A digitalização do relacionamento no mercado de seguros 373

Renato Pedroso produz artigo para o CVG-RS

Renato Pedroso, presidente da Previsul Seguradora, participou da seção “Com a palavra” do periódico do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG-RS). “Agradecemos ao presidente Renato pelo apoio na elaboração do periódico desse mês e convidamos a todos para fazerem a leitura pois o assunto é muito interessante, além de trazer um assunto importante e oportuno às companhias”, disse a entidade em nota enviada ao JRS.

A digitalização do relacionamento no mercado de seguros

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A digitalização do relacionamento com o consumidor está em voga nos meios de comunicação e já é uma realidade, principalmente no varejo e no sistema bancário brasileiro, um dos mais avançados do mundo. O mercado securitário, por sua vez, também está passando por uma transformação digital, que exige a disponibilização e adequação de ferramentas capazes de oferecer cada vez mais autonomia ao segurado e ao corretor de seguros, desde a cotação até o acompanhamento de sinistros. Contudo, tal movimento demanda uma reflexão importante.

A digitalização das companhias seguradoras se iniciou ainda nas décadas de 80 e 90, com a implementação de sistemas de gestão e envio de informações periódicas ao órgão regulador. A transformação atual é muito mais abrangente. Trata-se de uma mudança de cultura na forma de relacionamento, que estimula as companhias a realizarem grandes investimentos para desenvolver interfaces que possam oportunizar ao cliente, seja ele segurado ou corretor de seguros, uma navegação simples e intuitiva, culminando com a redução de despesas com atendimento presenciais,
tais como SAC, além do envio de documentos impressos. Porém, dada a complexidade dos produtos securitários, é natural surgirem questionamentos relativos a amplitude de tais investimentos e
o respectivo retorno financeiro e comercial às companhias. Na pesquisa anual elaborada pela Febraban sobre tecnologia bancária, verifica-se um aumento exponencial dos canais digitais no relacionamento bancário. Em 2013, os canais “não digitais”, que incluem SAC, correspondências e agências bancárias/postos de atendimento, representavam 33%, enquanto os “digitais”, incluindo caixas automáticos, internet banking e mobile banking, representavam 67%. Em 2016, essa proporção havia mudado para 28% (“não digitais”) e 72% (“digitais”), com sensível migração para o relacionamento via mobile banking (de 4% em 2013 para 34% em 2016).

Contudo, se analisarmos o total de transações realizadas via internet banking em 2016, verifica-se que apenas 22% tiveram movimentação financeira (que incluem operações de empréstimos e seguros, por exemplo). Se analisados os dados do mobile banking, esse percentual cai para apenas 5%. Isto leva a concluir que o consumidor, apesar de certamente desejar o relacionamento digital ao presencial para operações corriqueiras, como consulta de saldo e extratos, ainda prioriza o atendimento próximo e humano no momento de realizar transações financeiras complexas, que
incluem a contratação de seguros, na busca pelo atendimento consultivo, que atente para suas necessidades.

Diante deste cenário, o papel do corretor de seguros se fortalece cada vez mais, ganhando ainda mais relevância no mercado securitário e assumindo papel decisivo para o bom entendimento do produto de seguros e, consequentemente, para a contratação de coberturas e capitais aderentes às necessidades do segurado. Conclui-se, portanto, que a digitalização do relacionamento é um caminho sem volta, mas que demanda reflexões importantes pelo mercado securitário.

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Confira na íntegra (em PDF).

Busca por dinheiro rápido, geralmente, é a receita para o desastre 947

Especialista dá dicas para quem quer começar a investir

O especialista em investimentos Henrique Bredda participou esta semana do Encontro com Gestores, promovido pela Icatu Seguros, em Novo Hamburgo (RS). A agenda do executivo foi complementada em uma série de palestras voltadas aos operadores parceiros da seguradora.

Veja também: Henrique Bredda descomplica mercado financeiro.

Bredda explica que os fundos no Brasil são como condomínios. “As pessoas dividem, dentro desse condomínio, os benefícios dos investimentos e despesas que são feitos. É como se fosse um CNPJ onde os investimentos são feitos com o capital dos cotistas, cada um na sua proporção, e esse dinheiro é utilizado para investimento em compra de ações, compra de títulos públicos e o que é vendido com lucro é socializado entre todos os cotistas, na proporção de peso e do aporte de cada um”, explica.

O executivo da Alaska Asset aponta que quem deseja iniciar operações com investimentos deve ter uma visão que não seja limitada ao curto prazo. “Quem pensa em investir com cabeça de curtíssimo prazo, digo para evitar ao máximo se envolver com a bolsa, pois em curtíssimo prazo a volatilidade varia conforme o humor dos investidores e quase que não há lógica alguma para curtos períodos. Com o tempo passando, a longo prazo, vai se desenvolvendo e aparecem muito mais os fundamentos para se investir em ações”, revela.

Segundo Henrique Bredda, um dos principais desafios é exatamente esse, o de as pessoas aguardarem o momento certo para agir no caso de investimentos. “Quando se busca ganhar dinheiro muito rápido, geralmente, é receita para o desastre. Você só precisa ficar rico uma vez na vida, nem que isso demore um pouco mais, não tem problema”, finaliza.

Sindseg/RS comemora 123 anos de história 1390

Comemoração aconteceu em alto estilo

O Sindseg RS completou, nesta terça-feira (14), 123 anos de história. A comemoração aconteceu em alto estilo, com a presença de diretores, membros de outras entidades do setor de seguros no Rio Grande do Sul e grandes amigos da instituição.

A sede do Sindseg/RS, que disponibiliza soluções de alto nível para reuniões e demais necessidades dos operadores do mercado, foi o palco desta reunião especial. Em entrevista ao programa Seguro Sem Mistério na TV, o presidente Guacir de Llano Bueno destaca a trajetória do Sindicato, já presidido por nomes como o de Miguel Junqueira Pereira e Julio Cesar Rosa.

Campanha para um trânsito mais humano

Na oportunidade, em parceria com a Fundação Thiago de Moraes Gonzaga, foi lançada uma nova campanha de conscientização no trânsito. “Mais da metade dos leitos do SUS são ocupados por vítimas de acidentes do trânsito. Incentivar campanhas como esta é importantíssimo, pois um trânsito mais humano e seguro só é possível com a conscientização e participação de todos”, comenta Bueno.

Confira todas as imagens – Comemoração dos 123 anos do Sindseg/RS:

BB Seguros aposta em novo posicionamento 859

Banco do Brasil

Decisão foi destaque no jornal O Estado de São Paulo desta quarta-feira

O jornal O Estado de São Paulo destacou que a BB Seguridade, holding que concentra os negócios de seguros do Banco do Brasil, está adotando, sem fazer alarde, um novo posicionamento de marca. A aposta da companhia, após estudos, é o nome BB Seguros, que remete com mais força ao nome do Banco do Brasil. A mudança, que começa a ocorrer de forma gradual, visa reforçar a presença junto ao consumidor final e, de quebra, impulsionar o crescimento dos negócios. Em eventos internos e externos de patrocínio, a BB Seguridade já tem estampado a marca BB Seguros em suas peças de marketing.

Sopa de letrinhas

A BB Seguros deve ser ganhar espaço em detrimento de outras quatro marcas: Brasilcap, de capitalização, Brasilprev, de previdência privada, Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, de seguros gerais, e Brasil Dental, de planos odontológicos. Por ora, não está na mesa de discussões alterar os nomes das empresas que respondem pelos respectivos produtos. O foco da mudança é apenas institucional e, principalmente, mercadológico. Tanto é, que uma campanha publicitária para reforçar o nome BB Seguros está sendo desenvolvida.

Repaginado

O reposicionamento de marca por parte da BB Seguridade ocorre na esteira de mudanças que o banco fez na operação, culminando na revisão do contrato com a seguradora espanhola Mapfre e no maior foco nos canais bancários – bancassurance. A empresa, criada no final de 2012, listou suas ações na bolsa no ano seguinte e levantou R$ 11,475 bilhões, na maior abertura de capital do País desde então, sem considerar ofertas subsequentes (follow on). Procurada, a BB Seguridade não comentou.

Henrique Bredda descomplica mercado financeiro 1595

Icatu Seguros promoveu evento com especialista em gestão de fundos

Mais 150 pessoas se reuniram na ACI, em Novo Hamburgo, para ouvir Henrique Bredda, no último dia 13. O especialista em gestão de fundos ofereceu à plateia uma visão descontraída do mercado de investimentos. Abordou diversos assuntos, como a volatilidade do mercado e perspectivas de curto prazo.

O especialista deu ainda um conselho para quem pretende iniciar seus investimentos: “Recomendamos começar de maneira devagar, investir o mínimo possível de forma que não comprometa seu lado emocional”, disse.

O evento-palestra faz parte da série de eventos ligada ao Encontro com Gestores, seminário organizado anualmente pela Icatu Seguros e contou com a abertura do vice-presidente corporativo César Saut. Ele salientou a capacidade de crescimento da empresa e o fato dela administrar um terço dos seguros feitos no Rio Grande do Sul. “A Icatu tem a solidez de uma empresa grande com a agilidade de uma pequena”, afirmou.

Confira algumas imagens do encontro:

Icatu Seguros, pelo 4° ano, uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil 1478

workhappyness

Receita da companhia é dar atenção especial aos funcionários

Atenção especial aos seus funcionários. Esta é a receita da Icatu Seguros para conquistar, pelo quarto ano consecutivo, o título de uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, segundo ranking do Great Place to Work. Especialista em pessoas, a companhia tem o compromisso de cuidar de quem trabalha diariamente para entregar os melhores resultados aos clientes.

Com estímulo ao desenvolvimento de seus funcionários, investimento em treinamentos e promoção de desafios para profissionais em todos os níveis da carreira, a Icatu contribui para que seu time esteja sempre motivado, além de incentivar um olhar inovador e atitudes empreendedoras.

“Esse reconhecimento por parte de nossos funcionários indica que estamos no caminho certo. Somos uma empresa que pensa no futuro das pessoas e aplicamos essa lição também dentro de casa. Sem dúvida, os funcionários da Icatu fazem a diferença no nosso resultado”, afirma a diretora de Pessoas, Luciana Chagastelles, que acompanhou a divulgação dos resultados durante premiação em São Paulo, no último dia 13 de agosto, ao lado do gerente comercial de São Paulo, Wanderley Emerich.