Saiba como funcionará a CPI das seguradoras veiculares 4426

Comissão foi instalada na Assembleia Legislativa do RS

Com o objetivo de investigar supostas práticas irregulares por seguradoras veiculares, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul instalou a CPI das Empresas Seguradoras Veiculares. A fase de instrução começou na última quarta-feira (21), quando foram ouvidos representantes da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços para Excelência da Reparação Automotiva (Abraesa) e o delegado Jair Barbosa Ortiz, titular da 3ª Delegacia de Investigações sobre Desmanches Delituosos, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC-SP).

“Queremos que a mutualidade seja o principal objetivo das seguradoras”, contou Eduardo Quevedo, vice-presidente da Abraesa.

Trabalhos serão realizados em 120 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 60
Trabalhos serão realizados em 120 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 60

A Comissão Parlamentar de Inquérito apura a existência de um cartel de oficinas, criado, supostamente, para controlar o mercado. É apurado ainda o uso de peças não autorizadas e o fomento à criminalidade através da venda de sucatas e veículos salvados em leilões. Também será investigado crime contra a ordem tributária por circulação de mercadorias.

Os trabalhos serão realizados em 120 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 60. “Este é o início dos trabalhos. Vamos primeiramente ouvir entidades e órgãos de segurança com expertise em crimes de desmanche de veículos”, disse Enio Bacci (PDT), presidente da CPI.

A Comissão deve ouvir ainda proprietários de oficinas, que não terão seus nomes divulgados. Consumidores que tenham se sentido lesados, além de sindicatos, órgãos técnicos e governamentais, como a Superintendência de Seguros Privados (Susep) também devem ser convocados. As empresas seguradoras devem integrar os trabalhos.

Em nota, o Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg-RS) disse que vai acompanhar os trabalhos da CPI.

Bacci preside os trabalhos ao lado do vice-presidente Elton Weber (PSB) e do relator Tiago Simon (MDB). Luiz Fernando Mainardi (PT), Nelsinho Metalúrgico (PT), Gilberto Capoani (MDB), Juliana Brizola (PDT), João Fischer (PP), Marcel Van Hatten (PP), Ronaldo Santini (PTB), Adilson Troca (PSDB) e Sérgio Peres (PRB) são os deputados titulares que integram a Comissão.

Seguro auto e assistência 24 horas: entenda cada serviço 824

Assistência carro

Saiba como proceder e a quem acionar

É comum que, com a correria do dia-a-dia, a manutenção periódica do veículo fique em segundo plano. E vamos combinar que a má qualidade dos asfaltos da cidade somada ao tempo gasto nos engarrafamentos desgastam cada vez mais os veículos, fazendo com que o risco de contratempos no trânsito seja maior.

Caso esses imprevistos ocorram, é necessário saber como proceder e a quem acionar. “Existem duas opções distintas: a proteção integral do veículo, garantida pelo seguro auto ou apenas a assistência 24h, para eventualidades. As duas possuem vantagens, mas é preciso estar ciente dessas diferenças para utilizar cada uma no momento apropriado”, afirma Fábio Lucato, diretor comercial da Allianz Partners Brasil. No segmento de assistência, a empresa atua no país com as marcas Mondial Assistance e Allianz Global Assistance.

Umas das principais diferenças está na forma de contratação do serviço: a apólice de seguro é contratada por meio de um corretor e, além dos serviços de socorro emergencial/assistência 24 horas, traz coberturas securitárias e indenização em caso de sinistro, enquanto os serviços de assistência 24h podem ser contratados sob demanda, pela internet, com contratação anual, ou apenas para o momento da ocorrência, sempre utilizando a rede de prestadores de serviços da empresa de assistência 24 horas.

Embora haja distinções entre seguro automóvel com assistência 24 horas e os serviços de assistência 24 horas pontuais, o executivo assegura que, na Allianz Partners Brasil, a assistência 24 horas visa prestar o serviço com “Agilidade nas análises e tratativas, além da empatia no atendimento e proteção para todos que estejam no local da emergência”, enfatiza. “Independentemente da ocorrência, a prioridade é garantir o bem-estar do cliente, além de serviços de alto nível e excelência”, finaliza Fábio.

O seguro auto na prática

O seguro auto é uma apólice contratada com diversas coberturas, além dos serviços emergenciais da assistência 24 horas, que também são cobertos. Lucato explica que “o seguro se responsabiliza também por grande variedade de riscos a que o auto está sujeito, o que pode incluir a substituição do bem em casos de roubo ou furto, incêndio, perda total ou reparos quando houver sinistro, quando contratados”. Além disso, existem ainda outros seguros disponíveis, como, por exemplo, o seguro de terceiros, que cobre lesões a outras pessoas envolvidas em um acidente.

Já os serviços de assistência 24 horas se faz presente quando o cliente solicita o guincho, mecânico para realizar serviços paliativos no local, táxi, chaveiro, troca de pneu, retrovisor, entre outros, de acordo com a rede de prestadores de serviços disponibilizada pela empresa prestadora de serviços, sem possibilidade de reembolso em caso de escolha de outro prestador não cadastrado. A assistência 24 horas oferece comodidade e segurança com atendimentos em uma série de ocasiões repentinas. “É uma opção para não deixar o carro e a si próprio desprotegidos em situações emergenciais para quem prefere não optar pelo seguro, porém, sem coberturas indenitárias, que exige um investimento maior”, conclui o executivo.

Chubb Brasil nomeia novo Vice Presidente de P&C 779

Chubb

Companhia foca em serviços superiores aos clientes

Leandro Martinez é o novo vice-presidente de Subscrição de P&C da Chubb Brasil
Leandro Martinez é o novo vice-presidente de Subscrição de P&C da Chubb Brasil

A partir de julho, Leandro Martinez assume a Vice-Presidência de Subscrição de P&C da Chubb Brasil, reportando-se diretamente ao Presidente Executivo da Chubb Brasil, Antonio Trindade e funcionalmente a Pablo Korze, Vice Presidente Sênior de P&C Commercial.

Leandro será responsável pelo P&L de Global, Middle Market/SME e Resseguros. O executivo está na companhia desde janeiro de 2011, e em agosto de 2014, passou a desempenhar o papel de Vice Presidente Regional de Linhas Financeiras, onde contribuiu com desenvolvimento das carteiras de D&O, PI, FI e Cyber na América Latina.

Leandro é advogado, pós-graduado em Direito Civil e de Empresas, com MBA pela FGV e extensões em mercado de capitais pela Escola Superior de Advocacia da OAB de São Paulo.

Toda mudança realizada na Chubb tem como objetivo garantir uma subscrição e execução superiores, bem como a entrega de um serviço superior para os seus clientes.

Dicas para investir e ir às Olimpíadas no Japão, em 2020 1367

Tokyo

Quem não foi à Rússia, pode aportar em fundos cambiais para realizar sonho de fazer parte da torcida brasileira

Quem gosta de grandes eventos esportivos, mas não conseguiu ir para a Rússia, pode se preparar para as Olimpíadas do Japão, em 2020. De acordo com a Mapfre Investimentos, existem boas alternativas para fazer o dinheiro render e fazer parte da torcida brasileira do outro lado do mundo.

Antes de realizar uma aplicação, é necessário definir o montante necessário para o passeio, considerando o valor em moeda estrangeria – já que a viagem é para o exterior– e o tempo disponível até o embarque, neste caso, dois anos. “O fundo deve ter pouco risco para não comprometer o volume de dinheiro essencial para viajar. A recomendação é seguir o planejamento de investir parte em fundo cambial e parte em fundos de renda fixa”, explica Carlos Eduardo Eichhorn, diretor de gestão de recursos da Mapfre Investimentos.

“Os fundos cambiais são uma opção segura e rentável, porque garantem o poder de compra em dólares e liquidez para a data estimada da viagem. Além disso, também não há a cobrança do spread exigido pelas casas de câmbio”, completa.

Já os fundos de renda fixa são os mais populares entre os brasileiros. São veículos de investimento com menos risco e que podem ser compostos por títulos públicos e de crédito, com o objetivo de rentabilidade associado ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Sustentare alcança marca de 100 Unidades de Negócios 1508

Empresa expandiu também em Santa Catarina

Marcos Stock Trevisan é CEO da Sustentare Seguros
Marcos Stock Trevisan é CEO da Sustentare Seguros.

A Sustentare Seguros atingiu a marca de 100 Unidades de Negócios no fechamento do primeiro semestre do ano. Os escritórios estão concentrados no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. “Batalhamos bastante para chegar a esta marca porque entendemos que ainda há muito potencial para crescer. Estas Unidades estão somando forças junto conosco e nos ajudando a cada vez mais entregar um serviço de qualidade”, destaca o CEO da Sustentare Seguros, Marcos Stock Trevisan.

Alcançar este número foi possível graças à meta traçada pela empresa no final do ano passado, com uma operação de expansão planejada no estado vizinho, que hoje já conta com vinte corretores. “Tudo isso aconteceu depois termos ficado 2016 sem colocar nenhum parceiro, modificando nosso regime fiscal e contratos. Já em 2017 houve um aumento considerável do número de Unidades e agora em 2018 foi momento de colocar cada vez mais parceiros, com frentes de expansão nos dois estados da região Sul”, comenta.