Por que digitalizar sua logística com o Blockchain? 2708

Confira artigo de Bruno Silva, arquiteto de software

Atualmente, empresas tratam de contratos e parcerias que se resumem a uma cadeia de influências e disponibilidades de serviços ao qual a responsabilidade termina em processos criados de forma personalizada pelos fornecedores. Desta forma, entende-se que um supply chain ou cadeia de suprimentos, pode sofrer com condutas e históricos que, muitas vezes, não são expostos e, ou, rastreáveis. Diante deste cenário, como seria digitalizar a logística do seu negócio?

O Blockchain, que trata de uma cultura de necessidades validadas e expostas a cada etapa de um processo logístico, pode auxiliar as empresas nestas deficiências, capacidades e corrupções de contratos que, muitas vezes, não são possíveis de se identificar e, ou, precisam de muita atenção para encontrar possíveis focos de desalinhamento.

Mas como isso é possível? Transparência, segurança e rastreabilidade são pontos chaves que definem como as empresas atuarão nesta nova cultura. Estabelecidos os vínculos, os históricos serão inquebráveis, possibilitando uma nova forma de fazer negócio, baseada em contratos de alta confiabilidade e sem as barreiras de taxas, dependências bancárias ou sistemas comerciais engessados.

O Blockchain funciona como uma base de dados, no qual um conjunto ou bloco de informações se utilizam da validação criptografada para se conectar, resultando numa história que se compõe entre cada comunicação do bloco adicionado, formando assim uma corrente. Se esta corrente possui uma visão financeira, por exemplo, ela transparece as validações entre cada participante, que as fidelizam em toda a tramitação, ou seja, a transação inicial de um blockchain cria um histórico imutável e resgatável da transação que o acompanha em uma cadeia criptografada de documentos e transações financeiras digitais.

O histórico que se identifica pela chave criptografada é único do início ao fim e é eterno. Para hackear o blockchain, seria preciso quebrar a criptografia de todos os blocos da cadeia, em todos os computadores da rede e ao mesmo tempo, o que torna a tarefa virtualmente impossível, configurando um processo altamente seguro. Hoje, o blockchain já não se trata de vanguarda, mas sim de uma mudança de cultura que abrirá as portas para a realidade do mercado em transações digitais, trazendo inúmeras vantagens para o negócio por meio do poder das redes descentralizadas, que eliminarão o difícil, demorado e caro processo das negociações entre os bancos, bem como reduzirão os custos de transação, operacionais, de TI e de requisitos de capital.

*Bruno Silva é arquiteto de software da área de inovação da AMcom, empresa especializada em serviços de tecnologia  que atua com consultoria, fábrica de projetos e de software, sustentação e alocação.

Transformação digital impõe desafios para lideranças do setor de tecnologia das seguradoras 423

TI

Profissionais devem adaptar-se para corresponder ao novo cenário

Cristiane Dompieri é Diretora Comercial da Sistran / Divulgação
Cristiane Dompieri é Diretora Comercial da Sistran / Divulgação

Em um passado não muito distante, os CIOs de seguradoras tinham uma atuação bastante tradicional. Eram responsáveis por gerenciamento de dados, desenvolvimento e manutenção de sistemas, segurança e outras questões relacionadas à infraestrutura, oferecendo, também, suporte para problemas do dia a dia. Hoje, no entanto, o cenário é bem diferente. Esse profissional é cobrado para alavancar o desenvolvimento de novos negócios, ser corresponsável no destaque da empresa no mercado e, ainda, manter o nível de satisfação dos consumidores elevado.

O novo perfil exigido pelas seguradoras é de um CIO com atuação estratégica e diretamente alinhada ao negócio. Isso porque a tecnologia deve ser utilizada com foco no relacionamento e encantamento do cliente. O CIO deve ser parte fundamental da transformação digital, compartilhando a responsabilidade e trabalhando em parceria com as áreas de negócio. Nesse cenário, surge a oportunidade para que esses profissionais ressignifiquem o seu papel. E, se já não havia zona de conforto para esses líderes, em função da natureza da área e de suas funções, o desafio, agora, é ainda maior.

Esse novo CIO lida com algumas dores durante o processo de adaptação à nova realidade. A primeira delas é que boa parte das empresas ainda encara a TI como centro de custos. Os orçamentos são restritos e os cortes têm se intensificado nos últimos anos. Isso significa um empecilho para o desenvolvimento da área, uma vez que a transformação digital, dependendo da abrangência do projeto e das tecnologias escolhidas, pode demandar um investimento considerável.

Além das limitações financeiras, o CIO deve estar preparado para lidar também com outra dor latente: as mudanças na forma de trabalhar, que exigem adequação de profissionais como analistas, desenvolvedores e gerentes de projetos. As equipes devem ser capacitadas e treinadas para lidar com as inovações, mas é preciso ir além e incentivar também a mudança de mentalidade. O desafio de fazer mais e melhor é intensificado. Nesse sentido, metodologias como Agile e Lean aparecem como aliadas e precisam ser compreendidas e utilizadas pelos líderes de TI. Outro fato importante é compreender que não é preciso desenvolver tudo internamente. Soluções especialistas de mercado podem ser integradas facilmente, por exemplo, com a utilização de APIs (sigla em inglês de Application Programming Interface, ou Interface de Programação de Aplicativos), fazendo com que a empresa reduza o time to market, ou seja, o tempo desde o início do desenvolvimento de um produto até ele estar pronto para a venda.

Muitas seguradoras estão trilhando esse caminho, umas mais adiantadas que outras. Essa tendência se consolida no mercado e se estabelece, de fato, como um movimento necessário, que trará mudanças profundas para a área de TI.

Atentos a esses detalhes, os CIOs poderão focar suas atenções na operação das seguradoras, alterando-a com um objetivo maior: a satisfação do cliente. E, ao fazer esse trabalho de forma mais objetiva e evitando desperdícios, o orçamento é melhor direcionado e aproveitado. O auxílio de consultorias com conhecimento do mercado segurador, novas tecnologias e metodologias também é uma opção, uma vez que esse trabalho pode orientar a equipe de TI da organização de forma mais assertiva.

Vencidas as dores, o CIO passa a ocupar o espaço estratégico que lhe cabe e a conduzir as seguradoras para o futuro digital.

*Por Cristiane Dompieri, Diretora Comercial da Sistran.

Como a tecnologia ajuda o mercado de seguro auto? 593

Impactos da tecnologia no mercado de seguro auto

Confira um panorama geral sobre o assunto

De acordo com levantamento da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), menos de 30% da frota de automóveis existentes no país possui seguro. São mais de 30 milhões de veículos circulando pelas ruas do país sem cobertura, numa frota total de 43.5 milhões de veículos, segundo dados do SindiPeças.

Quando observamos o mercado como um todo, é possível notar que ainda existem muitos entraves ao crescimento do setor. Além do alto preço do seguro (prêmio), um dos maiores desafios desse setor no Brasil, é a modernização das transações. Sabemos que o processo de contratação e utilização do seguro ainda é na maioria das vezes bastante burocrático, o que pode levar dias, semanas ou até mesmo meses, dependendo do caso.

Assim como acontece em outros setores, é preciso que os profissionais atuantes na área não se esqueçam que com a tecnologia presente no nosso dia a dia, o consumidor passou a recorrer a novas alternativas para resolver qualquer tipo de situação, seja relacionado a pagamentos, alimentação, saúde ou educação. Por que no setor de seguros de automóvel isso seria diferente?

Já imaginou a praticidade e agilidade de se resolver um processo de sinistro em apenas alguns cliques, e em poucos minutos? Algumas soluções tecnológicas disponíveis no mercado já contribuem para que os trâmites que envolvem seguradoras sejam realizados à distância. Por meio de sistemas e banco de dados robustos, mas de utilização intuitiva, é possível por exemplo realizar uma avaliação de danos de um veículo e compartilhar esses dados em tempo real com a seguradora. Todo esse processo corrobora para a liberação mais rápida dos reparos e entrega do veículo, poupando tempo e dinheiro para todos os envolvidos.

Poderia me estender indicando muitas outras aplicações e benefícios da tecnologia ao mercado de seguro auto. Mas vale destacar que basta observar outros ecossistemas para entender a importância de soluções digitalizadas para sanar as necessidades dos clientes, ganhar escala e, claro, sobreviver à enxurrada de inovações dos concorrentes.

*Por Alexandre Ponciano, diretor comercial da Solera Holding Inc., empresa que oferece tecnologias digitais para gerir riscos e ativos no ramo automotivo.

Fábricas Inteligentes trazem novo panorama de riscos 387

Fábrica

Tema foi apresentado em evento da Zurich Seguros

Os impactos para o mercado de seguros com a chegada da quarta revolução industrial e o surgimento das fábricas inteligentes foram um dos temas apresentados durante o Improve, evento realizado pela seguradora Zurich. Tiago Santana, Engenheiro de Riscos especialista em riscos cibernéticos da companhia no Brasil, apresentou esse panorama de mudanças nos riscos geradas pela nova forma de produção dentro das indústrias.

As fábricas inteligentes são caracterizadas por máquinas interligadas em rede e interagindo entre si sem interferência humana e contam com sistemas de fabricação colaborativo totalmente integrado, que geram respostas em tempo real às mudanças da fábrica e as demandas dos clientes. Essa realidade traz uma série de mudanças nos riscos, como complexa interdependência entre processos, alta vulnerabilidade de infraestruturas críticas, potencial de grandes impactos na interrupção dos negócios, dificuldades para se determinar a responsabilidade de perdas decorridas, maior demanda para proteção de dados e vulnerabilidade a ataques cibernéticos.

Além disso, destaca Santana, os perfis de risco poderão ter formatos diferentes já que, com maior frequência, teremos cenários de risco com baixa probabilidade de ocorrência, porém alta severidade de impacto operacional e financeiro. Também chama atenção nessa mudança que experiências de perdas vivenciadas anteriormente poderão se tornar menos representativas em potenciais perdas futuras, uma vez que o risco está evoluindo e se modificando juntamente com a adoção de novas tecnologias pela indústria. “Seguradoras e provedores de serviços de engenharia de riscos estão dedicando cada vez mais esforços a processos de inovação e adaptação para gerir novos ambientes de riscos, necessidades, produtos e serviços”, afirma o engenheiro.

Tiago Santana também chama a atenção para possíveis alterações na transferência de riscos, já que algumas coberturas se tornarão menos estratégicas, como Responsabilidade Civil de Produtos, Ambiental e Empregador devido a implantação de controles mais eficientes e totalmente automatizados. “Outras, porém, terão cada vez mais importância devido a sua crescente complexidade, como Responsabilidade Civil-Profissional, Segurança Cibernética, Interrupção de negócio (BI), Cadeia de suprimentos e Performance“, conclui.

O Improve foi realizado no último mês de agosto, em São Paulo, e reuniu mais de 180 profissionais, entre gestores e engenheiros de risco, bem como corretores e parceiros da seguradora. Todas as palestras e materiais estão disponíveis gratuitamente na página da Zurich.

Qual o melhor sistema de gestão para seu negócio? 14540

Confira artigo de Vanderlei Kichel, CEO SetaDigital

Ninguém quer ter surpresas quando o assunto é ter o sistema funcionando para atender o cliente de forma fácil e rápida e muito menos quando envolve a finalização da venda. Pense comigo, nós também somos clientes, certo? Podemos demorar uma hora para escolher um calçado, mas na hora de ir para o caixa, se demorar dois minutos para finalizar o pagamento ficamos impacientes e já reclamamos. Por isso, é importante que você entenda como os sistemas disponíveis no mercado funcionam para se prevenir sobre qualquer problema ligado ao desempenho e à segurança dos seus dados.

Esse é um assunto que só a área de TI vai entender, não é? Não, pois vou te explicar esse bicho de sete cabeças de forma muito simples neste artigo. Acredite, não é tão complicado quanto parece! Vamos contar alguns segredinhos e, depois disso, você poderá discutir com quem te ajuda na área de tecnologia sobre qual a melhor opção para seu negócio.

É importante que você saiba que existem várias formas de fazer os sistemas, algumas melhores e outras nem tanto. No mundo da Tecnologia da Informação, a base para que todo o resto funcione bem ou mal depende da arquitetura de comunicação do banco de dados. Vamos te ensinar de forma fácil como identificar qual o tipo de comunicação que o seu sistema utiliza hoje e também qual delas seria a ideal para sua operação.

A proposta é utilizar neste artigo nomes fáceis de entender que não são padrões no mercado. Afinal, prometi que seria de fácil entendimento, lembra? Então vamos lá. As cinco principais opções de comunicação de banco de dados de sistemas disponíveis são:

  • Desktop local: cada loja precisa de um servidor, é confiável, funciona offline, ou seja, sem internet. Porém não integra as informações. Para você visualizar por exemplo, os relatórios de vendas, é necessário acessar loja a loja;
  • Desktop offline com replicação: também precisa de um servidor por loja, funciona offline, mas, devido à centralização das informações em um servidor central e a complexidade da tecnologia, costuma violar a confiabilidade das informações;
  • Desktop com Terminal Services: é uma tecnologia de acesso remoto da Microsoft, considerado confiável, mas é caro, só funciona com internet, a usabilidade é ruim e dificulta a utilização dos periféricos, como impressoras, leitores, etc.
  • Web: também só funciona com internet, é acessado somente no navegador (browser), fornece dados em tempo real, mas a usabilidade e a performance costumam ser ruins;
  • Inovação Desktop online: sistema local que não precisa de um servidor por loja, é simples, rápido, confiável, econômico e tem uma tecnologia de comunicação de dados exclusiva no mercado que funciona em nuvem e não precisa de internet para vender.

Cada um deles têm vantagens e desvantagens que impactam diretamente na segurança das informações, desempenho, praticidade de uso e, por último, mas não menos importante, no dinheiro investido e na frequência com que ele sai do seu bolso. Você sabe qual desses tipos está implantado no seu negócio? Quais são os requisitos para cada tipo, vantagens e desvantagens? A tabela a seguir irá te ajudar a descobrir os pontos críticos de cada solução.

ANÁLISE DOS CRITÉRIOS DESKTOP LOCAL DESKTOP REPLICAÇÃO TERMINAL SERVICE DESKTOP WEB DESKTOP ONLINE
Integração dos dados Não Sim Sim Sim Sim
Dados em tempo real Não Não Sim Sim Sim
Confiabilidade Alta Baixa Alta Média Alta
Depende de internet para vendas Não Não Sim Sim Inovação
Desempenho Alta Alta Média Média Alta
Praticidade Alta Alta Baixa Média Alta
Servidor local Sim Sim Não Não Não
Investimento em servidores Alto Alto Alto Alto Baixo
Custos com licenças Não Não Alto Não Não
Facilidade no uso de impressoras, pinpad, e outros dispositivos Sim Sim Não Não Sim

Você provavelmente já conseguiu fazer seu autodiagnóstico. Agora vale a pena perguntar: seu sistema atual te oferece as melhores tecnologias e qual é a opção ideal para sua operação?

Uma excelente opção é o Desktop Online, que une o melhor de dois mundos. Você trabalha online o tempo todo e, se por um acaso a internet cair, automaticamente o sistema entra em modo contingência e trabalha offline com toda segurança necessária para que quando a internet retornar 100% dos dados sejam transmitidos para o servidor online.

Poucos softwares são Desktop Online. Isso porque o sistema precisa ter sido projetado com uma estrutura de banco de dados com esse objetivo, ou seja, sistemas que fazem adaptações para essa tecnologia tendem a não funcionar bem. Se a arquitetura do software que você contratar for ruim, você vai investi, investir e nunca vai conseguir resolver completamente os seus problemas. Quando se escolhe um sistema bem projetado, o resultado é que você conquiste uma solução mais confiável, rápida, robusta e com custos de infraestrutura de servidores mais acessíveis.

Escola Nacional de Seguros promove painéis sobre blockchain 817

Evento faz parte da série “Tecnologias disruptivas e seus impactos no seguro”

A Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) e a Escola Nacional de Seguros (ENS) promoveram, nesta quarta-feira (29), dois painéis sobre os impactos que a introdução do blockchain e novas tecnologias trarão ao setor de seguros. Em resumo, podemos esperar por processos mais ágeis, transparentes e seguros.

O fundador e CEO da 88Insurtech, Rodrigo Ventura, abordou os principais conceitos e valores dessa tecnologia, bem como o cenário internacional e brasileiro ao lado de Wellington Lordelo, líder da área de Marketing de Soluções e Desenvolvimento de Negócios na Equinix. “Estamos vivendo um momento em que o consumidor tem exigido as mudanças. Por exemplo, o mercado de saúde tem se transformado, com foco em uma vida mais saudável e onde não se dependa de hospital. São novas fontes de receitas que precisam ser geradas a partir da experiência do usuário”, explica Lordelo.

Wellington Lordelo é líder da área de Marketing de Soluções e Desenvolvimento de Negócios na Equinix
Wellington Lordelo é líder da área de Marketing de Soluções e Desenvolvimento de Negócios na Equinix

Para o especialista, os impactos do blockchain no mercado de seguros trarão “mais agilidade nos processos em toda cadeia de seguros. Um contrato, uma transação ou um pagamento de sinistro devem acontecer, cada vez mais, em tempo real. A transformação digital vai impactar na forma como nós trabalhamos hoje em dia e no futuro da empregabilidade. A relação humana tende a melhorar cada vez mais, vão se destacar as pessoas que tenham uma boa comunicação, desenvolvam bom relacionamento, passam credibilidade. Isso a máquina não consegue substituir, para ela, fica o trabalho braçal”, completa Wellington Lordelo.

Fernando Steler é CEO da Direct One
Fernando Steler é CEO da Direct One

Já na segunda parte do evento, os especialistas debateram os resultados e as tendências do blockchain no seguro. Fernando Steler, CEO da Direct One, também assinala as grandes transformações que serão introduzidas no mercado. “As grandes mudanças do setor virão dessa tecnologia. O profissional do seguro conseguirá levar seus produtos a cada vez mais pessoas”, afirma Steler, também Empreendedor Endeavor.

Eduardo Guedes é vice-presidente de Tecnologia e Operações da Seguros Sura
Eduardo Guedes é vice-presidente de Tecnologia e Operações da Seguros Sura

Por fim, o vice-presidente de Tecnologia e Operações da Seguros Sura, Eduardo Guedes, ressaltou a troca de experiências entre profissionais e agentes de mercado. “Pude trazer um pouco das minhas ideias e também da Sura. Discutimos aqui a realidade, ou seja, as mudanças que realmente impactam em nosso negócio e como podemos utilizar já essa tecnologia”, finaliza.

Participantes do evento ao lado de Eduardo Guedes, vice-presidente de Tecnologia e Operações da Seguros Sura
Participantes do evento ao lado de Eduardo Guedes, vice-presidente de Tecnologia e Operações da Seguros Sura