Fenômenos da natureza: Prevenção é o melhor remédio 6148

Seguradoras e profissionais dos ramos de proteção esclarecem questões relacionadas a temporais e vendavais

O verão brasileiro é caracterizado por fortes chuvas isoladas que por diversas vezes ocasionam perdas ao comércio e para a população em geral, muitas vezes pela falta de conscientização com a preservação do meio-ambiente e tantas outras pela própria desinformação. Por isso, o seguro se faz tão importante, pois ameniza os efeitos de perdas de forma antecipada e endossada por uma base sólida que garante a rentabilidade para todos os envolvidos no processo de mutualidade.

Alexandre de Souza Vieira, diretor de sinistros da Tokio Marine Seguradora / Divulgação

A Revista JRS, em janeiro de 2016, após um forte vendaval que deixou rastros de destruição e muitos prejuízos em Porto Alegre abordou o tema com o especialista em riscos, Alexandre de Souza Vieira, que alertou para as cláusulas nas apólices. Segundo o executivo, o seguro de automóvel prevê cobertura para vendavais e temporais, enquanto que, no seguro residencial, este tipo de cobertura deve ser contratado separadamente por parte do segurado.

“Os eventos da natureza são diretamente considerados na precificação do seguro. A principal maneira de precificar a apólice é analisar a incidência desses riscos pela região, sendo possível criar um preço regional de acordo com a frequência em que os fenômenos ocorrem naquele local”, conta Vieira ao explicar como as companhias precificam este tipo de risco, medido por dois parâmetros principais: frequênciaseveridade dos acontecimentos.

Alexandre Vieira destaca uma série de ações das companhias de seguros que apostam em fortes estruturas de precaução, para que o segurado tenha as informações necessárias para evitar sinistros. Entre as ações disponibilizadas pelas principais seguradoras do mercado está o envio de equipe especializada para realizar o atendimento e simplificar o fluxo de pagamentos. “Uma ação que facilitou esse mecanismo foi a criação de um canal exclusivo para regulação de sinistros via aplicativos, simplificando o fluxo de regulação”, reforça.

O corretor de seguros é o principal elo entre as empresas do ramo e os segurados e a proximidade e especialidade deste profissional é o que oferecerá a cobertura que mais se enquadre na necessidade do cliente, conforme os riscos e expectativas. “Em muitos casos, é desejo do comprador não incluir determinada cobertura, decisão que futuramente poderá prejudicá-lo patrimonialmente e economicamente. O corretor é o consultor que auxiliará na análise desses riscos”, exalta Alexandre Vieira.

O advogado Pery Saraiva Neto / Reprodução

O advogado e consultor jurídico Pery Saraiva Neto lembra que os eventos climáticos extremos, capazes de gerar grandes impactos em vidas e patrimônios, são de ocorrência relativamente recente no Brasil. Ainda que não se possa afirmar que não existiram no passado, “o fato é que somente recentemente começamos a catalogar e tentar entender estes eventos, e por conseguinte compreender os riscos decorrentes de eventos climáticos de maior envergadura. Não é da nossa experiência fenômenos como tornados, tufões ou ciclones, especialmente se compararmos com a experiência norte americana, mas o fato é que estes conceitos começaram a se tornar mais presentes entre nós a partir de 2004, com o que foi denominado de Catarina, na região sul de Santa Catarina, muito próximo ao litoral norte do Rio Grande do Sul”, registra.

Neto explica que fenômenos de maior proporção e com novas características passaram a ser mais frequentes, como o vendaval que deixou Porto Alegre (RS) irreconhecível em janeiro de 2016. “(Estes acontecimentos) chamam especial atenção, seja pelo volume de prejuízos, força dos ventos e por ter ocorrido em uma grande e importante capital. Como disse, não há como afirmar que não ocorreram eventos semelhantes antes. Pelo contrário, há muito acontecem. O que falta são dados”, elucida o também mestre em direito pela UFSC. “Este contexto é muito novo para nós. De lidarmos de forma mais séria e profissional com tais questões, destacadamente no aspecto preventivo, seja no poder público ou na iniciativa privada. Basta ver que os principais marcos legais sobre desastres naturais e defesa civil são muito recentes, posteriores a 2010 (Lei 12.608/2012, Lei 12.340/2010 e Decreto n. 7.257/2010)”, apresenta.

Uma das questões que mais intrigam os segurados se dá pela formação dos valores cobrados pelas coberturas. “Regiões com maior catalogação de caso de eventos extremos passam a receber um tratamento diferenciado e as populações sofrem impacto no preço dos seus seguros, especialmente os seguros patrimoniais. Pois são bens segurados localizados em regiões
cuja frequência e intensidade são mais agravadas. Para as companhias seguradoras, entender bem estas diferenças por regiões é o grande desafio, pois aí reside justamente a especificação e delimitação de riscos, com carteiras diferenciadas e assim por diante. O impacto nas apólices e carteiras vai muito além, por certo, quando da ocorrência de sinistros, pois gerará forte impacto nas reservas das seguradoras”, conta.

Pery Saraiva Neto também destaca para outra questão relevante na relação do consumidor de seguros com as companhias. “A questão da clareza da redação contratual para os consumidores é uma questão de ainda maior complexidade. No que toca especialmente aos seguros e mais precisamente nos riscos decorrentes de eventos climáticos extremos a realidade é que em razão do baixo conhecimento destes fenômenos, como antes referi, bem como pela complexa questão técnica e conceitual envolvida (diferenciar ciclone e furacão, por exemplo, ou a própria nomenclatura técnica que envolve os seguros), a atividade de intermediação de seguros, realizada pelos corretores, deveria ser fortemente aprimorada. O corretor é que tem o dever, básico e elementar, quase educativo, de bem fazer seu cliente entender qual a amplitude de seu seguro. Este esforço de compreensão tem que ser feito pelos corretores, com o apoio das seguradoras”, afirma.

O advogado destaca que, caso as apólices não expressem a exclusão de coberturas para vendavais e temporais, as mesmas devem cobrir tais eventos. “Mas é claro, há uma gama de questões correlatas de suma importância, sendo inadequado uma resposta categórica. Estas questões passam pelas peculiaridades de contratação (alteração do clausulado geral por cláusulas particulares ou especiais) incluindo ou excluindo eventos climáticos (nos seguros residenciais é como a exclusão de riscos relacionados a distúrbios climáticos imprevistos e que causem calamidade, por exemplo, mas há produtos específicos que podem ser agregados a um clausulado padrão – o custo, porém, será elevado, justamente em razão da intensidade dos
danos em tais eventos); Outro ponto é o desdobramento da questão supra é a clareza sobre o que seja um imprevisto, ou o que seja calamidade, para fins do seguro. Podemos, hoje, dizer que eventos climáticos extremos são imprevisíveis? Há tecnologia, há estudos e há histórico, tudo especialmente na região sul do Brasil”, explica.

A situação do bem antes do evento (danos preexistentes) também conta, assim como outros fatores. “Não podemos trabalhar com respostas categóricas em questões de seguros, ainda mais
quando envolvidas com riscos ambientais e climáticos”, justifica ao lembrar que precaução é a melhor forma de se enfrentar eventos da natureza. “Valem as regras gerais de cautela, de buscar locais seguros, para proteção. Mas no particular, cumprir automaticamente as orientações da Defesa Civil e das forças públicas envolvidas com a emergência”, complementa.

O Código de Defesa do Consumidor foi um dos maiores ganhos da população brasileira em seus mais de 25 anos de criação, porém, o também diretor da Associação Internacional de Direito
do Seguro (AIDA Brasil) destaca que é preciso avançar na discussão do tema. “Temos que avançar mais, para que esta informação seja útil, relevante, qualificada e compreensível”, conta ao efetivar a importância da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI Brasil) classifica os veículos Renault Fluence, da Renault, e Sentra, da Nissan, como os melhores contra enchentes. O Índice de Danos de Enchente avalia o risco da ocorrência de panes mecânicas e elétricas pela exposição indevida de carros às lâminas d’água, garantindo sua mobilidade. O indicativo técnico serve de referência não apenas para a indústria, como também, para o consumidor. Com quatro estrelas, meio ponto abaixo dos primeiros colocados, compõem o ranking os modelos Peugeot 208 (Active e Allure), Renault Duster high-flex 4×2 (Expression), e Chevrolet Cobalt (LTZ).

O Centro de Experimentação enviou algumas dicas, caso seu veículo esteja em meio a uma enchente

  • Se o carro morrer, não dê a partida novamente. Você pode piorar ainda mais o quadro de pane elétrica ou mecânica.
  • Em casos de alagamento, não arrisque. Espere até que a água comece a baixar para seguir caminho.
  • A eficiência de seguir o rastro de outro carro é mito. A água pode voltar em formato de onda e prejudicar o sistema elétrico do carro.
  • Verifique itens básicos como o estado dos pneus e das palhetas de limpeza.
  • Confira se as luzes de iluminação do carro estão em pleno funcionamento, principalmente as setas e as luzes de freio.
Emerson Farias, analista técnico do CESVI Brasil / Reprodução

Para Emerson Farias, analista técnico do CESVI Brasil, alguns cuidados são necessários para guiar carros em condições adversas, como no caso de fortes chuvas ou enchentes. “Um erro comum é querer arriscar e passar com o automóvel em áreas alagadas. É aconselhado, no máximo, passar em trechos em que a água esteja na altura da metade das rodas do carro, como é informado no manual do proprietário. O que passar disso, é risco”, afirma Farias. “Em geral, quando a rua está coberta pela água, o motorista raramente consegue ver se há buracos ou barreiras na pista, o que agrava o cenário de possíveis acidentes. O melhor mesmo é encostar o carro, desligá-lo e aguardar pacientemente até que a água baixe para seguir caminho”, reforça.

A Itaú Seguros Auto e Residência também registrou um aumento de 9,6% nos casos de sinistros, média nos meses de janeiro entre 2013 a 2015, em relação ao comportamento da carteira.

Outra companhia especialista em desenvolver ações decorrentes de desastres naturais é a SulAmérica, representada na Região Sul pelo diretor Gilson Bochernitsan. “Nos seguros residencial e empresarial a SulAmérica oferece coberturas acessórias para cobrir desastres naturais como vendavais, fortes chuvas, queda de raios, entre outros”, destaca ao lembrar que a companhia utiliza dados do mercado e suas informações internas para avaliar quais regiões são mais afetadas por fenômenos da natureza, em qual época do ano e que tipos de sinistro são mais comuns. Com base no histórico dos registros é possível ter um panorama dos riscos de cada seguro. “Em caso de sinistros ocasionados por desastres dessa espécie, o segurado deve
acionar a SulAmérica o mais breve possível por meio dos nossos canais de atendimento. Os corretores parceiros da SulAmérica também estão aptos a orientar os segurados, configurando um importante suporte em situações como essas. Nosso objetivo é atender com rapidez e permitir que as famílias e empresas possam voltar à normalidade o quanto antes. Por isso, estamos sempre atentos, muitas vezes reforçando nossa operação de atendimento quando há uma situação anormal devido a chuvas, vendavais e outros eventos climáticos. No ano passado, fizemos isso no Rio Grande do Sul e em outros estados, o que beneficiou muito nossos clientes”, lembra.

Gilson Bochernitsan em entrevista ao JRS

A SulAmérica, maior seguradora independente de ramos gerais no Brasil, acredita que o corretor é peça chave para o relacionamento e a comunicação com os segurados. “Ele é a nossa interface diante do cliente e quem dá ainda mais credibilidade para os nossos produtos e serviços. Muitas vezes, o segurado aciona primeiramente o seu corretor para informar o sinistro ou tirar dúvidas sobre seus produtos. Os corretores são nossos grandes parceiros de negócios e vêm abraçando cada vez mais o papel de consultores de proteção, e para isso damos todo o suporte, com treinamento e eficientes canais de comunicação”, esclarece.

A companhia também alerta outras modalidades de seguro, que não a de automóveis. “No caso dos seguros empresarial e residencial é importante avaliar se as telhas, vidros e vedações em geral estão em boas condições para suportar a força do vento ou uma grande quantidade de água”, alerta. “Em alguns casos é realizada a vistoria do imóvel ou veículo, mas não há exigências específicas por cobertura. Quando o cliente vai contratar um seguro, é importante optar por uma apólice que atenda adequadamente às suas necessidades”, finaliza Gilson Bochernitsan.

Alfredo Chaia é especialista em riscos / Reprodução

“Falamos fundamentalmente das ações para evitar que algo aconteça, mas estamos também falando em atendimento comercial, expertise em subscrição de riscos e engenharia e ainda estar preparados para atendimento de alto nível aos sinistros são a nossa filosofia”, disse Alfredo Chaia, em uma entrevista que deu ênfase para a relação entre o segurado, o corretor de seguros e a companhia de seguros no programa Seguro Sem Mistério.

O assunto não poderia deixar de contar com a contribuição dos corretores de seguros, representados nesta reportagem pelo gaúcho Paulo Ibañes. “Nos últimos dez anos os custos dos seguros residenciais, comerciais e industriais vem sofrendo constantes aumentos devido as disfunções climáticas, principalmente nas coberturas de vendaval e consequentemente suas franquias, causadas pelas poluições do meio ambiente e seus ecossistemas”, conta ao lembrar que mais de 90% das apólices preveem este tipo de cobertura.

Segundo o profissional é fundamental manter a calma caso aconteça algum imprevisto. “Em todos (os tipos de infortúnios) o segurado deverá manter a calma, avisar o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar de suas regiões. Fotografar os sinistros em seus detalhes, avisar seu corretor de seguros ou a seguradora imediatamente após o fato”, diz Ibañes ao enfatizar que o corretor é o único profissional devidamente habilitado, treinado e capacitado para atender as demandas de seus segurados, bem como oferecer as proteções que mais se adequar as necessidades do segurado e por estar conectado 24 horas por dia. “Lamentavelmente os desastres naturais poderiam ser amenizados com algumas atitudes das autoridades locais, como a aquisição de equipamentos meteorológicos com previsão de determinadas tempestades, retirada de árvores muito velhas e algumas já em estado de apodrecimento, limpezas sistemáticas dos bueiros, conscientização e educação da população através de medidas e campanhas preventivas”, completa. “O mais importante é contratar seguros somente através do corretor, com este profissional sua vida certamente será mais segura e tranquila”, aponta.

Rede Lojacorr inaugura 46ª Unidade, em Sergipe 535

Maior rede de corretoras de seguros do Brasil segue processo de expansão

A Rede Lojacorr, maior Rede de Corretoras de Seguros independentes do Brasil, segue em processo de expansão por todo o país e inaugurou na última quinta-feira (11/01), na capital de Sergipe, Aracaju, sua 46ª Unidade.

Para celebrar a nova Unidade Rede Lojacorr Sergipe, foi oferecido um café da manhã no hotel Aquarios, com a presença de aproximadamente 50 pessoas, entre corretores e representantes das companhias seguradoras locais, e diretores da empresa. “A expectativa de desenvolvimento da Unidade Sergipe é ótima”, afirma Mayara Barreto, concessionária responsável pela Unidade. “O evento rendeu muitos contatos de corretores interessados em realizar o cadastro conosco, e já iniciamos os agendamentos para reuniões com eles. Temos, de imediato, dois inscritos, já produzindo, e mais oito agendados interessados em ingressar”.

O diretor Comercial da Rede Lojacorr, Geniomar Pereira, declara a satisfação com a chegada a Sergipe. “Há dois anos estávamos planejando ingressar no Nordeste e agora inauguramos a Unidade Sergipe, que já é a nossa quinta na região. Essas conquistas são motivo de muito orgulho e dão a noção de onde queremos chegar – a Rede Lojacorr pretende, no curto prazo, atender corretores de seguros de todos os pontos do Nordeste. Iremos inaugurar ainda no primeiro semestre de 2018 as Unidades Maceió, Fortaleza e Recife, e nosso objetivo é chegar até o início de 2019 com uma Unidade em cada estado nordestino. Estamos dando passos firmes para abranger todo o Nordeste e todo o Brasil”, demonstra.

Multiplus oferece 15 pontos por real gasto na contratação de seguro viagem Assist Card 482

Promoção é válida até 25 de janeiro

Os participantes Multiplus que estão com viagem marcada para o mês de janeiro poderão acumular ainda mais pontos na contratação do seguro viagem. Até o dia 25 deste mês, será possível acumular 15 pontos por real gasto na contratação de uma apólice da Assist Card, por meio da Multiplus Corretora de Seguros. Membros do novo Clube Multiplus terão até 30% de pontos extras, conforme o plano contratado, e assim acumularão ainda mais pontos.

A promoção é válida para os seguros emitidos por meio da plataforma da Multiplus, com vigência inicial ainda no mês de janeiro e com voo saindo do Brasil. Os pontos serão creditados na conta do participante em até 30 dias após a data do pagamento.

Os planos da Assist Card incluem assistência médica, rastreamento de bagagem, reembolso em caso de cancelamento ou atraso de voos, emergências odontológicas, cobertura para práticas de esportes radicais e acompanhamento de menores de idade.

Países da Europa que fazem parte do Tratado de Schengen, por exemplo, exigem que o viajante tenha um seguro viagem. Com a promoção, além de garantir uma viagem tranquila, o participante incrementará a sua poupança de pontos e poderá utilizá-los em novas viagens para mais de mil destinos operados pela LATAM e companhias aéreas parceiras pela oneworld.

Casa de Saúde São José inaugura nova emergência 444

Hospital passa a oferecer atendimento em novas especialidades a partir deste mês

A Casa de Saúde São José, tradicional hospital do Rio de Janeiro, vai inaugurar uma nova Emergência 24 horas, em janeiro. O setor passou por remodelação e modernização e teve sua área triplicada, o que permitiu a ampliação das especialidades oferecidas. Com a nova estrutura, haverá atendimento médico em Cardiologia, Clínica Médica, Ortopedia e Obstetrícia, além de especialidades de apoio nas áreas de Neurologia, Neurocirurgia, Cirurgia Geral, Cirurgia Vascular, Urologia e Cirurgia Cardíaca. Foram investidos R$ 10 milhões nessa iniciativa.

“Esperamos um aumento de 200% nos atendimentos para os próximos dois anos, chegando a 6 mil por mês. Para isso, contaremos com uma equipe altamente qualificada, com mais de 100 profissionais especialmente treinados para este tipo de atendimento. Fizemos contratações para diversas posições, como enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos. Nossa equipe praticamente dobrou para atender às novas demandas”, aponta o diretor executivo da Casa de Saúde São José, Nélisson do Espírito Santo.

Coordenador clínico da Casa de Saúde São José, o cardiologista José Kezen explica que o projeto foi baseado em quatro pilares. “Teremos os seguintes pontos focais: atendimento voltado para a necessidade individual, classificação de risco e admissão simultâneas, pacientes graves com encaminhamento direto ao leito e casos menos graves com assistência mais ágil”, explica José Kezen.

A remodelação incluiu também uma obra no pátio, o que vai garantir o melhor acesso de ambulâncias à unidade. De acordo com Kezen, algumas iniciativas já foram implementadas para garantir mais agilidade ao atendimento. Desde agosto, os pacientes são recebidos na recepção por um enfermeiro, o que confere à etapa de classificação de risco mais técnica e acolhimento.

“Além disso, os colaboradores foram treinados para usar uma ferramenta de gerenciamento de fluxo de trabalho. A meta é reduzir o tempo de atendimento do paciente, da recepção à alta hospitalar”, aponta o médico.

SulAmérica traz ao Brasil o aplicativo Sharecare 448

Programa Saúde Ativa é reforçado em 2018 com tecnologia inédita para gestão de saúde e bem-estar

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, apresenta mais uma novidade do programa Saúde Ativa para apoiar a gestão de saúde e bem-estar dos beneficiários: o aplicativo Sharecare. Inédita no Brasil, a ferramenta de e-health contribui para que o usuário adote um estilo de vida mais equilibrado, agregando tecnologias inovadoras para monitorar condições de saúde e engajá-lo em atividades de autocuidado.

“Trazer um aplicativo tão inovador e completo quanto o Sharecare para o mercado nacional é mais uma iniciativa da SulAmérica que reforça o compromisso da companhia com a excelência e a inovação na gestão de saúde populacional. Este é um trabalho que temos desenvolvido desde 2002, por meio do Saúde Ativa, e que é intensificado com a chegada da ferramenta, oferecendo ao segurado uma experiência personalizada, eficaz e divertida para cuidar da saúde”, afirma o vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, Maurício Lopes.

A plataforma possui um sistema de inteligência que permite ao usuário descobrir se a sua idade cronológica corresponde à idade real do seu corpo, aplicação que tangibiliza, de forma lúdica, o resultado do monitoramento de saúde. Essa estimativa é calculada a partir de informações captadas por interações diárias via app, além da integração com wearables, dispositivos eletrônicos e bancos de dados. Criada pelos especialistas Dr. Mehmet Oz e Dr. Mike Roizen, nos Estados Unidos, a metodologia já foi testada por mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo.

Dessa forma, o segurado pode acessar, com privacidade e segurança, num único aplicativo, todo o seu perfil de saúde, incluindo medidas antropométricas, pressão arterial, doenças preexistentes, resultados de exames e hábitos de alimentação, sono e exercícios. É possível, ainda, monitorar o estresse a partir do tom e da intensidade de voz utilizados em ligações telefônicas ou através de comando manual, de acordo com o sistema operacional do smartphone. Com a atualização constante desses dados, os algoritmos aprendem cada vez mais sobre o indivíduo e sobre o que ele precisa para uma vida mais feliz e equilibrada.

A plataforma trabalha, então, para apoiá-lo na adoção de um estilo de vida saudável, identificando pontos de melhoria e recomendando mudanças simples que possam fazer a diferença ao longo do tempo. Diariamente, o usuário recebe conteúdos de especialistas e recomendações personalizadas, além de lembretes para atividades. Quando oito ou mais metas diárias são atingidas, conquista-se um Green Day (Dia Saudável).

O aplicativo Sharecare está disponível para download gratuito na Google Play Store (Android) e na Apple Store (iOS). Para acesso a conteúdos exclusivos da SulAmérica, os segurados devem baixa-lo diretamente pelo app SulAmérica Saúde.

Clube dos Corretores do RJ: Perspectivas para 2018 446

Presidente do CCS-RJ faz balanço de 2017 e projeta 2018

A perspectiva de retomada do crescimento da economia é um dos fatores que, de acordo com o presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), Jayme Torres, podem melhorar o desempenho do mercado de seguros. Apesar de ver 2018 com bons olhos, ele observa que também será um ano em que será preciso estar atento. “Com as eleições, grandes eventos e os feriados prolongados, estatisticamente, roubos podem ser mais frequentes do que em outros anos”, avalia.

Além disso, Torres acha importante, para os seguradores, dispensar atenção extra às novidades tecnológicas e como elas podem facilitar o trabalho dos corretores. “O uso de novas ferramentas pode ser um estímulo para o aprimoramento da carreira dos corretores, é preciso despertar essa necessidade para aqueles que ainda não aderiram à era digital”, afirma.

O presidente do CCS-RJ chama a atenção também para as primeiras responsabilidades do ano dos corretores de seguros. “O corretor que possuir uma empresa enquadrada no Simples Nacional tem que estar atento para o recadastramento das Corretoras PJ pela Susep”, relembra. O prazo para recadastramento na Superintendência de Seguros Privados (Susep) vai de 1º de março até 30 de agosto de 2018.

Um balanço de 2017

Para o presidente do CCS-RJ, 2017 foi um ano de conquistas no combate à proteção veicular. Ele destaca a presença do Clube nas audiências públicas sobre o tema e a crescente atenção que tem sido dada pela imprensa ao assunto. “Ganhamos mais voz no combate a essa prática com matérias veiculadas no jornal O Globo, no Bom dia Brasil, na Rede Bandeirantes, na Globo News e no ‘Mais você’. Em todas elas participamos com informações e entrevistas”, afirma.

Um dos objetivos da diretoria para este ano é intensificar essa atuação. “Continuaremos nosso trabalho na divulgação, denúncia e combate à forma ilegal como essas associações atuam, buscando conscientizar as pessoas que pensam estar protegidas ao contratarem uma proteção veicular quando, na verdade, estão ainda mais vulneráveis”, garante.

Torres destaca outras ações do CCS-RJ no ano que passou, como a viabilização da participação dos corretores do Rio no Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros. “Nossa aproximação e trabalho em conjunto com as principais entidades do mercado, como o Sindseg-RJ, o CVG-RJ, o Sincor-RJ, a Escola Nacional de Seguros e a​ Fenacor também foram muito importantes em 2017”. Ele acredita ainda que a presença dos executivos das principais seguradoras nos encontros do Clube foram extremamente produtivas para a instituição. E anuncia: “a programação para 2018 será divulgada em breve”.