Icatu Seguros realiza o melhor ano de sua história 13594

Companhia reinvestiu R$ 423 milhões nos últimos cinco anos

Líder entre as seguradoras independentes no mercado brasileiro de Seguros de Vida, Previdência Privada e Capitalização, a Icatu Seguros apresenta seu balanço com a certeza de que este foi o melhor dos seus 26 anos de história. Preparada para o cenário de queda de juros, a Icatu cresceu em todas as linhas de negócios e apresentou resultados operacionais consistentes, acima da média do mercado. Em meio ao cenário desafiador da economia, a Icatu alcançou um faturamento de R$ 4,6 bilhões e lucro líquido de R$ 278,7 milhões no ano passado, o que consolida seu crescimento nos últimos cinco anos. Neste período, a companhia reinvestiu R$ 423 milhões em seu crescimento.

Com uma sólida posição financeira, a seguradora encerrou o ano com R$ 590,3 milhões em volume de ativos livres. O patrimônio líquido da empresa ultrapassou R$ 1,2 bilhão, após a distribuição de R$ 175 milhões em dividendos. O resultado consolidado da companhia garante um ROE (retorno sobre o patrimônio, da sigla em inglês para Return On Equity) consistentemente acima de 25%. A Icatu atualmente administra recursos que ultrapassam a soma de R$ 29,6 bilhões. Presente em todo o país, ano passado a companhia indenizou cerca de 45 mil pessoas, em centenas de municípios.

Para tornar seu portfolio mais qualificado e completo, e oferecer as melhores soluções de proteção e planejamento financeiro aos seus 5,5 milhões de clientes, a empresa vem desenvolvendo importantes parcerias para a comercialização de seus produtos. Atualmente, são mais de 170 parceiros comerciais, 4 mil corretores e cerca de 50 mil empresas clientes. Em 2017, por exemplo, a Icatu adquiriu a Cardif Capitalização e passou a ser a provedora exclusiva de produtos de Capitalização para o Grupo Cardif por 10 anos.

“Queremos contribuir de forma cada vez mais relevante para a sociedade e promover um ano ainda melhor para nossos parceiros, corretores e clientes. Aumentamos nossa captação e market share em todos os segmentos e, com isso, conseguimos traçar novas possibilidades de investimentos”, explica o presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel.

Em 2017, a companhia apresentou crescimento de lucro, apesar da queda do resultado financeiro que atingiu todo o mercado. “Estamos bem preparados para 2018. Vamos aprimorar cada vez mais os nossos serviços para continuar superando as expectativas do mercado. Também continuamos interessados em avaliar qualquer oportunidade de expansão nos seguros de Vida, Previdência (aberta e fechada), Capitalização e Investimentos. Essa é uma realidade”, afirma Snel.

Investimentos

Atenta às tendências do mercado em inovação, a Icatu está investindo R$ 84 milhões em tecnologia, montante superior aos R$ 55 milhões do ano anterior. Há, por exemplo, 37 projetos em andamento, envolvendo parcerias, novos produtos, serviços digitais, eficiência operacional e experiência do cliente. Em 2017, a Icatu também fortaleceu a presença da marca em todas as regiões do pais.

Durante o último ano, a empresa – especializada em pessoas – teve um olhar bastante cuidadoso para a sua gente: desenvolveu, promoveu e contratou, e mais uma vez foi eleita como uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro pelo Great Place to Work (GPTW).

Desempenho dos segmentos

No segmento de Seguros de Vida, o faturamento da companhia atingiu R$ 1,7 bilhão em 2017, crescimento de 13,4% em relação ao ano passado. “Percebemos que as pessoas começam a dar a importância devida à proteção, levando em conta seu ciclo de vida. A melhora na economia cria um ambiente mais favorável para o planejamento de médio e longo prazo. A Icatu manteve seu foco em ter coberturas diversas e criar um pacote de proteção financeira para famílias e negócios de portes diversos”, avalia Snel.

Em Previdência Privada, a captação líquida (entradas – saídas) alcançou R$ 4,1 bilhões, um aumento de 279% em relação ao ano de 2016, ultrapassando R$ 17 bilhões em reservas, distribuída entre uma carteira de mais de 200 fundos de previdência.

Já no segmento de Capitalização, a empresa apresentou lucro líquido de R$ 69,4 milhões em 2017 e distribuiu R$ 63,2 milhões em sorteios. Neste ano, o patrimônio líquido atingiu R$ 240,7 milhões, aumento de 39,7% em relação ao ano anterior. Assumindo a carteira da Cardif, a companhia passa a ocupar a quinta posição no ranking geral de provisões no mercado.

A Icatu Fundos de Pensão, que inclusive atua com cobertura de risco terceirizada, possui um importante papel no fomento do segmento. O patrimônio administrado chegou a R$ 3,1 bilhões em 2017, distribuídos entre os 40 planos do fundo Icatu Multipatrocinado e cinco planos Instituídos (fundos setoriais).

Rio Grande Seguros e Previdência

O faturamento da controlada Rio Grande Seguros e Previdência foi de R$ 493,7 milhões, um aumento de 34% em relação ao ano anterior. Em outubro do ano passado, a companhia concluiu o processo de transferência da carteira de Previdência complementar da Icatu Seguros para a Rio Grande Seguros e Previdência, fruto de uma joint venture entre a Icatu e o Banrisul. A Rio Grande está entre os 10 maiores grupos financeiros do Sul do Brasil e é a maior seguradora com matriz no Estado do Rio Grande do Sul.

Rio Grande Capitalização

Em 21 de dezembro de 2017, a Icatu Seguros e o Banrisul também firmaram parceria estratégica criando a Rio Grande Capitalização, para comercializar produtos de capitalização nos canais do banco gaúcho. A nova companhia terá exclusividade de distribuição por 20 anos.

Icatu Vanguarda

A Icatu Vanguarda, gestora de recursos do grupo, fechou 2017 com a expressiva marca de R$ 17,4 bilhões em ativos sob gestão, sendo a 25ª maior gestora de recursos do país. A gestora figura nos principais rankings de investimento e recebeu a atribuição máxima de Rating de Qualidade e Gestão da agência Moody’s, o MQ1. Destaque na gestão de fundos multimercados, de inflação, crédito e dividendos, a Icatu Vanguarda captou R$ 1,026 bilhão em 2017, segundo o ranking da Anbima.

5 dicas para tirar uma empresa do vermelho 445

Executivo

Especialista explica detalhes que podem fazer toda diferença

A crise financeira trouxe grandes desafios para os empreendedores brasileiros. Com isso, a redução de custos exige o corte de itens considerados supérfluos e outras medidas são tomadas pelas empresas para melhorar a rentabilidade dos negócios.

“Aqueles gastos que parecem pequenos podem comprometer os recursos da empresa e significar a diferença entre sobreviver ou fechar o seu negócio”, destaca Samuel Lopes, sócio da Tiex, empresa de consultoria e gestão financeira corporativa.

Conforme Lopes, além de reduções de custos, controle pode gerar receita extra, que deve ser reinvestida no negócio, como novos produtos, serviços, bonificações e incentivos para colaboradores, no crescimento da empresa em geral, e até no lucro dos acionistas.

O especialista elenca cinco iniciativas que as empresas precisam ter para conseguirem se recuperar e crescer.

Plano efetivo: Antes de fazer qualquer corte, é necessário elaborar um planejamento financeiro/estratégico que tenha uma análise do passado e do presente, assim como uma projeção do futuro. “É importante lembrar que esta projeção tem que ser muito bem desenhada, considerando, por exemplo, as dificuldades atuais do mercado”, diz o sócio da Tiex.

Acompanhamento mensal: A viabilização de um acompanhamento mensal é imprescindível para que a empresa consiga obter resultados mais eficazes. Só assim os gestores poderão ter percepção de suas necessidades para a tomada das melhores decisões possíveis. “Qualquer desvio deve ser apontado e discutido. O redesenho dos processos internos e otimizações tecnológicas pode ser muito efetivo”, explica.

Cortes menos impactantes: Deve-se saber onde é possível cortar sem interferir nos negócios. Vender ativos que fogem ao “core business” é desnecessário. “Ás vezes, as empresas entram em um mercado que possuem pouco conhecimento e acabam gastando recursos onde não tem experiência. Já uma renegociação de contratos com fornecedores, seguradoras e bancos é primordial”, afirma Samuel.

Planejamento Tributário: O planejamento fiscal é uma forma de minimizar os custos fiscais. Sucintamente, o planejamento fiscal terá de respeitar a lei de forma integral, procurando negócios jurídicos com menor ou nula tributação. Com isso, é possível se ter um maior controle dos gastos administrativos.

Aprender: Épocas de crise são ocasiões para aprender, pensar muito e ter resiliência. “Se, com a crise, conseguimos renegociar contratos, minimizar custos administrativos, redesenhar processos para que se tornem mais efetivos, pagar menos impostos com um planejamento adequado, por que não fazíamos antes?”, questiona.

Seguradora aplica técnicas de sensoriamento remoto em áreas rurais 389

Sensoriamento

Drones e monitoramento a distância de clima são algumas das tecnologias testadas em projetos pilotos de sensoriamento

O uso de imagens de satélite para a análise de áreas sinistradas e o cálculo de exposição de riscos de safras agrícolas em razão da variação do clima é apenas um dos recursos adotados pelo Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre para o sensoriamento remoto nas operações de seguro rural.

Uma das tecnologias testadas são os drones – sigla em inglês para veículos aéreos não tripulados –, que podem chegar a locais onde os peritos dificilmente conseguiriam.

Com eles, já foram realizados dois atendimentos em áreas seguradas: um, para apoiar a identificação de bens em vistorias prévias para a aceitação de risco em uma criação de aves; outro, para complementar a apuração de prejuízos de um sinistro causado por ventos fortes em uma floresta de eucalipto de 8 mil hectares.

“O projeto de sensoriamento remoto trará uma nova perspectiva de atendimento ao segurado e de gestão de risco, além de possibilitar o desenvolvimento de novas soluções e serviços de seguros aos clientes. O Grupo se posiciona na vanguarda dessas possibilidades, que geram ganhos financeiros e de tempo às operações, além de reconhecimento de nossa marca como referência em inovação e atendimento”, afirma Wady Cury, diretor geral de Habitacional e Rural do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

De acordo com Paulo Hora, diretor técnico Rural do Grupo, o projeto de sensoriamento remoto para análise e monitoramento de riscos e regulação de sinistros está associado a Geoprocessamento e Analytics. As tecnologias estudadas para análise dos dados de diversas variáveis em riscos geolocalizados em mapas e integrados às operação vão desde imagens de satélite ao uso de drones, radares, telemetria, e outras possibilidades.

“O uso de drones, especificamente, é uma das iniciativas que já utilizamos como piloto em algumas áreas para coleta de imagens, mas que pode ser associado a outras tecnologias de análise de dados. Temos uma enorme responsabilidade no programa de seguro agrícola por sermos líderes de mercado e segurarmos uma extensa área com culturas plantadas nas safras de verão e inverno. São mais de 60 mil apólices distribuídas em propriedades por todo o país, e estamos à frente na construção e um modelo que será fundamental para a gestão dos seguros rurais no futuro”, destaca.

Previsul e Lojacorr: parceiras de sucesso 630

Previsul e Lojacorr

Encontro entre diretores e executivos aconteceu no dia 14

A Previsul Seguradora recebeu na última quinta-feira (14/06), a diretoria da Lojacorr, maior rede de corretores de seguros independentes do Brasil. Entre os executivos da Previsul presentes no encontro, estavam o presidente Renato Pedroso, a diretora de Negócios Andréia Araújo e o diretor financeiro Fernando Moraes, além dos gerentes regionais Virginia Marques, Claudionir Fontana e Renan Haun.

Durante a reunião, as diretorias puderam conversar sobre a situação do mercado de seguros, apresentar melhor suas empresas e analisar possibilidades de negócios entre elas. “Momentos como este são importantes para que possamos apresentar aos nossos parceiros o crescimento da Previsul. Conversamos com os diretores da Lojacorr e percebemos a grande sinergia que temos: somos empresas que estamos em constante crescimento e trabalhamos focados em entregar melhores condições de negócios para o corretor de seguros”, avalia Andréia.

Lloyd’s prevê França campeã e queda do Brasil nas quartas de final 1340

Bandeira da França

Seleção Brasileira tem valor segurado estimado em US$ 1,5 bilhão

JRS ligado na Copa do Mundo!
JRS ligado na Copa do Mundo!

Referência mundial em seguros e resseguros, o Lloyd’s divulgou uma pesquisa realizada em conjunto com o Centro de Pesquisa Econômica e Empresarial (CEBR) para ranquear cada país participante na Copa do Mundo da FIFA em relação ao valor segurado total dos 23 jogadores. O elenco brasileiro soma US$ 1,5 bilhão – atrás apenas de França (US$ 2 bilhões) e Inglaterra (US$ 1,6 bilhão). Estes números estão alinhados com o ranking da FIFA, no qual o país é o segundo – atrás apenas da Alemanha, atual campeã.

O Brasil é o favorito para dominar o Grupo E, que conta com um valor segurado total bem abaixo da seleção de Tite. A Costa Rica conta com US$ 94 milhões, a Sérvia com US$ 460 milhões e a Suíça com US$ 500 milhões. Para comparação, o valor segurado médio de um jogador brasileiro é maior do que a somatória de todo o elenco panamenho.

Se estes valores se refletirem no campo, o Lloyd’s prevê que o Brasil avança até às quartas de final, perdendo para a Inglaterra, uma seleção mais jovem, e, portanto, mais valiosa. Análise similar foi realizada pelo Lloyd’s e o CEBR antes da Copa do Mundo de 2014, a qual acertou a previsão de que a Alemanha seria vitoriosa.

Esta pesquisa oferece perspectivas nos valores segurados por posição e idade dos jogadores. Por exemplo, atacantes são os jogadores mais valiosos na edição deste ano, com uma média de US$ 27 milhões, enquanto os meio-campistas contam com a maior porcentagem do valor segurado (38%). Jogadores entre 18 e 24 anos tem a maior média de valor segurado, com US$ 28,1 milhões.

O CEBR usou salários e receitas de patrocínios dos jogadores, juntamente com uma coleção de indicadores adicionais para construir um modelo econômico que estima a renda dos jogadores até a aposentadoria. Estas projeções formaram a base para avaliar os valores segurados por idade, posição e nacionalidade.

A análise permitiu ao Lloyd’s prever as seleções que irão se classificar em cada grupo. Na segunda fase, o Lloyd’s traçou o caminho de cada seleção com base nos valores segurados. A equipe com maior valor segurado total é a escolhida pelo Lloyd’s como vencedora de cada confronto.

A pesquisa foi realizada com o apoio do Sporting Intelligence, que providenciou os dados salariais de cada uma das 32 seleções participantes da Copa do Mundo de 2018, baseados nas listas de 30 jogadores enviadas por cada federação.

Para Marco Castro, Country Manager do Lloyd’s no Brasil, “a pesquisa Lloyd’s Dream Team é um grande exemplo de como a indústria de seguros usa uma variedade de técnicas de modelagem para prever resultados”. “Estamos muito satisfeitos em ver que a seleção brasileira está em boa companhia entre os favoritos quando se trata de valor segurado. Tenho certeza que o Brasil será um dos fortes desafiantes”, completa.

Jay-Z, Will Smith e outros famosos investem em startup de seguros de vida 1105

Jay-Z e Will Smith

Insurtech aposta no aumento da longevidade para sustentabilidade do negócio

Famosa por oferecer seguros de vida mais acessíveis, a Ethos recebeu um investimento de US$ 11,5 milhões de grandes estrelas americanas. Tudo começou com um dos fundos mais importantes do mundo, a Sequoia Capital. O fundo Roc Nation, do rapper Jay-Z, os atores Will Smith e Robertu Downey Jr. e o jogador de basquete Kevin Durant também injetaram dinheiro no negócio.

A empresa ainda aposta no crescimento da longevidade, para que a operação seja sustentável, e foca nos jovens. A companhia considera que o começo da vida é o melhor momento para se contratar esse tipo de serviço.

Velocidade na contratação é outro diferencial da insurtech. Em aproximadamente 10 minutos é possível ficar protegido por uma apólice.