América Latina está atrasada para Transição Global de Energia 4681

Relatório revela que o mundo parou de avançar em direção à sustentabilidade ambiental e os preços de energia tiveram aumento real em mais da metade dos países pesquisados

O World Economic Forum divulga hoje um novo relatório, Promoção de uma Transição Energética Efetiva, onde apresenta sua Índice de Transição 2018 e avalia a atual condição dos sistemas de energia de 114 países, além de sua preparação estrutural para atender às necessidades energéticas no futuro.

O relatório criou um ranking destes países de acordo com o desempenho de seus atuais sistemas energéticos, medindo três dimensões – segurança energética e acesso à energia, a sustentabilidade ambiental do sistema e o potencial para crescimento e desenvolvimento econômico sustentável – e avalia a presença de condições que poderiam viabilizar a transição para uma economia de baixo carbono.

“Dentro desta análise dos fatos, conseguimos construir uma visão do desempenho atual de cada sistema nacional de energia e uma perspectiva do que ainda precisa ser feito para garantir seu sucesso no futuro”, disse Roberto Bocca, Chefe de Setores Básicos e de Energia, do World Economic Forum.

O principal resultado desta edição do Índice revela que o mundo parou de avançar em direção à sustentabilidade ambiental. O relatório mostra praticamente nenhuma redução da intensidade do uso de carbono: foram registrados uma melhoria de apenas 1,8% por ano durante nos últimos cinco anos, comparado com a meta de 3% exigida pelos objetivos para o clima no Acordo de Paris. Falando sobre acessibilidade, desde 2013 os preços da energia doméstica tiveram aumento real em mais da metade dos países, apesar de uma queda generalizada dos preços dos combustíveis.

Um dado positivo, de acordo com as últimas tendências globais, mais de 80% dos países registraram um aprimoramento de seus sistemas energéticos nos últimos cinco anos. No entanto, o relatório concluiu que precisamos de uma nova estratégia para ajudar mais de um bilhão de pessoas que ainda não tenham acesso a eletricidade.

O Índice de Transição Energética (ITE) de 2018

De acordo com os resultados, os países da Escandinávia e Europa Ocidental lideram o ranking geral, com a Suécia, a Noruega e a Suíça assumindo os três primeiros lugares. O Reino Unido (7) e a França (9) são as únicas economias do G7 entre os 10 primeiros do ranking.

Outras grandes economias possuem performance mistas. A Alemanha (16) enfrenta preços altos e emissões crescente, embora apresente um alto nível de preparo (11), atribuído às instituições e os regulamentos fortes do país. Os Estados Unidos (25) receberam uma pontuação baixa em relação a sustentabilidade ambiental, embora mantenha uma estrutura institucional forte e um mercado de capitais vibrante, que elevou seu nível de preparo (22).

A Colômbia (32), o Brasil (38) e a Rússia (70) possuem sistemas energéticos robustos devido à fartura de seus recursos naturais, mas apresentam um baixo nível de preparo como resultado da falta de capital humano e os desafios apresentados por suas instituições e estruturas regulatórias.

Entre os países da América Latina, Uruguai (13), Costa Rica (20), Chile (24) e México (28) registraram o melhor desempenho. Embora a região esteja em linha com a média global, considerando a contribuição do sistema energético para o crescimento econômico, segurança e acessibilidade, e pontuar acima da média em sustentabilidade ambiental, muitos países estão atrasados para iniciar o processo de transição. As principais áreas que precisam de melhoria são a inovação, o capital humano, a segurança de investimentos e as estruturas institucionais efetivas.

O relatório identifica os países como a República da Coréia (49), Jordão (65) e Quênia (71), que demonstram níveis de preparo acima da média, apesar das classificações mais baixas no seu desempenho atual, sugerindo o potencial de atingir um “ponto de inflexão” e rapidamente desenvolver sistemas energéticos mais avançados. Nesses países, o aumento do investimento em energias renováveis e eficiência energética nos últimos tempos, por exemplo, levou a uma expansão significativa no acesso à energia.

A China (76) também tem o potencial de avançar rapidamente com sua decisão recente de apoiar o desenvolvimento de veículos elétricos e o seu compromisso político de enfrentar seus desafios ambientais, que inclui medidas para criar um mercado de carbono. Seu desempenho ficou reduzido devido à pontuação baixa em sustentabilidade ambiental.

A Índia (78) melhorou seu desempenho com medidas para garantir maior acesso a eletricidade e reduzir subsídios para o setor de energia. A Índia tomou várias medidas corajosas, especialmente na implementação de energias renováveis e eficiência energética, e foi ranqueado como o “País Emergente” que está rapidamente se aproximando do ponto de inflexão.

O relatório Promoção de uma Transição Energética Efetiva foi produzido com apoio analítico da McKinsey & Company, e apresenta várias medidas para uma transição energética efetiva, ilustrando experiências bem sucedidas e estruturas comprovadas que podem servir de exemplo para outros países. Planos estratégicos de longo prazo com princípios, metas e marcos claramente definidos – e a criação dos habilitadores identificados dentro desta estrutura – são essenciais para acelerar a transição energética.

“A disrupção no sistema energético está se aproximando de um ponto de inflexão e os decisores políticos, os empresários e a sociedade devem se preparar para se beneficiar das oportunidades que as transições de energia vão oferecer. Estratégias energéticas previsíveis e flexíveis serão uma peça chave para garantir uma transição efetiva dos países, agregan valor para as empresas e a sociedade”, disse Thomas Seitz, Associado Sênior da McKinsey & Company.

“Precisamos acelerar a transição para um sistema de uso e a produção da energia mais sustentável, e precisamos reduzir emissões dos gases de efeito estufa, aumentar o acesso a energia e melhorar a qualidade do ar. Para fazer isso, devemos aproveitar uma série de tecnologias do setor de energia e aumentar a cooperação entre governos, o setor e a sociedade civil”, disse Fatih Birol, Diretor Executivo, da Agência Internacional de Energia e Presidente Conjunto do Conselho de Coordenação, da Iniciativa para Moldar o Futuro do Sistema Energético, do World Economic Forum.

Setor de seguros volta a ficar pessimista, segundo Índice 484

Queda

Maio foi extremamente ruim, na perspectiva do mercado

O mês de maio de 2018 foi extremamente ruim para as expectativas do setor de seguros. Pelo menos, três fatores foram marcantes: a continuidade da incerteza política, a subida do dólar e, por fim, a greve dos caminhoneiros. Tudo isso trouxe desânimo nas respostas e nas previsões das companhias entrevistadas pelo Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS). O estudo é realizado mensalmente pela Rating de Seguros Consultoria e reflete a expectativa de aproximadamente 100 companhias do setor.

O setor de seguros inverteu a tendência e voltou a ficar pessimista, fato que não acontecia desde julho de 2017. Ou seja, isso significa que, nesse momento, as empresas esperam que a situação daqui a seis meses esteja pior do que a situação atual.

O ICSS caiu de 120,7 em abril para 95,9 em maio. As grandes corretoras (ICGC) são as mais pessimistas, de 115,1 em maio, a expectativa em relação ao próximo semestre caiu para 81,9.

O número 100, que divide o índice ao meio, sinaliza que a expectativa atual é que a situação permaneça a mesma no futuro. Por outro lado, quanto maior esse valor, mais otimista está o segmento; e vice-versa.

Confira o estudo completo.

Porto Seguro oferece coberturas a partir de cinco vidas com vantagens exclusivas 585

Saúde

Planos podem ser com ou sem coparticipação

As pequenas e médias empresas brasileiras têm crescido de forma quantitativa e qualitativa: de acordo com dados do Ministério do Trabalho divulgados no segundo semestre de 2017, as PMEs geraram mais de 320 mil vagas formais de emprego entre janeiro e agosto do mesmo ano. Essa participação na empregabilidade do país se deve não somente ao número de novos empreendimentos, que está em ascensão, mas também às próprias políticas públicas do Brasil, que têm melhorado as condições para que estes novos negócios avancem.

Atento a estas mudanças, o Porto Seguro Saúde passou a disponibilizar o Seguro Saúde para Pequenas e Médias Empresas a partir de cinco vidas. Lançado em julho de 2017, o benefício conta com a opção de planos com ou sem coparticipação e dá acesso a vantagens como:

  • Canal médico – que proporciona contato direto entre médico do paciente e equipe médica da seguradora para tratar de internações programadas – iniciativa exclusiva da Porto Seguro Saúde.
  • Reembolso 100% digital – opção simples e rápida para consultas, terapias, exames, procedimentos e cirurgias, despesas hospitalares e internações.
  • Solicitações e acompanhamento de autorização via site e aplicativo – facilita o processo de autorização de exames, terapias, cirurgias ambulatoriais, internações e procedimentos médicos em geral.
  • Cuidados com pacientes crônicos – oferecidos por meio de educação continuada, ministrada por profissionais especializados, além do acompanhamento de equipe médica multidisciplinar.

“O Porto Seguro Saúde reconhece o segmento PME como promissor e estuda constantemente esse mercado para desenvolver produtos que agreguem valor às necessidades das empresas diante do atual cenário econômico”, explica Mônica Bortolossi, Superintendente do Porto Seguro Saúde.

Além de ser acessível, o Porto Seguro Saúde PME cinco vidas oferece facilidades exclusivas aos segurados: os aplicativos Porto Seguro Saúde e Odonto, por exemplo, podem ser baixados gratuitamente nos sistemas operacionais Google Play (Android) e Apple Store (iOS) e, através dessas ferramentas, é possível acompanhar o status de reembolsos, receber dicas de saúde, consultar a Rede Referenciada de médicos e dentistas, acessar o cartão virtual do segurado, entre outros serviços.

Para mais informações sobre o Porto Seguro Saúde Pequenas e Médias Empresas, suas coberturas e benefícios, consulte um Corretor de Seguros.

Chubb diz que seguro para condomínio se modernizou para atender aumento dos riscos 481

Residencial

Companhia constata significativas mudanças no perfil

A Chubb, uma das maiores seguradoras do mundo, afirma que houve uma mudança significativa no perfil dos riscos associados à atividade de condomínios nos últimos anos. “Os projetos arquitetônicos tornaram-se mais arrojados e passaram a incluir equipamentos com alto nível de automação, novos materiais de revestimento externo, novos conceitos em sustentabilidade, paisagismos ousados e várias outras novidades que demandam coberturas apropriadas de seguro. Por isso, o brasileiro hoje está realizando uma análise mais criteriosa no momento de contratar uma apólice para cobrir as ameaças que rondam o seu patrimônio”, considera Alessandro Gomes, Diretor da área de seguros para Pequenas e Médias Empresas (PME) da Chubb.

De acordo com Alessandro, a Chubb oferece um seguro para condomínios que se modernizou nos últimos anos, acompanhando a evolução dos riscos. Uma das principais características é o fato de que pode ser facilmente contratado a partir do Portal do Corretor. Nesse portal, os corretores de seguros podem cotar com agilidade o produto pela internet, a fim de oferecer ampla proteção a condomínios residenciais, comerciais (escritórios e consultórios) e mistos (com residências, lanchonetes e lojas). O Portal também possibilita a emissão da apólice, geração de boletos, realização de outras formas de pagamento e vários outros recursos.

O atual produto da seguradora para condomínios pode ser comercializado com diversas coberturas e, com isso, possibilita o desenvolvimento de uma solução customizada para cada cliente. As coberturas tradicionais para possíveis prejuízos materiais são voltadas para incêndio, raio, explosão, alagamento, danos elétricos, equipamentos, desmoronamento, tumultos, vendaval e outros eventos.

Coberturas exclusivas

O seguro para condomínios da companhia também oferece coberturas exclusivas para paisagismo, despesas de locação de equipamentos e danos por água. O produto ainda concede proteção para síndico e condôminos em caso de responsabilização por danos a terceiros. Outro diferencial é o fato de que a apólice garante o valor de novo para a reposição de equipamentos na cobertura de danos elétricos. “Em função dessas e outras inovações, esse seguro da Chubb hoje se destaca como uma referência para o mercado”, afirma Alessandro Gomes.

O seguro para condomínios da Chubb está disponível ao lado de vários outros produtos no Portal do Corretor da companhia: D&O, Responsabilidade Civil Profissional para Saúde, RC Profissional para Advogados, Riscos Ambientais – Transportes, Apólice Avulsa de Transporte Internacional, Patrimonial para Comércio e Serviços, Riscos de Engenharia para Pequenas Obras, Entretenimento, Responsabilidade Civil Geral e Vida.

Plano de recuperação da Aplub ganha força 646

Negociação

Grupo empresarial está interessado em adquirir negócios

Reunião entre equipe interventora com um grupo empresarial interessado na Aplub e Aplubcap dá força a aprovação do plano de recuperação na Superintendência de Seguros Privados (Susep). A negociação ainda será apresentada ao Conselho Diretor da Susep.

Veja também: Associação de Defesa da Aplub apresenta plano de recuperação à Susep.

O interesse entre as partes é antigo, e agora avança para ampliação dos negócios de previdência, seguros e capitalização. O plano de recuperação proposto pela Associação em Defesa da Aplub (ADA) visa o encerramento do regime especial e viabiliza acordo entre Susep e interessados, além de priorizar a cobrança dos débitos da gestora da entidade na data de intervenção.

Veja ainda: Novo desfecho pode solucionar impasse em intervenção na Aplub.

Diretor-geral do Grupo Bradesco Seguros eleito um dos dez executivos jurídicos mais admirados do país 430

Ivan Luiz Gontijo Jr. é diretor-geral do Grupo Bradesco Seguros

Ivan Gontijo recebe premiação pela quarta vez consecutiva

O diretor-geral do Grupo Bradesco Seguros, Ivan Luiz Gontijo Jr., foi reconhecido como um dos dez “Executivos Jurídicos Mais Admirados do Brasil”. A homenagem aconteceu nessa terça-feira 19 de junho, durante o lançamento do anuário “Análise Executivos Jurídicos e Financeiros 2018”, editado pela Análise Editorial, em evento realizado em São Paulo.

É a quarta vez consecutiva que Ivan Gontijo – responsável também pelo Jurídico, Compliance e Secretaria Geral do Grupo Segurador – recebe a premiação. O diretor-geral da holding ficou entre os 44 executivos jurídicos mais citados por seus pares, em um universo de duas mil empresas. Responsáveis pelos departamentos jurídicos das maiores empresas em operação no país foram convidados a indicar os colegas que mais respeitam profissionalmente, sem que fosse apresentada uma lista prévia de nomes.

Ivan Gontijo atua há 33 anos no Grupo Bradesco Seguros. Professor licenciado de Direito Comercial (Universidade Católica de Petrópolis) e Direito do Seguro (Universidade Candido Mendes), integra a Comissão de Assuntos Jurídicos da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).