Seguro residencial pode custar menos que uma pizza no mês 3107

Coberturas vão muito além da proteção à casa

De acordo com dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) de 2016, menos de 20% dos lares brasileiros estão cobertos com apólices do seguro residencial. O técnico em informática Norton Steffrens possui o seu, com coberturas tradicionais, para preservar o seu apartamento em Canoas (RS) há alguns anos. O que ele não sabia é que este tipo de apólice pode possuir benefícios que vão muito além da proteção a sua casa, como o Mapfre Residencial Multiflex.

A dona de casa Viviane Modzeiski não tinha conhecimento que esta proteção pode custar o preço de uma pizza no mês, partindo de R$ 30 mensais. Já o zelador Benhur Castro complementa que teria contratado se o tivessem oferecido por considerar o custo-benefício muito interessante. “As pessoas ainda assimilam muito que fazer seguro é caro porque elas fazem uma comparação com seguro do veículo, que pode variar de dois a três mil reais para um automóvel que parte de 40 mil reais. Mas para uma residência de meio milhão, o seguro pode partir de 30 a 40 reais mensais até valores mais elevados dependendo das características da residência”, argumenta o gerente territorial de seguros gerais da Mapfre, Ivan Marcos dos Santos

O executivo conta que o Mapfre Residencial Multiflex consegue adaptar-se a várias necessidades, oferecendo, além das proteções habituais, outras complementares. Quebra de vidros extensivo para muros, pequenos danos ao entrar e sair da garagem e proteção especial para pessoas com mais de 60 anos ou portadores de necessidades especiais são algumas delas. “Nós nos preocupamos muito em oferecer coberturas diferenciadas para amparar nossos clientes”, afirma.

5 dicas para tirar uma empresa do vermelho 569

Executivo

Especialista explica detalhes que podem fazer toda diferença

A crise financeira trouxe grandes desafios para os empreendedores brasileiros. Com isso, a redução de custos exige o corte de itens considerados supérfluos e outras medidas são tomadas pelas empresas para melhorar a rentabilidade dos negócios.

“Aqueles gastos que parecem pequenos podem comprometer os recursos da empresa e significar a diferença entre sobreviver ou fechar o seu negócio”, destaca Samuel Lopes, sócio da Tiex, empresa de consultoria e gestão financeira corporativa.

Conforme Lopes, além de reduções de custos, controle pode gerar receita extra, que deve ser reinvestida no negócio, como novos produtos, serviços, bonificações e incentivos para colaboradores, no crescimento da empresa em geral, e até no lucro dos acionistas.

O especialista elenca cinco iniciativas que as empresas precisam ter para conseguirem se recuperar e crescer.

Plano efetivo: Antes de fazer qualquer corte, é necessário elaborar um planejamento financeiro/estratégico que tenha uma análise do passado e do presente, assim como uma projeção do futuro. “É importante lembrar que esta projeção tem que ser muito bem desenhada, considerando, por exemplo, as dificuldades atuais do mercado”, diz o sócio da Tiex.

Acompanhamento mensal: A viabilização de um acompanhamento mensal é imprescindível para que a empresa consiga obter resultados mais eficazes. Só assim os gestores poderão ter percepção de suas necessidades para a tomada das melhores decisões possíveis. “Qualquer desvio deve ser apontado e discutido. O redesenho dos processos internos e otimizações tecnológicas pode ser muito efetivo”, explica.

Cortes menos impactantes: Deve-se saber onde é possível cortar sem interferir nos negócios. Vender ativos que fogem ao “core business” é desnecessário. “Ás vezes, as empresas entram em um mercado que possuem pouco conhecimento e acabam gastando recursos onde não tem experiência. Já uma renegociação de contratos com fornecedores, seguradoras e bancos é primordial”, afirma Samuel.

Planejamento Tributário: O planejamento fiscal é uma forma de minimizar os custos fiscais. Sucintamente, o planejamento fiscal terá de respeitar a lei de forma integral, procurando negócios jurídicos com menor ou nula tributação. Com isso, é possível se ter um maior controle dos gastos administrativos.

Aprender: Épocas de crise são ocasiões para aprender, pensar muito e ter resiliência. “Se, com a crise, conseguimos renegociar contratos, minimizar custos administrativos, redesenhar processos para que se tornem mais efetivos, pagar menos impostos com um planejamento adequado, por que não fazíamos antes?”, questiona.

Seguradora aplica técnicas de sensoriamento remoto em áreas rurais 541

Sensoriamento

Drones e monitoramento a distância de clima são algumas das tecnologias testadas em projetos pilotos de sensoriamento

O uso de imagens de satélite para a análise de áreas sinistradas e o cálculo de exposição de riscos de safras agrícolas em razão da variação do clima é apenas um dos recursos adotados pelo Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre para o sensoriamento remoto nas operações de seguro rural.

Uma das tecnologias testadas são os drones – sigla em inglês para veículos aéreos não tripulados –, que podem chegar a locais onde os peritos dificilmente conseguiriam.

Com eles, já foram realizados dois atendimentos em áreas seguradas: um, para apoiar a identificação de bens em vistorias prévias para a aceitação de risco em uma criação de aves; outro, para complementar a apuração de prejuízos de um sinistro causado por ventos fortes em uma floresta de eucalipto de 8 mil hectares.

“O projeto de sensoriamento remoto trará uma nova perspectiva de atendimento ao segurado e de gestão de risco, além de possibilitar o desenvolvimento de novas soluções e serviços de seguros aos clientes. O Grupo se posiciona na vanguarda dessas possibilidades, que geram ganhos financeiros e de tempo às operações, além de reconhecimento de nossa marca como referência em inovação e atendimento”, afirma Wady Cury, diretor geral de Habitacional e Rural do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

De acordo com Paulo Hora, diretor técnico Rural do Grupo, o projeto de sensoriamento remoto para análise e monitoramento de riscos e regulação de sinistros está associado a Geoprocessamento e Analytics. As tecnologias estudadas para análise dos dados de diversas variáveis em riscos geolocalizados em mapas e integrados às operação vão desde imagens de satélite ao uso de drones, radares, telemetria, e outras possibilidades.

“O uso de drones, especificamente, é uma das iniciativas que já utilizamos como piloto em algumas áreas para coleta de imagens, mas que pode ser associado a outras tecnologias de análise de dados. Temos uma enorme responsabilidade no programa de seguro agrícola por sermos líderes de mercado e segurarmos uma extensa área com culturas plantadas nas safras de verão e inverno. São mais de 60 mil apólices distribuídas em propriedades por todo o país, e estamos à frente na construção e um modelo que será fundamental para a gestão dos seguros rurais no futuro”, destaca.

Lloyd’s prevê França campeã e queda do Brasil nas quartas de final 1374

Bandeira da França

Seleção Brasileira tem valor segurado estimado em US$ 1,5 bilhão

JRS ligado na Copa do Mundo!
JRS ligado na Copa do Mundo!

Referência mundial em seguros e resseguros, o Lloyd’s divulgou uma pesquisa realizada em conjunto com o Centro de Pesquisa Econômica e Empresarial (CEBR) para ranquear cada país participante na Copa do Mundo da FIFA em relação ao valor segurado total dos 23 jogadores. O elenco brasileiro soma US$ 1,5 bilhão – atrás apenas de França (US$ 2 bilhões) e Inglaterra (US$ 1,6 bilhão). Estes números estão alinhados com o ranking da FIFA, no qual o país é o segundo – atrás apenas da Alemanha, atual campeã.

O Brasil é o favorito para dominar o Grupo E, que conta com um valor segurado total bem abaixo da seleção de Tite. A Costa Rica conta com US$ 94 milhões, a Sérvia com US$ 460 milhões e a Suíça com US$ 500 milhões. Para comparação, o valor segurado médio de um jogador brasileiro é maior do que a somatória de todo o elenco panamenho.

Se estes valores se refletirem no campo, o Lloyd’s prevê que o Brasil avança até às quartas de final, perdendo para a Inglaterra, uma seleção mais jovem, e, portanto, mais valiosa. Análise similar foi realizada pelo Lloyd’s e o CEBR antes da Copa do Mundo de 2014, a qual acertou a previsão de que a Alemanha seria vitoriosa.

Esta pesquisa oferece perspectivas nos valores segurados por posição e idade dos jogadores. Por exemplo, atacantes são os jogadores mais valiosos na edição deste ano, com uma média de US$ 27 milhões, enquanto os meio-campistas contam com a maior porcentagem do valor segurado (38%). Jogadores entre 18 e 24 anos tem a maior média de valor segurado, com US$ 28,1 milhões.

O CEBR usou salários e receitas de patrocínios dos jogadores, juntamente com uma coleção de indicadores adicionais para construir um modelo econômico que estima a renda dos jogadores até a aposentadoria. Estas projeções formaram a base para avaliar os valores segurados por idade, posição e nacionalidade.

A análise permitiu ao Lloyd’s prever as seleções que irão se classificar em cada grupo. Na segunda fase, o Lloyd’s traçou o caminho de cada seleção com base nos valores segurados. A equipe com maior valor segurado total é a escolhida pelo Lloyd’s como vencedora de cada confronto.

A pesquisa foi realizada com o apoio do Sporting Intelligence, que providenciou os dados salariais de cada uma das 32 seleções participantes da Copa do Mundo de 2018, baseados nas listas de 30 jogadores enviadas por cada federação.

Para Marco Castro, Country Manager do Lloyd’s no Brasil, “a pesquisa Lloyd’s Dream Team é um grande exemplo de como a indústria de seguros usa uma variedade de técnicas de modelagem para prever resultados”. “Estamos muito satisfeitos em ver que a seleção brasileira está em boa companhia entre os favoritos quando se trata de valor segurado. Tenho certeza que o Brasil será um dos fortes desafiantes”, completa.

Normas de contabilidade trazem grande desafio para o setor de seguros 2984

Contábeis

Assunto é tema de workshop em Porto Alegre (RS)

O novo conjunto de normas internacionais de contabilidade impacta diretamente nos contratos das companhias seguradoras. O IFRS 17 apresenta um grande desafio para o setor e entra em vigor a partir de 2021, com alterações significativas, segundo a palestrante Flavia Vieira Pereira.

Flavia conta com mais de 21 anos de experiências em demonstrações contábeis de companhias de grande porte em diversos segmentos de negócio. A especialista apresenta essas novidades no dia 28 de junho, a partir das 14h30min, no auditório do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS). A entidade está localizada na Avenida Otávio Rocha, 115 – 7º andar, em Porto Alegre (RS).

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através do e-mail margareth.souza@sindsegrs.org.br.

Workshop do Sindseg/RS
Workshop do Sindseg/RS

Por dentro de uma oficina automotiva: Make-up Canoas 3210

Empreendimento foca em satisfação do cliente

O Seguro Sem Mistério conferiu todos os detalhes de funcionamento de uma oficina automotiva. Referência na cidade de Canoas (RS), a filial da Make-up está localizada na Avenida Getúlio Vargas – 4.294.

“Minha esposa e eu somos os administradores da filial e percebemos uma oscilação grande no mercado, especificamente nos últimos dois anos. Por aqui mantemos uma boa rentabilidade e constante fluxo de clientes, com a prestação de serviços a companhias seguradoras parceiras”, explica Rodrigo Cardoso, gerente da filial Make-up em Canoas.

Os negócios da oficina são em grande parte relacionados ao setor de reparação automotiva. Serviços de acabamento, embelezamento, polimento e espelhamento complementam o portfólio da operação.

Cardoso explica que a oficina é referência em atendimento na região há algumas décadas. Desde janeiro de 2014 associaram-se a rede da Make-up, garantindo satisfação, bons custos e a garantia de diferenciais na prestação de serviços automotivos.