2017: Um grande ano 11108

Confira uma seleção especial de reportagens da Revista JRS na edição 208

Chegamos ao fim de mais um ciclo. É chegada a hora de rever alguns dos principais momentos do mercado de seguros no ano de 2017. Um ano marcado por grandes eventos, como a 15ª edição do Troféu JRS.

A seleção de reportagens veiculadas nessa edição usou como critério a relevância de conteúdos mais acessados no site da Revista JRS na internet e também o período em que foram veiculados, sendo priorizados os conteúdos publicados em edições não tão recentes de nossa publicação, que, mais uma vez, esteve ao lado do mercado de seguros.

Analisando os caminhos do setor e de seus profissionais podemos ter a certeza de um 2018 com resultados ainda melhores. Que o otimismo tome conta de seu negócio no próximo ano e que possamos estar juntos novamente!

Programa de autorreciclagem reaproveita 15,7 mil toneladas de materiais 1489

Reciclagem Bradesco Seguros

Iniciativa é do Grupo Bradesco Seguros

A Bradesco Auto/RE, que possui hoje cerca de 1,5 milhão de veículos segurados, registrou no primeiro trimestre de 2018 mais de duas mil demandas mensais de veículos com perdas totais e quase cinco mil perdas parciais. O Grupo Segurador conta com a parceria de cinco empresas recicladoras, de abrangência nacional, que tornam possível a reutilização de materiais como aço, vidro, plástico e borracha.

Programa de Reciclagem Grupo Bradesco Seguros / Divulgação
Programa de Reciclagem Grupo Bradesco Seguros / Divulgação

“As seguradoras têm no seu dia a dia um grande número de veículos que precisam ser reparados em oficinas. Esse processo gera uma quantidade significativa de peças que deixam de ter utilidade e precisam ser substituídas. Diante disso, criamos, há cerca de 10 anos, o Auto Reciclagem para garantir a essas peças a destinação ambientalmente correta. Já são quase 16 mil toneladas de materiais reciclados, que sem o programa terminariam em terrenos baldios ou margens de rio. Isso é muito gratificante”, explica Enrico Ventura, diretor gerente da Bradesco Auto/RE.

Grupo Allianz divulga resultados trimestrais e do semestre 1472

Crescimento

Grupo reporta resultados robustos para o segundo trimestre de 2018 e confirma previsão para o ano

Após uma boa largada no início de 2018, o Grupo Allianz seguiu apresentando bom desempenho no segundo trimestre. Os indicadores se mantiveram próximos ou superaram os níveis do segundo trimestre de 2017, apesar das onerações impostas por instabilidades geopolíticas e flutuações cambiais. O crescimento das receitas internas, com os ajustes por efeitos cambiais e de consolidação, foi de 6,5% com todos os segmentos da empresa registrando forte crescimento. As receitas totais cresceram 2,9%, atingindo € 30,9 (no segundo trimestre de 2017 foram €30,0) bilhões de euros. O Lucro operacional aumentou 2,3% e foi a € 3,0 (€ 2,9) bilhões de euros. No segmento empresarial de Gestão de Ativos, o lucro operacional cresceu devido às receitas maiores, as quais foram impulsionadas pelos maiores volumes de ativos sob gestão (AuM), e às margens ampliadas. Isso mais do que compensou pelo declínio no lucro operacional do nosso ramo de Vida e Saúde. O lucro operacional no segmento Property & Casualty (todos os seguros, exceto Vida e Saúde) ficou estável. O lucro líquido atribuível aos acionistas diminuiu ligeiramente para € 1,9 (€ 2,0) bilhão de euros — o impacto negativo pela venda do nosso tradicional portfólio de seguro de vida em Taiwan foi apenas parcialmente neutralizado pela redução nos impostos sobre rendimentos.

Lucro Básico por Ação (EPS) aumentou 5% passando a € 8,86 (contra € 8,45) euros no primeiro semestre de 2018. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (RoE) anualizado aumentou para 13,8% (contra 11,8% no ano inteiro de 2017). A Allianz manteve sua acentuada capitalização, com um coeficiente de capitalização Solvência II de 230% no final do trimestre, comparado aos 225% registrados no final do primeiro trimestre de 2018.

No primeiro semestre de 2018, o lucro operacional decresceu 1,8%, indo para € 5,8 (€ 5,9) bilhões de euros, levado sobretudo pelo nosso ramo de Vida e Saúde, devido à normalização da margem de investimento e à taxa cambial desfavorável. O lucro operacional no negócio de Gestão de Ativos cresceu, graças às maiores receitas impulsionadas pelas receitas dos ativos sob gestão (AuM). O lucro operacional de Property & Casualty aumentou ligeiramente comparado aos resultados do ano anterior. No geral, o lucro operacional para os primeiros seis meses está ligeiramente acima da média esperada para o ano inteiro. A redução nos impostos sobre rendimentos contrabalançaram o recuo no lucro operacional e no resultado não operacional: o lucro líquido atribuível aos acionistas ficou, portanto, estabilizado em € 3,8 (€ 3,8) bilhões de euros.

Oliver Bäte é CEO da Grupo Allianz
Oliver Bäte é CEO da Grupo Allianz

No dia 2 de julho de 2018, o Grupo Allianz anunciou um novo programa de recompra de ações, com um volume de até € 1,0 bilhão de euros. O programa será encerrado em 30 de setembro de 2018 e todas as ações recompradas serão canceladas.

“Nós continuamos rumo à realização da nossa meta de lucro operacional proposta para 2018. Sou muito grato a todos da equipe Allianz por possibilitarem que isso se realizasse em todos os países e em nossas empresas. Isso me deixa confiante de que iremos atingir as metas trienais do nosso Renewal Agenda”, declarou Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz.

Seguro P&C (Property-Casualty): acentuado crescimento interno e bom desempenho operacional

Os Prêmios brutos subscritos totalizaram € 12,1 (€ 11,7) bilhões de euros no segundo trimestre de 2018. Com os ajustes por correção cambial e efeitos de consolidação, o crescimento interno totalizou 7,3%, com os efeitos de preço e volume contribuindo com 2,2% e 5,1% respectivamente. Os principais motores desse crescimento foram AGCS, Allianz Partners e as operações na Alemanha.

O índice combinado se elevou a 94,1% (antes 93,7%) no segundo trimestre de 2018, refletindo um índice de sinistralidade mais elevado decorrente de grandes perdas e de eventos climáticos maiores também, parcialmente compensados por um coeficiente de despesa aumentado.

O Lucro operacional permaneceu estável em € 1,455 (€ 1,446) bilhão de euros.

“Os bons resultados em Property & Casualty mostram a força subjacente da nossa empresa. Tivemos avanços na nossa iniciativa de produtividade, conforme demonstra o coeficiente de despesa. E continuamos a caminho para cumprir a nossa meta de 94% no índice combinado,” afirmou Giulio Terzariol, diretor Financeiro do Grupo Allianz.

No primeiro semestre de 2018, os prêmios brutos subscritos aumentaram ligeiramente para € 30,0 (comparado a € 29,4 bilhões de euros). Com os ajustes por correção cambial e efeitos de consolidação, o crescimento interno totalizou 5,9 %, impulsionado sobretudo pelos desdobramentos positivos da AGCS, nas operações da Alemanha, e da Allianz Partners. O Lucro operacional aumentou ligeiramente em 0,9%, passando a € 2,729 bilhões de euros, comparado ao mesmo período do ano anterior, devido ao melhor resultado na subscrição. O índice combinado para o primeiro semestre aumentou em 0,2 pontos percentuais e foi a 94,4%.

Seguro Vida e Saúde: novo negócio ainda melhor

PVNBP, o valor atual dos prêmios dos novos negócios (PVNBP) aumentou para € 14,0 (€ 13,6) bilhões de euros no segundo trimestre de 2018, principalmente por conta das vendas maiores de produtos eficientes em termos de capital no ramo alemão de seguro Vida.

A margem de novos negócios (NBM) se fortaleceu um pouco indo para 3,5% (3,4%) devido ao mix de negócios favorável e ao nível da taxa de juros um pouco mais alta. O valor de novos negócios (VNB) se elevou a € 491 (€ 469) milhões de euros no trimestre movido pela continuação da mudança para produtos eficientes em termos de capital.

O Lucro operacional recuou 4,6% ficando em € 1,075 (€ 1,128) bilhão de euros devido à menor margem de investimento na Espanha e no nosso ramo alemão de Vida. O reflexo negativo dos efeitos cambiais, sobretudo dos Estados Unidos devido ao enfraquecimento do dólar, também contribuíram para essa redução.

“Os resultados positivos da nossa mudança em andamento para um mix de produtos mais eficientes em termos de capital atestam a nossa capacidade em nos adaptarmos a um ambiente de taxas de juros altamente desafiadoras. Nossa margem de novos negócios de 3,5% está bem à frente da meta prevista, e o valor dos novos negócios se elevou a € 491 milhões de euros no trimestre, exibindo um bom crescimento trimestral de 5%”, disse Terzariol.

No primeiro semestre de 2018, o PVNBP subiu para € 29,0 (€ 28,4) bilhões de euros, em grande medida devido às vendas maiores dos nossos produtos eficientes em termos de capital no nosso negócio alemão de Vida e dos nossos produtos de seguro de unidade variável (unit-linked) sem garantias em Taiwan. O lucro operacional teve redução para € 2.144 (€ 2.282) bilhões de euros em decorrência das condições de mercado menos favoráveis e dos efeitos cambiais francamente adversos da transposição cambial nos EUA.

O NBM subiu para 3,4% (3,3%) por cento, elevando o VNB a € 980 (€ 922) milhões de euros.

Gestão de Ativos: crescimento continuado em faturamento e no lucro operacional – Total dos recursos sob gestão atinge o maior nível já registrado

Recursos de terceiros sob gestão (AuM) cresceram em € 35 bilhões de euros (2,5%) alcançando € 1,464 trilhão de euros, comparado ao final do primeiro trimestre de 2018. Esse aumento se deveu a efeitos positivos da transposição cambial. As saídas líquidas de recursos de terceiros totalizaram € 9,2 bilhões de euros. O total de AuM registrou um recorde de € 1,993 trilhão de euros.

A relação custo-rendimento (CIR) melhorou 0,9 ponto percentual e foi para 61,6 % no segundo trimestre de 2018, visto que o aumento nos rendimentos superou o aumento nas despesas.

O Lucro operacional aumentou 11,6% e bateu em €652 (€584) milhões de euros no segundo trimestre de 2018. Isso se deveu a um aumento no rendimento operacional, decorrente tanto da média mais elevada de AuM como de uma margem ampliada. Após o ajuste pelos efeitos da transposição cambial, o lucro operacional teve alta de 18,8 %.

“A combinação de maior volume de ativos sob gestão, margens mais altas e um coeficiente de custo-rendimento mais baixo leva a um crescimento de dois dígitos no lucro. Ao passo que tivemos saídas líquidas no trimestre, registramos entradas líquidas para os meses de junho e julho. Estamos muito satisfeitos com a performance da nossa Gestão de Ativos”, disse Giulio Terzariol.

No primeiro semestre de 2018, as receitas operacionais cresceram 4,6% alcançando € 3,3 bilhões de euros, principalmente devido a uma média maior de AuM de terceiros na PIMCO e a um crescimento nas margens impulsionado por AuM, tanto na PIMCO como na AllianzGI. Como as despesas operacionais subiram apenas 2,7%, o CIR recuou 1,2 ponto percentual e caiu para 61,7%. O lucro operacional subiu 7,9 % e bateu na casa dos € 1,247 (€ 1,156) trilhão de euros. Adicionalmente, os efeitos cambiais favoráveis e as entradas de terceiros superaram os efeitos de mercado negativos, resultando em AuM de terceiros da ordem de € 1,464 trilhão de euros – um aumento de € 17 bilhões de euros comparado ao final do ano de 2017.

Divulgação
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CVG-RJ inicia votação para 42ª edição do Destaques do Ano 1461

CVG/RS promove o "Oscar do Seguro" / Léo Serpa (Divulgação)

Cerimônia acontece no dia 4 de outubro

Já começou a votação que irá eleger os Destaques do Ano 2017/2018 do Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ). Os mais de 350 sócios efetivos da instituição serão os responsáveis por indicar os profissionais e empresas a serem contemplados pelo tradicional prêmio, conhecido como Oscar do Seguro.

Após receber as indicações, a diretoria executiva e conselho consultivo do Clube realizarão a análise e avaliação dos resultados obtidos por cada um dos apontados, decidindo então quais serão os homenageados por se destacarem no mercado de seguros nos últimos 12 meses.

“Trata-se da maior e mais tradicional premiação do setor, que chega à sua 42ª edição. É uma enorme responsabilidade. O evento é muito aguardado, concorrido e sempre muito elogiado pelas 29 beneméritas do CVG-RJ, pelos participantes diretos e indiretos, por sua organização e representatividade”, declara o presidente do CVG-RJ, Carlos Ivo Gonçalves.

A cerimônia de premiação será no dia 4 de outubro, em local a ser divulgado em breve.

Previsul Seguradora completa 112 anos como a companhia da inovação 4344

Renato Pedroso é presidente da Previsul Seguradora

Fundada em agosto de 1906, seguradora inova processos e oferece facilidades ao corretor de seguros

Referência no mercado brasileiro, a Previdência do Sul, atual Previsul Seguradora, foi fundada no Rio Grande do Sul em 1° de agosto de 1906. Desde 2013 a companhia passou a integrar o Grupo Caixa Seguradora, uma empresa controlada pela holding francesa CNP Assurances, maior seguradora de pessoas da França.

Em recente entrevista ao programa Seguro Sem Mistério, Renato Pedroso, presidente da Previsul Seguradora, destaca os processos de inovação incorporados ao dia a dia da empresa. “A companhia quer entregar a proposta de uma seguradora para frente e que está orientada para o futuro. Queremos entregar autonomia ao corretor de seguros, isso fica evidenciado em todas as ferramentas que a seguradora está disponibilizando, como o Portal do Corretor, do Segurado, Assessorias e Estipulantes, por exemplo. Ou seja, disponibilizar serviços de primeiro e segundo nível e que facilitem a gestão da carteira deste profissional”, explica.

O presidente da companhia ainda expressa alegria em participar dessa comemoração. “Chegar aos 112 anos é motivo de orgulho para todos nós. Poucas são as empresas que conseguem se manter por tanto tempo num mercado tão competitivo. E isso só foi possível pois, com o passar dos anos, buscamos evoluir constantemente em nossos produtos, processos internos, tecnologias, e demais fatores que pudessem entregar as melhores soluções aos nossos corretores e segurados. Estamos atentos aos movimentos do mercado”, diz.

A evolução citada por Pedroso também se faz presente no crescimento da companhia. Atualmente, a Previsul está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país para dar todo suporte necessário aos mais de 5 mil corretores cadastrados. A diretora de Negócios e Marketing, Andreia Araújo, ressalta a importância deste parceiro para a companhia. “Nos 112 anos da Previsul não poderíamos deixar de agradecer ao corretor, nosso parceiro na comercialização de seguros, pelo papel fundamental que exerce junto à companhia. Ele é o elo indispensável na nossa relação com o segurado e é graças ao trabalho sério e competente realizado por esses profissionais que a empresa se mantém íntegra e em constante crescimento”, observa.

Com 1,3 milhões de segurados, a Previsul também se orgulha da sua contribuição com a sociedade. “Em nossos 112 anos de existência, ficamos emocionados em auxiliar tantas famílias e negócios em momentos de necessidade, por meio do pagamento de indenizações de seguros. Todos nós, colaboradores da Previsul, nos dedicamos e trabalhamos com afinco, pois acreditamos no propósito do seguro de vida e em como ele é fundamental no planejamento familiar para a saúde financeira de qualquer pessoa ou empresa”, completa Pedroso.

Este ano, os 10 corretores com melhor desempenho em novas vendas emitidas durante a campanha (01 de janeiro a 31 de dezembro), embarcam para uma viagem inesquecível com acompanhante para São Francisco e Vale do Silício, nos Estados Unidos. Os destinos são conhecidos como centros de tecnologia e inovação, onde nasceram grandes empresas como HP, Google e Facebook. Outra novidade é o programa de pontos “Clube Sou + Previsul”, que possibilita a troca de pontos por prêmios mensais mediante a produção.

*Atualizado ás 15h50min com informações de Literal Link.

Principal atividade econômica do País, agricultura tem seguro pouco conhecido 1779

Agricultura

Confira a Carta de Conjuntura do Sincor-SP

As possibilidades do ramo de seguro agrícola são inúmeras, haja vista o imenso território rural do Brasil. O serviço, no entanto, ainda é pouco conhecido, como mostra a Carta de Conjuntura do Sindicato dos Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP). Para profissionais da área, isto se deve à falta de apoio da sociedade e das entidades de classe no que tange à atuação junto aos governantes, que definem os incentivos, regulamentações e divulgação deste setor.

A importância da atividade pode ser demonstrada pelo Produto Interno Bruto (PIB). A economia teve alta de 0,4% no primeiro trimestre de 2018, na comparação com o último trimestre do ano passado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor que mais avançou foi justamente a agropecuária, com uma alta de 1,4%.

Os prêmios do seguro agrícola totalizam cerca de R$ 2 bilhões por ano. Dez empresas do ramo possuem faturamento acima de R$ 5 milhões, mostrando um setor altamente concentrado. As cinco maiores seguradoras têm mais de 90% do faturamento total.

Para os especialistas, que compõem a Comissão Rural do Sincor-SP, a disseminação da cultura do seguro agrícola deveria ocorrer em todos os níveis, em especial para os produtores e para os canais de distribuição (corretores de seguro e entidades financeiras que utilizam o seguro vinculado a financiamentos agrícolas e pecuários). Segundo os profissionais, manter uma regularidade nos recursos governamentais – subvenções nas diversas esferas públicas – e aumentar as verbas para atender a demanda, também proporcionaria uma maior credibilidade ao ramo. Atualmente, as verbas atendem pouco mais de 10% da área plantada no País.

Outros Setores

Ainda segundo o estudo do Sincor-SP, os números são positivos, mas a perspectiva para o resultado do ano já não é mais tão favorável. A variação de receita total do setor de seguros está atualmente em 7%, com o DPVAT, e 8% sem levar em conta esse ramo no cálculo. Especificamente em ramos elementares, no mesmo raciocínio, o valor passa de 5% para 6%, com e sem DPVAT. Já o segmento de pessoas cresceu 11%, um destaque, superando com folga a taxa de inflação.

Nos ramos típicos de seguros (por exemplo, automóvel, pessoas, residencial, empresarial etc.), mas ainda sem considerar as operações de saúde suplementar, a variação acumulada foi de mais 7%, em valores até maio de 2018, contra valores até maio de 2017. O valor é influenciado pela queda da receita do seguro DPVAT. Caso esse ramo fosse excluído nos dois períodos citados, a variação acumulada passaria de 7% para 8%.

Entretanto, as previsões para os próximos meses já não estão tão boas. Por exemplo, as expectativas para inflação e crescimento econômico em 2018 estavam bem melhor avaliadas há três ou quatro meses. Outro risco adicional é a instabilidade política. Os candidatos ainda não detalharam seus planos para a economia. A greve de caminhoneiros, no final de maio, foi outro fator para piora das expectativas.

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