Seguro de vida é foco de reuniões da Mapfre pelo RS 7329

Caxias do Sul e Lajeado sediaram primeiros encontros do ano

Wagner Torres Rodrigues, da diretoria geral de riscos de pessoas do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre / Filipe Tedesco – JRS

“O máximo que a medicina pode fazer pelo seu cliente é prolongar a vida dele, já você pode garantir que a vida dele seja vivida com qualidade”. Foi com esta frase que Wagner Torres Rodrigues, da diretoria geral de riscos de pessoas do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, procurou sensibilizar o público atento de corretores de seguros sobre a importância da comercialização do seguro de vida. Os encontros aconteceram na terça-feira (30) nas cidades gaúchas de Caxias do Sul e Lajeado.

Mundialmente, os seguros são divididos em duas linhas de negócios: o que é vida e o que não é. No Brasil, isso não acontece, sendo mais claro realizar a divisão entre o que é produto automóvel e o que não é. “O que é vida arrecada mais de dois trilhões de dólares no mundo todo. E podemos pensar que dentro de cada automóvel tem pelo menos uma vida, então os corretores tem mais possibilidades de oferta”, lembrou.

O executivo da seguradora destacou que a perda de um ente querido conta com dois impactos que podem acontecer: a perda emocional e/ou perda financeira. “O corretor é o provedor de soluções que pode evitar que diversas coisas aconteçam”, destacou. Para isso, Wagner ensinou aos corretores um modelo que promete em oito minutos, através de seis perguntas, resultar em uma contratação de seguro de vida:

“Devemos ajudar as pessoas a tomarem decisões que sejam benéficas para elas”.

O diretor territorial Rio Grande do Sul da Mapfre, Sandro Pinto de Moraes / Filipe Tedesco – JRS

O diretor territorial Rio Grande do Sul da Mapfre, Sandro Pinto de Moraes, e a gerente especialista da companhia, Katiane Frigulha, acompanharam os dois momentos. Eles reforçaram a importância da região de Caxias de Sul, que está em sexto lugar no ranking nacional da seguradora em vendas de vida, e da Wállerius Corretora de Seguros, de Lajeado, que é uma das maiores corretoras do Brasil, com mais de 20 mil clientes e milhares de apólices.

Confira todas as imagens – Encontros Regionais da Mapfre no RS:

O diretor territorial Rio Grande do Sul da Mapfre, Sandro Pinto de Moraes / Filipe Tedesco – JRS

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Clube dos Corretores de SP vai implantar novo plano de gestão 1245

No primeiro encontro do ano, diretoria da entidade presta conta aos associados e recebe o presidente reeleito do Sincor-SP

No primeiro encontro do ano, realizado no dia 6 de fevereiro, no Terraço Itália, o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) fez um balanço de suas atividades em 2017 e expôs as ações para 2018. De acordo com o secretário Evaldir Barboza de Paula, apesar da crise econômica, o CCS-SP encerrou o ultimo exercício com resultado positivo. Para este ano, algumas iniciativas estão previstas para a implantação de um plano de gestão profissional.

Evaldir Barboza de Paula, secretário do CCS-SP
Evaldir Barboza de Paula, secretário do CCS-SP / Divulgação

Cumprindo a tradição, o CCS-SP abriu os trabalhos do ano com a presença do presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo. Convidado para o encontro exclusivo, ele comentou a sua reeleição por aclamação, juntamente com sua diretoria, para o próximo mandato de quatro anos à frente do sindicato, e apresentou os principais pilares de seu plano de gestão.

Gestão profissional no Clube

Uma das primeiras ações da diretoria Executiva do CCS-SP neste ano será o recadastramento de associados, que deverá identificar desde o vínculo com pessoa jurídica até o histórico associativo e profissional de cada um. “Muitos associados estão conosco há muito tempo e isso precisa ser enaltecido”, disse o secretário Evaldir. Outra medida, segundo ele, será a reforma do estatuto do CCS-SP, que contemplará, inclusive, alterações na composição da diretoria. “A mudança no estatuto será deliberada e aprovada em assembleia específica com a participação de associados, após a apreciação das propostas”, disse.

Atualmente, o CCS-SP é gerido por apenas quatro membros, desde que houve o afastamento espontâneo de dois diretores no último ano. De acordo com o secretário, seguindo o modelo de outras entidades do setor, o quadro diretivo do CCS-SP deverá ser ampliado. “Até lá, constituiremos grupos com a participação de associados, como, por exemplo, a comissão para eventos extraordinários”, disse.

Metas do Sincor-SP

Reeleito para novo mandado na presidência do Sincor-SP, Alexandre Camillo aproveitou a ocasião para agradecer aos corretores o apoio e a confiança. Ex-mentor do Clube dos Corretores, eleito por aclamação em 2012, ele lembrou que seus primeiros passos na política setorial foram dados a partir de sua associação à entidade, 18 anos atrás. Destacou, ainda, que nesse curto espaço de tempo pôde alçar a presidência do Sincor-SP para a qual, agora, foi reeleito por aclamação.

Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP
Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP / Divulgação

Segundo o dirigente, a eleição com chapa única acrescenta um ineditismo à história recente do Sincor-SP. “Isso nos traz um sentimento de gratidão, mas não o entendimento de que somos unanimidade. Por isso, vamos arregaçar as mangas e trabalhar ainda mais”, disse. O plano de gestão para o atual mandado, construído com base na experiência dos últimos quatro anos, será focado em quatro pilares.

A administração do Sincor-SP, o primeiro pilar, será realizada com a otimização dos recursos, já considerando a nova realidade de reestruturação financeira pela qual os sindicatos patronais estão passando. Desde que a categoria aderiu ao Supersimples, o sindicato deixou de receber a contribuição sindical pessoa jurídica. Agora, com a modernização das leis trabalhistas, que tornou facultativa a contribuição sindical pessoa física, o Sincor-SP espera contar com a colaboração de seus associados. “Peço que continuem contribuindo porque nosso compromisso é manter a entidade com a mesma magnitude e representatividade da categoria”, disse.

O empreendedorismo, segundo pilar, é exercido também pelo Sincor-SP. Prova disso é a sua atuação consolidada como entidade certificadora digital e a criação da Câmara de Mediação e Conciliação, que, segundo Camillo, tem potencial para ser maior até que o próprio sindicato. “A Câmara promove o ciclo perfeito: valoriza o corretor, valoriza a instituição, trazendo rentabilidade e, especialmente, o consumidor ao promover a resolução de conflitos”, disse.

A atuação política do Sincor-SP junto ao Poder Público é o terceiro pilar do plano de gestão. “Sabemos que todos os movimentos passam pela política: o combate ao associativismo, os desafios tributários, novas reformas, enfim, precisamos estar inseridos na política”, disse. Por fim, o quarto pilar tem como foco transformar o Sincor-SP em um provedor de soluções para o corretor, inclusive como plataforma digital. Para tanto, o sindicato criou o Comitê de Inovação e Tecnologia que visa o empoderamento do corretor como melhor e maior canal de distribuição.

Durante o debate com a participação dos associados, Camillo revelou suas pretensões políticas. Respondendo ao questionamento de um corretor, ele reconheceu que o setor de seguros ainda não tem a representatividade na política nacional proporcional à pujança de um segmento que possui R$ 1 trilhão em reservas. A seu ver, também faltam representantes políticos oriundos do próprio mercado. “Não tenho apadrinhamento e não pretendo me afastar do Sincor-SP, mas se tiver o apoio dos corretores, tenho coragem e vontade para representar a nossa categoria em outras esferas”, disse.

Homenagens

Durante o almoço, o CCS-SP homenageou dois associados que neste ano irão completar 50 anos de carreira. Nilson Arello Barbosa, ex-mentor do CCS-SP, e Harry Leon Sztajer foram cumprimentados pelo mentor Adevaldo Calegari e pelo presidente do Sincor-SP, recebendo os aplausos dos demais associados.

Credicor

O almoço foi encerrado com a participação de Luiz Ioels, presidente da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Credicor-SP), que trouxe boas novas. Segundo ele, no último ano a cooperativa cresceu 20% em números de cooperados, somando 2.200 corretores. O capital próprio cresceu 44%, atingindo R$ 4 milhões, os depósitos a prazo já somam R$ 17 milhões e o rendimento bruto aumentou 49%. “O corretor que não é cooperado está perdendo dinheiro”, disse.

Mais de 48 mil corretores de seguros participaram de treinamentos 1470

Dados da SulAmérica indicam crescimento de 12% na participação em 2017

A SulAmérica registrou um aumento de 12% na quantidade de treinamentos realizados para capacitação de corretores em 2017. Foram 8.841 encontros durante todo o ano passado, ante 7.900 de 2016.

Veja também: 6 motivos para você contratar um seguro de vida em 2018.

Para o vice-presidente comercial, Matias Ávila, a participação dos corretores eleva a afinidade com a maior seguradora independente do país e a relação de confiança entre ambos. “O que fazemos é dispor ferramentas para que o profissional conheça melhor nossos produtos e tenha mais recursos para atender ao seu cliente da melhor maneira possível”, afirmou.

Matias Ávila é vice-presidente comercial da SulAmérica
Matias Ávila é vice-presidente comercial da SulAmérica / Reprodução

Confirmando a evolução registrada nos últimos anos, 48.845 corretores participaram do Programa de Capacitação de Corretores, no ano passado. O número representa alta de 9,4% frente aos 44.655 participantes em 2016.

Veja também: Ressarcimento de planos ao SUS não deve impactar beneficiários, segundo FenaSaúde

O Programa de Capacitação de Corretores é um dos pilares do PRA Corretor (Programa de Reconhecimento ao Corretor). Este, por sua vez, tem como foco a expansão de volume de negócios. Além de abordar as várias possibilidades de negócios com a SulAmérica, o programa ainda fornece dicas e informações sobre estratégias de vendas, sobretudo o cross-selling.

6 motivos para você contratar um seguro de vida em 2018 3386

Este é o momento ideal para planejar um plano de seguro e proteção pessoal ou familiar

Quando se fala em contratação de seguro de vida, blindagem de patrimônio e proteção familiar, grande parte das pessoas demonstra dúvidas ou incertezas sobre qual a real necessidade de se obter um seguro. Entretanto, mesmo em momentos onde a insegurança fala mais alto, o importante é parar e pensar nos maiores bens que o ser humano possui e deve proteger: sua vida e sua família.

Mas afinal, o que é o seguro de vida?

O seguro de vida nada mais é do que uma forma de se proteger financeiramente diante de algum imprevisto. Geralmente, o assegurado garante um capital que, na sua falta, pode ser utilizado pelo beneficiário do seguro. Há também o seguro que pode ser utilizado para si próprio em caso de invalidez ou doença grave.

A importância do seguro de vida é muito maior do que a maioria das pessoas imagina. Infelizmente, a primeira impressão de alguém ao ouvir falar sobre seguro é a adição de mais um “gasto” diante de suas despesas convencionais. Porém, é necessário olhar com bons olhos para a contratação de uma proteção pessoal ou familiar, uma vez que o capital pago pelo seguro é justamente um investimento futuro para aqueles que se ama, garantindo a continuidade e estabilidade financeira da família.

Prestes a completar 20 anos de experiência no mercado segurador, o Grupo Life Brasil é uma holding especializada e dedicada exclusivamente na venda direta de seguros de vida. Com atendimento e consultoria personalizada, o grupo busca sempre atender as reais necessidades de seus clientes, aspecto esse que fez com que fosse reconhecido como case de sucesso no segmento. Para poder oportunizar o conhecimento e a importância da contratação do seguro de vida, listamos seis motivos para você planejar uma proteção familiar no início deste ano.

6 motivos para você contratar um seguro de vida em 2018

Proteção familiar
Para muitas pessoas a família é o principal alicerce e pilar de suas vidas. E é com o seguro de proteção familiar que você pode assegurar a proteção e a segurança daqueles que mais ama. Imprevistos podem acontecer a qualquer momento, sem que possamos imaginar. Para isso, esse seguro garante que, na sua ausência, sua família possa ter uma tranquilidade financeira.

6 motivos para você contratar um seguro de vida em 2018

Pensão (complemento de renda)
Esse seguro é essencial para quem pensa nos rendimentos e necessidades futuras daqueles que mais ama. Com ele, você pode deixar uma renda extra para a família, manter o seu padrão de vida ou garantir os estudos dos filhos, por exemplo, a partir de um valor que será pago mensalmente ao beneficiário. Ou seja, com esse seguro você pode agregar o rendimento e estabelecer financeiramente a sua família.

Resgate
A modalidade de resgate permite que parte do seguro contratado seja destinado para uma reserva que pode ser utilizada tanto para aquisição de bens, quanto para compra de imóveis, estudos ou garantia de renda futura. Quanto maior for a contribuição, maior será o valor depositado na reserva do seguro. Enquanto o seguro estiver vigente, sua contribuição estará aplicada até a data do seu resgate conforme as condições do produto.

Invalidez por acidente
O seguro de invalidez por acidente ou doença garante que você possa ter um capital diante de um imprevisto. Com isso, o assegurado pode ficar tranquilo financeiramente durante o período de recuperação ou até mesmo utilizar o valor do seguro para os cuidados necessários.

6 motivos para você contratar um seguro de vida em 2018

Lucros cessantes (Perda de honorários)

Esse seguro certifica que o principal responsável financeiro do lar possa ter um capital garantido em caso de algum acidente ou doença que impossibilite a produção da renda. Com isso, o beneficiado garante uma renda temporária caso algum imprevisto o impossibilite de realizar as suas atividades.

6 motivos para você contratar um seguro de vida em 2018

Funeral
A perda de alguém que amamos é um dos momentos mais tristes na vida. Além do sofrimento de perder uma pessoa especial, também vem a preocupação financeira com os encargos de funeral. Esse seguro possibilita que, mesmo no momento de dor e tristeza, sua família não precise arcar com as dívidas do funeral, já que esse benefício garante todos os custos de sepultamento.

Para conhecer mais sobre o Grupo Life Brasil e os seguros oferecidos basta acessar este site.

FenaSaúde: Ressarcimento de planos ao SUS não deve impactar beneficiários 947

Entidade avalia que não haverá impacto na operação das empresas nem nos preços dos planos

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve, na última quarta-feira (07), o dispositivo que regula a obrigatoriedade dos planos de saúde de reembolsarem o Sistema Único de Saúde (SUS), previsto na Lei 9656/98. Na análise da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), a decisão do Supremo não trará impacto prático na operação das operadoras nem nos valores das mensalidades dos planos de saúde. Do início da regulação – a partir da criação da ANS – até o ano passado, as associadas à FenaSaúde já desembolsaram R$ 371,6 milhões ao SUS.

A Federação lembra que suas empresas afiliadas já levavam em consideração – nos cálculos atuariais das mensalidades dos planos – os custos assistenciais referentes ao ressarcimento ao sistema público. “A decisão do Supremo não vai trazer qualquer modificação para o que hoje as operadoras já vêm cumprindo. As empresas obedecem rigorosamente a regulamentação da ANS, que se dá com base nos dispositivos da Lei 9.656. Portanto, esses pontos questionados – no processo de ação judicial da ação de inconstitucionalidade, que foi objeto da decisão – foram no sentido de validar esses dispositivos legais. As associadas à FenaSaúde já vêm cumprindo essas obrigações desde a edição da Lei dos Planos de Saúde e da regulamentação da ANS”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação.

Importante esclarecer que, no caso das associadas à Federação, a utilização do SUS por seus beneficiários decorre, geralmente, quando vítimas de acidentes em vias públicas são levadas, inicialmente, a hospitais do SUS, seguindo determinações previstas em legislação vigente.

De acordo com a presidente da FenaSaúde, é uma inverdade a afirmação de que todas as operadoras tenham interesse em direcionar seus beneficiários para a rede do sistema público. “As operadoras foram responsáveis por cerca de 1,3 bilhão de procedimentos em 2016 segundo dados da ANS, muitos deles de alta complexidade. Precisamos ser informados quando um consumidor do serviço dá entrada no SUS, para promover sua transferência para a rede privada o mais rápido possível, levando sempre em consideração seu estado de saúde. Isso diminuiria consideravelmente os valores de ressarcimento”, explica Solange Beatriz.

Vale pontuar, ainda, que a alegação de que os beneficiários de planos de saúde sobrecarregam a rede pública é uma descrição completamente invertida dos fatos, já que é obrigação do poder público oferecer atendimento integral e com acesso universal. Antes de serem beneficiários de planos de saúde, brasileiros que contratam a saúde privada também são cidadãos e podem optar pelo meio de atendimento público. Esse é um direito constitucional.

“Na questão conceitual, entendemos que há dupla cobrança aos beneficiários de planos de saúde. Esses recursos que as empresas desembolsam o ressarcimento são oriundos das mensalidades pagas pelos consumidores, que já contribuem com a quitação de impostos para financiar o sistema público de saúde. Mas esse não foi o entendimento do STF. Na prática, de fato, nada muda para as associadas à FenaSaúde e seus beneficiários”, destaca a presidente da FenaSaúde.

Na mesma sessão do STF, foram definidas outras ações relacionadas aos planos de saúde, como a informação ao consumidor sobre as eventuais negativas de atendimentos, de acordo com a cobertura contratual; a vedação ao reajuste dos planos de saúde para idosos; e a confirmação de que planos anteriores à edição da Lei 9.656/98 não são regulamentados por essa norma.