Presentes de final de ano: um alerta às regras de compliance nas empresas 11941

Confira artigo de Antonio Carlos Hencsey, líder de prática de Ética & Compliance da Protiviti

A troca de presentes e entretenimento pode fortalecer as relações comerciais, mas por outro lado o envio de regalos e divertimentos, como jantares e idas a shows ou peças teatrais, podem criar, ou aparentar, influências inadequadas no ambiente de trabalho. Todo cuidado é pouco ao receber mimos do parceiro ou fornecedor, uma prática muito comum que ocorre agora, principalmente, durante as festas de fim de ano. Tudo porque o recebimento de gratificações tem grades chances de ser visto como propinas, capazes de manchar a reputação e destoar as disposições do código de normas e condutas éticas da companhia.

É importante ressaltar que itens promocionais de baixo valor, tais como canetas, calendários, blocos de anotações ou outros brindes menores, que normalmente possuem a logomarca da empresa, não se encaixam na categoria de gratificação indevida. Aqui é falado de presentes de alto valor, que superam as cifras de 150 reais e que podem influenciar a objetividade do presenteado quando for tomar uma decisão comercial.

Alguns cuidados podem (e devem) ser tomados para que as empresas sigam suas regras de ética e compliance sem apresentar grosseria no momento do recebimento do presente em face ao período de festividades.

1) Reforce com todos os colaboradores as políticas de oferta e recebimento de gratificações estabelecidas pela sua empresa. Delimite um preço para os presentes a serem recebidos. Por exemplo, itens acima de R$ 100 já são considerados fora do padrão de item promocional de baixo valor;

2) Proponha conversas sobre o porquê da oferta de presentes. Faça reflexões com a equipe a fim de identificar qual a motivação de quem presenteia. Interesse comercial ou apenas um ato de agradecimento por mais um ano de parceria?

3) Deixe claro que mesmo que o profissional acredite ser isento ou não influenciável pelo recebimento de alguma gratificação, somos seres humanos. Não existe neutralidade total nas relações interpessoais. Sempre algum viés ou vínculo é estabelecido com esta ação;

4) Sabemos que a alta direção, em alguns casos, recebe presentes como forma de reforçar vínculos estratégicos para a organização, mas estes também devem seguir as políticas estabelecidas. Lembre-se: o exemplo vem de cima. Ao receberem os presentes é preciso, de forma explicita, que seja cumprido os procedimentos padrão, deixando clara a importância que esta prática tem para a empresa;

5) Valorize os profissionais que agirem da forma certa. As pessoas podem sentir que estão perdendo algo ao negarem um presente ou entregarem o item para a área responsável. Demonstre ao colaborador a importância de cumprir as normas éticas da organização e fortaleça a conduta do funcionário para as outras pessoas da empresa.

O corretor de seguros e o código de vestimenta 3102

Negócios

Será que o corretor de seguros deve se apresentar sempre de terno e gravata?

Renato Cunha Bueno é sócio-diretor da ARX Re Corretora de Resseguros e coordenador da Comissão Grandes Riscos e Resseguros do Sincor-SP
Renato Cunha Bueno é sócio-diretor da ARX Re Corretora de Resseguros e coordenador da Comissão Grandes Riscos e Resseguros do Sincor-SP

Quando iniciei na profissão, 40 anos atrás, era inadmissível um profissional ser visto sem terno e gravata. Uma ocasião encontrei um colega muito elegante que estava desempregado, enquanto eu caminhava com o diretor da seguradora para a qual trabalhava, pelo centro da cidade, região que à época abrigava praticamente todas as grandes empresas de São Paulo. Éramos amigos deste profissional e meu chefe ficou muito bravo com ele. “Como você tem coragem de vir ao Centro de roupa esporte? Assim você se desvaloriza e se alguém te vir ficará com uma má impressão. Volte para casa agora e só reapareça no Centro trajado adequadamente”. O amigo, totalmente envergonhado, saiu de fininho e foi embora com o rabo entre as pernas.

Muita coisa mudou de lá para cá. Mesmo o Lloyd’s de Londres, que frequento há mais de 20 anos como corretor de resseguros, mudou. Antigamente, mulheres não eram admitidas, os homens tinham cabelos curtos e ninguém tirava o paletó e a gravata nem dentro nem fora do Lloyd’s. Alguns hábitos ainda se mantêm, afinal de contas a Inglaterra é a terra da tradição. Ternos só pretos, cinzas ou azul marinho e o sapato sempre preto, jamais marrom, e nunca blazer! Em compensação eles hoje barbarizam nas meias, forros de paletós e gravatas, tudo super colorido, e nos escritórios dos corretores a grande maioria trabalha sem gravata e sem paletó, os jovens com a camisa fora da calça.

Aqui no Brasil as coisas também se transformaram, só que mais radicalmente. A princípio veio a sexta-feira casual e algumas seguradoras, ainda com muita preocupação com a aparência formal, chegaram a contratar consultorias de profissionais da moda como da Gloria Kalil, para “educar” e deixar os funcionários mais chiques. Depois, aos poucos, os funcionários de empresas do mercado segurador e financeiro foram se liberando das gravatas e passaram a se vestir à maneira de Mahmoud Ahmadinejad, ex presidente do Irã, de terno e sem gravata, e logo os blazers sem gravata passaram a dominar.

Nada contra o uso de ternos e gravatas ou qualquer tipo de roupa, cada um que se apresente como gosta, mas a verdade é que a grande maioria das pessoas se veste cada vez mais de forma casual e confortável usando inclusive jeans, camisas polo, sapatos mocassim e até tênis e camisetas.

Para minha surpresa, recebi uma notícia publicada no jornal O Estado de S. Paulo, que de tão surpreendente reproduzo integralmente:

Itaú Unibanco libera dress code ao gosto de cada colaborador

Depois de liberar o uso da bermuda na vestimenta diária, em resposta a uma demanda dos funcionários do seu Centro de Tecnologia, o Itaú Unibanco foi além. A partir deste mês, cada um dos seus mais de 85 mil colaboradores Brasil afora poderá escolher o traje de cada dia a seu bel-prazer. De camiseta, de tênis, de terno, de jeans e até de bermuda. O novo dress code do Itaú tem como mote “o nosso jeito tem seu estilo”.

Bom senso. A iniciativa, que começa a vigorar no banco a partir de amanhã, tem apenas duas regras: o bom senso e o cliente em primeiro lugar. As unidades externas do Itaú, que somam outros cerca de 14 mil funcionários, vão avaliar como aplicar a adoção do novo dress code.

Por isso, hoje aconselho: trabalhe bem, seja responsável e bom profissional, pois a aparência não resolve mais o problema de ninguém. Isso sem esquecer a boa regra do Itaú Unibanco: “bom senso e o cliente em primeiro lugar”.

*Por Renato Cunha Bueno, sócio-diretor da ARX Re Corretora de Resseguros e coordenador da Comissão Grandes Riscos e Resseguros do Sincor-SP.

Reforma coloca o benefício da previdência em pauta 2965

Previdência

Tema afeta o futuro de todos os brasileiros

O debate político sobre a reforma da previdência social vem sendo importante para chamar a atenção da opinião pública para este tema complexo e urgente, que afeta o futuro de todos os brasileiros. Apesar de a PEC 287/16 não ter progredido muito no Congresso Nacional, a discussão é fundamental para conscientizar o empresariado sobre a necessidade de mudança, já que cada vez mais os trabalhadores estão atentos às questões relacionadas com aposentadoria.

Anteriormente, as pessoas só começavam a pensar na aposentadoria quando já possuíam uma idade mais avançada. No entanto, nos dias de hoje, com a conscientização das empresas e funcionários, a ideia de fazer um planejamento desde a juventude vem ganhando visibilidade.

Além de garantir uma importante proteção adicional aos trabalhadores, a previdência privada pode contribuir para a atração e retenção de talentos. Por essa razão, de acordo com a Pesquisa de Benefícios da Aon, 56% das empresas já oferecem aos funcionários opções de planos de previdência complementar.

Os planos oferecidos podem possuir formatos distintos. No modelo de contribuição definida, o valor da contribuição é acertado no ato da contratação e o montante que será recebido varia em função desta quantia, do tempo de contribuição e da rentabilidade. Já no modelo de benefício definido, o valor da contribuição é que varia para que o valor pré-determinado do benefício possa ser atingido. Há também o modelo de contribuição variável, que ocorre quando as duas modalidades anteriores são combinadas.

De acordo com a Pesquisa de Benefícios, 46% das empresas optam por oferecer um plano de contribuição variável, 45% preferem o modelo de contribuição definida e apenas 9% o benefício definido, modalidade que vem diminuindo ao longo dos anos por conta dos riscos.

Além disso, a maior parte das companhias (61%) prefere investir na previdência privada aberta, onde os planos (PGBL, VGBL e FGB) são comercializados por bancos e seguradoras. Por outro lado, 20% das empresas escolhem a previdência fechada viabilizada por um fundo multipatrocinado, que também é comercializado pelas seguradoras, e 19% escolhem a previdência fechada por meio de um fundo próprio.

Desde 2012, quando 53% das empresas optavam por planos de previdência aberta, houve um expressivo aumento desta modalidade. Isso demonstra que as companhias não querem mais ter tanto trabalho para administrar seus planos de previdência. Por isso, a previdência aberta e os fundos multipatrocinados estão crescendo e vão continuar em progresso nos próximos anos.

Em relação às contribuições previdenciárias, cerca de 70% das empresas escolhem cobrar um percentual fixo do salário dos colaboradores. Na média, esse valor representa 5,7% da remuneração.

Um número menor de empresas (30%) opta por uma distribuição mais equilibrada, ou fixando a contribuição sobre uma parte do salário que excede um determinado valor, ou adotando tabelas de contribuição escalonada, dividindo o recurso e direcionando as maiores fatias a quem precisa mais do complemento na aposentadoria.

Essas fórmulas de contribuição são mais adequadas ao conceito da previdência privada, já que se levarmos em conta o processo de ascensão profissional, o trabalhador que hoje recebe menos terá mais ajuda da empresa para compor o valor do benefício quanto mais próximo estiver da sua aposentadoria. Na medida em que os profissionais crescem na carreira, suas contribuições aumentam, de forma a amplificar seu potencial de capitalização para o futuro. O objetivo é direcionar os recursos para quem efetivamente precisa da previdência complementar.

Seja qual for o modelo de viabilização, o papel da empresa não é apenas retirar uma parte do salário do funcionário e aplicar por ele, mesmo que isso por si só traga vantagens de taxas mais competitivas pelo ganho de escala. Das empresas que oferecem o benefício, 96% contribuem junto com os trabalhadores – 80% equiparando 100% do valor da contribuição, 6% contribuindo com menos de 100% e 14% contribuindo com mais de 100%.

No entanto, mesmo com o aumento da compreensão provocado pelo debate da reforma da previdência, o Brasil ainda precisa amadurecer sua cultura de aposentadoria. A previdência privada terá um papel cada vez mais importante na solução dos problemas das formas de custeio da terceira idade, e, por outro lado, as empresas terão um papel fundamental na educação previdenciária de seus funcionários.

*Por Roberta Porcel, Líder de Consultoria em Previdência e Serviços Atuariais da Aon Brasil.

Transformação digital impõe desafios para lideranças do setor de tecnologia das seguradoras 424

TI

Profissionais devem adaptar-se para corresponder ao novo cenário

Cristiane Dompieri é Diretora Comercial da Sistran / Divulgação
Cristiane Dompieri é Diretora Comercial da Sistran / Divulgação

Em um passado não muito distante, os CIOs de seguradoras tinham uma atuação bastante tradicional. Eram responsáveis por gerenciamento de dados, desenvolvimento e manutenção de sistemas, segurança e outras questões relacionadas à infraestrutura, oferecendo, também, suporte para problemas do dia a dia. Hoje, no entanto, o cenário é bem diferente. Esse profissional é cobrado para alavancar o desenvolvimento de novos negócios, ser corresponsável no destaque da empresa no mercado e, ainda, manter o nível de satisfação dos consumidores elevado.

O novo perfil exigido pelas seguradoras é de um CIO com atuação estratégica e diretamente alinhada ao negócio. Isso porque a tecnologia deve ser utilizada com foco no relacionamento e encantamento do cliente. O CIO deve ser parte fundamental da transformação digital, compartilhando a responsabilidade e trabalhando em parceria com as áreas de negócio. Nesse cenário, surge a oportunidade para que esses profissionais ressignifiquem o seu papel. E, se já não havia zona de conforto para esses líderes, em função da natureza da área e de suas funções, o desafio, agora, é ainda maior.

Esse novo CIO lida com algumas dores durante o processo de adaptação à nova realidade. A primeira delas é que boa parte das empresas ainda encara a TI como centro de custos. Os orçamentos são restritos e os cortes têm se intensificado nos últimos anos. Isso significa um empecilho para o desenvolvimento da área, uma vez que a transformação digital, dependendo da abrangência do projeto e das tecnologias escolhidas, pode demandar um investimento considerável.

Além das limitações financeiras, o CIO deve estar preparado para lidar também com outra dor latente: as mudanças na forma de trabalhar, que exigem adequação de profissionais como analistas, desenvolvedores e gerentes de projetos. As equipes devem ser capacitadas e treinadas para lidar com as inovações, mas é preciso ir além e incentivar também a mudança de mentalidade. O desafio de fazer mais e melhor é intensificado. Nesse sentido, metodologias como Agile e Lean aparecem como aliadas e precisam ser compreendidas e utilizadas pelos líderes de TI. Outro fato importante é compreender que não é preciso desenvolver tudo internamente. Soluções especialistas de mercado podem ser integradas facilmente, por exemplo, com a utilização de APIs (sigla em inglês de Application Programming Interface, ou Interface de Programação de Aplicativos), fazendo com que a empresa reduza o time to market, ou seja, o tempo desde o início do desenvolvimento de um produto até ele estar pronto para a venda.

Muitas seguradoras estão trilhando esse caminho, umas mais adiantadas que outras. Essa tendência se consolida no mercado e se estabelece, de fato, como um movimento necessário, que trará mudanças profundas para a área de TI.

Atentos a esses detalhes, os CIOs poderão focar suas atenções na operação das seguradoras, alterando-a com um objetivo maior: a satisfação do cliente. E, ao fazer esse trabalho de forma mais objetiva e evitando desperdícios, o orçamento é melhor direcionado e aproveitado. O auxílio de consultorias com conhecimento do mercado segurador, novas tecnologias e metodologias também é uma opção, uma vez que esse trabalho pode orientar a equipe de TI da organização de forma mais assertiva.

Vencidas as dores, o CIO passa a ocupar o espaço estratégico que lhe cabe e a conduzir as seguradoras para o futuro digital.

*Por Cristiane Dompieri, Diretora Comercial da Sistran.

Como a tecnologia ajuda o mercado de seguro auto? 599

Impactos da tecnologia no mercado de seguro auto

Confira um panorama geral sobre o assunto

De acordo com levantamento da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), menos de 30% da frota de automóveis existentes no país possui seguro. São mais de 30 milhões de veículos circulando pelas ruas do país sem cobertura, numa frota total de 43.5 milhões de veículos, segundo dados do SindiPeças.

Quando observamos o mercado como um todo, é possível notar que ainda existem muitos entraves ao crescimento do setor. Além do alto preço do seguro (prêmio), um dos maiores desafios desse setor no Brasil, é a modernização das transações. Sabemos que o processo de contratação e utilização do seguro ainda é na maioria das vezes bastante burocrático, o que pode levar dias, semanas ou até mesmo meses, dependendo do caso.

Assim como acontece em outros setores, é preciso que os profissionais atuantes na área não se esqueçam que com a tecnologia presente no nosso dia a dia, o consumidor passou a recorrer a novas alternativas para resolver qualquer tipo de situação, seja relacionado a pagamentos, alimentação, saúde ou educação. Por que no setor de seguros de automóvel isso seria diferente?

Já imaginou a praticidade e agilidade de se resolver um processo de sinistro em apenas alguns cliques, e em poucos minutos? Algumas soluções tecnológicas disponíveis no mercado já contribuem para que os trâmites que envolvem seguradoras sejam realizados à distância. Por meio de sistemas e banco de dados robustos, mas de utilização intuitiva, é possível por exemplo realizar uma avaliação de danos de um veículo e compartilhar esses dados em tempo real com a seguradora. Todo esse processo corrobora para a liberação mais rápida dos reparos e entrega do veículo, poupando tempo e dinheiro para todos os envolvidos.

Poderia me estender indicando muitas outras aplicações e benefícios da tecnologia ao mercado de seguro auto. Mas vale destacar que basta observar outros ecossistemas para entender a importância de soluções digitalizadas para sanar as necessidades dos clientes, ganhar escala e, claro, sobreviver à enxurrada de inovações dos concorrentes.

*Por Alexandre Ponciano, diretor comercial da Solera Holding Inc., empresa que oferece tecnologias digitais para gerir riscos e ativos no ramo automotivo.

O segredo do sucesso das empresas com maior crescimento do mercado 2391

Veja como empresários encontraram o caminho certo para o crescimento

Um estudo do Sebrae apresentado em Outubro de 2016, que visava apontar os motivos de sobrevivência/mortalidade das empresas nos primeiros anos de existência, apontou que “entre as empresas que fecharam, há uma proporção maior de empresários […] que não faziam o acompanhamento rigoroso de receitas e despesas, que não diferenciavam seus produtos e que não investiam na sua própria capacitação em gestão empresarial”.

Luiz, empresário na cidade de Marília no interior de São Paulo, viu o seu faturamento crescer mais de 1200%, após adquirir um software de gestão fiscal e ERP da empresa de software Soften Sistemas . O sistema adquirido pelo empresário lhe ofereceu também, integração com o aplicativo de celular que possibilitou a agilidade e automatização dos processos de pedidos de vendas e emissão de notas, o que fez com que a empresa quadruplicasse o número de clientes.

Mas afinal o que é um sistema ERP? É uma sigla em inglês, denominada Enterprise Resource Planning, que significa: “Planejamento dos recursos da empresa”, ou seja, é um modelo de controle gerencial que permite ao empresário ter um conhecimento mais apurado do quanto de dinheiro entra na sua empresa, o quanto é gasto, quantidade de produtos em estoque, o quanto foi vendido, ou seja, uma variedade de informações importantes sobre a empresa que lhe permitirá alcançar resultados em um menor tempo e consequentemente crescimento da empresa.

Panorama do mercado brasileiro

A alguns anos atrás um software de gestão ERP parecia algo distante para os PMEs (Pequenos e Médios Empresas Brasileiros), por que além da dificuldade de implantação, o custo para realização era altíssimo. Entretanto, com a democratização da informática e da internet, os processos de implantação de um software de gestão se tornaram mais baratos e fáceis de serem realizados. Além disso, a obrigatoriedade da NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) a partir de 2010 também influenciou na simplificação do processo de informatização empresarial.

Um estudo do Sebrae realizado em 2008 com o intuito de identificar a Informatização e Comunicação das PMEs brasileiras, apontou que somente 2% das empresas utilizavam computadores para controle financeiro e para o estoque somente 44% das empresavas tinham o computador como método de controle. O Sebrae, que sempre reforça que a informatização das empresas e dos processos garantem uma maior sobrevivência das empresas, apontou que para a grande maioria dos empreendimentos, os computadores serviam apenas para acesso à internet, e cadastro de clientes.

O mercado de softwares têm sido um dos que mais crescem no Brasil, visto que cada dia mais as empresas têm buscado soluções de gestão fiscal e administrativa. No ano de 2017, por exemplo, ocorreu cerca de 2,5% de crescimento em relação ao ano anterior, segundo dados da IDC Brasil. Tal número mostra, que mesmo com a recente crise, não param de surgir soluções que visam facilitar as gestões das empresas brasileiras.

Tenha uma empresa com um diferencial

Não deixe seu concorrente te ultrapassar! Tenha um sistema de gestão empresarial que lhe ajude no seu dia a dia.
A Soften Sistemas é uma empresa especializada em softwares de gestão fiscal e ERP, com 16 anos de mercado, que busca diariamente oferecer soluções para a vida dos empresários.

Daniel Baldacini, empresário do ramo siderúrgico, mostra que vale a pena o investimento em um software de gestão, como o da Soften: “Excelente Sistema, que atende a Empresa em sua necessidade, com baixo investimento e alto nível de confiança, com excelente atendimento, e suporte eficaz com excelência. Indico a todos que não querem ter dor de cabeça com prestador de serviço, pois hoje em dia o que nós não queremos é mais problemas no dia a dia”.

A Soften Sistemas se destaca no mercado pela versatilidade de seus produtos, atendendo desde sistemas mais clássicos tais como softwares instalados no computador também conhecidos como Desktop – opção para quem busca maior robustez – até sistema em nuvem, considerado por muitos como um sistema mais simples de ser operado e que pode ser acessado de qualquer local e por qualquer plataforma – seja ela PC, Tablet ou Smartphone. Tais opções dão a possibilidade para que o empresário escolha o aplicativo mais adequado e tenha assim maior eficiência em suas operações.

Os empresários buscam cada dia mais aumentar sua produtividade, focando nos resultados. Para isso, é de grande importância o auxílio de um software como ferramenta de gestão que, aliada aos planos dos gestores, faz com que o crescimento seja garantido com segurança e qualidade.

A competitividade do mercado, faz com que nele se destaque aqueles que são capazes de criar novas ideias, associadas a uma boa gestão. Para isso é preciso investir e buscar soluções competentes e inteligentes, garantindo desta forma que seu empreendimento cresça cada dia mais.

A aquisição de um sistema ERP vem garantindo a muitos empresários um crescimento sem igual e resultados incríveis. Não fique de fora, busque hoje mesmo, um sistema que lhe auxilie na gestão de seu negócio.

Se você quiser saber mais sobre a Soften Sistemas neste link e descubra a melhor solução para seu negócio.