Sindicato das Seguradoras promove confraternização de final de ano 2061

Encontro com diretores e parceiros da entidade foi realizado no restaurante Peppo Cucina, em Porto Alegre (RS)

Uma noite especial foi vivenciada pelo seleto grupo de convidados para a confraternização de final de ano do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul, o SindSeg-RS. O momento foi realizado no restaurante Peppo Cucina, localizado na capital gaúcha, na última sexta-feira (08).

Momento foi realizado em um restaurante da capital gaúcha

Guacir de Llano Bueno, presidente do SindSeg-RS, saudou os presentes e destacou a série de ações realizadas ao longo do ano, com o intuito de promover a cultura securitária em diversas regiões do Estado.

Guacir de Llano Bueno é presidente do SindSeg-RS

Os convidados puderam apreciar pratos deliciosos, em um momento regado a boa música e descontração. O ex-presidente da entidade e executivo da Federação Nacional de Seguros, Júlio Cesar Rosa, também proporcionou um espetáculo a parte com a interpretação de grandes sucessos em um clima fraterno de amigos e parceiros de mercado.

Júlio Cesar Rosa, ex-presidente do SindSeg-RS, marcou presença no encontro

Todas as imagens – Confraternização de Final de Ano do SindSeg-RS:

Workshop aborda alta performance em vendas 1160

Workshop

Momento foi promovido pelo SindSeg MG/GO/MT/DF

Uma intensa programação de atividades provocativas, discussões e aprendizados marcou o dia de diversos profissionais das áreas comerciais de seguradoras associadas do SindSeg MG/GO/MT/DF. Conduzido por Rodrigo Maia, consultor e coach especializado em gestão de estratégias e negócios, o workshop de Alta Performance em Vendas apresentou ao público uma perspectiva inovadora sobre a necessidade de mudança de comportamento e relacionamento do mercado com o cliente.

A iniciativa, realizada na sede do Sindicato, é resultado da união dos esforços de duas comissões técnicas do SindSeg, a de Seguros de Ramos Elementares e a de Seguros de Pessoas. “Ao oferecer esse tipo de atividade de formação, desejamos que os profissionais do setor encarem esse momento de aprendizado como uma forma de oferecer o melhor para o mercado que está passando por importantes transformações”, comenta Juliana Queiroz, presidente da Comissão de Seguros de Pessoas.

Abordando conceitos relevantes para a produtividade do profissional como venda consultiva, administração e gestão do tempo e comunicação pessoal, Rodrigo ressaltou a necessidade de uma mudança comportamental tanto para o mercado quanto para os seus profissionais. “Os colaboradores das seguradoras precisam compreender que o foco de sua atuação não é apenas vender um produto, e sim, ser capaz de perceber as necessidades e desejos dos seus clientes”.

Parceria estratégica

Rodrigo defende que a venda deve ser uma consequência de um processo bem executado, e não uma causa ou um objetivo. “É preciso entender que os profissionais e os clientes são seres humanos com medos, receios e sonhos, e o corretor deve atuar como um parceiro estratégico nesse momento de disruptura do mercado”. Ele ainda complementa que a necessidade de readequar o setor leva a um modelo de negócio mais sustentável e humanizado e a formar profissionais mais ativos e conscientes.

Geraldo Pereira Filho, que preside a comissão de Seguros de Ramos Elementares, encara a atividade como uma possibilidade importante de atualizar os colaboradores das seguradoras com as novas ferramentas existentes para melhorar a performance dos profissionais. “Ao mesmo tempo em que a tecnologia exige dedicação às atividades diárias, ela também possibilita uma maior facilidade de atendê-las. É importante despertar os profissionais para a necessidade de saber gerir as ferramentas disponíveis, para buscarem uma alta produtividade nos negócios. Assim, o mercado estará em constante crescimento”.

Marsh adquire JLT por £ 4,3 bi 1395

Marsh JLT

Corretora global agora possui US$ 17 bilhões de receita anual

A gestora americana de riscos e seguros Marsh & McLennan Cos. chegou a um acordo para comprar a Jardine Lloyd Thompson (JLT), sediada no Reino Unido, por 4,3 bilhões de libras (US$ 5,66 bilhões). A informação é da Revista Exame.

A companhia resultante será uma corretora global, com US$ 17 bilhões de receita anual. O acordo foi anunciado nesta terça-feira, avaliando cada ação da JLT em 1,915 pence, um prêmio de 34% em relação a seu preço de fechamento da segunda-feira, na Bolsa de Londres.

Listada em Nova York, a Marsh & McLennan disse que o negócio fortalecerá suas operações e expandirá sua rede global de resseguros, apoiando sua posição em mercados importantes na Ásia e na América Latina. A Marsh & McLennan afirmou também que sua receita deve avançar a cerca de US$ 17 bilhões após o acordo, de cerca de US$ 14 bilhões atualmente.

Segundo a empresa, o negócio deve ser concluído na primavera de 2019 no Hemisfério Norte, que começa em março. Ele depende ainda de aprovação dos acionistas e reguladores.

Novas tecnologias transformam mercado de seguros 1674

Assunto foi tema de Seminário Internacional sobre Direito dos Seguros

As novas tecnologias que surgem a cada dia influenciam mudanças nas mais diversas áreas. No seguro não é diferente, uma vez que essas transformações que incidem diretamente no modo de viver e se relacionar do ser humano e apresentam os mais variados desafios a ser solucionados pelo segmento. Essas questões foram abordadas durante o Seminário Internacional Direito dos Seguros e Novas Tecnologias.

Para o advogado mestre em direito público Wilson Engelmann, a humanidade vive a quarta revolução industrial. “Temos um mundo sob uma forte influência de convergência tecnológica, pois não é apenas uma tecnologia que está trazendo novidades a todas as áreas, são várias”, explicou durante o encontro que aconteceu na última quinta-feira (13). “Qual o limite dessa questão? O ser humano pode criar coisas que efetivamente fogem do controle do ser humano, e se isso acontecer, o que podemos fazer?”, indagou Marcelo Barreto Leal.

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RS: Sincor e Sindseg promovem almoço com superintendente da Susep 1281

Joaquim Mendanha é superintendente da Susep

Joaquim Mendanha participa de palestra-almoço no dia 04 de outubro

O Sindicato dos Corretores de Seguros e das Seguradoras do Rio Grande do Sul, Sincor-RS e Sindseg-RS, respectivamente, apresentam mais um almoço do mercado segurador. O encontro recebe Joaquim Mendanha, superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), no dia 4 de outubro. O Clube do Comércio é cenário para a palestra-almoço que há mais de 70 anos reúne os profissionais do setor no Estado.

Para participar é preciso confirmar presença até o dia 2 de outubro, pelo e-mail margareth.souza@sindsegrs.org.br ou nos telefones (51) 3221-4433 ou (51) 3221-4960. O convite custa R$ 60,00.

Divulgação
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Filosofia empresarial deve colocar o cliente em primeiro lugar 1880

Dia do Cliente

Especialista dá dicas para melhorar o relacionamento com o público alvo de um negócio

Com a amplitude de informações disponíveis, o consumidor está cada vez mais empoderado. No Dia do Cliente, comemorado neste sábado (15), JRS entrevistou o professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Paulo Cesar Silva, especialista no assunto.

O especialista em atendimento ao cliente e professor da ESPM, Paulo Cesar Silva.
O especialista em atendimento ao cliente e professor da ESPM, Paulo Cesar Silva.

Vivemos a era da abundância, como diria a professora Sandra Turchi, especialista em marketing digital. “Isso acontece pela amplitude de informações e novas demandas interligadas às redes. Vivemos o impacto da tecnologia. Existem muitas marcas, concorrência e também conseguimos nos comunicar com bastante velocidade e temos um grande volume de coisas acontecendo”, explica o professor Paulo, também consultor da Mais Cliente na área de gestão de serviços e excelência na satisfação do cliente.

O especialista destaca a rapidez da reação ao cliente e o número expressivo de pessoas envolvidas no processo de relacionamento. “Acredito que o ser humano, como prisioneiro de suas próprias emoções, acaba preferindo atitudes como simpatia, educação, amabilidade, cortesia e elegância. São coisas que faltam ao atendimento. O atendimento diz respeito a servir o cliente”, explica.

Paulo Cesar explica que existem duas dimensões na relação de consumo: aquilo que se vai buscar (o produto ou o serviço) e como isso será entregue ao cliente. “Esse é o grande desafio”, resume. O professor afirma que as empresas “possuem muita facilidade com tecnologia e pouca com relacionamentos. Por mais que o Código de Defesa do Consumidor estabeleça direitos, e por mais que haja uma consciência sobre isso, muitos negócios possuem dificuldade para lidar com isso”, enfatiza.

O especialista lembra que empresas com alta capacidade tecnológica e profissionais competentes podem figurar o ranking das piores empresas no atendimento do Reclame Aqui, por exemplo.

“O problema está na forma como essas empresas atendem. É preciso voltar o produto, em sua política comercial e de atendimento, ao cliente. A filosofia empresarial deve manter a centralidade das ações no cliente”, diz.

O professor da ESPM lista três dimensões importantes na relação de consumo: empresa, produto e o atendimento em si. “Esses três fatores são muito sensíveis. O produto precisa ter qualidade. Já a empresa precisa pensar se os canais de atendimento, como telefone, internet ou loja física, estão integrados. A adequação do preço, o pós-venda, garantias, facilidade de pagamento, horário de atendimento, normas e procedimentos internos é necessária. Tudo precisa estar voltado ao cliente. Por fim, o próprio atendimento deve fornecer agilidade, conhecimento, apresentação pessoal e interesse em atender”, destaca como fatores sensíveis ao cliente.

JRS: O cliente pode ser considerado o principal produto de uma empresa?

Professor Paulo Cesar Silva: Isso no discurso é verdade, mas será que observamos isso no dia a dia? Eu diria que o atendimento é um fator que ainda é um defasado e deixa a desejar. Se eu pedir para alguém listar dez casos de bons atendimentos certamente será um pouco difícil. Agora, se perguntar dez casos de péssimos atendimentos haverá um pouco mais de facilidade.

JRS: A repercussão de um mal atendimento é muito maior nos dias de hoje?

PCS: Agora o consumidor também é produtor de conteúdo, com as redes sociais. A repercussão negativa ficou muito mais impactante para as empresas. Por isso é fundamental reforçar a área do pós-venda, onde exista uma política de garantias, serviços e o principal: disposição para ouvir reclamações. Muitas empresas têm dificuldade em aceitar reclamações, mas isso faz parte do processo. Serve principalmente para aprimorar um negócio.

JRS: É possível comemorar o Dia do Cliente?

PCS: Acho que não. Nem as empresas, nem os clientes têm muito o que comemorar. Muito tem sido feito, já evoluímos alguns passos, mas ainda estamos muito longe de um patamar ideal de atendimento, de profissionalismo. A coisa é muito no improviso e o cliente percebe isso. Você fica surpreso em como empresas de renome cometem erros gravíssimos. Será que com todo peso da marca ainda não aprenderam a tratar bem?

Existe um professor de marketing, chamado Theodore Levitt, que considera o marketing como uma arte de conquistar e manter clientes. Na área de conquistar temos um esforço muio grande das empresas, já na área de manter o cliente esse esforço é muito menos expressivo, enquanto deveria ser o contrário.

JRS: Ter agilidade, nesse sentido, é fundamental?

PCS: Sem dúvida. Agilidade e presteza está diretamente ligado ao atendimento. O que defendo é que as empresas tenham uma mentalidade voltada para o cliente. É mais do que falar em processos. Estamos falando agora de um aspecto mais filosófico, no aspecto de servir o cliente. Poucas empresas têm essa vontade e despertaram para isso. Elas ficam muito presas na esfera dos processos e procedimentos, pouco se lembram que elas precisam trabalhar na filosofia de serviço.

Costumo perguntar aos meus alunos. Qual o propósito de uma empresa? As pessoas respondem: “Obter lucro”, mas aí você tem que dizer que o lucro é uma consequência, não a causa pela qual você abre um negócio.

Na verdade, a proposta para o mercado nunca vai ser: como quero obter lucro, deem dinheiro para mim. Primeiro você tem que fazer uma coisa: servir, estar voltado ao cliente, que possui algum problema. A empresa serve para resolver problemas que o mercado tem. O primeiro imperativo de uma empresa é servir, o segundo é perpetuar-se no mercado, ou seja, uma visão do que a empresa tem de ter para preservar-se.

Esses fatores acabam gerando uma contradição para a própria empresa. Quanto mais eu fizer pelo cliente, melhor eu vou servi-lo. A outra diz assim: quanto mais eu me preservar, me voltar para mim mesmo, vai ser mais fácil minha perpetuação no mercado. Essas duas correntes vão lutar uma com a outra dentro da empresa e faz com que a força de serviço fique enfraquecida e gere uma mentalidade dominante dentro da empresa. Como combater isso? É preciso ter uma filosofia, mudar essa mentalidade e fazer com que ela seja voltada para o cliente.

JRS: Existem dicas para melhorar o relacionamento com o cliente?

PCS: Vou elencar três dicas para quem quiser servir melhor seus clientes. A primeira é estabelecer uma filosofia de serviços, como disse anteriormente. Isso é necessário para moldar a mentalidade dominante, colocando o cliente em primeiro lugar. O atendimento não pode acontecer no improviso, ou seja, cada um atende de um jeito. É necessário estabelecer um estilo de vida, um comportamento para operacionalidade do cliente dentro de minha empresa com meus funcionários.

Outra dica que dou é que você facilite a vida dos clientes. Dê uma olhada em seus processos, nos procedimentos, política de serviço, se você oferece comodidade, conforto e facilidade ou se as coisas estão descomplicadas.

Em terceiro lugar, com relação aos funcionários: contrate só funcionários amáveis. Não contrate pessoas que você sabe que darão problema. Pessoas irritadiças, nervosas, de pavio curto, não servem para trabalhar diretamente com seu público. Todo mundo que trabalha na minha empresa, do gerente a pessoa que atende na ponta, tem de ser amável, gentil e cortês.

Ressalto ainda a importância de tratar bem seus funcionários. Quando um cliente é mal atendido é porque antes o funcionário foi mal atendido. O endomarketing ajuda bastante, auxilia na comunicação mas primeiro você precisa de uma filosofia. A filosofia vai estabelecer o modo como você trata seus funcionários. Gerentes e gestores, por exemplo, não podem ficar livres para agir como acharem melhor. Uma empresa, pequena, média ou grande, tem seus parâmetros para a condução do negócio. De novo, reforço, quando um cliente é mal atendido é porque o funcionário foi mal atendido. É preciso atender bem meu funcionário para que ele atenda bem o cliente.