Previsul participa do #VerãoSuperSeguro do JRS 8722

Parceiros da companhia participaram de ação no QG do JRS no litoral gaúcho

Os finais de semana do verão já tem destino certo: o QG do JRS na praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS). O local é o point dos operadores e amigos do mercado de seguros e no último final de semana recepcionou os parceiros da Previsul Seguradora.

A seguradora entra em 2018 com o objetivo de ser a seguradora referência em digital. Seguindo uma linha mais leve, simples e direta na oferta de proteção, a Previsul é referência em seguros de vida, estando entre as maiores operações do segmento no Brasil. O GERENTE DA SUCURSAL RS, Gilberto Bittencourt, destacou a importância do corretor profissional de seguros, único canal de distribuição da companhia. “Estamos sempre aperfeiçoando nossas ferramentas para proporcionar a melhor experiência aos nossos parceiros de negócios e, claro, para nossos segurados”, explicou.

Este ano a campanha de incentivo de vendas gerou expectativa entre os profissionais da corretagem. A seguradora vai levar os 10 corretores com melhor desempenho em novas vendas emitidas entre 01 de janeiro a 31 de dezembro em uma viagem inesquecível com acompanhante para São Francisco e Vale do Silício, nos Estados Unidos. Os destinos são conhecidos como centros de tecnologia e inovação, onde nasceram grandes empresas como HP, Google e Facebook. Outra novidade é o programa de pontos “Clube Sou + Previsul”, que possibilita a troca de pontos por prêmios mensais mediante a produção.

Previsul Seguradora no QG do JRS no Litoral – Todas as imagens:

Conheça uma das lojas mais sofisticadas do litoral gaúcho 4055

Seguro Sem Mistério foi conhecer instalações da Helè Home

A apresentadora do Seguro Sem Mistério foi conferir de perto uma das lojas mais sofisticadas do litoral gaúcho. A Helè Home oferece produtos de cama, mesa, banho e decoração com alta qualidade e exclusividade!

A atração é apresentada de forma inédita sempre aos domingos, a partir das 11h30min, nos canais 520 e 20 da NET na Grande Porto Alegre; E ainda no 526 e 26 nas demais regiões do Rio Grande do Sul. Consulte o guia de programação e verifique as reprises de terça a domingo.

Clube dos Corretores de SP vai implantar novo plano de gestão 1245

No primeiro encontro do ano, diretoria da entidade presta conta aos associados e recebe o presidente reeleito do Sincor-SP

No primeiro encontro do ano, realizado no dia 6 de fevereiro, no Terraço Itália, o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) fez um balanço de suas atividades em 2017 e expôs as ações para 2018. De acordo com o secretário Evaldir Barboza de Paula, apesar da crise econômica, o CCS-SP encerrou o ultimo exercício com resultado positivo. Para este ano, algumas iniciativas estão previstas para a implantação de um plano de gestão profissional.

Evaldir Barboza de Paula, secretário do CCS-SP
Evaldir Barboza de Paula, secretário do CCS-SP / Divulgação

Cumprindo a tradição, o CCS-SP abriu os trabalhos do ano com a presença do presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo. Convidado para o encontro exclusivo, ele comentou a sua reeleição por aclamação, juntamente com sua diretoria, para o próximo mandato de quatro anos à frente do sindicato, e apresentou os principais pilares de seu plano de gestão.

Gestão profissional no Clube

Uma das primeiras ações da diretoria Executiva do CCS-SP neste ano será o recadastramento de associados, que deverá identificar desde o vínculo com pessoa jurídica até o histórico associativo e profissional de cada um. “Muitos associados estão conosco há muito tempo e isso precisa ser enaltecido”, disse o secretário Evaldir. Outra medida, segundo ele, será a reforma do estatuto do CCS-SP, que contemplará, inclusive, alterações na composição da diretoria. “A mudança no estatuto será deliberada e aprovada em assembleia específica com a participação de associados, após a apreciação das propostas”, disse.

Atualmente, o CCS-SP é gerido por apenas quatro membros, desde que houve o afastamento espontâneo de dois diretores no último ano. De acordo com o secretário, seguindo o modelo de outras entidades do setor, o quadro diretivo do CCS-SP deverá ser ampliado. “Até lá, constituiremos grupos com a participação de associados, como, por exemplo, a comissão para eventos extraordinários”, disse.

Metas do Sincor-SP

Reeleito para novo mandado na presidência do Sincor-SP, Alexandre Camillo aproveitou a ocasião para agradecer aos corretores o apoio e a confiança. Ex-mentor do Clube dos Corretores, eleito por aclamação em 2012, ele lembrou que seus primeiros passos na política setorial foram dados a partir de sua associação à entidade, 18 anos atrás. Destacou, ainda, que nesse curto espaço de tempo pôde alçar a presidência do Sincor-SP para a qual, agora, foi reeleito por aclamação.

Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP
Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP / Divulgação

Segundo o dirigente, a eleição com chapa única acrescenta um ineditismo à história recente do Sincor-SP. “Isso nos traz um sentimento de gratidão, mas não o entendimento de que somos unanimidade. Por isso, vamos arregaçar as mangas e trabalhar ainda mais”, disse. O plano de gestão para o atual mandado, construído com base na experiência dos últimos quatro anos, será focado em quatro pilares.

A administração do Sincor-SP, o primeiro pilar, será realizada com a otimização dos recursos, já considerando a nova realidade de reestruturação financeira pela qual os sindicatos patronais estão passando. Desde que a categoria aderiu ao Supersimples, o sindicato deixou de receber a contribuição sindical pessoa jurídica. Agora, com a modernização das leis trabalhistas, que tornou facultativa a contribuição sindical pessoa física, o Sincor-SP espera contar com a colaboração de seus associados. “Peço que continuem contribuindo porque nosso compromisso é manter a entidade com a mesma magnitude e representatividade da categoria”, disse.

O empreendedorismo, segundo pilar, é exercido também pelo Sincor-SP. Prova disso é a sua atuação consolidada como entidade certificadora digital e a criação da Câmara de Mediação e Conciliação, que, segundo Camillo, tem potencial para ser maior até que o próprio sindicato. “A Câmara promove o ciclo perfeito: valoriza o corretor, valoriza a instituição, trazendo rentabilidade e, especialmente, o consumidor ao promover a resolução de conflitos”, disse.

A atuação política do Sincor-SP junto ao Poder Público é o terceiro pilar do plano de gestão. “Sabemos que todos os movimentos passam pela política: o combate ao associativismo, os desafios tributários, novas reformas, enfim, precisamos estar inseridos na política”, disse. Por fim, o quarto pilar tem como foco transformar o Sincor-SP em um provedor de soluções para o corretor, inclusive como plataforma digital. Para tanto, o sindicato criou o Comitê de Inovação e Tecnologia que visa o empoderamento do corretor como melhor e maior canal de distribuição.

Durante o debate com a participação dos associados, Camillo revelou suas pretensões políticas. Respondendo ao questionamento de um corretor, ele reconheceu que o setor de seguros ainda não tem a representatividade na política nacional proporcional à pujança de um segmento que possui R$ 1 trilhão em reservas. A seu ver, também faltam representantes políticos oriundos do próprio mercado. “Não tenho apadrinhamento e não pretendo me afastar do Sincor-SP, mas se tiver o apoio dos corretores, tenho coragem e vontade para representar a nossa categoria em outras esferas”, disse.

Homenagens

Durante o almoço, o CCS-SP homenageou dois associados que neste ano irão completar 50 anos de carreira. Nilson Arello Barbosa, ex-mentor do CCS-SP, e Harry Leon Sztajer foram cumprimentados pelo mentor Adevaldo Calegari e pelo presidente do Sincor-SP, recebendo os aplausos dos demais associados.

Credicor

O almoço foi encerrado com a participação de Luiz Ioels, presidente da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Credicor-SP), que trouxe boas novas. Segundo ele, no último ano a cooperativa cresceu 20% em números de cooperados, somando 2.200 corretores. O capital próprio cresceu 44%, atingindo R$ 4 milhões, os depósitos a prazo já somam R$ 17 milhões e o rendimento bruto aumentou 49%. “O corretor que não é cooperado está perdendo dinheiro”, disse.

Mais de 48 mil corretores de seguros participaram de treinamentos 1470

Dados da SulAmérica indicam crescimento de 12% na participação em 2017

A SulAmérica registrou um aumento de 12% na quantidade de treinamentos realizados para capacitação de corretores em 2017. Foram 8.841 encontros durante todo o ano passado, ante 7.900 de 2016.

Veja também: 6 motivos para você contratar um seguro de vida em 2018.

Para o vice-presidente comercial, Matias Ávila, a participação dos corretores eleva a afinidade com a maior seguradora independente do país e a relação de confiança entre ambos. “O que fazemos é dispor ferramentas para que o profissional conheça melhor nossos produtos e tenha mais recursos para atender ao seu cliente da melhor maneira possível”, afirmou.

Matias Ávila é vice-presidente comercial da SulAmérica
Matias Ávila é vice-presidente comercial da SulAmérica / Reprodução

Confirmando a evolução registrada nos últimos anos, 48.845 corretores participaram do Programa de Capacitação de Corretores, no ano passado. O número representa alta de 9,4% frente aos 44.655 participantes em 2016.

Veja também: Ressarcimento de planos ao SUS não deve impactar beneficiários, segundo FenaSaúde

O Programa de Capacitação de Corretores é um dos pilares do PRA Corretor (Programa de Reconhecimento ao Corretor). Este, por sua vez, tem como foco a expansão de volume de negócios. Além de abordar as várias possibilidades de negócios com a SulAmérica, o programa ainda fornece dicas e informações sobre estratégias de vendas, sobretudo o cross-selling.

FenaSaúde: Ressarcimento de planos ao SUS não deve impactar beneficiários 947

Entidade avalia que não haverá impacto na operação das empresas nem nos preços dos planos

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve, na última quarta-feira (07), o dispositivo que regula a obrigatoriedade dos planos de saúde de reembolsarem o Sistema Único de Saúde (SUS), previsto na Lei 9656/98. Na análise da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), a decisão do Supremo não trará impacto prático na operação das operadoras nem nos valores das mensalidades dos planos de saúde. Do início da regulação – a partir da criação da ANS – até o ano passado, as associadas à FenaSaúde já desembolsaram R$ 371,6 milhões ao SUS.

A Federação lembra que suas empresas afiliadas já levavam em consideração – nos cálculos atuariais das mensalidades dos planos – os custos assistenciais referentes ao ressarcimento ao sistema público. “A decisão do Supremo não vai trazer qualquer modificação para o que hoje as operadoras já vêm cumprindo. As empresas obedecem rigorosamente a regulamentação da ANS, que se dá com base nos dispositivos da Lei 9.656. Portanto, esses pontos questionados – no processo de ação judicial da ação de inconstitucionalidade, que foi objeto da decisão – foram no sentido de validar esses dispositivos legais. As associadas à FenaSaúde já vêm cumprindo essas obrigações desde a edição da Lei dos Planos de Saúde e da regulamentação da ANS”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação.

Importante esclarecer que, no caso das associadas à Federação, a utilização do SUS por seus beneficiários decorre, geralmente, quando vítimas de acidentes em vias públicas são levadas, inicialmente, a hospitais do SUS, seguindo determinações previstas em legislação vigente.

De acordo com a presidente da FenaSaúde, é uma inverdade a afirmação de que todas as operadoras tenham interesse em direcionar seus beneficiários para a rede do sistema público. “As operadoras foram responsáveis por cerca de 1,3 bilhão de procedimentos em 2016 segundo dados da ANS, muitos deles de alta complexidade. Precisamos ser informados quando um consumidor do serviço dá entrada no SUS, para promover sua transferência para a rede privada o mais rápido possível, levando sempre em consideração seu estado de saúde. Isso diminuiria consideravelmente os valores de ressarcimento”, explica Solange Beatriz.

Vale pontuar, ainda, que a alegação de que os beneficiários de planos de saúde sobrecarregam a rede pública é uma descrição completamente invertida dos fatos, já que é obrigação do poder público oferecer atendimento integral e com acesso universal. Antes de serem beneficiários de planos de saúde, brasileiros que contratam a saúde privada também são cidadãos e podem optar pelo meio de atendimento público. Esse é um direito constitucional.

“Na questão conceitual, entendemos que há dupla cobrança aos beneficiários de planos de saúde. Esses recursos que as empresas desembolsam o ressarcimento são oriundos das mensalidades pagas pelos consumidores, que já contribuem com a quitação de impostos para financiar o sistema público de saúde. Mas esse não foi o entendimento do STF. Na prática, de fato, nada muda para as associadas à FenaSaúde e seus beneficiários”, destaca a presidente da FenaSaúde.

Na mesma sessão do STF, foram definidas outras ações relacionadas aos planos de saúde, como a informação ao consumidor sobre as eventuais negativas de atendimentos, de acordo com a cobertura contratual; a vedação ao reajuste dos planos de saúde para idosos; e a confirmação de que planos anteriores à edição da Lei 9.656/98 não são regulamentados por essa norma.

Sancor Seguros marca presença no Show Rural 2018 1061

Companhia ainda promoveu palestra direcionada ao agronegócio

A Sancor Seguros, de origem argentina, é parceira de longa data da Coopavel, realizadora do Show Rural 2017. A seguradora tem o cooperativismo em seu DNA e em está em seus valores fortalecer e desenvolver as comunidades onde atua.

A companhia marcou presença nos 5 dias do evento com equipe comercial e diretores de diversas áreas, com prestação de atendimento a parceiros e visitantes da feira.

Ao centro, Leandro Poretti (Diretor Geral da Sancor). Também estão na imagem Juan Cruz Irigo (Superintendente Gestão Estratégica) e Rosimario Pacheco (Superintendente Comercial) / Divulgação

Além disso, na terça-feira (06), a seguradora promoveu, no auditório da cooperativa, uma palestra direcionada a produtores e demais envolvidos na cadeia do agronegócio. Luiz Renato Lazinski, meteorologista dedicado ao estudo do clima para safra, abordou o tema “Previsão Para o Clima em 2018”, onde foi dado um panorama geral sobre os prognósticos de clima para as principais regiões produtoras do Brasil no ano de 2018.

Palestra Clima em 2018 / Divulgação

A palestra foi uma forma da companhia reforçar seu compromisso com seus segurados, parceiros e com os produtores rurais, tão importantes para a economia nacional. Além disso, o Show Rural contou com agenda intensa de outras atrações. Esta edição movimentou mais de R$ 1.5 bilhões em negócios, com 265.000 visitantes.