6 maneiras de melhorar o processamento de sinistros em seguradoras 3554

Artigo de Ricardo Saponara, especialista em Prevenção a Fraudes do SAS Brasil

Big Data, Big Data e Big Data! Certo, mas o que Big Data tem a ver com companhias de seguro? Pense um pouco mais sobre isso. Você filtra, procura e coordena incríveis quantidades de dados: anotações de avaliadores escritas à mão, dados de apólices, cotações, informações de sistemas de gerenciamento de sinistros, entre outros. Você está utilizando todo o potencial desses dados?

Com tantas solicitações de sinistros para lidar, os analistas não têm tempo de filtrar todos esses dados para julgar cada pedido e eles podem não tomar a melhor decisão se perderem alguma informação importante. Isso significa que muitas de suas decisões são baseadas em experiências prévias, instinto e a informação limitada que está prontamente à mão.

Por esta e muitas outras razões o Big Data Analytics está se tornando cada vez mais protagonista na área de Seguros. Ao trabalhar em conjunto com os analistas, a Inteligência Analítica pode sinalizar quais sinistros precisam de uma avaliação mais detalhadas, tratamento prioritário, sindicância etc.

Seis áreas onde inteligência analítica pode fazer uma enorme diferença:

Fraude – Um em cada 10 pedidos de pagamentos de seguros é fraudulento. Como você os identifica antes de um pagamento de alto valor ser feito? A maioria das soluções de fraude no mercado hoje é baseada em regras. Infelizmente, é muito fácil para os fraudadores manipularem e burlarem as regras. Análises preventivas, por outro lado, usam uma combinação de regras, modelos, análises de textos, buscas em bases de dados e identificação de anomalias para identificar fraudes o quanto antes e mais efetivamente a cada estágio do ciclo de sinistros.

Sub-Rogação – Oportunidades para sub-rogações, geralmente, ficam perdidas na grande quantidade de dados – a maioria delas na forma de registros policiais, anotações de avaliadores e outros registros. A análise de textos busca, através desses dados não estruturados, encontrar frases que tipicamente indicam um caso de sub-rogação. E quanto mais cedo localizado, maiores as chances de recuperação e redução de perdas.

Liquidação (de pagamentos) – Para reduzir custos e assegurar equidade, as seguradoras implementam com frequência processos rápidos que liquidam os pagamentos instantaneamente. Mas liquidar um pedido de pagamento “na hora” pode custar muito se você pagar em excesso. Qualquer seguradora que tenha visto um surto de pagamentos domiciliares em uma área atingida por um desastre natural sabe como isso funciona. Analisando os sinistros e seus históricos você pode otimizar os limites para pagamentos instantâneos. O Analytics também pode reduzir o tempo do ciclo de sinistro para maior satisfação do cliente e custos menores de mão de obra. Ele também assegura economia significativa em ocorrências como, por exemplo, carros alugados em sinistros de conserto de automóveis.

Reserva de Sinistros – Assim que uma abertura de sinistro é feita, é quase impossível prever seu tamanho e duração. Entretanto, é essencial haver uma reserva precisa e previsões de sinistros, especialmente em pedidos longos, como em casos de seguros de vida. A Inteligência Analítica pode calcular mais precisamente a reserva de sinistros ao comparar os valores em casos similares. Então, quando os dados do sinistro for atualizado, o Analytics pode reavaliar a reserva de sinistro, para que você saiba exatamente quanto dinheiro você precisa ter em mãos para atender sinistros futuros.

Atividade – Faz sentido colocar avaliadores mais experientes nos pedidos de pagamento mais complexos. Mas os casos de sinistros são, geralmente, atribuídos com base em dados limitados, resultando em altas taxas de reaberturas que acabam afetando a duração do sinistro, a liquidação de quantias e, por fim, a experiência do consumidor. Técnicas de exploração de dados agrupam características de sinistros para pontuar, priorizar e atribuir casos para o avaliador mais apropriado baseado em experiência e tipo de sinistro. Em alguns casos, os sinistros podem até ser automaticamente avaliados e liquidados.

Litígio – Uma parte significativa da média de gastos de uma empresa com ajustes de sinistros vão para as ações judiciais. Seguradoras podem usar Analytics para calcular uma pontuação de probabilidade para determinar quais sinistros tem maior chance de resultar em litígio. Você pode atribuir esses sinistros para avaliadores de nível sênior que são mais capazes de liquidá-los de forma rápida e por quantias menores.

Por que fazer da Inteligência Analítica parte do seu processo de sinistros? Porque enquanto fazer um seguro torna-se mais e mais um serviço essencial, o Analytics é fundamental para as empresas se diferenciarem. Ter essa tecnologia no ciclo de sinistros pode entregar um ROI mensurável com economia de custos. Uma melhora de apenas 1% na média de perdas para uma empresa de R$ 1 bilhão pode significar mais de R$ 7 milhões no lucro.

RJ: Mongeral Aegon é eleita a 6ª melhor empresa para se trabalhar 2299

Trabalho

Mongeral Aegon tem 183 anos e conta com mais de mil funcionários em todo o Brasil

Pelo terceiro ano consecutivo, a seguradora multinacional Mongeral Aegon figura na lista das melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro, segundo a consultoria mundial Great Place to Work. Em 2018, a empresa melhorou uma colocação em relação a 2016 e 2017, conquistando o 6º lugar. A Mongeral Aegon tem 183 anos e conta com mais de mil funcionários em todo o Brasil, sendo metade deles alocados no estado do Rio.

O resultado é consequência de uma série de fatores. Desde 2015 a companhia tem investido em ações que visam a melhoria do ambiente de trabalho. Um dos exemplos é a revitalização da Travessa Belas Artes, endereço onde a empresa está situada há quase 180 anos. Outro ponto de destaque foi a inauguração, em junho de 2017, do Espaço Conviver, local em que os colaboradores têm para descanso e incentivo à integração, com mesas de totó, pingue-pongue, televisão, sofás e videogame.

A área de Gestão de Pessoas da Mongeral Aegon também apostou em um forte trabalho de ouvir os colaboradores ativamente e de forma muito próxima. Isto possibilitou que a companhia sanasse algumas questões que, na visão dos funcionários, impactavam o dia a dia de trabalho.

“A pesquisa de clima é uma poderosa ferramenta de gestão organizacional. Com ela, temos um grande termômetro para saber quais são as questões mais valorizadas pelos colaboradores, como também aqueles que precisamos aprimorar”, comenta Elane Vieira, gerente de Gestão e Performance.

Dentre os pontos que têm mais destaque pelos funcionários da Mongeral Aegon estão a adoção de um programa próprio e justo de Participação nos Lucros e Resultados da companhia, além da capacitação constante dos gestores, através da Escola de Lideranças. Também vale ressaltar o amplo programa que visa a qualidade de vida, que conta com academia gratuita na sede da empresa, além do convênio com rede de estabelecimentos de condicionamento físico, ginástica laboral, shiatsu, acompanhamento de gestantes e combate ao sobrepeso.

“Aqueles que desejarem integrar este time vitorioso de colaboradores da Mongeral Aegon devem ficar atentos às oportunidades que são divulgadas pelos nossos perfis no LinkedIn, Kenoby e Vagas.com”, finaliza Elane.

Generali Brasil patrocina tenista Beatriz Haddad Maia 1644

Atleta é a brasileira melhor ranqueada na Women’s Tennis Association (WTA)

A Generali é a mais nova patrocinadora da tenista Beatriz Haddad Maia. A jovem atleta, de apenas 22 anos, é a brasileira melhor ranqueada na Women’s Tennis Association (WTA). Ocupa atualmente a 117ª posição, e no ano passado tornou-se a oitava jogadora brasileira na história a entrar no top 100 do ranking da WTA, terminando 2017 na 67ª colocação.

Ao longo de sua carreira, Beatriz tem um retrospecto positivo nas duas modalidades do esporte: no individual, venceu 208 jogos e perdeu 119; já em duplas, triunfou 81 vezes e foi derrotada apenas em 48 oportunidades. Além disso, já conquistou dois títulos de duplas, ambos em Bogotá, na Colômbia, em 2015 e 2017.

Com o objetivo de estimular qualidade de vida e garantir preferência de marca, o Grupo Generali também patrocina alguns atletas e equipes esportivas ao redor do mundo, a exemplo da tenista alemã Angelique Kerber, o time de futebol da Croácia, a seleção de rúgbi da Espanha e a seleção de basquete da Argentina.

“Esse patrocínio é a nossa forma de mostrar o quanto confiamos na Bia Haddad e vamos juntos em busca de novas conquistas, levando inspiração a jovens talentos no Brasil”, afirma Michele Cherubini, diretor de Estratégia e Novos Negócios.

“Estou muito feliz com a chegada da Generali na nossa equipe e orgulhosa de fazer parte do time de uma empresa de tamanha importância no mundo. Agradeço a confiança e tenho certeza que juntos faremos um grande trabalho”, destacou Beatriz.

A tenista optou por transferir sua base de treino para Florianópolis como estratégia de foco e marcou sua volta às quadras para agosto deste ano. Maia se recupera de uma cirurgia nas costas para tratar as dores de uma hérnia de disco lombar. Em 13 de agosto a tenista recomeça a temporada jogando o ITF US$ 100 mil de Vancouver (Canadá).

Sustentare investe em capacitação no seguro de transporte 2442

Empresa anuncia parceria com a Fetransporte Brasil

Diretores da Sustentare Seguros e da Fetransporte Brasil.

O mercado de seguro de transporte nacional conta com um prêmio anual superior a R$ 2,5 bilhões, representando 5% do transporte mundial. Atenta aos movimentos da 4ª maior malha rodoviária do mundo, a Sustentare Seguros anunciou parceria com a Fetransporte Brasil, uma assessoria especialista neste segmento.

No país, há 157 mil transportadoras ativas, 724 mil transportadores autônomos e 329 cooperativas de frete. “As contas maiores naturalmente são disputadas por especialistas, mas as contas menores, que representam uma boa fatia, estão desassistidas, esperando pela assistência de um corretor profissional. E é neste mercado que enxergamos a oportunidade, pois nós não tínhamos um grande volume e este início de parceria com a Fetransporte está nos deixando otimistas e surpresos com o bom resultado”, explica o CEO da Sustentare Seguros, Marcos Stock Trevisan.

Empresas promoveram treinamentos para corretores.

O aumento do volume de carga transportada e do roubo, a maior fiscalização dos órgãos, a precariedade nas estradas que incidem no número de acidentes e a maior consciência do empresariado quanto à necessidade de contratação do seguro são alguns dos motivos que levaram o produto a crescer 100% nos últimos dez anos. “Temos percebido nas abordagens que praticamente todos os transportadores estão aceitando rever custos, pois foi um mercado bastante atingido nos últimos tempos. E, por consequência, estão em busca de melhores opções de fornecedores”, avalia.

No último mês, as empresas promoveram treinamentos sobre o ramo em Porto Alegre e na Serra gaúcha, que contaram com boa participação dos corretores. “O transporte permite o ganho de carteira, renda residual, e é uma ótima maneira de fidelizar clientes para outros negócios. A Sustentare espera, num curto espaço de tempo, ter vários corretores parceiros divulgando que estão totalmente capacitados para entender todas as demandas e necessidades dos clientes”, comenta. “O importante foco da empresa, e que vamos continuar trabalhando, é a capacitação, pois acreditamos que é um importante aliado contra a concorrência e que muitas vezes é mais importante que o preço”, finaliza.

Como aumentar a produtividade? 7351

Planejamento

Deixar de investir em tecnologia pode sair caro

Sua empresa está defasada? Se sim, cuidado, pois você pode perder sua equipe! Uma pesquisa da Unisys me chamou a atenção: a falta de tecnologia é um empecilho para a produtividade das corporações. Saber como aumentar o rendimento é, provavelmente, um dos maiores desafios do meu dia a dia e de outros gestores. Logo, utilizar as inovações com esse objetivo pode ser uma boa estratégia.

Muitos colaboradores estão insatisfeitos com o cenário da atualização informacional em seus locais de trabalho. Segundo o levantamento, funcionários de estabelecimentos desatualizados têm probabilidade 500% maior de se sentirem frustrados e são 600% mais propensos a pensar em desistir do emprego. Um alerta para qualquer líder! Quem pensa se tratar de dados externos, se engana. A análise foi feita com 12 mil pessoas de 12 países diferentes, incluindo 1.018 do Brasil.

Os estudiosos dividiram as companhias em dois grupos: as consideradas tecnologicamente atrasadas e as avançadas. Veja o alarmante resultado: metade dos contratados das slow tech se mostrou frustrada com as soluções informacionais da instituição. A lista de principais reclamações é curiosa, pois contém muitos itens básicos. Computadores lentos, softwares desatualizados, falta de notebooks e de suporte necessário da equipe de TI. Já nas organizações high tech, o percentual é de apenas 7%.

Portanto, a saída para a falta de engajamento do time pode ser simples. Antes de apostar em ideias mirabolantes, vale a pena avaliar como estão os sistemas informacionais da corporação. Afinal, é muito melhor e mais barato investir em boas tecnologias ao invés de perder profissionais experientes e familiarizados com a sua corporação.

Os contact centers, por exemplo, podem contar com múltiplas opções de atendimento automático, como o Agente Virtual. Ele pode substituir em parte ou por completo o trabalho burocrático de um atendente, deixando para o mesmo apenas tarefas importantes como negociações mais complexas. A comunicação é feita por meio de gravações, sintetizador e reconhecimento de voz (ASR).

É válido lembrar: funcionários também são clientes! A boa reputação começa de dentro, logo, motivar os trabalhadores é indispensável. Além disso, é garantia de melhores resultados para o seu negócio. Cuide do quadro de pessoal e se destaque em meio aos concorrentes.

*Artigo de Tiago Sanches, gerente comercial da Total IP.

Lucro líquido do Grupo Bradesco Seguros cresce 18,9% no 1º semestre 2230

Resultados

Cifra atingiu R$ 3,1 bilhões de janeiro a junho

O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado nacional de seguros com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, apresentou lucro líquido de R$ 3,1 bilhões de janeiro a junho de 2018, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Esse resultado representa evolução de 18,9% em relação ao registrado no mesmo período de 2017, refletindo a melhora dos principais indicadores de desempenho da companhia. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado foi de 19,6%.

“Apesar do cenário econômico desafiador, mantemos a confiança com que iniciamos este ano de 2018. Continuaremos trabalhando na busca de escala e eficiência administrativa, de excelência no atendimento, além da contínua evolução do nosso modelo de distribuição multirramo, com forte presença em todos os canais, com o objetivo de entregar soluções completas de seguros a todas as gerações de nossos clientes, em suas necessidades de proteção ao longo da vida”, destaca o presidente do Grupo Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz.

Entre os indicadores, o Índice de Sinistralidade apresentou melhora de 0,7 ponto percentual no semestre em relação a igual período do ano passado, ficando em 74,4%. Na mesma direção, o Índice de Comercialização melhorou em um ponto percentual, chegando a 8,9%.

Já o Índice de Eficiência Administrativa, que completou o nono trimestre consecutivo na casa de 4%, tem se mantido como o melhor do mercado entre as seguradoras de grande porte e um dos melhores dos últimos anos, fruto da racionalização de gastos e de um rígido controle dos custos diretos.

Como resultado, o Índice Combinado também apresentou evolução de um ponto percentual no semestre, atingindo 85%, levando o resultado operacional do Grupo Bradesco Seguros a uma evolução de 61% de janeiro a junho de 2018, ante os seis primeiros meses do ano passado.

No mesmo sentido, apesar do cenário de queda da taxa básica de juros e do aumento da volatilidade dos mercados, o resultado financeiro do Grupo Segurador superou em cerca de 5% o registrado no mesmo período de 2017.

As provisões técnicas ultrapassaram R$ 252 bilhões, correspondentes a cerca de 27% do total do mercado segurador, e os ativos financeiros alcançaram aproximadamente R$ 280 bilhões.

O total pago em indenizações e benefícios atingiu R$ 29 bilhões, correspondentes a mais de R$ 230 milhões por dia útil.

O faturamento apurado no primeiro semestre de 2018 manteve o Grupo Segurador com cerca de 25% de market share.