HDI foca em aperfeiçoamento de produtos e preços 9592

Entrevista exclusiva com diretor de planejamento financeiro e investimentos

Recentemente a HDI Seguros anunciou Roberto Santiago Takatsu como diretor de Planejamento Financeiro e Investimentos. O cargo, recém-criado pela sexta maior seguradora de automóveis do Brasil, busca reforço estratégico ao seu quadro.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado de seguros, previdência e investimento financeiro, o novo diretor tem a missão de implementar novo plano de negócios da empresa, agregar tecnologias e funcionalidades aos clientes e corretores da área financeira, além de auxiliar no direcionamento da empresa frente a requisitos globais. Com vivências nos Estados Unidos e na China, ele possui amplo know-how na área financeira internacional, sempre acompanhando as novidades e tendências do setor.

Confira entrevista exclusiva:

Roberto Santiago Takatsu é o novo diretor de Planejamento Financeiro e Investimentos da HDI Seguros. Divulgação

JRS: Como a sua experiência lhe auxiliará neste novo desafio na HDI?

Roberto Takatsu: O mercado segurador vem se aprimorando nestes últimos anos e junto os requerimentos de capital para cobertura de solvência. A SUSEP solicita cada vez mais capital, tanto para cobertura de riscos de seguros, quanto para riscos de investimentos, trazendo novos desafios para as seguradoras na gestão de seu balanço. Se por um lado isto é um fator positivo, pois assegura um mercado forte e capitalizado para honrar com seus compromissos, por outro lado uma gestão eficiente de capital se tornou fator crucial para a sobrevivência da seguradora no longo prazo.
Neste contexto assumo a diretoria de Planejamento Financeiro da HDI para assegurar uma visão holística das iniciativas estratégicas de tal forma que todo investimento de capital esteja alinhado com a estratégia da companhia e que os mesmos gerem um retorno mínimo acima do custo de capital dos acionistas.
Desta forma, minha experiência na gestão e seleção de investimentos contribuirá neste novo desafio, onde toda iniciativa estratégica será analisada como um investimento e priorizada de acordo com o retorno esperado e a facilidade de implantação.

JRS: Qual o reforço estratégico que esse novo cargo trará a companhia? Como ele se refletirá em benefícios aos corretores e segurados?

RT: A função principal deste cargo é assegurar uma visão integrada de todas as iniciativas estratégicas da companhia priorizando os projetos com maior retorno e maior facilidade de implantação. Sendo assim, conseguiremos acelerar a implantação de novos produtos e serviços aos nossos segurados e corretores com uma velocidade de resposta muito mais alta do que no modelo atual, onde muitas iniciativas eram tratadas individualmente por cada departamento. Além disso, o departamento de planejamento também será responsável por identificar novos processos de melhoria que resultarão em ganhos de eficiência com consequente reflexo no preço de nossos produtos.

JRS: Seguro de automóveis ainda é o produto mais popular entre os brasileiros. A HDI, como a sexta maior companhia do segmento, tem entre suas responsabilidades estar atenta às modificações de consumo?

RT: A HDI está atenta a estas modificações e por isso vem passando por uma transformação desde o ano passado para ser cada vez mais digital e estar ainda mais próxima do consumidor. Os hábitos de consumo influenciam na forma como clientes e empresas se relacionam e também em possibilidades de novos produtos. Estes são cenários que observamos bastante.

JRS: Um bom planejamento pode acarretar em inúmeros efeitos. Quais seus planos de ações frente à nova área?

RT: Estou atuando em duas frentes: uma interna com a estruturação da nova diretoria de planejamento que é composta pelos departamentos de PMO – Planejamento, Orçamento, Investimentos e Tesouraria, onde o objetivo principal é alavancar a sinergia entre as áreas de PMO e orçamento com as outras áreas de negócios. Esta nova diretoria auxiliará na definição e priorização dos projetos e acompanhará se a execução dos mesmos está ocorrendo dentro do prazo e custo estimado. Além disso, após a implantação dos projetos acompanharemos se os resultados obtidos estão ocorrendo de acordo com o planejado. Este é um ponto crucial dada a dificuldade de se isolar o impacto de uma iniciativa nas vendas, mas estamos trabalhando para segregar gerencialmente estes impactos.
Na segunda frente que atuo, a HDI montou um plano para cinco anos onde na primeira fase o foco foi a redução de custos e agora estamos focados nas melhorias de produtos e preços. No total, são 32 iniciativas que precisam ser coordenadas e monitoradas e este é nosso principal objetivo: que todas as iniciativas sejam implantadas de forma organizada sem reflexos negativos em nossa operação.

JRS: Sob a sua perspectiva, o que podemos aguardar da HDI em 2018?

RT: Neste ano, a HDI seguirá investindo no segmento de automóveis e também abrirá novas frentes de seguros que sejam atrelados ao core da empresa. Também trabalharemos para ampliar nossa base segurada nos produtos que lançamos no último ano, como o seguro para moto, para residência e para micro e pequenas empresas.

JRS: Quais novidades esperar da companhia em outros ramos que não o de automóvel?

RT: A companhia está focada em diversificação de portfólio dentro dos ramos em que já atua e em outros que tenham sinergia com o core business. Mais do que isso não posso adiantar ainda.

Como as expedições lunares contribuíram para a ciência moderna? 1233

Lua

49 anos após a primeira viagem do homem à Lua, tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

No dia 20 de julho de 1969, o astronauta Neil Armstrong entrou para história ao se tornar o primeiro homem a pisar em solo lunar, dando um “gigantesco salto para a humanidade”.

A alunissagem da missão tripulada Apollo 11 projetou a imagem de que tudo era possível em um mundo que se tornava tecnologicamente avançado. Além disso, a corrida espacial se processava no contexto da Guerra Fria, e a viagem à Lua representava a vitória do capitalismo sobre o comunismo soviético. Porém, do ponto de vista científico, se o dinheiro e os esforços investidos na missão tivessem sido direcionados para sondas automatizadas, teríamos obtido muito mais conhecimento sobre o nosso satélite natural do que o obtido pelas pequenas quantidades de rochas trazidas pelos astronautas. Mas é muito provável que um programa para exploração do espaço exclusivamente por meios não tripulados não conseguisse grande apoio popular, muito menos um financiamento.

Nos três anos seguintes após o inédito feito, mais dez pessoas, em cinco missões diferentes, tiveram a oportunidade de visitar a Lua, até que o interesse do público rapidamente diminuiu e, com isso, o orçamento do governo americano dedicado à NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) também foi reduzido, inviabilizando a continuação do programa de missões espaciais tripuladas e acarretando na priorização de programas de exploração e ocupação orbitais, como os ônibus espaciais e as estações espaciais Skylab e ISS (Estação Espacial Internacional).

Como a Estação Espacial Internacional contribui para a ciência?

A Estação Espacial Internacional (ISS) oferece um ambiente único de microgravidade, permitindo a melhoria da qualidade de experimentos que envolvem cristalização de proteínas, crescimento de células e tecidos, reações químicas ou processos bioquímicos. Um exemplo disso é o experimento MEK (Efeito da Microgravidade na Cinética das Enzimas Lipase e Invertase), realizado pela FEI em 2006 a bordo da ISS.

Além disso, a ISS proporciona condições ideais para experimentos sobre a capacidade de adaptação humana ao espaço. Estes experimentos, que analisam as mudanças fisiológicas em nossos corpos submetidos à microgravidade e a um ambiente com mais radiação espacial do que o encontrado na superfície da Terra, também estuda o ecossistema que seria necessário para uma viagem espacial de longa duração.

Em uma viagem espacial curta, é possível embarcar todos os alimentos necessários, mas em uma missão longa, seria necessário realizar agricultura a bordo da espaçonave e, portanto, é preciso saber como plantas e outros organismos se desenvolvem neste tipo de ambiente e quais medidas devem ser tomadas para garantir as condições de saúde da tripulação.

Tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

Há um fluxo constante de tecnologias espaciais na Terra. Por exemplo, as técnicas que permitem a operação de braços robóticos no espaço (os mais conhecidos são os braços robóticos do deck de cargas dos ônibus espaciais) são as mesmas que permitiram que robôs fossem utilizados na realização de cirurgias. Algumas invenções possuem conexão mais evidente com o espaço, como sistemas de localização e de navegação (GPS), mas há também tecnologias mais surpreendentes, usadas para detecção e combate a incêndios ou para tratamento de águas servidas e outros resíduos; estas tecnologias foram testadas na ISS nos últimos dez anos e podem encontrar uso na Terra em breve.

Devemos nos preparar para viver em outro planeta?

A exploração espacial nos ensinou que a Terra é pequena, frágil e muito distante de qualquer outro possível habitat, por isso, estamos muito longe de ter chances reais de iniciar a colonização de outro planeta. Ao contrário das grandes navegações europeias do século XV, em que as naves podiam percorrer oceanos desconhecidos, mas que ainda pertenciam a um ambiente propício à vida, precisaríamos criar todo um ecossistema autossuficiente em outro planeta ou até mesmo dentro da espaçonave, se o local a ser colonizado fosse exterior ao Sistema Solar. Neste caso, apenas a viagem poderia demorar centenas de gerações.

Portanto, em vez de empregar recursos, esforços e talentos para encontrar meios de sair da Terra e destruir algum outro planeta, deveríamos utilizá-los para reduzir o dano que causamos ao nosso lar, garantindo que a vida na Terra seja possível a longo prazo.

*Pelo Prof. Dr. Roberto Baginski, Chefe do Departamento de Física do Centro Universitário FEI.

Procura por seguros para riscos relacionados a fusões e aquisições cresce 35%, diz Marsh 1352

Hands

Empresas de private equity são as que mais utilizam o seguro para riscos transacionais

O ambiente competitivo dos últimos anos levou muitos investidores institucionais a olharem com mais atenção para o mercado de produtos de risco transacional. De acordo com a corretora e consultora de riscos Marsh, no Brasil, a procura por este tipo de seguro no primeiro semestre de 2018 já é 35% maior do que o índice de prospecção do ano passado inteiro.

O seguro contra riscos transacionais inclui, por exemplo, apólices que cobrem riscos relacionados a fusões e aquisições, seguro de indenização fiscal e o seguro de representações e garantias (R&W), sendo este último o único disponível no Brasil. Para a líder da prática de fusões e aquisições da Marsh Brasil, Bruna Reis, a retomada do aquecimento do mercado de M&A é um dos principais motivos pelo aumento da procura por este tipo de proteção no país.

“Além disso, o seguro R&W, presente no Brasil há apenas quatro anos, tem se tornado cada vez mais conhecido por investidores nacionais, uma vez que antes a procura era predominantemente de Fundos de Private Equity Internacionais que já estavam familiarizados com a utilização deste tipo de seguro em outros países”, explica Bruna.

Segundo Relatório Anual de Risco Transacional 2017 da Marsh, no mundo, foram contratadas 38% mais apólices de seguro de risco transacional em comparação a 2016, somando cerca de US$ 20,1 bilhões. No mundo, a Marsh colocou mais de 700 seguros contra riscos transacionais no mercado, um aumento de quase 28% a partir de 2016.

Empresas de private equity são as que mais utilizam o seguro para riscos transacionais, mas, diversas corporações os têm procurado também. “Do total das prospecções, 60% são de private equity e 40% são de investidores institucionais. As empresas e fundos que investem no segmento de infraestrutura são os que mais têm buscado este tipo de proteção, afirma Bruna.

Taxas

Em resposta a esse aumento na demanda, a capacidade no mercado de seguros aumentou significativamente, com mais de 25 seguradoras oferecendo seguro de risco transacional globalmente. Globalmente, os preços para produtos de risco transacionais continuaram a cair como resultado de um aumento significativo da concorrência no mercado segurador. Em 2017, os preços médios caíram quase 13%, comparado a uma queda de cerca de 2% em 2016. O seguro de riscos transacionais está em comercialização no Brasil há quatro anos. A apólice é elaborada conforme as necessidades da operação e se baseia na cláusula de declarações e garantias do contrato de compra e venda.

Mercado aguarda nova obra de Alberto Júnior 2926

Alberto Júnior recebe reconhecimento no 15º Troféu JRS

Especialista em vendas no mercado de seguros anuncia novo livro

Um dos maiores operadores da corretagem brasileira de seguros, Alberto Júnior anunciou o lançamento de sua nova obra. “O vendedor mais cobiçado”, disse o empresário em uma publicação que repercutiu nas redes sociais.

Reprodução
Reprodução

Alberto é autor de “A Lógica”, obra que foi destaque em recente reunião do Million Dollar Round Table (MDRT), nos Estados Unidos. O destaque foi feito por Tiago Melo, membro da Court of The Table da entidade. “É o primeiro brasileiro com literatura no MDRT”, completou.

Melo destacou a honra em representar o Brasil no maior evento do mercado Internacional de Seguros e Finanças. “É sem dúvida uma grande emoção. Como membro Court of The Table na MDRT, encontro-me em um seleto grupo de 2.500 profissionais de todo mundo, pertencentes a esta categoria, são 9 anos consecutivos na MDRT. Ter esta certificação em meu currículo, deve-se a minha exacerbada preocupação em oferecer o meu melhor aos meus clientes, sou grato a todos eles por delegarem a mim a honra de cuidar e proteger seus sonhos, família e projetos de vida”, agradeceu o executivo.

Travelers Seguros oferece seguro para salões de beleza 1830

Salão de Beleza

Apólices específicas para este mercado cobrem vários imprevistos que os donos de salões podem enfrentar

O Brasil é o maior mercado de negócios de beleza do mundo e movimenta cerca de R$ 12 bilhões por ano, segundo o Instituto Euromonitor. Para atender às necessidades desse segmento promissor, a Travelers Seguros oferece uma linha completa de produtos personalizados para segurar os riscos específicos enfrentados pelos salões de beleza, como acidentes com funcionários, roubos, incêndios e ações judiciais.

“Embora o negócio de salões de beleza ofereça grandes oportunidades para empreendedores como eu, também apresenta muitos desafios”, afirmou Alessandra Fernando, sócia do salão Fama, em São Paulo. “No início, achávamos que o seguro era uma despesa desnecessária, e acabamos comprando apenas para ter tranquilidade. Ainda bem que fizemos essa escolha, porque depois fomos roubados e alguns computadores e equipamentos foram levados. Felizmente, nossa perda foi mínima porque todos os itens roubados estavam segurados. Depois dessa experiência, adicionamos mais coberturas”, diz.

“Os salões de beleza, de todos os portes, estão expostos a muitos riscos e assim como outros negócios necessitam de proteção correta”, explica Leonardo Semenovitch, diretor geral da Travelers no Brasil. “Garantir proteção adequada é um primeiro passo muito importante para qualquer proprietário de salão de beleza, para mitigar potenciais perdas”, continua.

Para ajudar os salões a minimizar riscos, a Travelers recomenda as seguintes precauções:

  • Armazene toalhas sujas e lixo em recipientes fechados para evitar a contaminação dos clientes e manter a limpeza e organização do salão;
  • Sempre pergunte ao cliente sobre alergias e sensibilidade;
  • Siga cuidadosamente as instruções de uso dos produtos;
  • Mantenha o registro de compras de todos os produtos utilizados no salão;
  • Inspecione periodicamente as cadeiras elevatórias para prevenir algum tipo de defeito e evitar que o cliente se machuque;
  • Proteja os secadores com um disjuntor automático para evitar o superaquecimento;
  • Dimensione devidamente os sistemas elétricos para evitar sobrecarga na rede e consequentemente curtos e incêndios;
  • Posicione os extintores de incêndio de forma estratégica e treine todos os funcionários para utilizá-los e garantir uma rápida resposta em casos de incêndio;
  • Inspecione com frequência os aparelhos elétricos para evitar que hajam fios desencapados que possam eletrocutar clientes e funcionários;
  • Garanta acesso livre às saídas de emergência para que as pessoas possam sair sem dificuldade.

Congresso Sul Brasileiro reserva espaço para debates 2032

Arquivo JRS

Brasesul fortifica relacionamento entre profissionais do setor

A proximidade entre corretores de seguros e seguradores é um dos principais atrativos do Congresso Sul Brasileiro de Corretores de Seguros (Brasesul), que acontece a partir desta quinta, em Florianópolis (SC).

Saiba mais: Seguradoras participam em peso do Brasesul.

Para enfatizar esse relacionamento, os Sincor-SC, Sincor-PR e Sincor-RS, entidades idealizadoras do congresso, prepararam um painel especial para o segundo dia do evento. Intitulado “Painel das Seguradoras e Corretores de Seguros”, terá como mediador convidado o presidente em exercício da Fenacor, Robert Bittar, e contará com as apresentações dos dirigentes de grandes companhias, falando sobre os planos de suas empresas para aprimorar a parceria com os profissionais da corretagem nos próximos anos.

Confira a programação completa do Congresso Sul Brasileiro

Sob o tema “O que podemos esperar do futuro – caminhos, alternativas e soluções”, as apresentações serão focadas em como a relação com o corretor, peça-chave para o desenvolvimento do mercado, é vista pelas principais seguradoras. O painel terá espaço para perguntas do público, que serão feitas via WhatsApp.