2018: o ano da migração completa dos processos de exportação 12610

Confira o artigo de Tatiana Da Silva Almeida, coordenadora de produto da Sonda

Tatiana da Silva Almeida é coordenadora de produto da Sonda

A partir do dia 2 de julho de 2018, exportadores de todo o Brasil migrarão completamente suas operações para o Novo Processo de Exportações do Portal Único de Comércio Exterior. A decisão foi tomada pela Comissão Gestora do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex).

A partir desta data, serão interrompidos os novos registros nos módulos Novoex, DE-Hod e DE Web, sistemas atualmente utilizados para a realização de exportações. Entretanto, esses módulos permanecerão disponíveis para consultas e retificações dos registros previamente efetuados.

A nova rotina trará agilidade e reduzirá a burocracia dos processos de exportação, fornecendo condições aos órgãos públicos e as empresas participantes do comércio exterior e garantindo o aperfeiçoamento de seus procedimentos.

Com o avanço da digitalização, o Fisco já possui em sua base todas as informações em tempo real sobre o que as empresas compram e vendem por meio da nota fiscal eletrônica e dos Sped´s. Além disso, já está sendo formada toda a memória de cálculo de impostos, faturas e suas parcelas a pagar e a receber, além de, anualmente, já visualizar seus movimentos e demonstrativos contábeis.

O aprimoramento constante das ferramentas de análise é um dos principais fatores para o crescente aumento no volume de arrecadações da Receita Federal do Brasil. Dessa forma, é mandatório que as empresas mantenham a qualidade de seus dados, evitando riscos.

As consultorias especializadas podem ajudar nessa nova fase, por meio de suas soluções de comércio exterior, pois facilitam o dia a dia da operação e fornecem indicadores para a máxima performance na análise e gestão de riscos tributários. Seus indicativos, quando bem interpretados, norteiam quais processos devem ser revisados e aprimorados para que a qualidade dos dados possa gerar retorno dos investimentos através do processo de Compliance Fiscal.

É importante que as empresas trabalhem com sistemas que contemplem a infraestrutura necessária para atender o novo processo de exportação. Para chegar a um parceiro, é imprescindível analisar sua experiência diante dos processos de comércio exterior e, principalmente, a expertise adquirida diante dos diversos ramos de atuação de sua base de clientes. Só assim é possível adquirir a uma plataforma robusta, que forneça o apoio nessa transição.

É imprescindível lembrar que o trabalho de reformulação do governo não acabará por aí, já podemos adiantar que os próximos passos da Receita Federal do Brasil englobam a reformulação do processo de importação. Uma das novidades previstas no Novo Processo de Importação é a criação da Declaração Única de Importação (Duimp), que substituirá as atuais Declaração de Importação (DI) e Declaração Simplificada de Importação (DSI), com implementação prevista para até o fim de 2018.

“Alerta Anticolisão” no celular avisa motorista sobre risco de acidente frontal 1451

Alerta

Sistema foi criado em prol de um trânsito mais seguro pela Ogilvy Brasil, em parceria com a Allianz Seguros e o Movimento Maio Amarelo

De acordo com o Observatório Nacional de Segurança Viária, o celular já é a segunda maior causa de acidentes no Brasil e dois segundos de distração são suficientes para um sinistro. Diante de dados como esses, surgiu o “Alerta Anticolisão”, que, inclusive, segue as diretrizes do Movimento Maio Amarelo, o qual tem como proposta chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

Entenda como funciona o “Alerta Anticolisão”:

Com o sistema, o celular deixa de ser um acessório, fonte de distração e sinônimo de risco, e passa a ser um assistente de direção frontal, ajudando a prevenir acidentes, já que, também segundo o Observatório Nacional de Segurança Viária, a colisão frontal, comum em vias de pista única, produz o maior número de fatalidades, uma vez que no momento do impacto somam-se as velocidades dos dois veículos. Para ter acesso ao serviço, basta que o motorista, com o carro parado, acesse este site.

Após abrir o link do “Alerta Anticolisão”, desenvolvido pela Ogilvy Brasil e pela D2G tecnologia, em parceria com a Allianz Seguros e o Movimento Maio Amarelo, o motorista deve posicionar o celular na posição vertical, no centro do painel, e enquadrá-lo corretamente, de frente para o para-brisas. Assim, o aparelho começa a rastrear os objetos a seguir. Por meio de ferramenta de inteligência artificial, especialmente preparada para essa ação, imagens são processadas no próprio celular do usuário. Sempre que a distância do carro da frente ultrapassar os limites de segurança, o motorista ainda ouve um alerta sonoro. O sistema é gratuito e não consome os dados do plano após entrar na aplicação.

Para engajar os motoristas ao trânsito mais seguro, a Ogilvy também criou uma campanha para as mídias sociais, com a hashtag #alertaanticolisãoAllianz.

Como as expedições lunares contribuíram para a ciência moderna? 4997

Lua

49 anos após a primeira viagem do homem à Lua, tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

No dia 20 de julho de 1969, o astronauta Neil Armstrong entrou para história ao se tornar o primeiro homem a pisar em solo lunar, dando um “gigantesco salto para a humanidade”.

A alunissagem da missão tripulada Apollo 11 projetou a imagem de que tudo era possível em um mundo que se tornava tecnologicamente avançado. Além disso, a corrida espacial se processava no contexto da Guerra Fria, e a viagem à Lua representava a vitória do capitalismo sobre o comunismo soviético. Porém, do ponto de vista científico, se o dinheiro e os esforços investidos na missão tivessem sido direcionados para sondas automatizadas, teríamos obtido muito mais conhecimento sobre o nosso satélite natural do que o obtido pelas pequenas quantidades de rochas trazidas pelos astronautas. Mas é muito provável que um programa para exploração do espaço exclusivamente por meios não tripulados não conseguisse grande apoio popular, muito menos um financiamento.

Nos três anos seguintes após o inédito feito, mais dez pessoas, em cinco missões diferentes, tiveram a oportunidade de visitar a Lua, até que o interesse do público rapidamente diminuiu e, com isso, o orçamento do governo americano dedicado à NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) também foi reduzido, inviabilizando a continuação do programa de missões espaciais tripuladas e acarretando na priorização de programas de exploração e ocupação orbitais, como os ônibus espaciais e as estações espaciais Skylab e ISS (Estação Espacial Internacional).

Como a Estação Espacial Internacional contribui para a ciência?

A Estação Espacial Internacional (ISS) oferece um ambiente único de microgravidade, permitindo a melhoria da qualidade de experimentos que envolvem cristalização de proteínas, crescimento de células e tecidos, reações químicas ou processos bioquímicos. Um exemplo disso é o experimento MEK (Efeito da Microgravidade na Cinética das Enzimas Lipase e Invertase), realizado pela FEI em 2006 a bordo da ISS.

Além disso, a ISS proporciona condições ideais para experimentos sobre a capacidade de adaptação humana ao espaço. Estes experimentos, que analisam as mudanças fisiológicas em nossos corpos submetidos à microgravidade e a um ambiente com mais radiação espacial do que o encontrado na superfície da Terra, também estuda o ecossistema que seria necessário para uma viagem espacial de longa duração.

Em uma viagem espacial curta, é possível embarcar todos os alimentos necessários, mas em uma missão longa, seria necessário realizar agricultura a bordo da espaçonave e, portanto, é preciso saber como plantas e outros organismos se desenvolvem neste tipo de ambiente e quais medidas devem ser tomadas para garantir as condições de saúde da tripulação.

Tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

Há um fluxo constante de tecnologias espaciais na Terra. Por exemplo, as técnicas que permitem a operação de braços robóticos no espaço (os mais conhecidos são os braços robóticos do deck de cargas dos ônibus espaciais) são as mesmas que permitiram que robôs fossem utilizados na realização de cirurgias. Algumas invenções possuem conexão mais evidente com o espaço, como sistemas de localização e de navegação (GPS), mas há também tecnologias mais surpreendentes, usadas para detecção e combate a incêndios ou para tratamento de águas servidas e outros resíduos; estas tecnologias foram testadas na ISS nos últimos dez anos e podem encontrar uso na Terra em breve.

Devemos nos preparar para viver em outro planeta?

A exploração espacial nos ensinou que a Terra é pequena, frágil e muito distante de qualquer outro possível habitat, por isso, estamos muito longe de ter chances reais de iniciar a colonização de outro planeta. Ao contrário das grandes navegações europeias do século XV, em que as naves podiam percorrer oceanos desconhecidos, mas que ainda pertenciam a um ambiente propício à vida, precisaríamos criar todo um ecossistema autossuficiente em outro planeta ou até mesmo dentro da espaçonave, se o local a ser colonizado fosse exterior ao Sistema Solar. Neste caso, apenas a viagem poderia demorar centenas de gerações.

Portanto, em vez de empregar recursos, esforços e talentos para encontrar meios de sair da Terra e destruir algum outro planeta, deveríamos utilizá-los para reduzir o dano que causamos ao nosso lar, garantindo que a vida na Terra seja possível a longo prazo.

*Pelo Prof. Dr. Roberto Baginski, Chefe do Departamento de Física do Centro Universitário FEI.

Ainda não é o fim do corretor de seguros 4116

Corretor de Seguros

Como o principal canal de distribuição de seguros vai sobreviver aos avanços tecnológicos?

Essa é uma pergunta que vem tirando o sono dos corretores de seguros que observam a chegada das insurtechs com desconfiança.

Desde a criação da primeira empresa seguradora no Brasil em 1808, o mercado segurador brasileiro, passou por diversas transformações e a figura do corretor sempre foi fundamental no entendimento das necessidades dos clientes, proporcionando ao segurado as melhores opções do mercado de acordo com o seu perfil, ajudando as seguradoras no combate às fraudes e trazendo informações relevantes para lançamento de novos produtos pelas companhias.

Com a evolução da tecnologia, vieram os grandes desafios do setor como a mudança nos hábitos digitais dos consumidores, Big Data e machine learning, realizando tarefas automáticas como cálculos de prêmio e cotações, avaliação sofisticada da base de dados de referência e perfil dos segurados, dispensando tecnicamente em muitos casos a figura do corretor.

A tecnologia segundo muitos especialistas, também será responsável pela queda substancial do volume de prêmios em alguns segmentos como o seguro tradicional de automóveis que de acordo com o relatório AON de 2017, deve registrar queda em mais de 40% no volume de prêmios entre 2015 e 2050, quando veículos autônomos deverão estar totalmente desenvolvidos nos principais mercados.

Diante desta ruptura na maneira de se relacionar com o consumidor, precificar o risco e distribuir o seguro, o corretor deverá buscar cada vez mais capacitação e se reinventar como consultor especializado, agregando cada vez mais valor ao processo, decifrando como Cloud Computing, Big Data, realidade aumentada, inteligência artificial, aplicativos e internet das coisas, podem ser grandes aliados no seu papel de comercializar seguros com mais eficiência, qualidade no relacionamento e transparência junto ao segurado.

Sobreviverão aqueles que entenderem que a tecnologia não é inimiga e que a revolução digital que já começou a impactar o setor, deverá ser compreendida e adaptada no cotidiano do novo corretor de seguros que continuará a ser peça estratégica na nova engrenagem da indústria de seguros.

*Rodrigo Afonso Ferreira é sócio-diretor da corretora Infinity Finanças e membro MDRT.

Mobilidade e a revolução das insurtechs 9384

Celular

Especialista analisa transformações tecnológicas

Nos últimos 30 anos, o mundo vem passando por uma grande revolução tecnológica. Prova disso é o advento da mobilidade, que através de dispositivos como os smartphones, notebooks e tablets, permite que agora estejamos conectados o tempo todo. Hoje, utilizando essas ferramentas, conseguimos acessar notícias em tempo real, trabalhar e resolver burocracias em poucos clicks.

Porém, alguns anos atrás todas essas facilidades eram bem limitadas. Quem nunca precisou salvar documentos naquele disquete de 3,5 polegadas ou esperou horas para se conectar na internet discada? Em apenas 20 anos evoluímos desse cenário lento e instável para a era da alta velocidade.

Agora, estamos vivendo uma transformação em que tudo que anteriormente precisava ser instalado para funcionar, está migrando para a nuvem. E esse avanço cada vez maior da tecnologia está mudando a forma como realizamos praticamente tudo: compras, fotos, pesquisas, pagamentos.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada em 2016 revelou que dobrou o número de acessos à internet sem o uso de computadores. Isso porque muitas pessoas que até pouco tempo não tinham acesso às redes, hoje estão conectadas através dos smartphones. Se pensarmos que o Brasil tem atualmente 220 milhões de celulares inteligentes ativos e 209 milhões de habitantes, temos mais de um celular por pessoa. Ou seja, o futuro com certeza será 100% móvel.

E foi refletindo e acompanhando todas essas mudanças que o mercado de seguros vem desenvolvendo novas soluções que buscam atender as necessidades desses novos clientes digitais. As insurtechs, inclusive, chegam justamente para suprir antigas ineficiências do setor com o uso da tecnologia. Aqui na Planetun, por exemplo, criamos produtos que levam mais agilidade e praticidade aos consumidores, melhorando a sua experiência. Como é o caso dos aplicativos web, que trazem uma série de vantagens, e não precisam ser instalados no celular, ocupando espaço da memória. Todo o processo é feito através de tokens (e-mail, SMS e chats), ou seja, estamos falando de mais autonomia, comodidade e segurança.

Com todos os benefícios e avanço da mobilidade, o mercado segurador, assim como todos os demais setores, também vem se adaptando a essa nova era digital. O uso das novas tecnologias não somente traz vantagens para os usuários finais, como também inova processos antigos, aumentando os ganhos e reduzindo os custos.

Portanto, acredito que esse cenário será o padrão de agora para o futuro. De um lado, o mercado implementando tecnologia em seus processos e, de outro, os consumidores ganhando com a mobilidade, já que resolver um problema que antes era tão burocrático, como contratar um seguro, agora pode ser feito na palma da mão.

*Por Henrique Mazieiro, diretor executivo e sócio fundador da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.

Como cidades inteligentes podem melhorar a vida nos centros urbanos 7766

Hong Kong

Avanços já têm sido usados para atender às necessidades reais das pessoas em diversos aspectos

Há duas palavras que, quase sempre quando são ditas, provocam o efeito de trazer um ponto de interrogação na cabeça de grande parte das pessoas: “Cidades inteligentes”. Para grande parte das pessoas, essa expressão pode incluir um imaginário futurista com muitos robôs e a inevitável reflexão sobre a quantidade de controle que a tecnologia exerce na sociedade atual. Dentro desse contexto, é difícil encontrar uma explicação clara sobre o que são esses locais conectados e como podem ser usados para trazer benefícios aos cidadãos, promovendo avanços significativos para a vida em sociedade.

A boa notícia é que as cidades inteligentes representam um esforço real para promover a qualidade de vida nos centros urbanos e sua utilidade prática vai além de cenas futuristas. Os avanços já têm sido usados para atender às necessidades reais das pessoas em diversos aspectos, como mobilidade urbana, saúde pública, iluminação da cidade, na prevenção de acidentes, entre outros. Para entender a importância desse tipo de tecnologia, basta lembrar que, segundo a ONU, 70% da população mundial vai viver em grandes centros urbanos em 2020 – ou seja, se o trânsito nas metrópoles hoje já está ruim, pode piorar muito em dois anos sem um gerenciamento inteligente de informações.

Diante desse cenário, alguns países já perceberam que é necessário buscar reforços. Na Espanha, o projeto Ciudad 2020 reúne institutos de pesquisa e inovação, universidades e empresas de tecnologia, entre elas a Indra, para discutir como conscientizar os cidadãos desse novo cenário e proporcionar a eles alternativas válidas de melhorar o trânsito e reduzir o consumo de energia. Para isso, são usadas ferramentas como Internet das Coisas, Big Data Analytics, Machine Learning e Internet do Futuro (pesquisas sobre novas arquiteturas para a web), além da realização de estudos sobre comportamento humano. A meta principal é atingir os chamados “Objetivos 20-20-20”, definidos pelo Conselho Europeu em 2007: reduzir 20% das emissões de gases de efeito estufa, produzir 20% de energia renovável e melhorar em 20% a eficiência energética.

Também na Espanha, é de grande notoriedade o projeto de Logroño, capaz de permitir que o governo municipal desenvolva serviços avançados e reduza os custos de manutenção, economizando energia e gerando um ambiente mais sustentável. Pode-se dizer que essa iniciativa já representa uma evolução em relação ao Coruña Smart City, desenvolvido anteriormente e referência mundial na solução de problemas em diversas áreas como segurança, mobilidade, energia. O êxito destes projetos só foi possível graças à tecnologia inovadora empregada, a Minsait IoT SOFIA2, uma plataforma avançada capaz de integrar dados e recursos.

Entre as mais recentes e inovadoras tecnologias disponíveis atualmente para gerenciar em tempo real e de forma centralizada os diversos serviços e soluções das cidades está o City Landscape Manager (CLM), um centro virtual inteligente capaz de gerenciar tanto os eventos planejados como os que não estão, para que a tomada de decisões sejam imediatas. São enormes as possibilidades de ganhos com o uso deste tipo de tecnologia, como por exemplo a economia de mais de 35% do consumo de água para irrigação graças ao cruzamento de dados com o serviço meteorológico, ou 45% na conta energética de edifícios públicos.

Todos esses projetos são exemplos de soluções seguras e com alto grau de integração, dada a necessidade de resposta imediata exigida pelos cidadãos com foco em resultados e capazes de melhorar a qualidade de vida nesses locais. A tendência é a de que esse pensamento se consolide e seja disseminado em outras regiões, já que cidades inteligentes precisam da participação ativa dos cidadãos e dos órgãos de governo. É necessário que eles conheçam os serviços disponibilizados e sejam verdadeiros agentes de mudança. Na prática, isso acontece pelo acesso a alguns serviços úteis (como, por exemplo, o consumo de energia da própria residência) via smartphones ou tablets, com interações via notificações, recomendações e avisos personalizados.

É verdade que o caminho até atingir esses resultados ainda está sendo trilhado e, no mundo real, ainda existem muitos desafios para serem superados. Ainda assim, um caminho possível envolve uma visão integrada das cidades tendo a tecnologia presente em diversos aspectos da cadeia, atendendo aos cidadãos sob um modelo eficaz. Sem dúvida, esta não é uma mudança que acontece do dia para a noite, mas é totalmente possível a partir de planejamento e com pleno envolvimento dos gestores das cidades. A partir do momento que serviços conectados estiverem disponíveis de maneira eficiente e homogênea, a custo mais baixo, será possível construir um futuro mais sustentável, inteligente e saudável.

*Por Antonio de Farias Leite Neto, diretor de Administração Pública e Saúde da Indra no Brasil.