretoras (ICGC) são as mais pessimistas, de 115,1 em maio, a expectativa em relação ao próximo semestre caiu para 81,9.

O número 100, que divide o índice ao meio, sinaliza que a expectativa atual é que a situação permaneça a mesma no futuro. Por outro lado, quanto maior esse valor, mais otimista está o segmento; e vice-versa.

Confira o estudo completo.

Porto Seguro oferece coberturas a partir de cinco vidas com vantagens exclusivas 585

Saúde

Planos podem ser com ou sem coparticipação

As pequenas e médias empresas brasileiras têm crescido de forma quantitativa e qualitativa: de acordo com dados do Ministério do Trabalho divulgados no segundo semestre de 2017, as PMEs geraram mais de 320 mil vagas formais de emprego entre janeiro e agosto do mesmo ano. Essa participação na empregabilidade do país se deve não somente ao número de novos empreendimentos, que está em ascensão, mas também às próprias políticas públicas do Brasil, que têm melhorado as condições para que estes novos negócios avancem.

Atento a estas mudanças, o Porto Seguro Saúde passou a disponibilizar o Seguro Saúde para Pequenas e Médias Empresas a partir de cinco vidas. Lançado em julho de 2017, o benefício conta com a opção de planos com ou sem coparticipação e dá acesso a vantagens como:

  • Canal médico – que proporciona contato direto entre médico do paciente e equipe médica da seguradora para tratar de internações programadas – iniciativa exclusiva da Porto Seguro Saúde.
  • Reembolso 100% digital – opção simples e rápida para consultas, terapias, exames, procedimentos e cirurgias, despesas hospitalares e internações.
  • Solicitações e acompanhamento de autorização via site e aplicativo – facilita o processo de autorização de exames, terapias, cirurgias ambulatoriais, internações e procedimentos médicos em geral.
  • Cuidados com pacientes crônicos – oferecidos por meio de educação continuada, ministrada por profissionais especializados, além do acompanhamento de equipe médica multidisciplinar.

“O Porto Seguro Saúde reconhece o segmento PME como promissor e estuda constantemente esse mercado para desenvolver produtos que agreguem valor às necessidades das empresas diante do atual cenário econômico”, explica Mônica Bortolossi, Superintendente do Porto Seguro Saúde.

Além de ser acessível, o Porto Seguro Saúde PME cinco vidas oferece facilidades exclusivas aos segurados: os aplicativos Porto Seguro Saúde e Odonto, por exemplo, podem ser baixados gratuitamente nos sistemas operacionais Google Play (Android) e Apple Store (iOS) e, através dessas ferramentas, é possível acompanhar o status de reembolsos, receber dicas de saúde, consultar a Rede Referenciada de médicos e dentistas, acessar o cartão virtual do segurado, entre outros serviços.

Para mais informações sobre o Porto Seguro Saúde Pequenas e Médias Empresas, suas coberturas e benefícios, consulte um Corretor de Seguros.

Chubb diz que seguro para condomínio se modernizou para atender aumento dos riscos 480

Residencial

Companhia constata significativas mudanças no perfil

A Chubb, uma das maiores seguradoras do mundo, afirma que houve uma mudança significativa no perfil dos riscos associados à atividade de condomínios nos últimos anos. “Os projetos arquitetônicos tornaram-se mais arrojados e passaram a incluir equipamentos com alto nível de automação, novos materiais de revestimento externo, novos conceitos em sustentabilidade, paisagismos ousados e várias outras novidades que demandam coberturas apropriadas de seguro. Por isso, o brasileiro hoje está realizando uma análise mais criteriosa no momento de contratar uma apólice para cobrir as ameaças que rondam o seu patrimônio”, considera Alessandro Gomes, Diretor da área de seguros para Pequenas e Médias Empresas (PME) da Chubb.

De acordo com Alessandro, a Chubb oferece um seguro para condomínios que se modernizou nos últimos anos, acompanhando a evolução dos riscos. Uma das principais características é o fato de que pode ser facilmente contratado a partir do Portal do Corretor. Nesse portal, os corretores de seguros podem cotar com agilidade o produto pela internet, a fim de oferecer ampla proteção a condomínios residenciais, comerciais (escritórios e consultórios) e mistos (com residências, lanchonetes e lojas). O Portal também possibilita a emissão da apólice, geração de boletos, realização de outras formas de pagamento e vários outros recursos.

O atual produto da seguradora para condomínios pode ser comercializado com diversas coberturas e, com isso, possibilita o desenvolvimento de uma solução customizada para cada cliente. As coberturas tradicionais para possíveis prejuízos materiais são voltadas para incêndio, raio, explosão, alagamento, danos elétricos, equipamentos, desmoronamento, tumultos, vendaval e outros eventos.

Coberturas exclusivas

O seguro para condomínios da companhia também oferece coberturas exclusivas para paisagismo, despesas de locação de equipamentos e danos por água. O produto ainda concede proteção para síndico e condôminos em caso de responsabilização por danos a terceiros. Outro diferencial é o fato de que a apólice garante o valor de novo para a reposição de equipamentos na cobertura de danos elétricos. “Em função dessas e outras inovações, esse seguro da Chubb hoje se destaca como uma referência para o mercado”, afirma Alessandro Gomes.

O seguro para condomínios da Chubb está disponível ao lado de vários outros produtos no Portal do Corretor da companhia: D&O, Responsabilidade Civil Profissional para Saúde, RC Profissional para Advogados, Riscos Ambientais – Transportes, Apólice Avulsa de Transporte Internacional, Patrimonial para Comércio e Serviços, Riscos de Engenharia para Pequenas Obras, Entretenimento, Responsabilidade Civil Geral e Vida.

Plano de recuperação da Aplub ganha força 646

Negociação

Grupo empresarial está interessado em adquirir negócios

Reunião entre equipe interventora com um grupo empresarial interessado na Aplub e Aplubcap dá força a aprovação do plano de recuperação na Superintendência de Seguros Privados (Susep). A negociação ainda será apresentada ao Conselho Diretor da Susep.

Veja também: Associação de Defesa da Aplub apresenta plano de recuperação à Susep.

O interesse entre as partes é antigo, e agora avança para ampliação dos negócios de previdência, seguros e capitalização. O plano de recuperação proposto pela Associação em Defesa da Aplub (ADA) visa o encerramento do regime especial e viabiliza acordo entre Susep e interessados, além de priorizar a cobrança dos débitos da gestora da entidade na data de intervenção.

Veja ainda: Novo desfecho pode solucionar impasse em intervenção na Aplub.

Diretor-geral do Grupo Bradesco Seguros eleito um dos dez executivos jurídicos mais admirados do país 425

Ivan Luiz Gontijo Jr. é diretor-geral do Grupo Bradesco Seguros

Ivan Gontijo recebe premiação pela quarta vez consecutiva

O diretor-geral do Grupo Bradesco Seguros, Ivan Luiz Gontijo Jr., foi reconhecido como um dos dez “Executivos Jurídicos Mais Admirados do Brasil”. A homenagem aconteceu nessa terça-feira 19 de junho, durante o lançamento do anuário “Análise Executivos Jurídicos e Financeiros 2018”, editado pela Análise Editorial, em evento realizado em São Paulo.

É a quarta vez consecutiva que Ivan Gontijo – responsável também pelo Jurídico, Compliance e Secretaria Geral do Grupo Segurador – recebe a premiação. O diretor-geral da holding ficou entre os 44 executivos jurídicos mais citados por seus pares, em um universo de duas mil empresas. Responsáveis pelos departamentos jurídicos das maiores empresas em operação no país foram convidados a indicar os colegas que mais respeitam profissionalmente, sem que fosse apresentada uma lista prévia de nomes.

Ivan Gontijo atua há 33 anos no Grupo Bradesco Seguros. Professor licenciado de Direito Comercial (Universidade Católica de Petrópolis) e Direito do Seguro (Universidade Candido Mendes), integra a Comissão de Assuntos Jurídicos da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).