Brasil representa 18% do resultado da Mapfre Seguros 2269

Brasil representa 18% do resultado da Mapfre Seguros

Vendas do grupo segurador cresceram 3,3% em 2017

O faturamento da Mapfre no ano de 2017 totalizou 27,9 bilhões de euros (R$ 101,6 bilhões). A cifra representa aumento de 3,3% em relação ao ano anterior. Somente os prêmios de seguros superaram a cifra de 23,4 bilhões de euros (R$ 85,6 bilhões), com um crescimento anual de 2,9%.

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O resultado do Grupo de 701 milhões de euros (R$ 2,6 bilhões). Uma redução de 9,7%, impactado de forma importante pelas catástrofes naturais ocorridas em 2017. Estes acontecimentos afetaram o Grupo em 126 milhões de euros (R$ 458,8 milhões).

Eventos catastróficos cobertos pela Mapfre em 2017
Eventos catastróficos cobertos pela Mapfre em 2017 / Divulgação

“Poucas companhias conseguiram absorver em seus resultados o efeito extraordinário das catástrofes naturais que tivemos no ano passado. Na Mapfre, assimilamos dois terremotos e três furacões ocorridos em diferentes locais do mundo. Fechar o exercício com um resultado superior a 700 milhões de euros (R$ 2,6 bilhões) é uma demonstração de capacidade e solvência e da acertada estratégia que adotamos, baseada no crescimento rentável, que compensa esse tipo de situação excepcional”, destacou Antonio Huertas, presidente da Mapfre.

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Foram destaques a boa evolução dos negócios na Espanha. Além do excelente comportamento da atividade resseguradora. Mesmo com o impacto das catástrofes, o resultado líquido foi de 163 milhões de euros (R$ 650 milhões). O índice combinado foi de 94,8%.

O patrimônio líquido do grupo foi de 10,5 bilhões de euros (R$ 38,23 bilhões). Redução principalmente pelo impacto do câmbio nas operações fora da zona do euro. (696 milhões de euros, ou R$ 2,5 bilhões). Já os ativos totais do Grupo superaram os 67,5 bilhões de euros (R$ 245,8 bilhões).

O índice combinado da companhia situou-se em 98,1%, o que representa um excelente resultado técnico global. Sem os impactos das catástrofes este índice seria de 96,9% (0,5 pontos percentuais abaixo do ano anterior).

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Dividendos da Mapfre

O Conselho de Administração chegou a um acordo para propor à Assembleia Geral de Acionistas um dividendo complementar, representando 4,9% de rentabilidade em relação aos preços atuais da ação. Desta forma, a Mapfre destinará 447 milhões de euros ao pagamento aos seus acionistas relativo aos resultados do exercício de 2017, a mesma quantidade que no ano anterior. Isto representa um pay out de 63,7%.

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Cifras regionais da Mapfre

A Mapfre, principal multinacional seguradora na América Latina, aumentou seu volume de prêmios na região em 8,6%, totalizando 8 bilhões de euros (R$ 2,2 bilhões) em 2017. O resultado da operação somou 229 milhões de euros (R$ 833,8 milhões) na América Latina, ou seja 19% a mais que 2016. No conjunto, a área representa 34% dos prêmios e 32% dos resultados da companhia no mundo.

Já a atividade no Brasil cresceu 3,5% e gerou 4,5 bilhões de euros (R$ 16,6 bilhões) em prêmios, representando 20% das operações do Grupo no mundo. Os resultados somaram 128 milhões de euros (R$ 465,7 milhões), uma cota de 18,3% em relação ao resultado global. A redução de 11% nos resultados locais foi decorrente principalmente do aumento da sinistralidade na carteira de Autos e do menor volume de vendas no segmento de Vida do Canal Bancário.

“Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018”, comenta Wilson Toneto, CEO da Mapfre no Brasil. O executivo destaca também a reformulação da parceria com a BB Seguridade, anunciada recentemente e em ainda curso.

Segundo Toneto, a conclusão deste processo produzirá incremento da participação acionária da Mapfre nos seus negócios no Brasil, permitindo avançar para uma estrutura de governança mais simples e eficiente e reduzir os custos internos, com melhora importante da produtividade e da rentabilidade dos negócios. “Acreditamos no País e seguiremos investindo no Brasil”, concluí o executivo.

SulAmérica reforça atuação em São Paulo com novo endereço 2438

Diretoria São Paulo Capital e as três filiais que a integram agora ocupam modernas instalações no bairro Higienópolis, centro de SP

A diretoria São Paulo Capital da SulAmérica, maior seguradora independente do País, está em novo endereço. Agora, toda a estrutura que envolve, além da diretoria, as filiais Centro, Capitalização, Concessionárias Auto e espaço VIP (Vida, Investimentos e Previdência), ocupam o 9º andar do edifício New England, no número 2.330 da avenida Angélica, no bairro de Higienópolis (centro de São Paulo).

“Esse é um momento muito especial para a SulAmérica”, afirmou o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella. “A inauguração demonstra a importância que a praça de São Paulo tem para a SulAmérica e reforça nosso compromisso com São Paulo, com seus corretores e suas assessorias, a quem agradecemos todo o apoio que temos recebido. Estamos muito felizes”, completou.

O evento de inauguração contou com a presença de 200 convidados, entre corretores e representantes de entidades de classe do mercado de seguros e jornalistas. Participaram também o presidente do Conselho Administrativo da SulAmérica, Patrick Larragoiti Lucas, e os principais executivos da seguradora.

“O novo endereço também reflete o compromisso da SulAmérica em oferecer atendimento rápido e de qualidade aos corretores com o que há de mais avançado no mercado para intensificar nosso relacionamento. Aqui os corretores poderão ter uma área muito mais confortável, onde serão muito bem recebidos”, apontou o vice-presidente Comercial, Matias Ávila.

A unidade comercial traz diversas comodidades aos corretores. Nos 760m² de área útil estão dispostos um auditório com espaço para 70 lugares, sala de reunião com capacidade para acomodar até 20 pessoas e espaços personalizados. O ambiente obedece a um avançado conceito arquitetônico, em as paredes dão lugar a uma ampla área aberta, estimulando assim um clima mais dinâmico e colaborativo, permitindo um atendimento mais ágil aos corretores de seguros.

“É um conceito de open space, no qual as pessoas se relacionam diretamente e que oferece uma ampla oportunidade para o corretor de seguros que vem aqui fazer contato com os seus clientes”, afirmou o regional São Paulo Capital da SulAmérica, Luciano Lima. Ainda segundo o diretor, as equipes da diretoria e das filiais estão preparadas para tirar qualquer dúvida e fornecer o treinamento que o corretor julgue necessário para conhecer melhor os produtos da seguradora. “É a SulAmérica, que, apesar de seus 122 anos, se mostra cada vez mais moderna e ágil para o corretor possa, de uma maneira completa, atender os seus segurados nas dúvidas que eles tenham”, disse Lima.

A divisão regional em números

A diretoria São Paulo Capital é a maior das seis divisões regionais da vice-presidência Comercial da SulAmérica. Ela engloba 16 filiais na Grande São Paulo e ainda toda a região da Baixa Santista, no litoral sul do Estado de São Paulo, atendendo cerca de 10,6 mil corretores de seguros.

Em volume de negócios, a diretoria tem apresentado expressivos resultados para a companhia, com destaque para o crescimento geral das carteiras de previdência (13%) e saúde (10%). A filial Centro, por sua vez, cresceu 14% em saúde e o Espaço VIP (Vida, Investimentos e Previdência) em 13,5% – altas registradas de janeiro a setembro de 2017 frente a igual período do ano anterior.

A equipe de gerentes à frente das unidades comerciais é formada por Claudia Motta (filial Centro), Marines Martinelli (filial Capitalização), Osvaldo Moura (filial Concessionárias Auto) e Solange Fernandes (Espaço VIP – Vida, Investimentos e Previdência – São Paulo).

Os telefones das novas instalações da diretoria e filiais são (11) 3260-3000 e (11) 3260-3001.

Invasões a residências aumentam 15% durante o carnaval 1887

Seguros são grandes aliados neste momento

Um dos feriados mais aguardados pelos brasileiros para viagens em família é um momento em que a residência vira alvo fácil para assaltantes. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), em 2016 foram registrados mais de 700 mil casos de furtos e roubos no Estado.

Tentativas de assalto a residências e estabelecimentos nas grandes cidades tendem a aumentar cerca de 15% em feriados prolongados como o Carnaval. Já o número de roubos e furtos em casas de veraneio aumenta cerca de 10% durante o verão.

Um grande aliado nestes momentos é o seguro residencial. “Muitas pessoas pensam que o seguro residencial é caro, mas não. É importante lembrar que a residência é o seu lar, onde você vive sozinho ou com as pessoas que ama e também é o bem mais caro que você tem. É preciso estar preparado para qualquer tipo de imprevisto”, diz a diretora de Personal Lines da corretora BR Insurance, Ana Badaró.

Segundo a executiva, é importante conhecer a cobertura básica e a necessidade de contratar-se coberturas extras para o seguro. É fundamental saber o valor da franquia, como agir em caso de sinistro e saber quais os serviços emergenciais oferecidos pela apólice.

A Sompo Seguros apurou que as principais comunicações de sinistros de Seguro Residencial ocorridos durante o carnaval estão relacionadas a casos de incêndios, danos elétricos ou furtos.

“A prevenção é sempre a melhor opção. Muitos sinistros poderiam ser evitados com algumas medidas bastante simples. É sempre válido estar atento aos meios disponíveis para evitar roubos ou acidentes. Dessa forma, é possível comemorar o carnaval com mais tranquilidade e segurança”, contou Agnaldo Libonati, diretor de sinistros da Sompo, em matéria publicada recentemente pelo JRS.

Verão Super Seguro entrega prêmio e anuncia nova promoção 2298

Final de semana teve a presença dos amigos da KSA Corretora, no QG JRS Litoral

O Verão Super Seguro 2018, ação de verão organizada pelo JRS nesta temporada, segue com a terceira etapa da campanha. No final do ano passado, Alcimara Brito foi sorteada e ganhou um mini-cooler da Previsul Seguradora.

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No último final de semana, foi a vez de ela receber o prêmio na companhia do marido Jean Carlo Figueiró. Ambos participaram de um agradável churrasco na tarde de sábado, como já é tradicional nos finais de semana do verão. O mercado de seguros já sabe, o point do setor no litoral é o QG JRS em Rainha do Mar, Xangri-la (RS).

Alcimara Brito, Jean Carlo Figueiró e Jota Carvalho no Verão Super Seguro 2018
Alcimara Brito, Jean Carlo Figueiró e Jota Carvalho / William Anthony

Terceira etapa do sorteio de verão é patrocinada pelo GBOEX

Após o sorteio de dois guarda-sóis e duas cadeiras de praias da Rio Grande Seguros e Previdência, o GBOEX é o grande parceiro do JRS nesta terceira etapa do Verão Super Seguro. Agora, os seguidores de nossa página no Facebook concorrem a um cooler e uma cadeira de praia do GBOEX.

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Para participar é muito simples. Basta interagir com a publicação original na página do JRS no Facebook. Quanto mais interações e marcações de amigos, maiores as chances de ganhar. Cada interação equivale a um número, inserido em nosso sistema de sorteio. O resultado será ao vivo, no dia 08 de fevereiro.

Na próxima semana o Verão Super Seguro conta com a gravação de uma edição especial de carnaval do Seguro Sem Mistério, que será apresentada no dia 17 de fevereiro. A atração conta com programas inéditos todos os domingos, a partir das 11h30min, nos canais 520 e 526 da NET Rio Grande do Sul.

Juros devem cair pela 11ª vez consecutiva 1834

Copom decide nova taxa básica nesta segunda-feira

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) faz a primeira reunião de 2018 esta semana. A expectativa de instituições financeiras é que os juros caiam para 6,75% ao ano.

Se a expectativa se confirmar, será o 11º corte seguido na taxa básica. Em dezembro, o Copom reduziu a Selic em 0,5 ponto percentual, para 7% ao ano, o menor nível da história.

Banco Central decide esta semana se reduzirá os juros pela 11ª vez consecutiva / Agência Brasil

O recorde inferior da taxa Selic foi registrado de outubro de 2012 a abril de 2013, quando a taxa ficou em 7,25%. Em seguida, a taxa foi reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. O patamar mantido até outubro de 2016, quando o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

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Inflação

O ex-diretor do Banco Central (BC) Carlos Eduardo Freitas diz que o ideal seria a autoridade monetária manter os juros básicos em 7% ao ano. Para ele, o correto seira esperar a próxima reunião, no fim de março. A diferença entre a Selic e a inflação está baixa. Segundo o especialista, uma nova redução traria o risco de a inflação ter leve alta.

“Minha impressão é que o Banco Central não tem espaço para cortar mais 0,25 ponto percentual da Selic. Eu preferiria esperar até março para ver se a economia vai se firmar para decidir se é possível uma nova redução”, diz Freitas.

A expectativa do mercado é que a inflação termine o ano em 3,95%, abaixo do centro da meta de 4,5%. Para o ex-diretor do BC, também não existem motivos para aumento dos juros, mesmo com as seguidas altas dos combustíveis. “Os combustíveis têm peso fraco no IPCA. O índice de inflação é uma média e é importante lembrar que os demais preços estão sob controle. Não vai existir uma supersafra este ano, mas isso não significa que os preços dos alimentos vão subir”, acrescenta.

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Apesar de recentes oscilações do dólar, Freitas diz que não existe uma pressão do câmbio sobre os preços no momento. Ele ressalta que o quadro pode mudar dependendo da economia internacional e das tensões eleitorais no Brasil, mas hoje considera remota a possibilidade de alta na Selic nos próximos meses. “Nem existe uma pressão cambial. O dólar está comportado. Na verdade, os fatores externos estão neutros este ano, o que não justificaria um aumento de juros neste e nos próximos meses”, acrescenta.

Referência

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia.

Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, a tendência do Copom é baratear o crédito e incentivar a produção e o consumo, o que enfraquece o controle da inflação.

*Com informações da Agência Brasil/EBC.