Por que o Blockchain é a tecnologia chave do sistema financeiro? 2399

Confira artigo de Alex Marin Silva, gestor de inovação da Sonda

O bitcoin, espécie de moeda virtual, foi desenvolvido para confrontar a hegemonia bancária. Ironicamente, tudo indica que sua tecnologia-base, o blockchain – sistema de criptografia que dá suporte às transações com bitcoins – será usada para fortalecê-la ainda mais.

O Bitcoin despertou a atenção dos bancos no mundo todo não exatamente por sua ideia de desafiar o sistema financeiro com a circulação de dinheiro virtual, mas sim por seu sistema de criptografia icônico no processo de transformação digital que vivenciamos atualmente.

O blockchain funciona como um registro de transações e é baseado em um banco de dados distribuído e descentralizado. Para hackear o blockchain, seria necessário quebrar a criptografia de todos os blocos da cadeia, em todos os computadores da rede e ao mesmo tempo, o que torna a tarefa virtualmente impossível e confere um sistema seguro.

Comparado a um livro-razão de todas as operações bitcoins, o blockchain foi descrito pela The Economist, em 2015, como uma tecnologia extremamente disruptiva, que permitirá inovações nos sistemas de segurança dos bancos, tornando as transações muito mais seguras e baratas do que são atualmente. É por isso que muitas instituições financeiras trabalham arduamente para encontrar um ponto de ligação entre o blockchain e seus sistemas de segurança digital.

A seriedade com que o mercado financeiro enxerga essa tecnologia é tão grande que grandes players do segmento, como Nasdaq, Visa e Citi, já mergulharam em testes para aplicar a segurança do blockchain em suas transações financeiras.

Segundo estudo do World Economic Forum, cerca de 10% do PIB global estará em blockchain até o ano de 2027. Tudo aponta, portanto, que, com o fortalecimento da transformação digital, as empresas migrem cada vez mais seus serviços para nuvem, alcançando processos 100% digitais, o que inclui as transações eletrônicas criptografadas que deverão, em breve, entrar no cotidiano das empresas e dos consumidores.

Com a globalização do capital financeiro, é necessário que as transações sejam cada vez mais eficientes, baratas e menos sujeitas a vulnerabilidades. A tecnologia blockchain permite exatamente isso, já que a descentralização e automação de atividades de troca de valores e propriedade de fundos diminui custos de transação, além de ser mais segura devido à verificação peer-to-peer.

Assim, bancos, operadoras de crédito e bolsas de valores já estão testando a utilização e aplicabilidade da tecnologia blockchain em seu dia a dia. É algo que promete reduzir falhas, vulnerabilidades e custos de transação, portanto aumenta os rendimentos de seus usuários e ajuda a superar crises. Além disso, é uma tendência que condiz com a atual digitalização das operações financeiras e bancárias, que crescentemente deixam de ser realizadas por meio da circularidade das moedas e dos títulos de valor mobiliário.

RS: Sincor e Sindseg promovem almoço com superintendente da Susep 1264

Joaquim Mendanha é superintendente da Susep

Joaquim Mendanha participa de palestra-almoço no dia 04 de outubro

O Sindicato dos Corretores de Seguros e das Seguradoras do Rio Grande do Sul, Sincor-RS e Sindseg-RS, respectivamente, apresentam mais um almoço do mercado segurador. O encontro recebe Joaquim Mendanha, superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), no dia 4 de outubro. O Clube do Comércio é cenário para a palestra-almoço que há mais de 70 anos reúne os profissionais do setor no Estado.

Para participar é preciso confirmar presença até o dia 2 de outubro, pelo e-mail margareth.souza@sindsegrs.org.br ou nos telefones (51) 3221-4433 ou (51) 3221-4960. O convite custa R$ 60,00.

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Filosofia empresarial deve colocar o cliente em primeiro lugar 1844

Dia do Cliente

Especialista dá dicas para melhorar o relacionamento com o público alvo de um negócio

Com a amplitude de informações disponíveis, o consumidor está cada vez mais empoderado. No Dia do Cliente, comemorado neste sábado (15), JRS entrevistou o professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Paulo Cesar Silva, especialista no assunto.

O especialista em atendimento ao cliente e professor da ESPM, Paulo Cesar Silva.
O especialista em atendimento ao cliente e professor da ESPM, Paulo Cesar Silva.

Vivemos a era da abundância, como diria a professora Sandra Turchi, especialista em marketing digital. “Isso acontece pela amplitude de informações e novas demandas interligadas às redes. Vivemos o impacto da tecnologia. Existem muitas marcas, concorrência e também conseguimos nos comunicar com bastante velocidade e temos um grande volume de coisas acontecendo”, explica o professor Paulo, também consultor da Mais Cliente na área de gestão de serviços e excelência na satisfação do cliente.

O especialista destaca a rapidez da reação ao cliente e o número expressivo de pessoas envolvidas no processo de relacionamento. “Acredito que o ser humano, como prisioneiro de suas próprias emoções, acaba preferindo atitudes como simpatia, educação, amabilidade, cortesia e elegância. São coisas que faltam ao atendimento. O atendimento diz respeito a servir o cliente”, explica.

Paulo Cesar explica que existem duas dimensões na relação de consumo: aquilo que se vai buscar (o produto ou o serviço) e como isso será entregue ao cliente. “Esse é o grande desafio”, resume. O professor afirma que as empresas “possuem muita facilidade com tecnologia e pouca com relacionamentos. Por mais que o Código de Defesa do Consumidor estabeleça direitos, e por mais que haja uma consciência sobre isso, muitos negócios possuem dificuldade para lidar com isso”, enfatiza.

O especialista lembra que empresas com alta capacidade tecnológica e profissionais competentes podem figurar o ranking das piores empresas no atendimento do Reclame Aqui, por exemplo.

“O problema está na forma como essas empresas atendem. É preciso voltar o produto, em sua política comercial e de atendimento, ao cliente. A filosofia empresarial deve manter a centralidade das ações no cliente”, diz.

O professor da ESPM lista três dimensões importantes na relação de consumo: empresa, produto e o atendimento em si. “Esses três fatores são muito sensíveis. O produto precisa ter qualidade. Já a empresa precisa pensar se os canais de atendimento, como telefone, internet ou loja física, estão integrados. A adequação do preço, o pós-venda, garantias, facilidade de pagamento, horário de atendimento, normas e procedimentos internos é necessária. Tudo precisa estar voltado ao cliente. Por fim, o próprio atendimento deve fornecer agilidade, conhecimento, apresentação pessoal e interesse em atender”, destaca como fatores sensíveis ao cliente.

JRS: O cliente pode ser considerado o principal produto de uma empresa?

Professor Paulo Cesar Silva: Isso no discurso é verdade, mas será que observamos isso no dia a dia? Eu diria que o atendimento é um fator que ainda é um defasado e deixa a desejar. Se eu pedir para alguém listar dez casos de bons atendimentos certamente será um pouco difícil. Agora, se perguntar dez casos de péssimos atendimentos haverá um pouco mais de facilidade.

JRS: A repercussão de um mal atendimento é muito maior nos dias de hoje?

PCS: Agora o consumidor também é produtor de conteúdo, com as redes sociais. A repercussão negativa ficou muito mais impactante para as empresas. Por isso é fundamental reforçar a área do pós-venda, onde exista uma política de garantias, serviços e o principal: disposição para ouvir reclamações. Muitas empresas têm dificuldade em aceitar reclamações, mas isso faz parte do processo. Serve principalmente para aprimorar um negócio.

JRS: É possível comemorar o Dia do Cliente?

PCS: Acho que não. Nem as empresas, nem os clientes têm muito o que comemorar. Muito tem sido feito, já evoluímos alguns passos, mas ainda estamos muito longe de um patamar ideal de atendimento, de profissionalismo. A coisa é muito no improviso e o cliente percebe isso. Você fica surpreso em como empresas de renome cometem erros gravíssimos. Será que com todo peso da marca ainda não aprenderam a tratar bem?

Existe um professor de marketing, chamado Theodore Levitt, que considera o marketing como uma arte de conquistar e manter clientes. Na área de conquistar temos um esforço muio grande das empresas, já na área de manter o cliente esse esforço é muito menos expressivo, enquanto deveria ser o contrário.

JRS: Ter agilidade, nesse sentido, é fundamental?

PCS: Sem dúvida. Agilidade e presteza está diretamente ligado ao atendimento. O que defendo é que as empresas tenham uma mentalidade voltada para o cliente. É mais do que falar em processos. Estamos falando agora de um aspecto mais filosófico, no aspecto de servir o cliente. Poucas empresas têm essa vontade e despertaram para isso. Elas ficam muito presas na esfera dos processos e procedimentos, pouco se lembram que elas precisam trabalhar na filosofia de serviço.

Costumo perguntar aos meus alunos. Qual o propósito de uma empresa? As pessoas respondem: “Obter lucro”, mas aí você tem que dizer que o lucro é uma consequência, não a causa pela qual você abre um negócio.

Na verdade, a proposta para o mercado nunca vai ser: como quero obter lucro, deem dinheiro para mim. Primeiro você tem que fazer uma coisa: servir, estar voltado ao cliente, que possui algum problema. A empresa serve para resolver problemas que o mercado tem. O primeiro imperativo de uma empresa é servir, o segundo é perpetuar-se no mercado, ou seja, uma visão do que a empresa tem de ter para preservar-se.

Esses fatores acabam gerando uma contradição para a própria empresa. Quanto mais eu fizer pelo cliente, melhor eu vou servi-lo. A outra diz assim: quanto mais eu me preservar, me voltar para mim mesmo, vai ser mais fácil minha perpetuação no mercado. Essas duas correntes vão lutar uma com a outra dentro da empresa e faz com que a força de serviço fique enfraquecida e gere uma mentalidade dominante dentro da empresa. Como combater isso? É preciso ter uma filosofia, mudar essa mentalidade e fazer com que ela seja voltada para o cliente.

JRS: Existem dicas para melhorar o relacionamento com o cliente?

PCS: Vou elencar três dicas para quem quiser servir melhor seus clientes. A primeira é estabelecer uma filosofia de serviços, como disse anteriormente. Isso é necessário para moldar a mentalidade dominante, colocando o cliente em primeiro lugar. O atendimento não pode acontecer no improviso, ou seja, cada um atende de um jeito. É necessário estabelecer um estilo de vida, um comportamento para operacionalidade do cliente dentro de minha empresa com meus funcionários.

Outra dica que dou é que você facilite a vida dos clientes. Dê uma olhada em seus processos, nos procedimentos, política de serviço, se você oferece comodidade, conforto e facilidade ou se as coisas estão descomplicadas.

Em terceiro lugar, com relação aos funcionários: contrate só funcionários amáveis. Não contrate pessoas que você sabe que darão problema. Pessoas irritadiças, nervosas, de pavio curto, não servem para trabalhar diretamente com seu público. Todo mundo que trabalha na minha empresa, do gerente a pessoa que atende na ponta, tem de ser amável, gentil e cortês.

Ressalto ainda a importância de tratar bem seus funcionários. Quando um cliente é mal atendido é porque antes o funcionário foi mal atendido. O endomarketing ajuda bastante, auxilia na comunicação mas primeiro você precisa de uma filosofia. A filosofia vai estabelecer o modo como você trata seus funcionários. Gerentes e gestores, por exemplo, não podem ficar livres para agir como acharem melhor. Uma empresa, pequena, média ou grande, tem seus parâmetros para a condução do negócio. De novo, reforço, quando um cliente é mal atendido é porque o funcionário foi mal atendido. É preciso atender bem meu funcionário para que ele atenda bem o cliente.

União Seguradora comemora 105 anos no Acampamento Farroupilha 5545

Parceiros de negócios, diretoria e colaboradores participaram do momento

A União Seguradora, empresa do sólido grupo de origem gaúcha Aspecir, acaba de completar 105 anos de existência. E, para realçar a importante data, a seguradora recebeu convidados especiais, corretores de seguros e parceiros de negócios.

Assim, na quinta-feira (13), no Piquete da Rede Pampa de Comunicação, no acampamento Farroupilha em Porto Alegre, foi servido um saboroso churrasco, com atendimento impecável, próprio dos parceiros da União Seguradora, que evidenciou a nobreza do encontro. As presenças dos funcionários da companhia, do presidente Milton Machado, do diretor João Carlos Lock, e com o prestigio do vice-presidente de Rede Pampa, Paulo Sérgio Pinto. Parabéns grupo Aspecir!

Fotos: Filipe Tedesco/JRS

Generali recebe mais de 100 parceiros de negócios no Acampamento Farroupilha 4991

Head para a América Latina e diretores da companhia prestigiaram momento

O Piquete Adesbam no Acampamento Farroupilha foi o palco para a Generali receber mais de uma centena de corretores de seguros nas festividades da Capital gaúcha na quarta-feira (12). Os parceiros de negócios foram recebidos pelo Head para a América Latina da companhia Nery Silva, pelo Diretor de Canais Tradicionais João Bosco Medeiros, o Diretor Comercial Rafael Alquati e o executivo principal no Rio Grande do Sul Fabricio Porto.

Churrasco, chimarrão e muita música foram preparados para os convidados. Para Nery Silva, a importância do encontro de confraternização e a adesão plena de corretores das mais longevas cidades é sinal do prestígio da Generali, que tem uma história muita fraterna com os gaúchos, tendo sido, inclusive, a primeira seguradora com expertise internacional a investir no Brasil. Ele também destacou a interlocução efetiva em forma de atendimento do staff da seguradora, citando os diretores e a presença dos presidentes do Sindicato das Seguradoras do Estado Guacir Bueno, e do Sindicato dos Corretores do mesmo, Ricardo Pansera.

Fotos: Filipe Tedesco/JRS

Josemar Ballejo é o novo superintendente da Bradesco Seguros em Novo Hamburgo 2914

Executivo conta com nove anos de companhia

Josemar Ballejo é o novo superintendente da Bradesco Seguros em Novo Hamburgo, na Região do Vale do Sinos. O bacharel em ciências contábeis já é conhecido dos corretores de seguros, pois conta com nove anos de experiência na companhia, tendo iniciado como auxiliar de escritório e atuado como gerente comercial nos últimos seis anos.

O executivo encara o novo desafio com muita responsabilidade. “É um desafio que com certeza me proporciona novos crescimentos e a responsabilidade de manter o bom trabalho que foi feito pelos colegas e, é claro, acrescentando um pouco da minha personalidade e experiência, posso fazer com que a sucursal evolua ainda mais”, destaca Ballejo.

Aos corretores de seguros da região, ele defende um trabalho calcado em muita parceria e trabalho duro. “Os corretores podem contar comigo, é sempre um prazer estar dentro do meu Estado, pois conheço Novo Hamburgo e quero estar à disposição para que eles possam contar comigo para que nós possamos, juntos, crescer ainda mais”, argumenta. “Esse é o sentimento pelo desafio que tenho à frente e pelos corretores seletos que temos dentro da sucursal”, complementa.

Sob a perspectiva do superintendente para a Região Sul da Bradesco Seguros, Anderson Fabiano Mundim Martins, a escolha foi assertiva, num momento de mudanças, em que Sallam Saleh assumiu a sucursal de Caxias do Sul e Bento Gonçalves, Andrei Pires de Ponta Grossa (PR) e, por fim, Josemar Ballejo a de Novo Hamburgo. “Esses profissionais são pessoas que os corretores de seguros gostam e que estão junto conosco e precisam ser valorizados pelo seu trabalho e eficiência”, finaliza.