Segurança como facilitador de negócios para bancos 14453

Confira artigo de Miguel Braojos, Vice Presidente de Vendas da HID Global

O próximo ano será um dos mais prósperos para o setor de serviços bancários e financeiros no mundo. Com o conceito de open banking e tecnologia financeira (Fintech) em evolução, os bancos buscarão novas formas não só de garantir sua posição competitiva, mas informações e contas de usuários em busca de uma significativa interrupção digital. Segurança adaptável, autenticação robusta do cliente e a detecção de fraudes serão os principais facilitadores do conceito open banking e seus benefícios para os consumidores, instituições financeiras e parceiros.
Um dos maiores desafios para o open banking será a diretiva do Serviço de Pagamento Revisado da União Europeia (PSD2), que vai exigir, a partir de janeiro de 2018, que os bancos liberem o acesso de terceiros as contas de clientes por meio de APIs. Esse desenvolvimento vai acelerar o processo de “plataformas digitais”, permitindo que startups financeiras e bancos ofereçam inúmeros serviços financeiros de consumo e comercial. A plataforma não apenas beneficiará as Fintechs, mas também ajudará os bancos a reter e atrair novos clientes mostrando que eles podem ser tão inovadores quanto seus concorrentes digitais.

Os futuros usuários provavelmente vão realizar pagamentos, gerenciar investimentos e se envolverão em outras atividades financeiras através de serviços disponíveis pelas Fintechs, plataformas digitais dos bancos e até mesmo aplicativos de redes sociais como o Facebook. Os clientes se beneficiarão com a gestão de patrimônio, finanças alternativas, iniciação de pagamento online e outras dezenas de serviços segmentados para usuários e necessidades que não eram atendidas pelo setor financeiro. Por exemplo, os gamers financeiros podem premiar com uma passagem de avião os jogadores que conseguirem depositar 100 Dólares em suas contas por mês. Os serviços bancários podem aproveitar as tecnologias de geolocalização para oferecer empréstimos de carro aos usuários enquanto fazem compras em concessionárias de automóveis.

O trabalho de parcerias para todos

Além das pressões regulatórias, os bancos mostraram recentemente que aceitaram a realidade da interrupção digital e estão encontrando maneiras de usá-la para criar fidelidade e confiança dos clientes. Nesse processo, tanto os principais bancos quanto as Fintechs, ágeis e com conhecimento tecnológico, perceberam que cada um tem algo que o outro pode se beneficiar.
O Relatório de Ecossistema Fintech 2016, da Business Insider, concluiu que, apesar do forte investimento em startups financeiras, muitos players financeiros enfrentam grandes obstáculos na aquisição e rentabilidade dos clientes, tornando-os mais dispostos a estabelecer parcerias com bancos e outros.

Os bancos têm o que a Fintech deseja: uma grande base de usuários confiantes e um conhecimento íntimo desses clientes, graças em parte aos requisitos regulatórios de lavagem de dinheiro e de conhecimento do seu cliente (KYC). A pesquisa global de Bens de Consumo da consultoria EY descobriu que 60% dos mais de 55 mil clientes bancários de todo o mundo acreditam que os bancos têm um papel importante para ajudar as pessoas a alcançar seus objetivos de vida através de seus conhecimentos. Quase 50% têm confiança total nos bancos para manter seu dinheiro seguro.

Ao mesmo tempo, os grandes bancos vêem as parcerias com as Fintechs como uma forma de impulsionar o desenvolvimento de serviços rentáveis que precisam competir e fidelizar os clientes. Um estudo sobre bancos do Reino Unido, realizado pela Mayer Brown, aponta que 87% dos bancos disseram que a parceria com os fornecedores das Fintechs reduzem seus custos, provavelmente com menos gastos com os novos serviços de atendimento ao cliente. Já para 54%, as parcerias permitiram o aumento da receita.

À medida que decolam as aberturas, as parcerias e toda essa inovação, os bancos serão forçados a aumentar a infraestrutura de segurança para garantir que as informações dos clientes sejam protegidas em um ambiente bancário aberto. Isso significará a implantação de capacidades fortes de identidade e autenticação de clientes e ferramentas de prevenção de fraudes. Com seu conhecimento íntimo de clientes, os bancos são excepcionalmente qualificados para implementar essas estratégias com sucesso para transações de clientes, incluindo aquelas que ocorrem por meio de canais Fintech, móveis, sociais e outros. Os bancos têm a oportunidade de fornecer isso para suas próprias interações com os clientes e também como um serviço para os provedores Fintech.

Proteção em camadas

A autenticação de dois fatores é apenas o requisito mais básico neste ambiente organizado de cibercrime. Com a explosão da fraude bancária através de credenciais roubadas, que são obtidas através de phishing, redirecionamento de navegador, malwares, ameaças persistentes, loggers de chaves, registradores de tela, dispositivos móveis roubados ou perdidos, trojans de acesso remoto (RAT), entre outras explorações, a autenticação bancária e a prevenção de fraudes exigem uma estratégia de várias camadas. Ao mesmo tempo, eles devem garantir que essas estratégias de segurança não tenham impacto adverso na experiência do usuário.

Além da autenticação de dois fatores, as seguintes camadas de autenticação e antifraude tornarão críticas para os bancos garantir que a fraude não prejudique os esforços bancários abertos.
Impressão digital de dispositivos

Uma variedade de técnicas para identificar não só o usuário, mas também o dispositivo de cliente. Algumas dessas técnicas incluem identificar o endereço IP do dispositivo, fuso horário, sistema operacional, navegadores, fontes de navegador e versões e dimensões da tela. Com impressões digitais precisas, os serviços de prevenção de fraudes podem determinar se um dispositivo já foi usado em qualquer tentativa de hacking anterior conhecida e possivelmente lista negra.

Proteção de ponto final do navegador

Identifica software malicioso na transação de dispositivos de forma rápida e transparente, incluindo ataques ZETA (ou exploit de dia zero), além de evitar que hackers usem essas explorações para roubar informações ou se envolverem em transações fraudulentas. A proteção avançada do navegador usa técnicas sofisticadas para detectar e prevenir exploits de hackers, como manipulação de sessão da Web, sequestro de cookies e ataques MITM (Man in The Middle, em inglês), ataques do navegador que podem modificar o conteúdo do site ou inserir transações fraudulentas adicionais.

Proteção de aplicativos móveis

Garante que um dispositivo móvel não tenha sido encerrado, ou que as chaves de criptografia não foram clonadas, ou ainda que o software foi modificado. A RASP (Runtime Application Self Protection, em inglês) é um recurso tecnológico que protege o aplicativo durante sua execução e reage em tempo real se uma ameaça for detectada.
Assinatura de transações e análise de comportamento

Os bancos possuem informações extensas sobre os padrões de transação do cliente que eles podem aproveitar para análises comportamentais para determinar o risco de fraude para cada transação. O exemplo mais óbvio: se um cliente normalmente faz transações de algumas centenas de dólares localmente e de repente inicia transações envolvendo milhares de dólares de um local no exterior, a análise de transações detectaria o comportamento anormal e atribui uma pontuação de alto risco à transação. Pode bloqueá-lo até que possa ser verificado por outros meios. A assinatura de transação móvel pode ser validada ao exigir swipes de dedo para verificar transações, garantindo que elas se destinavam. A análise comportamental pode monitorar e analisar padrões de digitação e movimentos do mouse, ou a forma como um usuário preenche um formulário, para detectar se um usuário diferente assumiu o dispositivo.

Terceiros também aproveitarão o Oauth, OpenID Connect, SAML e outros protocolos de identidade baseados em token para acessar contas sem que os usuários tenham que compartilhar suas credenciais, tanto quanto esses padrões são usados pelo Google e o Facebook para permitir que os usuários façam login em vários outros serviços.

Essas estratégias de segurança em várias camadas não só protegem contra fraudes e roubos, mas representam um importante facilitador de negócios que permite que os bancos e outras organizações financeiras aproveitem a plataforma e as novas inovações do estilo Fintech, à medida que evoluem, sem assumir riscos indevidos. Os benefícios para os consumidores serão admiráveis, desde que suas informações e contas sejam protegidas.

Blockchain: a revolução que vai chegar ao setor de seguros 3361

Edição 214 mostra como tecnologia pode garantir agilidade, transparência e combater fraudes

O blockchain ganhou notoriedade com a popularização das criptomoedas, como o Bitcoin, por exemplo. No entanto, a tecnologia surge como um conceito que pode revolucionar diversos setores como o de seguros, por exemplo. Além disso, uma entrevista especial com Rafael Rosas, superintendente de Canais Digitais da Icatu Seguros, que apresenta como o profissional da corretagem pode utilizar a inovação como aliada no desenvolvimento profissional.

E ainda: o potencial de crescimento do setor de seguros na região Nordeste é explanado em conversa da Revista JRS com Rodrigo Rabelo, executivo de contas do Grupo MBM nos estados de Pernambuco e da Paraíba.

Tecnologia auxilia no combate a crimes no setor de seguros 1987

Crime

Fraudes chegam a R$ 730 milhões em 2017

O jornal Folha de São Paulo destacou em manchete na versão impressa e digital o modo como a tecnologia e o aprimoramento dos bancos de dados facilitam o trabalho dos investigadores no combate às fraudes no mercado de seguros. No ano passado, os golpes chegaram a R$ 730 milhões. Um total de 2,2% do total de R$ 33,2 bilhões de indenizações registradas pelas companhias. Em 2016 o índice era de 1,8%, quando a cifra ultrapassou R$ 520 milhões.

Seis em cada dez empresas do setor possuem alguma tecnologia de prevenção a irregularidades, mas menos da metade usa essas soluções para avaliar a proposta de um novo cliente. A tendência foi revelada por uma pesquisa da SAS, companhia de análise de dados, realizada em 2016 com 17 companhias brasileiras de seguros.

Ricardo Saponara, especialista em prevenção a fraudes na SAS, destaca que o uso de tecnologia pode reduzir em até 40% o gasto total com fraudes, dependendo do ramo de atuação da seguradora.

*Confira a reportagem na íntegra.

Mobilidade e a revolução das insurtechs 8400

Celular

Especialista analisa transformações tecnológicas

Nos últimos 30 anos, o mundo vem passando por uma grande revolução tecnológica. Prova disso é o advento da mobilidade, que através de dispositivos como os smartphones, notebooks e tablets, permite que agora estejamos conectados o tempo todo. Hoje, utilizando essas ferramentas, conseguimos acessar notícias em tempo real, trabalhar e resolver burocracias em poucos clicks.

Porém, alguns anos atrás todas essas facilidades eram bem limitadas. Quem nunca precisou salvar documentos naquele disquete de 3,5 polegadas ou esperou horas para se conectar na internet discada? Em apenas 20 anos evoluímos desse cenário lento e instável para a era da alta velocidade.

Agora, estamos vivendo uma transformação em que tudo que anteriormente precisava ser instalado para funcionar, está migrando para a nuvem. E esse avanço cada vez maior da tecnologia está mudando a forma como realizamos praticamente tudo: compras, fotos, pesquisas, pagamentos.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada em 2016 revelou que dobrou o número de acessos à internet sem o uso de computadores. Isso porque muitas pessoas que até pouco tempo não tinham acesso às redes, hoje estão conectadas através dos smartphones. Se pensarmos que o Brasil tem atualmente 220 milhões de celulares inteligentes ativos e 209 milhões de habitantes, temos mais de um celular por pessoa. Ou seja, o futuro com certeza será 100% móvel.

E foi refletindo e acompanhando todas essas mudanças que o mercado de seguros vem desenvolvendo novas soluções que buscam atender as necessidades desses novos clientes digitais. As insurtechs, inclusive, chegam justamente para suprir antigas ineficiências do setor com o uso da tecnologia. Aqui na Planetun, por exemplo, criamos produtos que levam mais agilidade e praticidade aos consumidores, melhorando a sua experiência. Como é o caso dos aplicativos web, que trazem uma série de vantagens, e não precisam ser instalados no celular, ocupando espaço da memória. Todo o processo é feito através de tokens (e-mail, SMS e chats), ou seja, estamos falando de mais autonomia, comodidade e segurança.

Com todos os benefícios e avanço da mobilidade, o mercado segurador, assim como todos os demais setores, também vem se adaptando a essa nova era digital. O uso das novas tecnologias não somente traz vantagens para os usuários finais, como também inova processos antigos, aumentando os ganhos e reduzindo os custos.

Portanto, acredito que esse cenário será o padrão de agora para o futuro. De um lado, o mercado implementando tecnologia em seus processos e, de outro, os consumidores ganhando com a mobilidade, já que resolver um problema que antes era tão burocrático, como contratar um seguro, agora pode ser feito na palma da mão.

*Por Henrique Mazieiro, diretor executivo e sócio fundador da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.

Mapfre e BB Seguridade reestruturam parceria 2557

Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre

Conjunto de transações têm valor base de R$ 2,4 bilhões

A Mapfre informa que formalizou na terça-feira um acordo com o Banco do Brasil para atualizar sua aliança estratégica no mercado de seguros, constituída em maio de 2010 e que se tornou um dos principais grupos do segmento do país.

O novo acordo permite redefinir os negócios desenvolvidos pelo Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre e passar para uma estrutura de governança mais simples e eficiente nos negócios de gestão compartilhada, levando a uma redução de custos internos, com significativa melhora na produtividade e da rentabilidade dos negócios.

Nos termos do acordo, a Mapfre assume a totalidade dos negócios não-vida gerados pela rede de corretores e os realizados pelo canal bancário nos seguros de automóveis e de grandes riscos, assim como o negócio Vida nos produtos que são distribuídos por meio da rede de corretores.

A parceria continuará a desenvolver seguro de vida, rural, habitacional e massificados por meio do canal bancário.

A Mapfre irá desembolsar, no conjunto dessas transações, R$ 2,407 bilhões, sujeito a ajustes com base no cumprimento dos objetivos de distribuição de seguros de veículos pelo canal bancário do BB e os dividendos.

De acordo com Antonio Huertas, presidente da Mapfre, o novo acordo permitirá à companhia, ao mesmo tempo em que atualiza e renova a parceria com o Banco do Brasil, aumentar o tamanho de seu negócio no país, mantendo a exclusividade no canal BB e ordenando os negócios locais de maneira mais simples e eficiente. “Este acordo é a demonstração de nossa total confiança na evolução econômica positiva do Brasil, e de nosso compromisso com o país e a aposta no futuro da parceria”, disse.

Como cidades inteligentes podem melhorar a vida nos centros urbanos 7627

Hong Kong

Avanços já têm sido usados para atender às necessidades reais das pessoas em diversos aspectos

Há duas palavras que, quase sempre quando são ditas, provocam o efeito de trazer um ponto de interrogação na cabeça de grande parte das pessoas: “Cidades inteligentes”. Para grande parte das pessoas, essa expressão pode incluir um imaginário futurista com muitos robôs e a inevitável reflexão sobre a quantidade de controle que a tecnologia exerce na sociedade atual. Dentro desse contexto, é difícil encontrar uma explicação clara sobre o que são esses locais conectados e como podem ser usados para trazer benefícios aos cidadãos, promovendo avanços significativos para a vida em sociedade.

A boa notícia é que as cidades inteligentes representam um esforço real para promover a qualidade de vida nos centros urbanos e sua utilidade prática vai além de cenas futuristas. Os avanços já têm sido usados para atender às necessidades reais das pessoas em diversos aspectos, como mobilidade urbana, saúde pública, iluminação da cidade, na prevenção de acidentes, entre outros. Para entender a importância desse tipo de tecnologia, basta lembrar que, segundo a ONU, 70% da população mundial vai viver em grandes centros urbanos em 2020 – ou seja, se o trânsito nas metrópoles hoje já está ruim, pode piorar muito em dois anos sem um gerenciamento inteligente de informações.

Diante desse cenário, alguns países já perceberam que é necessário buscar reforços. Na Espanha, o projeto Ciudad 2020 reúne institutos de pesquisa e inovação, universidades e empresas de tecnologia, entre elas a Indra, para discutir como conscientizar os cidadãos desse novo cenário e proporcionar a eles alternativas válidas de melhorar o trânsito e reduzir o consumo de energia. Para isso, são usadas ferramentas como Internet das Coisas, Big Data Analytics, Machine Learning e Internet do Futuro (pesquisas sobre novas arquiteturas para a web), além da realização de estudos sobre comportamento humano. A meta principal é atingir os chamados “Objetivos 20-20-20”, definidos pelo Conselho Europeu em 2007: reduzir 20% das emissões de gases de efeito estufa, produzir 20% de energia renovável e melhorar em 20% a eficiência energética.

Também na Espanha, é de grande notoriedade o projeto de Logroño, capaz de permitir que o governo municipal desenvolva serviços avançados e reduza os custos de manutenção, economizando energia e gerando um ambiente mais sustentável. Pode-se dizer que essa iniciativa já representa uma evolução em relação ao Coruña Smart City, desenvolvido anteriormente e referência mundial na solução de problemas em diversas áreas como segurança, mobilidade, energia. O êxito destes projetos só foi possível graças à tecnologia inovadora empregada, a Minsait IoT SOFIA2, uma plataforma avançada capaz de integrar dados e recursos.

Entre as mais recentes e inovadoras tecnologias disponíveis atualmente para gerenciar em tempo real e de forma centralizada os diversos serviços e soluções das cidades está o City Landscape Manager (CLM), um centro virtual inteligente capaz de gerenciar tanto os eventos planejados como os que não estão, para que a tomada de decisões sejam imediatas. São enormes as possibilidades de ganhos com o uso deste tipo de tecnologia, como por exemplo a economia de mais de 35% do consumo de água para irrigação graças ao cruzamento de dados com o serviço meteorológico, ou 45% na conta energética de edifícios públicos.

Todos esses projetos são exemplos de soluções seguras e com alto grau de integração, dada a necessidade de resposta imediata exigida pelos cidadãos com foco em resultados e capazes de melhorar a qualidade de vida nesses locais. A tendência é a de que esse pensamento se consolide e seja disseminado em outras regiões, já que cidades inteligentes precisam da participação ativa dos cidadãos e dos órgãos de governo. É necessário que eles conheçam os serviços disponibilizados e sejam verdadeiros agentes de mudança. Na prática, isso acontece pelo acesso a alguns serviços úteis (como, por exemplo, o consumo de energia da própria residência) via smartphones ou tablets, com interações via notificações, recomendações e avisos personalizados.

É verdade que o caminho até atingir esses resultados ainda está sendo trilhado e, no mundo real, ainda existem muitos desafios para serem superados. Ainda assim, um caminho possível envolve uma visão integrada das cidades tendo a tecnologia presente em diversos aspectos da cadeia, atendendo aos cidadãos sob um modelo eficaz. Sem dúvida, esta não é uma mudança que acontece do dia para a noite, mas é totalmente possível a partir de planejamento e com pleno envolvimento dos gestores das cidades. A partir do momento que serviços conectados estiverem disponíveis de maneira eficiente e homogênea, a custo mais baixo, será possível construir um futuro mais sustentável, inteligente e saudável.

*Por Antonio de Farias Leite Neto, diretor de Administração Pública e Saúde da Indra no Brasil.