Evolução da corretagem de seguros norteia 12º Encor 3966

Palestras e Feira de Seguros versaram sobre as transformações do mercado

A décima segunda edição do Encontro Regional dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul teve como grande temática: “Retomando o caminho do crescimento”. E foi exatamente isso que se observou nas palestras apresentadas e nos oportunos momentos de confraternização propiciados pela Feira de Seguros.

Palestra de Eduardo Tevah foi um dos grandes destaques do 12º Encor / William Anthony

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O município de Bento Gonçalves, na Serra gaúcha, viveu dois dias intensos para o mercado de seguros não só gaúcho, mas também brasileiro. Não só a notável relevância dos assuntos abordados, bem como a organização impecável do evento, mas também a presença de grandes nomes do cenário nacional chancelaram a importância do Encor.

Empolgação fica por conta de painel sobre seguro de vida

Um dos momentos mais marcantes do 12º Encor foi o painel sobre Vida e Benefícios. O momento foi ministrado pelo vice-presidente da Icatu Seguros, César Saut, e o corretor de seguros e integrante do Million Dollar Round Table (MDRT), Josusmar Sousa.

O vice-presidente corporativo da Icatu Seguros, César Saut / William Anthony

Segundo o vice-presidente da Icatu Seguros, é preciso pensar hoje sobre o impacto do amanhã. “O smartphone mudou o futuro, a Kodak inventou a máquina fotográfica digital, não sucumbiu à inovação e hoje é uma empresa bem menor do que o seu potencial”, citou exemplos com a justificativa de que a humanidade está constantemente mudando de era.

Numa fala repleta de empolgação, Saut também defendeu que a maior parte das coisas que se modificam são previsíveis. “Novas tecnologias, mudança de comportamento do consumidor, gamificação, tudo é tudo possível”, disse. Também citou profissões que podem ter seus espaços reduzidos. “Como que apesar disto tudo as empresas e você vão sobreviver?”, indagou.

“Corretoras e seguradoras que tenham propósito e agreguem valor vão resistir”, afirmou em ponto alto da conversa. Na opinião do executivo, as corretoras ou seguradoras líderes do futuro podem ainda não ter aparecido: “Essa é uma reflexão e um exercício de humildade que temos que fazer o tempo inteiro”. “O desafio é: produtos ou capacitação? Inovação ou pessoas?”, frisou.

O corretor de seguros Josusmar Sousa, também membro do MDRT / William Anthony

Já o corretor de seguros Josusmar Sousa focou na sua trajetória de vida profissional, que conta atualmente com 20 mil vidas seguradas. “Recebemos cerca de 40 corretores na nossa corretora mensalmente para entenderem como vendemos seguro de vida de maneira tão simples”, contou.

Foi aos 21 anos que Josusmar começou na corretagem por necessidade financeira, o que, depois se tornou paixão e amor. “Por isso estou aqui hoje”, declarou ao lembrar que sempre quis trabalhar com profissionais de alta renda, como médicos, cirurgiões e dentistas.

Recordou que no começo de sua carreira ofereceu um termo de consentimento a um profissional cirurgião de que se ele não adquirisse um seguro profissional deixaria a família desprotegida. “O médico se sentiu tocado e adquiriu um plano mais barato. Anos depois foi vítima de um acidente de carro e meses depois a esposa me disse com o cheque em mãos: ele nos amava”, narra.

Foi neste momento que as vendas de Josusmar triplicaram. “Eu comecei a entender a finalidade daquilo que eu fazia”, destaca ao informar a plateia que se sente nervoso, pois a última vez que dividiu um palco foi com um colega que começou com ele na venda de seguros de vida porta a porta.

No Brasil, o mercado de vida corresponde a 125 milhões de pessoas sem seguro de vida e um total de 40 bilhões de reais neste segmento. “Nós corretores de seguros somos a elite do mercado de seguros, nós que saímos no sol e na chuva para proteger as pessoas”, finalizou.

Lideranças de seguradoras acreditam num mercado desenvolvimentista 

O painel das seguradoras contou com a participação de Murilo Riedel (presidente da HDI Seguros), Luis Gutiérres (presidente Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE), Marco Antônio Gonçalves (diretor geral da Bradesco Seguros), Adalberto Ferrara (presidente da Tokio Marine) e Rivaldo Leite (diretor executivo da Porto Seguro).

Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros / William Anthony

O presidente da HDI lembrou de alguns números do mercado de seguros brasileiros nos últimos anos e também explicou algumas situações externas, como a diminuição da frota de automóveis, que incidem diretamente nos números. “Nós temos o desafio este ano e para os próximos quatro anos de vender seguros de automóvel para aquele cliente que não compra seguro de automóvel”, disse. “Isso mostra que o mercado está em constante mudança”, complementou.

Luis Gutiérres, presidente Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE, em entrevista ao Seguro Sem Mistério / William Anthony

As necessidades dos clientes mudaram, é o que o presidente do Grupo BB e MAPFRE considera. “Deveríamos perguntar a vocês como vão as coisas, quais os produtos que precisamos desenvolver para vocês. Além de quais as formações de vendas e estratégicas que vocês corretores precisam”, conceitou.

Marco Antonio Gonçalves, diretor geral da Bradesco Seguros / William Anthony

Vuca World foi uma expressão que Marco Antônio Gonçalves apresentou ao público de mais de mil corretores do 12º Encor, que se trata de conceitos de um mundo Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo. “Se as coisas parecem estar sob controle, você simplesmente não está correndo o suficiente”, conceituou.

Daqui há dez anos, na visão do diretor geral da Bradesco Seguros, o seguro de automóvel não será feito mais da mesma forma que fazemos hoje em dia. “O que nós temos que fazer é nos adaptar ao momento, nos antecipar as incertezas e inseguranças, que faz com que nós sejamos cada vez mais úteis a sociedade”, aconselhou ao lembrar que o mercado de seguros é desenvolvimentista, sempre se antecipando às tendências.

Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine Seguradora / William Anthony

Para o carismático Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine, o cenário econômico tem a sua própria agenda independe do político. “Isso é extremamente bom para o mercado segurador. Uma vez que a renda familiar também está subindo, logo veremos o aumento dos números de forma significativa”, acreditou.

Rivaldo Leite é diretor executivo da Porto Seguro / William Anthony

Rivaldo Leite lembrou da força do mercado de seguros gaúcho e citou motivos pelos quais a região terá anos prósperos em diversas áreas, uma delas seria o seguro rural. “Apesar dos pesares, o Governo Federal sempre irá dispor dinheiro para a bancada ruralista, o que vai direto na veia do Rio Grande do Sul. É um Estado com uma potencialidade muito grande no agronegócio”, defendeu.

Corretagem, economia e vendas

A palestra que abriu o segundo dia de Encor foi a do corretor de seguros e CEO da corretora de seguros online Minuto Seguros, Marcelo Blay. O executivo mostrou que é possível fazer uma corretagem mesclada com o mundo online e com o contato humano, com apólices concretizadas através de outros meios, como ligações telefônicas para conferir dados e presença do cliente.

Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros / William Anthony

O elemento humano é quem vai trazer as criatividades. “Vemos que os clientes que vem até nós já excluíram contratar seguros em opções como bancos. Eles querem ser atendidos por uma corretora de seguros”, conta. Além disso, a venda de seguros online se dá exatamente na mesma proporção do PIB. “Onde se concentram 80% de nossas vendas é em São Paulo e nos outros Estados vai se distribuindo uniformemente”, acrescenta.

O consultor empresarial Ademar Schardong / William Anthony

Em palestra que versou sobre as perspectivas econômicas e as oportunidades para mercado de seguros, o consultor empresarial Ademar Schardong considerou que falar sobre momento econômico é sempre difícil. “É relevante na nossa roda de amigos e família conversarmos a respeito se tudo valeu a pena do que aconteceu politicamente no Brasil nos últimos tempos, aos que praticaram os crimes e nos que permitidos um sistema que permitiu isso”, considerou. “O Brasil tem solução e ela está nas nossas mãos. Precisamos fazer uma reflexão sobre a nossa história recente”, complementou.

O historiador Leandro Karnal / William Anthony

O 12º Encor também contou com empolgante palestra sobre vendas, em que Eduardo Tevah mostrou aos corretores que é possível vender cada vez mais nestes novos tempos. Um painel de lideranças também contou com o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, dando detalhes de como o seguro pirata está sendo combatido no Brasil. Por fim, o historiador e professor Leandro Karnal levantou a estima dos participantes falando sobre os desafios da mudança de postura para obtenção de resultados efetivos.

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Justiça revoga bloqueio de bens de seguradora para suprir previdência da Aplub 885

Decisão judicial

Decisão praticamente inviabilizava operações de grupo segurador

Conforme noticiado por JRS em 8 de agosto, uma liminar determinava o bloqueio dos ativos livres de várias empresas ligadas à seguradora Capemisa, a fim de suprir as provisões técnicas relativas aos planos previdenciários da Aplub. Os valores necessários seriam apurados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), interventora da Aplub desde 2015.

No último dia 10 de agosto, o desembargador Pedro Luiz Pozza decidiu suspender a decisão, que “praticamente inviabiliza as atividades das recorrentes, que se veem, de uma hora para a outra, sem a disponibilidade de seus ativos financeiros, o que pode implicar na sua imediata liquidação pela ausência de meios para arcar com suas obrigações, que seria uma medida praticamente irreversível”, explica no despacho emitido pela 12ª Câmara Cível, da comarca de Porto Alegre (RS).

“Ou seja, a decisão recorrida pode provocar justamente aquilo que quis evitar, que é a liquidação da Aplub. Com isso, estar-se-ia, como dizem as recorrentes, despindo um santo para vestir outro”, segue a decisão.

JRS na 37ª Noite Italiana de Antônio Prado 595

Cobertura especial da grande festa da cidade mais italiana do Brasil

O maior evento gastronômico da cidade mais italiana do Brasil começou neste sábado. A 37ª Noite Italiana de Antônio Prado (RS) contou com a participação de quase 4 mil pessoas, que usufruíram da hospitalidade típica italiana, regada a queijos, frango, polenta e muito vinho. Tudo à vontade.

A repórter Júlia Senna e Laureano Fortuna, CEO do Grupo Solaris

A noite foi embalada por Jeverson Carelli e Grupo, Zo Scarpon – Os Colonos e Chiquito e Bordoneio e contou com a presença das soberanas, como a rainha Manoella Sandi e as princesas, Ana Paula Borsoi e Bruna Bertoldo, além do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), promotora do evento, Luiz Ziliottto.

Evento contou com quase 4 mil participantes

O evento conta com patrocínio da Solaris Corretora de Seguros, que em parceria com o JRS sorteou dois pares de ingressos para o final de semana de integração plena. “No dia 26 acontece novamente. Venham que será um prazer enorme para a cidade. Patrocinamos este evento e para a Solaris é uma satisfação enorme participar da comunidade”, comentou Laureano Fortuna, CEO do Grupo Solaris.

As soberanas da 37ª Noite Italiana

O mercado segurador prestigiou em peso o evento. Gilson Bochernitsan, diretor regional da SulAmérica; Waldecyr Schilling, diretor Região Sul da Zurich Seguros; Peterson Goi, executivo da Zurich; além do apoio institucional da Generali. O casal Clovis e Joyce Della Flora, do Grupo Autosul, também prestigiou a ação.

Gilson Bochernitsan em entrevista ao JRS

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Busca por dinheiro rápido, geralmente, é a receita para o desastre 988

Especialista dá dicas para quem quer começar a investir

O especialista em investimentos Henrique Bredda participou esta semana do Encontro com Gestores, promovido pela Icatu Seguros, em Novo Hamburgo (RS). A agenda do executivo foi complementada em uma série de palestras voltadas aos operadores parceiros da seguradora.

Veja também: Henrique Bredda descomplica mercado financeiro.

Bredda explica que os fundos no Brasil são como condomínios. “As pessoas dividem, dentro desse condomínio, os benefícios dos investimentos e despesas que são feitos. É como se fosse um CNPJ onde os investimentos são feitos com o capital dos cotistas, cada um na sua proporção, e esse dinheiro é utilizado para investimento em compra de ações, compra de títulos públicos e o que é vendido com lucro é socializado entre todos os cotistas, na proporção de peso e do aporte de cada um”, explica.

O executivo da Alaska Asset aponta que quem deseja iniciar operações com investimentos deve ter uma visão que não seja limitada ao curto prazo. “Quem pensa em investir com cabeça de curtíssimo prazo, digo para evitar ao máximo se envolver com a bolsa, pois em curtíssimo prazo a volatilidade varia conforme o humor dos investidores e quase que não há lógica alguma para curtos períodos. Com o tempo passando, a longo prazo, vai se desenvolvendo e aparecem muito mais os fundamentos para se investir em ações”, revela.

Segundo Henrique Bredda, um dos principais desafios é exatamente esse, o de as pessoas aguardarem o momento certo para agir no caso de investimentos. “Quando se busca ganhar dinheiro muito rápido, geralmente, é receita para o desastre. Você só precisa ficar rico uma vez na vida, nem que isso demore um pouco mais, não tem problema”, finaliza.

Sindseg/RS comemora 123 anos de história 1432

Comemoração aconteceu em alto estilo

O Sindseg RS completou, nesta terça-feira (14), 123 anos de história. A comemoração aconteceu em alto estilo, com a presença de diretores, membros de outras entidades do setor de seguros no Rio Grande do Sul e grandes amigos da instituição.

A sede do Sindseg/RS, que disponibiliza soluções de alto nível para reuniões e demais necessidades dos operadores do mercado, foi o palco desta reunião especial. Em entrevista ao programa Seguro Sem Mistério na TV, o presidente Guacir de Llano Bueno destaca a trajetória do Sindicato, já presidido por nomes como o de Miguel Junqueira Pereira e Julio Cesar Rosa.

Campanha para um trânsito mais humano

Na oportunidade, em parceria com a Fundação Thiago de Moraes Gonzaga, foi lançada uma nova campanha de conscientização no trânsito. “Mais da metade dos leitos do SUS são ocupados por vítimas de acidentes do trânsito. Incentivar campanhas como esta é importantíssimo, pois um trânsito mais humano e seguro só é possível com a conscientização e participação de todos”, comenta Bueno.

Confira todas as imagens – Comemoração dos 123 anos do Sindseg/RS:

BB Seguros aposta em novo posicionamento 929

Banco do Brasil

Decisão foi destaque no jornal O Estado de São Paulo desta quarta-feira

O jornal O Estado de São Paulo destacou que a BB Seguridade, holding que concentra os negócios de seguros do Banco do Brasil, está adotando, sem fazer alarde, um novo posicionamento de marca. A aposta da companhia, após estudos, é o nome BB Seguros, que remete com mais força ao nome do Banco do Brasil. A mudança, que começa a ocorrer de forma gradual, visa reforçar a presença junto ao consumidor final e, de quebra, impulsionar o crescimento dos negócios. Em eventos internos e externos de patrocínio, a BB Seguridade já tem estampado a marca BB Seguros em suas peças de marketing.

Sopa de letrinhas

A BB Seguros deve ser ganhar espaço em detrimento de outras quatro marcas: Brasilcap, de capitalização, Brasilprev, de previdência privada, Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, de seguros gerais, e Brasil Dental, de planos odontológicos. Por ora, não está na mesa de discussões alterar os nomes das empresas que respondem pelos respectivos produtos. O foco da mudança é apenas institucional e, principalmente, mercadológico. Tanto é, que uma campanha publicitária para reforçar o nome BB Seguros está sendo desenvolvida.

Repaginado

O reposicionamento de marca por parte da BB Seguridade ocorre na esteira de mudanças que o banco fez na operação, culminando na revisão do contrato com a seguradora espanhola Mapfre e no maior foco nos canais bancários – bancassurance. A empresa, criada no final de 2012, listou suas ações na bolsa no ano seguinte e levantou R$ 11,475 bilhões, na maior abertura de capital do País desde então, sem considerar ofertas subsequentes (follow on). Procurada, a BB Seguridade não comentou.