Experday qualifica profissionais de perícias médicas 7472

Consenso gera benefícios na relação de segurados do DPVAT e Seguradora Líder

A ExperMed reuniu empresas e profissionais da área de perícias médicas do Seguro DPVAT em um dia de qualificação, o ExperDay. Tudo aconteceu no último dia 26 de maio, em Porto Alegre (RS).

“O DPVAT é um seguro social. Um seguro obrigatório que todos pagam. Mesmo na medicina, onde não existe uma regra exata, faz-se necessário criar uma inteligência através de consenso. Sistemas que padronizem o pagamento às vítimas porque não é justo, diante de uma mesma indenização, alguém receber mais ou menos, sendo que origem da lesão é a mesma”, explica Eduardo Della Giustina, diretor comercial da ExperMed Perícias Médicas.

O treinamento levou em conta a realidade do Rio Grande do Sul. Segundo Della Giustina, “todas as empresas querem se ajudar, unindo pontos de forma em que uma aprenda com a outra”. “Por ser um seguro social temos que nos preocupar com a sociedade e nosso cliente, a Seguradora Líder”, completa.

Um dos médicos pioneiros na criação de parâmetros para consensos envolvendo o Seguro DPVAT é o ortopedista João Carlos Arruda. O especialista explica que quando se consegue padronizar as avaliações é possível que muito mais pessoas cheguem a resultados próximos ou iguais, quando tratam-se de casos semelhantes. “Isso vai permitir uma avaliação mais justa, assim como a indenização. É uma mudança em dois sentidos, até mesmo na visão da própria Líder. Isso é importante por que leva em conta a qualidade da avaliação dos médicos”, analisa Arruda.

“Não estamos aqui para agradar nenhuma das partes envolvidas nos processos do Seguro DPVAT, estamos aqui para fazer o que é mais correto e justo e só alcançaremos isso através da capacitação profissional”, destacou a Dra. Regina Messina, que também participou do dia de especialização.

O advogado Roger Weber, integrante da ExperMed, ressalta a importância da qualificação para o resultado final das operações da empresa de perícias médicas. “Tanto seguradoras como segurados estão no nosso foco. Tudo isso é determinante para fazer sempre a melhor entrega. Ações como o ExperDay trazem qualidade para todos os integrantes do projeto”, finaliza.

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Corretores associados ao Sincor-RS terão transporte gratuito para o Brasesul 1407

Demais corretores e executivos do mercado também podem utilizar serviço 


O Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul está disponibilizando transporte para o mercado de seguros gaúcho comparecer ao Congresso Sul Brasileiro dos Corretores de Seguros. O Brasesul está marcado para acontecer nos dias 19 de 20 de julho em Florianópolis (SC).

Os corretores de seguros associados ao Sincor-RS terão transporte gratuito e os demais corretores e profissionais do mercado também podem pegar carona pelo valor de R$ 115 (ida e volta). Basta entrar em contato com o setor de eventos do Sindicato, através do telefone (51) 3225-7726.

O Brasesul reúne os corretores de seguros do três estados da Região Sul do Brasil. “Todos os associados do Sincor-RS que se interessarem terão a viagem cortesia como uma forma de reconhecermos o empenho destes profissionais, que são os donos da entidade. Os não associados, securitários, profissionais das seguradoras e das assessorias também podem viajar conosco, e para isso estaremos cobrando exclusivamente o valor do próprio ônibus”, explica o vice-presidente do Sincor-RS, André Thozeski. “É uma grande oportunidade para viajarmos em conjunto, com amigos e colegas a um grande evento”, convida.

Lloyd’s prevê França campeã e queda do Brasil nas quartas de final 2136

Bandeira da França

Seleção Brasileira tem valor segurado estimado em US$ 1,5 bilhão

JRS ligado na Copa do Mundo!
JRS ligado na Copa do Mundo!

Referência mundial em seguros e resseguros, o Lloyd’s divulgou uma pesquisa realizada em conjunto com o Centro de Pesquisa Econômica e Empresarial (CEBR) para ranquear cada país participante na Copa do Mundo da FIFA em relação ao valor segurado total dos 23 jogadores. O elenco brasileiro soma US$ 1,5 bilhão – atrás apenas de França (US$ 2 bilhões) e Inglaterra (US$ 1,6 bilhão). Estes números estão alinhados com o ranking da FIFA, no qual o país é o segundo – atrás apenas da Alemanha, atual campeã.

O Brasil é o favorito para dominar o Grupo E, que conta com um valor segurado total bem abaixo da seleção de Tite. A Costa Rica conta com US$ 94 milhões, a Sérvia com US$ 460 milhões e a Suíça com US$ 500 milhões. Para comparação, o valor segurado médio de um jogador brasileiro é maior do que a somatória de todo o elenco panamenho.

Se estes valores se refletirem no campo, o Lloyd’s prevê que o Brasil avança até às quartas de final, perdendo para a Inglaterra, uma seleção mais jovem, e, portanto, mais valiosa. Análise similar foi realizada pelo Lloyd’s e o CEBR antes da Copa do Mundo de 2014, a qual acertou a previsão de que a Alemanha seria vitoriosa.

Esta pesquisa oferece perspectivas nos valores segurados por posição e idade dos jogadores. Por exemplo, atacantes são os jogadores mais valiosos na edição deste ano, com uma média de US$ 27 milhões, enquanto os meio-campistas contam com a maior porcentagem do valor segurado (38%). Jogadores entre 18 e 24 anos tem a maior média de valor segurado, com US$ 28,1 milhões.

O CEBR usou salários e receitas de patrocínios dos jogadores, juntamente com uma coleção de indicadores adicionais para construir um modelo econômico que estima a renda dos jogadores até a aposentadoria. Estas projeções formaram a base para avaliar os valores segurados por idade, posição e nacionalidade.

A análise permitiu ao Lloyd’s prever as seleções que irão se classificar em cada grupo. Na segunda fase, o Lloyd’s traçou o caminho de cada seleção com base nos valores segurados. A equipe com maior valor segurado total é a escolhida pelo Lloyd’s como vencedora de cada confronto.

A pesquisa foi realizada com o apoio do Sporting Intelligence, que providenciou os dados salariais de cada uma das 32 seleções participantes da Copa do Mundo de 2018, baseados nas listas de 30 jogadores enviadas por cada federação.

Para Marco Castro, Country Manager do Lloyd’s no Brasil, “a pesquisa Lloyd’s Dream Team é um grande exemplo de como a indústria de seguros usa uma variedade de técnicas de modelagem para prever resultados”. “Estamos muito satisfeitos em ver que a seleção brasileira está em boa companhia entre os favoritos quando se trata de valor segurado. Tenho certeza que o Brasil será um dos fortes desafiantes”, completa.

Mapfre apresenta nova executiva de seguros pessoais 1950

Vanessa Chies ocupa o posto na Territorial Rio Grande do Sul da Companhia

A Mapfre segue com grande foco no seguro de pessoas. Vanessa Chies demonstra entusiasmo e expectativa ao alcançar a gerência de seguros pessoais na Territorial Rio Grande do Sul da companhia.

“Ainda existe muito espaço para o seguro de vida. No exterior ele é mais difundido, mas aqui no Brasil ainda temos muito o que buscar”, destaca a executiva.

O corretor de seguros é a peça fundamental do negócio, na visão de Vanessa. “O profissional devidamente treinado e habilitado para prestar a devida consultoria que o cliente espera e deve receber”, completa.

Setor de seguros volta a ficar pessimista, segundo Índice 543

Queda

Maio foi extremamente ruim, na perspectiva do mercado

O mês de maio de 2018 foi extremamente ruim para as expectativas do setor de seguros. Pelo menos, três fatores foram marcantes: a continuidade da incerteza política, a subida do dólar e, por fim, a greve dos caminhoneiros. Tudo isso trouxe desânimo nas respostas e nas previsões das companhias entrevistadas pelo Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS). O estudo é realizado mensalmente pela Rating de Seguros Consultoria e reflete a expectativa de aproximadamente 100 companhias do setor.

O setor de seguros inverteu a tendência e voltou a ficar pessimista, fato que não acontecia desde julho de 2017. Ou seja, isso significa que, nesse momento, as empresas esperam que a situação daqui a seis meses esteja pior do que a situação atual.

O ICSS caiu de 120,7 em abril para 95,9 em maio. As grandes corretoras (ICGC) são as mais pessimistas, de 115,1 em maio, a expectativa em relação ao próximo semestre caiu para 81,9.

O número 100, que divide o índice ao meio, sinaliza que a expectativa atual é que a situação permaneça a mesma no futuro. Por outro lado, quanto maior esse valor, mais otimista está o segmento; e vice-versa.

Confira o estudo completo.

5 dicas para tirar uma empresa do vermelho 1340

Executivo

Especialista explica detalhes que podem fazer toda diferença

A crise financeira trouxe grandes desafios para os empreendedores brasileiros. Com isso, a redução de custos exige o corte de itens considerados supérfluos e outras medidas são tomadas pelas empresas para melhorar a rentabilidade dos negócios.

“Aqueles gastos que parecem pequenos podem comprometer os recursos da empresa e significar a diferença entre sobreviver ou fechar o seu negócio”, destaca Samuel Lopes, sócio da Tiex, empresa de consultoria e gestão financeira corporativa.

Conforme Lopes, além de reduções de custos, controle pode gerar receita extra, que deve ser reinvestida no negócio, como novos produtos, serviços, bonificações e incentivos para colaboradores, no crescimento da empresa em geral, e até no lucro dos acionistas.

O especialista elenca cinco iniciativas que as empresas precisam ter para conseguirem se recuperar e crescer.

Plano efetivo: Antes de fazer qualquer corte, é necessário elaborar um planejamento financeiro/estratégico que tenha uma análise do passado e do presente, assim como uma projeção do futuro. “É importante lembrar que esta projeção tem que ser muito bem desenhada, considerando, por exemplo, as dificuldades atuais do mercado”, diz o sócio da Tiex.

Acompanhamento mensal: A viabilização de um acompanhamento mensal é imprescindível para que a empresa consiga obter resultados mais eficazes. Só assim os gestores poderão ter percepção de suas necessidades para a tomada das melhores decisões possíveis. “Qualquer desvio deve ser apontado e discutido. O redesenho dos processos internos e otimizações tecnológicas pode ser muito efetivo”, explica.

Cortes menos impactantes: Deve-se saber onde é possível cortar sem interferir nos negócios. Vender ativos que fogem ao “core business” é desnecessário. “Ás vezes, as empresas entram em um mercado que possuem pouco conhecimento e acabam gastando recursos onde não tem experiência. Já uma renegociação de contratos com fornecedores, seguradoras e bancos é primordial”, afirma Samuel.

Planejamento Tributário: O planejamento fiscal é uma forma de minimizar os custos fiscais. Sucintamente, o planejamento fiscal terá de respeitar a lei de forma integral, procurando negócios jurídicos com menor ou nula tributação. Com isso, é possível se ter um maior controle dos gastos administrativos.

Aprender: Épocas de crise são ocasiões para aprender, pensar muito e ter resiliência. “Se, com a crise, conseguimos renegociar contratos, minimizar custos administrativos, redesenhar processos para que se tornem mais efetivos, pagar menos impostos com um planejamento adequado, por que não fazíamos antes?”, questiona.