As vantagens de terceirizar a área de sinistros de uma corretora de seguros 1407

Planos se adequam de acordo com o volume de produção

A proposta inovadora da Regula, que desde 2017 oferece atendimento a sinistros para corretoras de seguros, vem conquistando corretores de seguros de todos os portes, com planos que se adequam a cada volume de produção.

O cliente Boris ber, da Asteca Corretora de Seguros​
O cliente Boris Ber, da Asteca Corretora de Seguros​ / Divulgação

Importante cliente que acaba de fechar contrato com a empresa é a Asteca Corretora de Seguros, gerida pelo corretor de seguros Boris Ber, que possui grande produção e, consequente, alto índice de sinistros mensalmente. O profissional aderiu ao conceito de que é muito mais vantajoso direcionar os colaboradores para prospectarem novos negócios e ter uma equipe de atendimento de sinistros terceirizada. Com foco no atendimento, a Regula também contribuí diretamente para fidelizar os segurados e conquistar novos negócios para os clientes.

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“Apesar de termos na Asteca uma área de sinistros com quatro funcionários, às vezes temos excesso de casos para atender, por isso optamos pela parceria com a Regula. Queremos deixar aqueles sinistros mais complicados e demorados de resolver com o atendimento terceirizado. É uma proposta inovadora que pode realmente reduzir os custos de uma corretora. No nosso caso, teríamos que colocar mais funcionários para fazer este atendimento. Vamos usar para os excessos, mas pode ser interessante para o corretor de seguros que não quiser demandar qualquer investimento ou tempo nos processos de sinistros”, afirma Boris Ber.

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Comprovando que os corretores de seguros deixam de ganhar dinheiro quando se debruçam no atendimento de sinistros, a Regula desenvolveu o Custo de Oportunidade, com uma fórmula matemática que avalia quanto se deixa de obter quando o corretor de seguros líder da empresa para de vender para atender sinistros ou mesmo quando opta por estruturar uma equipe de atendimento, e compara com o valor da terceirização. “O corretor de seguros pode direcionar seu investimento (custo) de funcionário que estava na área de sinistro para uma alguma que traga mais resultados, como vendas, cross-sell, e utilizar um plano da Regula adequado à sua produção”, sugere Boris Ber.

Daniel Bortoletto, sócio da Regula
Daniel Bortoletto, sócio da Regula / Divulgação

O sócio-diretor da Regula, Daniel Bortoletto, acredita que a terceirização dos sinistros para equipe especialista é uma forma inteligente de gerir e reduzir custos. “Administrar uma empresa é uma arte, controlar os seus números é um desafio e reduzir seus custos de forma inteligente é uma obrigação para o empreendedor”.

Chubb Brasil nomeia novo Vice Presidente de P&C 1020

Chubb

Companhia foca em serviços superiores aos clientes

Leandro Martinez é o novo vice-presidente de Subscrição de P&C da Chubb Brasil
Leandro Martinez é o novo vice-presidente de Subscrição de P&C da Chubb Brasil

A partir de julho, Leandro Martinez assume a Vice-Presidência de Subscrição de P&C da Chubb Brasil, reportando-se diretamente ao Presidente Executivo da Chubb Brasil, Antonio Trindade e funcionalmente a Pablo Korze, Vice Presidente Sênior de P&C Commercial.

Leandro será responsável pelo P&L de Global, Middle Market/SME e Resseguros. O executivo está na companhia desde janeiro de 2011, e em agosto de 2014, passou a desempenhar o papel de Vice Presidente Regional de Linhas Financeiras, onde contribuiu com desenvolvimento das carteiras de D&O, PI, FI e Cyber na América Latina.

Leandro é advogado, pós-graduado em Direito Civil e de Empresas, com MBA pela FGV e extensões em mercado de capitais pela Escola Superior de Advocacia da OAB de São Paulo.

Toda mudança realizada na Chubb tem como objetivo garantir uma subscrição e execução superiores, bem como a entrega de um serviço superior para os seus clientes.

Dicas para investir e ir às Olimpíadas no Japão, em 2020 1641

Tokyo

Quem não foi à Rússia, pode aportar em fundos cambiais para realizar sonho de fazer parte da torcida brasileira

Quem gosta de grandes eventos esportivos, mas não conseguiu ir para a Rússia, pode se preparar para as Olimpíadas do Japão, em 2020. De acordo com a Mapfre Investimentos, existem boas alternativas para fazer o dinheiro render e fazer parte da torcida brasileira do outro lado do mundo.

Antes de realizar uma aplicação, é necessário definir o montante necessário para o passeio, considerando o valor em moeda estrangeria – já que a viagem é para o exterior– e o tempo disponível até o embarque, neste caso, dois anos. “O fundo deve ter pouco risco para não comprometer o volume de dinheiro essencial para viajar. A recomendação é seguir o planejamento de investir parte em fundo cambial e parte em fundos de renda fixa”, explica Carlos Eduardo Eichhorn, diretor de gestão de recursos da Mapfre Investimentos.

“Os fundos cambiais são uma opção segura e rentável, porque garantem o poder de compra em dólares e liquidez para a data estimada da viagem. Além disso, também não há a cobrança do spread exigido pelas casas de câmbio”, completa.

Já os fundos de renda fixa são os mais populares entre os brasileiros. São veículos de investimento com menos risco e que podem ser compostos por títulos públicos e de crédito, com o objetivo de rentabilidade associado ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Sustentare alcança marca de 100 Unidades de Negócios 1653

Empresa expandiu também em Santa Catarina

Marcos Stock Trevisan é CEO da Sustentare Seguros
Marcos Stock Trevisan é CEO da Sustentare Seguros.

A Sustentare Seguros atingiu a marca de 100 Unidades de Negócios no fechamento do primeiro semestre do ano. Os escritórios estão concentrados no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. “Batalhamos bastante para chegar a esta marca porque entendemos que ainda há muito potencial para crescer. Estas Unidades estão somando forças junto conosco e nos ajudando a cada vez mais entregar um serviço de qualidade”, destaca o CEO da Sustentare Seguros, Marcos Stock Trevisan.

Alcançar este número foi possível graças à meta traçada pela empresa no final do ano passado, com uma operação de expansão planejada no estado vizinho, que hoje já conta com vinte corretores. “Tudo isso aconteceu depois termos ficado 2016 sem colocar nenhum parceiro, modificando nosso regime fiscal e contratos. Já em 2017 houve um aumento considerável do número de Unidades e agora em 2018 foi momento de colocar cada vez mais parceiros, com frentes de expansão nos dois estados da região Sul”, comenta.

AIG conclui a aquisição da Validus 959

Aquisição

Transação foi anunciada em janeiro

A AIG anunciou na quarta-feira a finalização do processo de aquisição da Validus Holdings Ltd. (“Validus”), após aprovações regulatórias e dos acionistas da Validus. A transação foi anunciada pela primeira vez em 22 de janeiro de 2018.

Como parte da AIG, a Validus acrescenta franquias atraentes e diversificadas ao portfólio da companhia, incluindo a Validus Re, plataforma líder de resseguro; AlphaCat, gestor de ativos de títulos ligados a seguros; Talbot, consórcio do banco Lloyd; Western World, especialista nos Estados Unidos em riscos comerciais para pequenas e médias empresas; e Serviços de Riscos Agrícolas, que fornecem acesso ao mercado norte-americano de seguros agrícolas.

“Estamos muito felizes em receber a Validus. A experiente equipe e seus negócios complementares nos ajudarão a gerar um crescimento sustentável e lucrativo, à medida que continuamos a gerar valor aos nossos acionistas”, disse Brian Duperreault, CEO e Presidente da AIG.

De acordo com Peter Zaffino, CEO da área de Seguros Gerais da AIG, “o trabalho com o time da Validus deve expandir as capacidades e valores entregues aos clientes e corretores parceiros. Os negócios da Validus serão imediatamente acrescentados à atuação de Seguros Gerais da AIG, já que eles já fazem parte da AIG oficialmente.”