Humanos ainda preferem falar com humanos 3135

Confira artigo de Fernando Lujan, diretor de TI da Total IP

O comportamento do consumidor será fruto de estudo, sempre! Quanto mais leio sobre o assunto, mais chego a essa conclusão. Diversas pesquisas já demonstraram a preferência das novas gerações pelo atendimento digital, a não ser quando precisam resolver um problema (o telefone ainda é campeão nesse quesito).

E quem estaria por trás dessa conversa tecnológica? De acordo com uma recente pesquisa realizada pela consultoria Forrester com 500 brasileiros, são os humanos. Em comparação com os robôs, eles têm 82% (sim, oitenta e dois por cento!) da preferência. Por quê? Atendem melhor necessidades (67%) e são capazes de responder muitas perguntas simultaneamente (50%).

Como o tempo, no entanto, o número de pessoas trabalhando nessa função deve diminuir bastante. Ainda segundo o mesmo levantamento, 38% dos entrevistados mencionou já interagir, uma vez por semana, com agentes virtuais. Eles usam como base a inteligência artificial. Para 42%, é conveniente e rápido (37%).

Ainda temos muito a aprender sobre o atendimento digital. É preciso investir pesado na capacidade dos robôs de fornecerem informações diversas, se aproximando de uma conversa natural. E não devemos esquecer de realizar pesquisas de satisfação com o consumidor. É ele quem irá direcionar o sucesso do seu negócio!

Ainda não é o fim do corretor de seguros 4117

Corretor de Seguros

Como o principal canal de distribuição de seguros vai sobreviver aos avanços tecnológicos?

Essa é uma pergunta que vem tirando o sono dos corretores de seguros que observam a chegada das insurtechs com desconfiança.

Desde a criação da primeira empresa seguradora no Brasil em 1808, o mercado segurador brasileiro, passou por diversas transformações e a figura do corretor sempre foi fundamental no entendimento das necessidades dos clientes, proporcionando ao segurado as melhores opções do mercado de acordo com o seu perfil, ajudando as seguradoras no combate às fraudes e trazendo informações relevantes para lançamento de novos produtos pelas companhias.

Com a evolução da tecnologia, vieram os grandes desafios do setor como a mudança nos hábitos digitais dos consumidores, Big Data e machine learning, realizando tarefas automáticas como cálculos de prêmio e cotações, avaliação sofisticada da base de dados de referência e perfil dos segurados, dispensando tecnicamente em muitos casos a figura do corretor.

A tecnologia segundo muitos especialistas, também será responsável pela queda substancial do volume de prêmios em alguns segmentos como o seguro tradicional de automóveis que de acordo com o relatório AON de 2017, deve registrar queda em mais de 40% no volume de prêmios entre 2015 e 2050, quando veículos autônomos deverão estar totalmente desenvolvidos nos principais mercados.

Diante desta ruptura na maneira de se relacionar com o consumidor, precificar o risco e distribuir o seguro, o corretor deverá buscar cada vez mais capacitação e se reinventar como consultor especializado, agregando cada vez mais valor ao processo, decifrando como Cloud Computing, Big Data, realidade aumentada, inteligência artificial, aplicativos e internet das coisas, podem ser grandes aliados no seu papel de comercializar seguros com mais eficiência, qualidade no relacionamento e transparência junto ao segurado.

Sobreviverão aqueles que entenderem que a tecnologia não é inimiga e que a revolução digital que já começou a impactar o setor, deverá ser compreendida e adaptada no cotidiano do novo corretor de seguros que continuará a ser peça estratégica na nova engrenagem da indústria de seguros.

*Rodrigo Afonso Ferreira é sócio-diretor da corretora Infinity Finanças e membro MDRT.

Mobilidade e a revolução das insurtechs 9386

Celular

Especialista analisa transformações tecnológicas

Nos últimos 30 anos, o mundo vem passando por uma grande revolução tecnológica. Prova disso é o advento da mobilidade, que através de dispositivos como os smartphones, notebooks e tablets, permite que agora estejamos conectados o tempo todo. Hoje, utilizando essas ferramentas, conseguimos acessar notícias em tempo real, trabalhar e resolver burocracias em poucos clicks.

Porém, alguns anos atrás todas essas facilidades eram bem limitadas. Quem nunca precisou salvar documentos naquele disquete de 3,5 polegadas ou esperou horas para se conectar na internet discada? Em apenas 20 anos evoluímos desse cenário lento e instável para a era da alta velocidade.

Agora, estamos vivendo uma transformação em que tudo que anteriormente precisava ser instalado para funcionar, está migrando para a nuvem. E esse avanço cada vez maior da tecnologia está mudando a forma como realizamos praticamente tudo: compras, fotos, pesquisas, pagamentos.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada em 2016 revelou que dobrou o número de acessos à internet sem o uso de computadores. Isso porque muitas pessoas que até pouco tempo não tinham acesso às redes, hoje estão conectadas através dos smartphones. Se pensarmos que o Brasil tem atualmente 220 milhões de celulares inteligentes ativos e 209 milhões de habitantes, temos mais de um celular por pessoa. Ou seja, o futuro com certeza será 100% móvel.

E foi refletindo e acompanhando todas essas mudanças que o mercado de seguros vem desenvolvendo novas soluções que buscam atender as necessidades desses novos clientes digitais. As insurtechs, inclusive, chegam justamente para suprir antigas ineficiências do setor com o uso da tecnologia. Aqui na Planetun, por exemplo, criamos produtos que levam mais agilidade e praticidade aos consumidores, melhorando a sua experiência. Como é o caso dos aplicativos web, que trazem uma série de vantagens, e não precisam ser instalados no celular, ocupando espaço da memória. Todo o processo é feito através de tokens (e-mail, SMS e chats), ou seja, estamos falando de mais autonomia, comodidade e segurança.

Com todos os benefícios e avanço da mobilidade, o mercado segurador, assim como todos os demais setores, também vem se adaptando a essa nova era digital. O uso das novas tecnologias não somente traz vantagens para os usuários finais, como também inova processos antigos, aumentando os ganhos e reduzindo os custos.

Portanto, acredito que esse cenário será o padrão de agora para o futuro. De um lado, o mercado implementando tecnologia em seus processos e, de outro, os consumidores ganhando com a mobilidade, já que resolver um problema que antes era tão burocrático, como contratar um seguro, agora pode ser feito na palma da mão.

*Por Henrique Mazieiro, diretor executivo e sócio fundador da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.

Como cidades inteligentes podem melhorar a vida nos centros urbanos 7766

Hong Kong

Avanços já têm sido usados para atender às necessidades reais das pessoas em diversos aspectos

Há duas palavras que, quase sempre quando são ditas, provocam o efeito de trazer um ponto de interrogação na cabeça de grande parte das pessoas: “Cidades inteligentes”. Para grande parte das pessoas, essa expressão pode incluir um imaginário futurista com muitos robôs e a inevitável reflexão sobre a quantidade de controle que a tecnologia exerce na sociedade atual. Dentro desse contexto, é difícil encontrar uma explicação clara sobre o que são esses locais conectados e como podem ser usados para trazer benefícios aos cidadãos, promovendo avanços significativos para a vida em sociedade.

A boa notícia é que as cidades inteligentes representam um esforço real para promover a qualidade de vida nos centros urbanos e sua utilidade prática vai além de cenas futuristas. Os avanços já têm sido usados para atender às necessidades reais das pessoas em diversos aspectos, como mobilidade urbana, saúde pública, iluminação da cidade, na prevenção de acidentes, entre outros. Para entender a importância desse tipo de tecnologia, basta lembrar que, segundo a ONU, 70% da população mundial vai viver em grandes centros urbanos em 2020 – ou seja, se o trânsito nas metrópoles hoje já está ruim, pode piorar muito em dois anos sem um gerenciamento inteligente de informações.

Diante desse cenário, alguns países já perceberam que é necessário buscar reforços. Na Espanha, o projeto Ciudad 2020 reúne institutos de pesquisa e inovação, universidades e empresas de tecnologia, entre elas a Indra, para discutir como conscientizar os cidadãos desse novo cenário e proporcionar a eles alternativas válidas de melhorar o trânsito e reduzir o consumo de energia. Para isso, são usadas ferramentas como Internet das Coisas, Big Data Analytics, Machine Learning e Internet do Futuro (pesquisas sobre novas arquiteturas para a web), além da realização de estudos sobre comportamento humano. A meta principal é atingir os chamados “Objetivos 20-20-20”, definidos pelo Conselho Europeu em 2007: reduzir 20% das emissões de gases de efeito estufa, produzir 20% de energia renovável e melhorar em 20% a eficiência energética.

Também na Espanha, é de grande notoriedade o projeto de Logroño, capaz de permitir que o governo municipal desenvolva serviços avançados e reduza os custos de manutenção, economizando energia e gerando um ambiente mais sustentável. Pode-se dizer que essa iniciativa já representa uma evolução em relação ao Coruña Smart City, desenvolvido anteriormente e referência mundial na solução de problemas em diversas áreas como segurança, mobilidade, energia. O êxito destes projetos só foi possível graças à tecnologia inovadora empregada, a Minsait IoT SOFIA2, uma plataforma avançada capaz de integrar dados e recursos.

Entre as mais recentes e inovadoras tecnologias disponíveis atualmente para gerenciar em tempo real e de forma centralizada os diversos serviços e soluções das cidades está o City Landscape Manager (CLM), um centro virtual inteligente capaz de gerenciar tanto os eventos planejados como os que não estão, para que a tomada de decisões sejam imediatas. São enormes as possibilidades de ganhos com o uso deste tipo de tecnologia, como por exemplo a economia de mais de 35% do consumo de água para irrigação graças ao cruzamento de dados com o serviço meteorológico, ou 45% na conta energética de edifícios públicos.

Todos esses projetos são exemplos de soluções seguras e com alto grau de integração, dada a necessidade de resposta imediata exigida pelos cidadãos com foco em resultados e capazes de melhorar a qualidade de vida nesses locais. A tendência é a de que esse pensamento se consolide e seja disseminado em outras regiões, já que cidades inteligentes precisam da participação ativa dos cidadãos e dos órgãos de governo. É necessário que eles conheçam os serviços disponibilizados e sejam verdadeiros agentes de mudança. Na prática, isso acontece pelo acesso a alguns serviços úteis (como, por exemplo, o consumo de energia da própria residência) via smartphones ou tablets, com interações via notificações, recomendações e avisos personalizados.

É verdade que o caminho até atingir esses resultados ainda está sendo trilhado e, no mundo real, ainda existem muitos desafios para serem superados. Ainda assim, um caminho possível envolve uma visão integrada das cidades tendo a tecnologia presente em diversos aspectos da cadeia, atendendo aos cidadãos sob um modelo eficaz. Sem dúvida, esta não é uma mudança que acontece do dia para a noite, mas é totalmente possível a partir de planejamento e com pleno envolvimento dos gestores das cidades. A partir do momento que serviços conectados estiverem disponíveis de maneira eficiente e homogênea, a custo mais baixo, será possível construir um futuro mais sustentável, inteligente e saudável.

*Por Antonio de Farias Leite Neto, diretor de Administração Pública e Saúde da Indra no Brasil.

5 dicas para tirar uma empresa do vermelho 9609

Executivo

Especialista explica detalhes que podem fazer toda diferença

A crise financeira trouxe grandes desafios para os empreendedores brasileiros. Com isso, a redução de custos exige o corte de itens considerados supérfluos e outras medidas são tomadas pelas empresas para melhorar a rentabilidade dos negócios.

“Aqueles gastos que parecem pequenos podem comprometer os recursos da empresa e significar a diferença entre sobreviver ou fechar o seu negócio”, destaca Samuel Lopes, sócio da Tiex, empresa de consultoria e gestão financeira corporativa.

Conforme Lopes, além de reduções de custos, controle pode gerar receita extra, que deve ser reinvestida no negócio, como novos produtos, serviços, bonificações e incentivos para colaboradores, no crescimento da empresa em geral, e até no lucro dos acionistas.

O especialista elenca cinco iniciativas que as empresas precisam ter para conseguirem se recuperar e crescer.

Plano efetivo: Antes de fazer qualquer corte, é necessário elaborar um planejamento financeiro/estratégico que tenha uma análise do passado e do presente, assim como uma projeção do futuro. “É importante lembrar que esta projeção tem que ser muito bem desenhada, considerando, por exemplo, as dificuldades atuais do mercado”, diz o sócio da Tiex.

Acompanhamento mensal: A viabilização de um acompanhamento mensal é imprescindível para que a empresa consiga obter resultados mais eficazes. Só assim os gestores poderão ter percepção de suas necessidades para a tomada das melhores decisões possíveis. “Qualquer desvio deve ser apontado e discutido. O redesenho dos processos internos e otimizações tecnológicas pode ser muito efetivo”, explica.

Cortes menos impactantes: Deve-se saber onde é possível cortar sem interferir nos negócios. Vender ativos que fogem ao “core business” é desnecessário. “Ás vezes, as empresas entram em um mercado que possuem pouco conhecimento e acabam gastando recursos onde não tem experiência. Já uma renegociação de contratos com fornecedores, seguradoras e bancos é primordial”, afirma Samuel.

Planejamento Tributário: O planejamento fiscal é uma forma de minimizar os custos fiscais. Sucintamente, o planejamento fiscal terá de respeitar a lei de forma integral, procurando negócios jurídicos com menor ou nula tributação. Com isso, é possível se ter um maior controle dos gastos administrativos.

Aprender: Épocas de crise são ocasiões para aprender, pensar muito e ter resiliência. “Se, com a crise, conseguimos renegociar contratos, minimizar custos administrativos, redesenhar processos para que se tornem mais efetivos, pagar menos impostos com um planejamento adequado, por que não fazíamos antes?”, questiona.

A evolução das maquininhas 9990

Máquina

Confira artigo do Gerente de Projetos e Head de Meios de Pagamentos do Venturus

Na década de 1990, as maquininhas de cartão de crédito não tinham nada de eletrônico. Também conhecidas hoje como “Terminal de Pagamento” ou simplesmente “POS” (do inglês Point of Sales), naquela época elas eram completamente mecânicas e funcionavam apenas para tirar a imagem do cartão nas duas vias do recibo da compra. Para registrar a transação e receber a compra, o vendedor telefonava para a empresa adquirente para solicitar o código de autorização da transação. Era um processo lento e dificultava o trabalho dos comerciantes. Depois de algum tempo, surgiram os cartões com tarja magnética e, com eles, os terminais com o respectivo leitor e comunicação dial-up. O envio da transação de pagamento passou, então, a ser feito online, via internet discada. Porém, a utilização da tarja magnética se mostrou cada vez mais suscetível a fraudes e, assim, o mercado evoluiu novamente e nossos cartões passaram a possuir chips. Os terminais de pagamento, consequentemente, também receberam o respectivo leitor de chip e todas as mudanças internas que o uso desta tecnologia requer.

Mas as transformações dos terminais não pararam por aí. Foram adicionadas novas opções de comunicação como cabo ethernet, Wi-Fi, SIM cards 2G/3G/4G (da rede de telefonia celular) e também bluetooth. Atualmente, terminais mais modernos também podem oferecer a opção de leitura de cartões de chip sem necessidade de contato com as máquinas (contactless), além da opção das novas carteiras virtuais via smartphones e também por meio dos dispositivos wearables, como pulseiras.

Além do uso dos mesmos SIM cards utilizados na telefonia celular, a história dos terminais de pagamento mostra mais algumas semelhanças com a do próprio telefone celular. O telefone surgiu para chamadas sem fio. Depois, passou a ter SMS, aplicativos embarcados, acesso à internet via tecnologia WAP, câmeras digitais e, por fim, surgiram os smartphones e suas lojas de aplicativos como conhecemos hoje.

De forma similar, o POS também recebeu alguns destes itens ao longo de sua história, como displays monocromáticos, displays coloridos, câmeras digitais, além das contínuas melhorias de definição de tela.

Porém, o que mais chama a atenção é o histórico de celular e terminal terem sido criados para uma única tarefa: chamadas telefônicas e pagamentos com cartão, respectivamente. Hoje, ambos recebem o prefixo “SMART” em seus nomes, de forma extremamente justa, devido às suas capacidades como dispositivos multitarefas. Assim como o smartphone, o Smart POS possui a capacidade de executar aplicativos de qualquer área de negócio, mas com a vantagem de se integrar com a sua função original, que é a de receber pagamentos.

O mais recente capítulo da evolução dos POS tem foco no sistema operacional. Os principais fabricantes do mercado já apresentaram suas versões dos dispositivos com Android e agora investem nas estruturas de suas respectivas lojas de aplicativos.

Vamos a mais comparações: Os smartphones e suas excelentes câmeras praticamente acabaram com o mercado de câmeras digitais de uso pessoal. E por que não imaginar que um POS com câmera rodando um aplicativo de vendas, aliado à evolução do QRCode sobre o código de barras, poderia pôr fim aos leitores óticos de bancada que conhecemos hoje? Tecnologicamente falando, isto já é realidade!

Como tirar proveito?

O Smart POS é muito mais do que uma maquininha para receber vendas com cartão de crédito e débito. Ele pode executar um sistema completo de vendas de qualquer produto ou serviço, ler as etiquetas de código de barras ou QRCode, receber de forma segura a pagamentos de cartões e imprimir relatórios gerenciais, etc. Nos Estados nos quais roda o SAT Fiscal, o Smart POS pode, ainda, ser integrado ao sistema da respectiva Receita Estadual e imprimir o Cupom Fiscal.

É válido também citar algumas opções de terminais cujas aplicações oferecem Split de Transação, que acontece quando uma única transação de pagamento é dividida em mais de uma parte e o dinheiro é creditado diretamente na conta de mais de uma pessoa.

Um bom exemplo é quando o lojista vende um produto de terceiros e recebe uma comissão desta venda. Neste caso, o percentual maior da transação vai para o dono do produto e a comissão cai direto na conta do lojista. Outro caso interessante é o de clínicas médicas, odontológicas, salões de beleza e quaisquer estabelecimentos nos quais o prestador do serviço paga uma comissão sobre o valor recebido pelo serviço prestado ao dono do local.

Há também aplicações Multi-Merchant, que permitem que um mesmo Smart POS seja compartilhado entre mais de um vendedor. Quer um bom exemplo? Um salão de beleza pode ter cada cabeleireiro com sua própria conta junto à adquirente. Assim, ao passar o cartão no mesmo Smart POS, o usuário seleciona o nome do profissional que prestou o serviço e pronto, o dinheiro cai direto na sua conta. E se o salão cobrar uma comissão do profissional, aplica-se aqui o conceito de Split de Transação à aplicação e problema resolvido. E mais: o próprio salão pode vender seus produtos de beleza no mesmo POS. Neste caso, o “profissional” selecionado seria o próprio estabelecimento.

Independente da área de negócio, o Smart POS é um dispositivo que veio para ficar. E ainda há muito a ser explorado nas suas capacidades de ajudar os comerciantes a diminuir custos e aumentar a abrangência de suas vendas.

*Por Marcos Mendes do Rego, Gerente de Projetos e Head de Meios de Pagamentos do Venturus.