Vale para o fast-food e para viagens 2408

Por que não valeria para o seguro?

O proponente que, após ter apresentado proposta de seguro sobre seu automóvel, tê-lo submetido à vistoria prévia e estar, portanto, com seu veículo coberto, não honra com seu compromisso de pagar o boleto da entrada. Ou seja, teve seu veículo coberto por alguns dias e não pagou por isso.

As seguradoras cobram, neste caso, como “proposta improdutiva”, um valor que entendem que serve para pelo menos para cobrir: custos administrativos com o processamento da proposta, pagamento da vistoria que ela (seguradora) paga para a empresa terceirizada que a fez e para os dias em que o veículo do cidadão esteve segurado.
Até aí, analisando friamente, qualquer criatura de bem acha isso normal e justo.

Afinal, o “esperto” teve seu carro coberto por 7 a 12 dias, foi à praia e voltou, nada aconteceu, então simplesmente joga fora o boleto da entrada e não paga nada… Temos a seguradora como vítima de um golpe e o cidadão proponente como o golpista.

O problema é que a seguradora, em lugar de cobrar do golpista, de quem teve o carro coberto por alguns dias e deu o calote, cobra do corretor. Do corretor, que é tão vítima quanto a seguradora…

O corretor trabalhou, buscou o negócio, calculou, preencheu a proposta, entregou na seguradora, marcou a vistoria, acompanhou todo o processo e será o único prejudicado.  O corretor não vai ganhar nada, porque ele só ganha depois que o cliente paga à seguradora. E neste caso, além de não ganhar nada (já que se o cliente não pagou à seguradora, não há comissão), o corretor ainda vai ser o único prejudicado porque terá debitada em sua “conta corrente de comissões” na seguradora, o valor da tal “proposta improdutiva”…

O problema todo está na forma como as coisas são conduzidas.  O “sistema” é que está errado. Deveria ser invertido.

Deveria ser estabelecido que somente depois de pagar a “entrada” ou o “à vista” da apólice que está propondo é que a vistoria seria marcada e realizada, o risco avaliado e, se aceito, o negócio sacramentado com a consequente emissão da apólice.  E a cobertura do seguro deveria começar somente com a emissão da apólice. Sim, porque somente depois de cumprida pelo proponente sua obrigação principal, que é pagar a seguradora para que esta banque seu risco, é que o risco deveria ser avaliado e, se aceito, a apólice emitida, configurando, aí sim, com a emissão da apólice, a aceitação do risco.

Este deveria ser o modo de operação do mercado segurador brasileiro.  Com isso, jamais teríamos estes casos de clientes golpistas e corretores feitos de bobos e prejudicados.

Quando o cidadão vai ao fast-food: ele primeiro paga, para depois seu lanche ser feito. Quando o cidadão pretende viajar: primeiro ele paga a passagem, para depois viajar. Por que para a contratação de um seguro, para a entrega dos riscos à seguradora através da consultoria profissional de um Corretor de Seguros, é o contrário? Isso precisa ser urgentemente revisto.

Workshop aborda alta performance em vendas 1105

Workshop

Momento foi promovido pelo SindSeg MG/GO/MT/DF

Uma intensa programação de atividades provocativas, discussões e aprendizados marcou o dia de diversos profissionais das áreas comerciais de seguradoras associadas do SindSeg MG/GO/MT/DF. Conduzido por Rodrigo Maia, consultor e coach especializado em gestão de estratégias e negócios, o workshop de Alta Performance em Vendas apresentou ao público uma perspectiva inovadora sobre a necessidade de mudança de comportamento e relacionamento do mercado com o cliente.

A iniciativa, realizada na sede do Sindicato, é resultado da união dos esforços de duas comissões técnicas do SindSeg, a de Seguros de Ramos Elementares e a de Seguros de Pessoas. “Ao oferecer esse tipo de atividade de formação, desejamos que os profissionais do setor encarem esse momento de aprendizado como uma forma de oferecer o melhor para o mercado que está passando por importantes transformações”, comenta Juliana Queiroz, presidente da Comissão de Seguros de Pessoas.

Abordando conceitos relevantes para a produtividade do profissional como venda consultiva, administração e gestão do tempo e comunicação pessoal, Rodrigo ressaltou a necessidade de uma mudança comportamental tanto para o mercado quanto para os seus profissionais. “Os colaboradores das seguradoras precisam compreender que o foco de sua atuação não é apenas vender um produto, e sim, ser capaz de perceber as necessidades e desejos dos seus clientes”.

Parceria estratégica

Rodrigo defende que a venda deve ser uma consequência de um processo bem executado, e não uma causa ou um objetivo. “É preciso entender que os profissionais e os clientes são seres humanos com medos, receios e sonhos, e o corretor deve atuar como um parceiro estratégico nesse momento de disruptura do mercado”. Ele ainda complementa que a necessidade de readequar o setor leva a um modelo de negócio mais sustentável e humanizado e a formar profissionais mais ativos e conscientes.

Geraldo Pereira Filho, que preside a comissão de Seguros de Ramos Elementares, encara a atividade como uma possibilidade importante de atualizar os colaboradores das seguradoras com as novas ferramentas existentes para melhorar a performance dos profissionais. “Ao mesmo tempo em que a tecnologia exige dedicação às atividades diárias, ela também possibilita uma maior facilidade de atendê-las. É importante despertar os profissionais para a necessidade de saber gerir as ferramentas disponíveis, para buscarem uma alta produtividade nos negócios. Assim, o mercado estará em constante crescimento”.

Marsh adquire JLT por £ 4,3 bi 1305

Marsh JLT

Corretora global agora possui US$ 17 bilhões de receita anual

A gestora americana de riscos e seguros Marsh & McLennan Cos. chegou a um acordo para comprar a Jardine Lloyd Thompson (JLT), sediada no Reino Unido, por 4,3 bilhões de libras (US$ 5,66 bilhões). A informação é da Revista Exame.

A companhia resultante será uma corretora global, com US$ 17 bilhões de receita anual. O acordo foi anunciado nesta terça-feira, avaliando cada ação da JLT em 1,915 pence, um prêmio de 34% em relação a seu preço de fechamento da segunda-feira, na Bolsa de Londres.

Listada em Nova York, a Marsh & McLennan disse que o negócio fortalecerá suas operações e expandirá sua rede global de resseguros, apoiando sua posição em mercados importantes na Ásia e na América Latina. A Marsh & McLennan afirmou também que sua receita deve avançar a cerca de US$ 17 bilhões após o acordo, de cerca de US$ 14 bilhões atualmente.

Segundo a empresa, o negócio deve ser concluído na primavera de 2019 no Hemisfério Norte, que começa em março. Ele depende ainda de aprovação dos acionistas e reguladores.

Novas tecnologias transformam mercado de seguros 1595

Assunto foi tema de Seminário Internacional sobre Direito dos Seguros

As novas tecnologias que surgem a cada dia influenciam mudanças nas mais diversas áreas. No seguro não é diferente, uma vez que essas transformações que incidem diretamente no modo de viver e se relacionar do ser humano e apresentam os mais variados desafios a ser solucionados pelo segmento. Essas questões foram abordadas durante o Seminário Internacional Direito dos Seguros e Novas Tecnologias.

Para o advogado mestre em direito público Wilson Engelmann, a humanidade vive a quarta revolução industrial. “Temos um mundo sob uma forte influência de convergência tecnológica, pois não é apenas uma tecnologia que está trazendo novidades a todas as áreas, são várias”, explicou durante o encontro que aconteceu na última quinta-feira (13). “Qual o limite dessa questão? O ser humano pode criar coisas que efetivamente fogem do controle do ser humano, e se isso acontecer, o que podemos fazer?”, indagou Marcelo Barreto Leal.

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RS: Sincor e Sindseg promovem almoço com superintendente da Susep 1264

Joaquim Mendanha é superintendente da Susep

Joaquim Mendanha participa de palestra-almoço no dia 04 de outubro

O Sindicato dos Corretores de Seguros e das Seguradoras do Rio Grande do Sul, Sincor-RS e Sindseg-RS, respectivamente, apresentam mais um almoço do mercado segurador. O encontro recebe Joaquim Mendanha, superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), no dia 4 de outubro. O Clube do Comércio é cenário para a palestra-almoço que há mais de 70 anos reúne os profissionais do setor no Estado.

Para participar é preciso confirmar presença até o dia 2 de outubro, pelo e-mail margareth.souza@sindsegrs.org.br ou nos telefones (51) 3221-4433 ou (51) 3221-4960. O convite custa R$ 60,00.

Divulgação
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Memória do seguro brasileiro completa 10 anos 889

Seguro

Projeto reúne depoimentos de mais de 130 personalidades do setor

Neste ano, o Projeto Memória do Seguro Brasileiro, da Academia Nacional de Seguros e Previdência, completa 10 anos. Idealizado em 2008 com o intuito de manter viva a história do setor, a iniciativa já registrou, em vídeo, depoimentos de mais de 130 personalidades que contribuíram para a construção do seguro no Brasil. A coletânea está disponível no site da Academia.

Para João Marcelo dos Santos, presidente da ANSP, “é um projeto que tem o benefício de registrar informações valiosas e torná-las disponíveis de modo simples e efetivo para um grande público. São depoimentos muito especiais de pessoas que realmente sabem como chegamos até aqui”, explica. “Falo com muita satisfação sobre isso. É a história de cada pessoa, instituição, as realizações e os momentos”, complementa Mauro César Batista, um dos entusiastas da Memória do Seguro e Presidente do Conselho Superior da Academia.

Mauro relembra que o projeto teve início após o falecimento de Olavo Egydio Setúbal, ex-presidente do Conselho de Administração do Itaú. “Assim como eu lamento a ausência neste arquivo do saudoso e querido Manuel Póvoas, também lamento a ausência de Olavo Setúbal”, afirma.

“Para o futuro, o objetivo é tornar essa coletânea ainda mais conhecida e utilizada por todos. Foram, apenas, os primeiros dez anos”, conclui João Marcelo dos Santos.